Energia e Sustentabilidade – parte 2 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Energia e Sustentabilidade – parte 2

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Desertificação, Meio Ambiente

06 de setembro de 2013

O Relatório da Organização das Nações Unidas “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) reforça a necessária atuação dos atores sociais no processo de garantir o acesso universal de energia limpa.

     Dentre os atores sociais está o setor público que deve dar o suporte a novas tecnologias instituindo políticas inteligentes que possam nivelar energias renováveis e eficiência energética, por meio de incentivos aos investimentos privados e outros mecanismos, bem como dando suporte à cooperação internacional e a disseminação do conhecimento.

     Com relação à sociedade civil, esta é um agente social crítico que pode significar mudanças potenciais aos avanços de tecnologias de energias limpas. As Organizações da Sociedade Civil podem formar, então, parcerias e redes de relacionamento no intuito de facilitar o fluxo de informações – transparentes e abertas. Podem, ainda, se engajar com os tomadores de decisão e com o setor privado para auxiliar na implementação de políticas de energias limpas e de suas tecnologias.

    O programa “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) é uma oportunidade de trazer todos os atores sociais à mesa para trabalharem, de forma conjunta, em direção à energia sustentável.

     Uma coisa é certa: tanto países desenvolvidos como os países em desenvolvimento têm necessidade de desenvolver tecnologias de energias renováveis. Oportunidades de alto impacto existem em todos os setores da economia, a saber:

– setor de eletricidade;

– setor de transportes;

– setor da construção civil; e

– setor industrial.

     Acredita-se que o programa “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) pode auxiliar em diferentes maneiras, dentre as quais:

– uso das redes de conhecimento para dar apoio aos governos locais (municípios) com esforços para implementar programas de energia;

– desenvolver agenda de ação de agora até 2030 para atender aos objetivos, a exemplo da Green Climate Fund (Fundo Verde Clima).

Fonte: ONU

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Energia e Sustentabilidade – parte 2

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Desertificação, Meio Ambiente

06 de setembro de 2013

O Relatório da Organização das Nações Unidas “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) reforça a necessária atuação dos atores sociais no processo de garantir o acesso universal de energia limpa.

     Dentre os atores sociais está o setor público que deve dar o suporte a novas tecnologias instituindo políticas inteligentes que possam nivelar energias renováveis e eficiência energética, por meio de incentivos aos investimentos privados e outros mecanismos, bem como dando suporte à cooperação internacional e a disseminação do conhecimento.

     Com relação à sociedade civil, esta é um agente social crítico que pode significar mudanças potenciais aos avanços de tecnologias de energias limpas. As Organizações da Sociedade Civil podem formar, então, parcerias e redes de relacionamento no intuito de facilitar o fluxo de informações – transparentes e abertas. Podem, ainda, se engajar com os tomadores de decisão e com o setor privado para auxiliar na implementação de políticas de energias limpas e de suas tecnologias.

    O programa “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) é uma oportunidade de trazer todos os atores sociais à mesa para trabalharem, de forma conjunta, em direção à energia sustentável.

     Uma coisa é certa: tanto países desenvolvidos como os países em desenvolvimento têm necessidade de desenvolver tecnologias de energias renováveis. Oportunidades de alto impacto existem em todos os setores da economia, a saber:

– setor de eletricidade;

– setor de transportes;

– setor da construção civil; e

– setor industrial.

     Acredita-se que o programa “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) pode auxiliar em diferentes maneiras, dentre as quais:

– uso das redes de conhecimento para dar apoio aos governos locais (municípios) com esforços para implementar programas de energia;

– desenvolver agenda de ação de agora até 2030 para atender aos objetivos, a exemplo da Green Climate Fund (Fundo Verde Clima).

Fonte: ONU