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água Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

água

Semana do meio ambiente em tempos de pandemia

         Junho chegou! Estamos na semana do meio ambiente. Dia 5 de junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente. Este ano, 2020, o tema escolhido pela Organização é das Nações Unidas é “Tempo para a Natureza”.

 

    No dia dedicado ao meio ambiente importante refletirmos sobre nossas ações e seu reflexo no meio. Tudo o que consumimos vem da natureza, tudo o que descartamos vai para a natureza. É dela que tiramos nosso sustento, portanto nada mais justo do que termos uma relação harmoniosa com os recursos naturais que nos dão suporte à vida.

 

     No Ceará, teremos muitos eventos virtuais nesta semana de meio ambiente; virtuais pois ainda estamos em tempos de pandemia que exige distanciamento social, cuidados redobrados com higiene pessoal e de ambientes, atenção com o próximo, zelo pelo meio ambiente, prudência com os resíduos sólidos e líquidos.

 

 

    Aos interessados em participar da semana de meio ambiente, alguns eventos estão nos cards, dispostos neste post. O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) também está com uma programação muito boa na semana de meio ambiente. Aos interessados, cliquem aqui. 

 

   No dia 05 de junho, haverá um Seminário Virtual com o tema “Educação Ambiental – desafios na pandemia e pós-pandemia”, com a participação do Prof. Marcos Sorrentino, do Educador Ambiental Genibaldo Freire, do Secretário de Meio Ambiente do Ceará, Prof. Artur Bruno e do Deputado Estadual Acrísio Sena.  A Secretaria de Meio Ambiente emitirá certificado digital para quem se inscrever e participar pelo site. Aos interessados, cliquem aqui. 

 

Recordando as palavras do Papa Francisco, no dia 22 de abril, em que celebramos o 50º Dia Mundial da Terra, ele nos aponta que este momento  “é uma oportunidade para renovar o nosso compromisso de amar a nossa casa comum e de cuidar dela e dos membros mais fracos da nossa família. Como a trágica pandemia do coronavírus nos demonstra, só unidos e cuidando dos mais frágeis podemos vencer os desafios globais”.

    Caros leitores do Blog Verde, estão todos convidados a participar dessa rica semana de debates, discussão, seminários e eventos virtuais, que podem nos proporcionar um direcionamento adequado para os tempos de pandemia e de pós-pandemia.

 

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Água para abastecimento e COVID-19

     Um dos importantes aspectos do saneamento é a água potável para abastecimento humano. Água é vida. A Agenda 2030 traz como Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6, assegurar a disponibilidade e gestão sustentável de água e saneamento para todos. A meta nacional 6.1 é “até 2030, alcançar o acesso universal e equitativo à água para consumo humano, segura e acessível para todos”.

     Em tempos de pandemia do novo Coronavírus (SARS-Cov-2) em que, reconhecidamente, a transmissão é alta e pode acontecer, segundo o Ministério da Saúde (2020) “por meio de gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infectada tosse ou espirra, semelhante à maneira como a influenza e outros patógenos respiratórios”, é preciso, também, atentar para a possibilidade de transmissão por via feco-oral (BOTTO, 2020, KWR, 2020).

     Conforme BOTTO (2020), “acredita-se que o risco de contaminação através de água de abastecimento público seja baixo. Até o momento o SARS-Cov-2 não foi detectado em sistemas de abastecimento”. Assim, a água para abastecimento humano deve ser disponibilizada com a qualidade compatível aos padrões de potabilidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde, e também em consonância com Botto (2020), os sistemas de abastecimento público com processos de tratamento, incluindo a etapa de desinfecção, e bem operados inativam o vírus da Covid-19 (WHO, 2020; SOARES et al, 2020).

      Soares et al (2020) alertam para a obrigatoriedade de que as águas de abastecimento público recebam o tratamento com a etapa de desinfecção. Acrescentam os autores que as “águas provenientes de mananciais superficiais devem incluir os processos de filtração e desinfecção, cumprindo o que determina a Portaria de Consolidação MS no 5/2017” (SOARES et al, 2020).

     No entanto, o Brasil tem mais de 35 milhões de pessoas sem acesso à água tratada por rede geral, conforme o Instituto Trata Brasil (2020), o que deve preocupar autoridades locais (municípios), que são os responsáveis pelos serviços de saneamento. Para essas pessoas, os municípios devem ter olhar mais atencioso, em virtude da sugestão do contínuo risco de contaminação de pessoas sem acesso a água segura e de sistemas apropriados de disposição de excretas (BOTTO, 2020; SOARES et al, 2020).

