Energia e Sustentabilidade – parte 1 - Blog Verde 
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por Nájila Cabral

Energia e Sustentabilidade – parte 1

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

04 de setembro de 2013

    Muito recentemente, o Nordeste vivenciou outro apagão. A energia dos estados do Nordeste foi desligada por cerca de três horas. Praticamente, tudo parou. Sem energia, não há possibilidade de algumas atividades humanas serem exercidas.

     Mas uma pergunta importante, necessária e determinante na questão da energia no mundo é: podemos produzi-la em quantidade, conforme a demanda da sociedade, e que esta produção se concretize de forma sustentável?

     Para responder a esse questionamento vamos nos reportar ao Relatório da Organização das Nações Unidas “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All).

     Até 2030, os três objetivos do Programa das Nações Unidas Sustainable Energy for All são:

• Garantir o acesso universal a serviços energéticos modernos;

• Dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética; e

• duplicar a quota das energias renováveis no mix de energia global.

     Apesar de ambiciosos, os objetivos são fundamentais para o cenário de energia global. Dobrando a contribuição das energias renováveis e dobrando a taxa de eficiência energética, será possível reduzir a demanda por energia em 30% e reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa em 60%, se comparadas com o cenário atual.

      Os atores sociais tem papel decisivo para possibilitar a revolução da energia limpa e podem aprender as lições de países e companhias que já implementaram, respectivamente, políticas exitosas e mudanças tecnológicas. Dentre os atores sociais está o setor privado.

    O setor privado deve assumir o papel principal, usando investimentos públicos e privados, para financiar o emprego de tecnologias de energias limpas. Ademais, cabe ao setor privado o papel de compartilhar as melhores práticas, contribuindo com a expertise profissional e providenciar a capacidade de implementação das novas tecnologias limpas.

Fonte: ONU, 2012.

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Energia e Sustentabilidade – parte 1

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

04 de setembro de 2013

    Muito recentemente, o Nordeste vivenciou outro apagão. A energia dos estados do Nordeste foi desligada por cerca de três horas. Praticamente, tudo parou. Sem energia, não há possibilidade de algumas atividades humanas serem exercidas.

     Mas uma pergunta importante, necessária e determinante na questão da energia no mundo é: podemos produzi-la em quantidade, conforme a demanda da sociedade, e que esta produção se concretize de forma sustentável?

     Para responder a esse questionamento vamos nos reportar ao Relatório da Organização das Nações Unidas “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All).

     Até 2030, os três objetivos do Programa das Nações Unidas Sustainable Energy for All são:

• Garantir o acesso universal a serviços energéticos modernos;

• Dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética; e

• duplicar a quota das energias renováveis no mix de energia global.

     Apesar de ambiciosos, os objetivos são fundamentais para o cenário de energia global. Dobrando a contribuição das energias renováveis e dobrando a taxa de eficiência energética, será possível reduzir a demanda por energia em 30% e reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa em 60%, se comparadas com o cenário atual.

      Os atores sociais tem papel decisivo para possibilitar a revolução da energia limpa e podem aprender as lições de países e companhias que já implementaram, respectivamente, políticas exitosas e mudanças tecnológicas. Dentre os atores sociais está o setor privado.

    O setor privado deve assumir o papel principal, usando investimentos públicos e privados, para financiar o emprego de tecnologias de energias limpas. Ademais, cabe ao setor privado o papel de compartilhar as melhores práticas, contribuindo com a expertise profissional e providenciar a capacidade de implementação das novas tecnologias limpas.

Fonte: ONU, 2012.