Arquivos 3 de outubro de 2019 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

3 de outubro de 2019

Rompimento de Barragem em Mato Grosso

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Legislação Ambiental, Meio Ambiente

03 de outubro de 2019

Terça-feira, 01/10/2019, houve rompimento parcial da Barragem de Rejeitos de Mineração, empreendimento TB01, de uma empresa mineradora de ouro, em Nossa Senhora do Livramento, em Mato Grosso. Conforme a Agência Nacional de Mineração (ANM), sua classificação era de risco baixo e dano potencial associado baixo, com base de informações de janeiro/2019.

De acordo com a ANM, citada barragem foi construída utilizando-se o método de alteamento a jusante (o mesmo da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho). A barragem tinha 582.000 m3 e 15 metros de altura, de rejeitos de mineração de ouro, e cedeu por volta das 9 horas da manhã, ferindo dois funcionários.

Em nota de esclarecimento, a empresa mineradora informou que “adotou todas as medidas necessárias e de urgência (construção de diques) para contenção do rejeito, que não atingiu nenhuma área de preservação permanente ou curso d’água. Ademais, informa também que não houve o isolamento de qualquer comunidade da região, ficando prejudicado apenas, de forma restrita, o acesso principal interno da empresa. A empresa comunica que possui todas as autorizações e licenças necessárias junto aos órgãos responsáveis para desenvolvimento das suas atividades, operando sempre dentro da legalidade”. Aos interessados em ler na íntegra a nota de esclarecimento, cliquem aqui.

A história de rompimento de barragens se repete. Se entram em colapso os esforços para garantir a segurança dessas barragens devem ser melhorados. Os custos sociais e ambientais de rompimento de barragem são extremamente elevados e devem ser internalizados no processo produtivo das empresas que exploram os recursos naturais.

O caminho terá que ocorrer mediante políticas públicas que exerçam maior controle junto aos empreendimentos, mesmo que tenham dano potencial baixo, e sanções mais severas a pessoas físicas e jurídicas, resguardado o direito à ampla defesa.

Fonte: ANM, 2019.

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Rompimento de Barragem em Mato Grosso

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Legislação Ambiental, Meio Ambiente

03 de outubro de 2019

Terça-feira, 01/10/2019, houve rompimento parcial da Barragem de Rejeitos de Mineração, empreendimento TB01, de uma empresa mineradora de ouro, em Nossa Senhora do Livramento, em Mato Grosso. Conforme a Agência Nacional de Mineração (ANM), sua classificação era de risco baixo e dano potencial associado baixo, com base de informações de janeiro/2019.

De acordo com a ANM, citada barragem foi construída utilizando-se o método de alteamento a jusante (o mesmo da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho). A barragem tinha 582.000 m3 e 15 metros de altura, de rejeitos de mineração de ouro, e cedeu por volta das 9 horas da manhã, ferindo dois funcionários.

Em nota de esclarecimento, a empresa mineradora informou que “adotou todas as medidas necessárias e de urgência (construção de diques) para contenção do rejeito, que não atingiu nenhuma área de preservação permanente ou curso d’água. Ademais, informa também que não houve o isolamento de qualquer comunidade da região, ficando prejudicado apenas, de forma restrita, o acesso principal interno da empresa. A empresa comunica que possui todas as autorizações e licenças necessárias junto aos órgãos responsáveis para desenvolvimento das suas atividades, operando sempre dentro da legalidade”. Aos interessados em ler na íntegra a nota de esclarecimento, cliquem aqui.

A história de rompimento de barragens se repete. Se entram em colapso os esforços para garantir a segurança dessas barragens devem ser melhorados. Os custos sociais e ambientais de rompimento de barragem são extremamente elevados e devem ser internalizados no processo produtivo das empresas que exploram os recursos naturais.

O caminho terá que ocorrer mediante políticas públicas que exerçam maior controle junto aos empreendimentos, mesmo que tenham dano potencial baixo, e sanções mais severas a pessoas físicas e jurídicas, resguardado o direito à ampla defesa.

Fonte: ANM, 2019.