     Naqueles locais que não tenham rede geral de abastecimento de água potável, Soares et al (2020) recomendam que se pode evitar a disseminação do novo Coronavírus nas próprias residências, adotando-se a adição de hipoclorito de sódio (2,5%), conforme dosagem especificada, a seguir, deixando a água em repouso por 30 (trinta) minutos, após a adição do hipoclorito:

– Para um volume de água de 1 litro, correspondente a 5 xícaras de chá, adicionar 0,08 mL de hipoclorito de sódio (2,5%). O volume de hipoclorito a ser adicionado corresponde a duas gotas.

     Os serviços de saneamento (água potável para abastecimento, coleta de resíduos sólidos, coleta e tratamento de esgoto) são essenciais e imprescindíveis, portanto não podem parar. Cabe aos gestores municipais a responsabilidade de manter esses serviços essenciais, bem como dar as condições para que as pessoas que não tem acesso a água potável por rede geral possam adotar, em suas casas, a solução de desinfecção da água de beber por hipoclorito de sódio, após filtração e fervura.

     Aos que queiram saber mais sobre as recomendações para prevenção da Covid-19 realizadas pela sala técnica do saneamento, acessem aqui.

Referências

BOTTO, Márcio. COVID-19 e o risco de transmissão por água e esgoto. Disponível em <https://www.linkedin.com/pulse/covid-19-e-o-risco-de-transmiss%25C3%25A3o-por-agua-esgoto-marcio-botto/?trackingId=8IAH1POzQs2w03bTzNQfcw%3D%3D>. Acesso em 31 mar 2020

Instituto Trata Brasil (2019) O que acontece quando não temos saneamento básico. Disponível em http://www.tratabrasil.org.br/blog/2019/07/05/o-que-acontece-quando-nao-temos-saneamentobasico/ Acesso em 02 abr 2020

KWR (2020). What we learn about Coronavirus through wastewater research. Disponível em <https://www.kwrwater.nl/en/actueel/what-can-we-learn-about-the-corona-virus-through-waste-water-research/> Acesso em 02 abr 2020

MS – Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico n. 2. Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública. Brasília: Ministério da Saúde/ Secretaria de Vigilância da Saúde, fev. 2020

SOARES, Alexandra Fátima Saraiva; NUNES, Bárbara Caroline Ricci; SANTOS Caludoaldo Viana dos; COSTA, Flávia Cristina Rodrigues; SANTOS, Hélio Rodrigues dos; SILVA, Luís Fernando de Morais; SOUZA, Roseane Maria Garcia Lopes (organizadores). Recomendações para prevenção do contágio da Covid-19 (Novo Coronavírus – SARS-CoV-2) pela água e por esgoto doméstico. Disponível em http://www.mpc.sc.gov.br/download/recomendacoes-para-prevencao-do-contagio-da-covid-19-novo-coronavirus-sars-cov-2-pela-agua-e-por-esgoto-domestico/ Acesso em 04 abr 2020.

WHO (2020). Water, sanitation, hygiene, and waste management for the COVID-19 virus. Interim guidance 19 March 2020

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Chuvas excessivas: cuidados para as plantas não morrerem

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente

05 de Fevereiro de 2020

     Algumas ações podem ser feitas para que o jardim possa ficar mais resistente aos prováveis danos causados pela chuva, tais como: realizar podas adequadas e reforçar plantas com nitrogênio, fósforo e potássio.

Foto: Jordanna, GiraSol Assessoria, 2020.

     Em jardins externos, as chuvas excessivas podem se constituir motivo de preocupação maior, pois a água em excesso pode ser prejudicial para a beleza e a saúde dos jardins. O jardinista Fabrício Pereira informa que “apesar de servir como condutor dos nutrientes que mantém a seiva alimentada, o excesso de água deixa o solo encharcado e varre os nutrientes para longe das plantas. Além disso, a umidade é campo fértil para a proliferação de bactérias e fungos, que se alimentam de folhas, flores e frutos”. Se o solo não absorve toda a água em excesso, as raízes das plantas são as primeiras a sofrerem e, em muitas vezes, isso pode ser fatal.

    Para prevenir os danos causados pela chuva em excesso seria interessante agir preparando o solo antes do plantio, aprontando o espaço de forma correta para drenagem “com tubos corrugados, específicos para drenagem manta bidim, pedra brita ou seixo de rio”. Outra opção bastante utilizada é a instalação de sombrite, tela usada em estufas, que permite a incidência de raios solares e a passagem controlada da água da chuva.

    Para os cuidados pós-chuva importante evitar regas e observar manualmente o solo e as plantas, em especial as folhas. Quando elas amarelarem ou ficarem com aspecto estranho, talvez seja necessário poda de contenção e reforço na adubação”, finaliza o jardinista.

Fonte: Jordanna, GiraSol Assessoria, 2020.

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Sistema Nacional de Informação em Saneamento – coleta de dados 2018

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Saneamento Ambiental

23 de Maio de 2019

Encerra-se em 27 de maio de 2019 o prazo final da coleta de dados do Sistema Nacional de Informação em Saneamento – SNIS, do ano de referência 2018, sobre as informações de resíduos sólidos, águas pluviais e água e esgoto.

O SNIS está, atualmente, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Regional e se constitui no mais importante sistema de informações do setor de saneamento do Brasil, uma vez que contém informações de caráter institucional, operacional, econômico, gerencial e de qualidade sobre a prestação dos serviços de água para abastecimento, de esgotos e de manejo de resíduos sólidos.

Aos interessados em saber mais ou aos prestadores de serviços para acessarem o sistema e preencheram os dados, cliquem aqui .

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Regional, 2019.

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Dia Mundial da Água – 2019

Por Nájila Cabral em Água, Meio Ambiente

22 de Março de 2019

Com o tema “Não deixar ninguém para trás” (Leaving no one behind), o Dia Internacional da Água é comemorado hoje, 22 de março. O tema remete a necessidade central de universalização do acesso à água limpa e segura para todos, até 2030, cumprindo, assim, a Agenda 2030.
A assessora de gestão corporativa do Pacto Global da ONU no Brasil, Giuliana Moreira, enfatiza que cerca de 35 milhões de pessoas não têm acesso a água potável no Brasil e 100 milhões de brasileiros não possuem adequado saneamento.

O Dia Mundial da Água se constitui em uma excelente oportunidade para repensarmos a maneira como usamos a água e quais atitudes devemos realizar para viabilizarmos o acesso à agua para todos. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS 6) estabelece a meta para garantir a disponibilidade e gestão sustentável da água para todos até 2030. Para Giuliana Moreira, dentro do contexto brasileiro, o alcance do ODS 6 é desafiador.

Giuliana Moreira recorda que após doze anos após a Lei do Saneamento Básico (Lei Federal no 11.445/2007) entrar em vigor no Brasil, metade da população do país continua sem acesso a sistemas de esgotamento sanitário. Acrescenta, “um plano nacional foi elaborado e lançado em 2014 pelo governo federal, com metas de universalização dos serviços (água, esgoto, resíduos e drenagem) até 2033”, o que coaduna com o ODS 6, quando prevê a universalização do saneamento até 2030.

A água é um direito de todos. A ONU, em 2010, reconheceu “o direito à segurança e à água potável e saneamento como direito humano”. Assim, a água deve ser suficiente, segura, aceitável e acessível para uso pessoal e doméstico de todos, sem discriminação.

Fonte: UN Water, 2019; Rede Pacto Global, 2019.

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Desafio virtual para jovens sobre saneamento e água

Por Nájila Cabral em Água, Saneamento Ambiental

25 de Fevereiro de 2019

A Organização das Nações Unidas (ONU) está com inscrições abertas até 28 de fevereiro de 2019 para o desafio virtual sobre direitos humanos e acesso à água e ao saneamento. O prêmio será uma viagem à Genebra, na Suíça, e o vencedor deverá ser conhecido no dia 22 de março, Dia Mundial da Água. Para participar, os interessados devem criar até 28 de fevereiro um conteúdo original no Facebook, Twitter, YouTube ou Instagram, em que demonstrem seus conhecimentos e sua paixão pelo tema.

Este ano, o processo seletivo aborda temas a respeito de como os direitos humanos à água e ao saneamento devem ser garantidos não apenas nos domicílios, mas também em outras esferas da vida de uma pessoa, como em locais públicos e de trabalho, nas instituições de ensino, nas instalações de saúde e nos lugares de residência que nem sempre são caracterizados como uma casa (como prisões, espaços públicos no caso dos indivíduos em situação de rua e dormitórios em escolas).

Conforme Léo Heller, consultor da ONU, todas essas situações afetam a realização dos direitos humanos a água e saneamento e o cumprimento de alguns dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) — não apenas o ODS nº 6, que aborda especificamente esses direitos, mas também o ODS nº 3, sobre saúde e bem-estar, o ODS nº 8, sobre trabalho decente para todos, e o ODS nº 11, sobre cidades e comunidades sustentáveis.

Assim, para participar do desafio virtual, é necessário ter entre 15 e 24 anos e compartilhar o conteúdo por uma das redes sociais nas quais o relator especial possui uma conta — @UNSRwatsan no Instagram e @SRwatsan no Facebook e Twitter. O post pode ser feito em qualquer formato digital — foto, áudio, vídeo, texto ou uma combinação desses meios. No post com o conteúdo, é necessário utilizar a hashtag #Youth4watsan e marcar a conta do relator especial. É possível fazer mais de um post/conteúdo para concorrer.

O desafio é organizado pela equipe do relator em conjunto com as Missões Permanentes da Espanha e da Alemanha da ONU, o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), o Programa Hidrológico Internacional da UNESCO (IHP) e a ONU Água.

Em caso de dúvidas sobre a competição, é possível contactar a equipe do relator especial por meio do e-mail: srwatsan@ohchr.org ou de suas redes sociais. Para saber mais, cliquem aqui.

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MP 844/2018 e o Saneamento Básico

Por Nájila Cabral em Governos Locais, Legislação Ambiental, Saneamento Ambiental

13 de novembro de 2018

     Desde julho de 2018, quando a Medida Provisória no 844, de 6 de julho de 2018, foi assinada pelo Presidente da República e publicada em Diário Oficial da União, no dia 09/07/2018, cidadãos, gestores públicos e entidades do setor de saneamento lutam em defesa da água e do saneamento para todos.

    Na última quarta-feira, dia 07/11/2018, vinte e dois governadores assinaram uma carta, na qual afirmam que a Medida Provisória no 844/2018 vai desestruturar o setor de saneamento, não contribuirá para a universalização dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, o que vai na contramão dos objetivos da política ambiental e da política de saneamento. Pior, há possibilidade real de agravo às desigualdades. Conforme a carta dos governadores, os municípios maiores e mais ricos vão avançar enquanto a maioria dos municípios menores e mais pobres vai ficar, ainda, mais atrasados.   

  Segundo a Associação Nacional dos Serviços Municipais (Assemae), a MP 844/2018 se constitui em um retrocesso por privilegiar o setor privado de saneamento e a livre concorrência, em detrimento do acesso aos serviços públicos.

     E é em virtude desse pensamento de não permitir que os serviços públicos de saneamento sejam desorganizados, com consequente não atendimento de acesso de água e saneamento para todos os cidadãos, que a sociedade civil organizada, entidades ambientalistas do setor de saneamento e gestores públicos municipais e estaduais estão alertas para a votação dessa MP 844/2018.

     Ontem, 12/11/2018, uma significativa vitória foi alcançada pelas pessoas que lutam pelo direito à água e ao saneamento, pois no Plenário da Câmara dos Deputados, a MP 844/2018 não foi lida e com isso não entrou na pauta de discussão.

   

 Hoje, 13/11/2018, às 10 horas acontece uma reunião no Gabinete da Liderança do Governo dos deputados de oposição e das entidades com o Ministro das Cidades para tentar um acordo.

A figura, oriunda da página do Congresso Nacional, mostra a opinião pública contrária à MP 844/2018, que vai ao encontro do anseio da carta dos governadores e de diferentes entidades do setor de saneamento como a Assemae e a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES).

    Aos que quiserem ler, na íntegra, a carta dos governadores, cliquem aqui. 

Fonte: Assemae, 2018; Congresso Nacional, 2018; ABES, 2018.

 

 

 

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The Nature Conservancy – Concurso de fotos 2018

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Preservação

08 de Abril de 2018

     Estão abertas as inscrições para o Concurso de Fotografias, patrocinado pela Nature Conservancy. As inscrições seguem até 31 de maio de 2018.

     A escolha se dará por votação pública que deve se iniciar em 01º/06/2018 até 14/06/2018.

    Qualquer pessoa, profissional ou amador, pode se inscrever. A ideia é saber como você se conecta com a natureza. As imagens serão julgadas conforme a originalidade, excelência técnica, composição, impacto geral e mérito artístico.

    Aos interessados, para mais informações cliquem aqui. 

Fonte: The Nature Conservancy, 2018.

 

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Água para o Desenvolvimento Sustentável

      A Resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas n.71/222 proclamou o período de 2018 a 2028 a Década Internacional para Ação intitulada “Água para o Desenvolvimento Sustentável”. O objetivo é melhorar ainda mais a cooperação,  a parceria e desenvolvimento de capacidades em resposta à Agenda 2030.

    A água e o saneamento são essenciais para o desenvolvimento sustentável, para a erradicação da pobreza e da fome e são indispensáveis para o desenvolvimento humano, a saúde e o bem-estar.

     Desafios relacionados à água, incluindo acesso limitado a água potável e saneamento, aumento da pressão sobre os recursos hídricos e ecossistemas, inclusive os riscos elevados de secas e enchentes, receberam atenção crescente na agenda do desenvolvimento global.

    A água está no centro dos recentes acordos importantes, como a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e o Acordo de Paris, de 2015. O último Fórum Econômico Mundial, em março/2018, classificou a crise da água nos três principais riscos globais pelo terceiro ano consecutivo.

Fonte: UNDESA, 2018.

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Dia Mundial da Água 2018 – Natureza para a Água

Por Nájila Cabral em Água, Conservação da Natureza, Meio Ambiente

22 de Março de 2018

      Hoje se comemora, no mundo inteiro, o Dia Mundial da Água, cujo tema dessa edição de 2018 é “Natureza para a Água”. A ideia é explorar soluções baseadas na natureza para os desafios da água, que enfrentamos no século XXI.

     Os ecossistemas danificados afetam a quantidade e a qualidade da água disponível para consumo humano. A Organização das Nações Unidas estima que, atualmente, 2,1 bilhões de pessoas vivem sem água potável em casa; afetando sua saúde, educação e meios de subsistência.

    Um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, o ODS 6, tem por compromisso garantir que todos, no mundo, tenham acesso a água potável até 2030 e que incluam metas para proteger o meio ambiente natural e reduzir a poluição.

 

     São 25 anos de comemoração do Dia Mundial da Água. Neste dia 22/03/2018, o 8º Fórum Mundial das Águas, que está sendo realizado em Brasília, traz uma programação especial, na parte da manhã, com o anúncio dos vencedores do Prêmio Água Estocolmo (Stockolm Water Prize). Este ano os vencedores foram o professor Bruce E. Rittmann e o professor Mark von Loosdrecht, pelo seu trabalho inovador em tratamento de água e de esgoto, que demonstrou as possibilidades de remover contaminantes nocivos da água, reduzir os custos de tratamento de águas residuais, reduzir o consumo de energia e até recuperar produtos químicos e nutrientes para reciclagem.

     Hoje, também no 8º Fórum Mundial das Águas, houve o lançamento do Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento de Recursos Hídricos 2018 (World Water Development Report – WWDR2018), com o tema “Soluções baseadas na Natureza para a Gestão da Água”. Acesse aqui, na íntegra, o Resumo Executivo do relatório.

Fonte: ONU, 2018.

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Dia Mundial da Água 2018 – Natureza para a Água

Por Nájila Cabral em Água, Conservação da Natureza, Meio Ambiente

22 de Março de 2018

      Hoje se comemora, no mundo inteiro, o Dia Mundial da Água, cujo tema dessa edição de 2018 é “Natureza para a Água”. A ideia é explorar soluções baseadas na natureza para os desafios da água, que enfrentamos no século XXI.

     Os ecossistemas danificados afetam a quantidade e a qualidade da água disponível para consumo humano. A Organização das Nações Unidas estima que, atualmente, 2,1 bilhões de pessoas vivem sem água potável em casa; afetando sua saúde, educação e meios de subsistência.

    Um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, o ODS 6, tem por compromisso garantir que todos, no mundo, tenham acesso a água potável até 2030 e que incluam metas para proteger o meio ambiente natural e reduzir a poluição.

 

     São 25 anos de comemoração do Dia Mundial da Água. Neste dia 22/03/2018, o 8º Fórum Mundial das Águas, que está sendo realizado em Brasília, traz uma programação especial, na parte da manhã, com o anúncio dos vencedores do Prêmio Água Estocolmo (Stockolm Water Prize). Este ano os vencedores foram o professor Bruce E. Rittmann e o professor Mark von Loosdrecht, pelo seu trabalho inovador em tratamento de água e de esgoto, que demonstrou as possibilidades de remover contaminantes nocivos da água, reduzir os custos de tratamento de águas residuais, reduzir o consumo de energia e até recuperar produtos químicos e nutrientes para reciclagem.

     Hoje, também no 8º Fórum Mundial das Águas, houve o lançamento do Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento de Recursos Hídricos 2018 (World Water Development Report – WWDR2018), com o tema “Soluções baseadas na Natureza para a Gestão da Água”. Acesse aqui, na íntegra, o Resumo Executivo do relatório.

Fonte: ONU, 2018.