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Blog Verde

por Nájila Cabral

comunidades tradicionais

Educação do Campo, Indígena e Quilombola

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

09 de dezembro de 2014

    Na período de 08 e 09/12/2014, a Secretaria da Educação do Estado do Ceará, por meio da CODEA/Diversidade e Inclusão Educacional está realizando o II Encontro da Educação do Campo, Indígena e Quilombola: “Políticas, Culturas e Identidades”.

SEDUC_indigena_campo_quilombola_2014

     O Encontro tem por objetivo: promover uma ampla discussão sobre políticas, culturas, identidades e gestão para a educação do campo, indígena e quilombola em diálogo com os movimentos sociais, instituições governamentais e não governamentais.

     Estão presentes no Encontro, secretários municipais de educação, coordenadores e técnicos das CREDE, gestores e professores das escolas estaduais do campo, quilombolas e indígenas, representantes dos Movimentos Sociais do Campo, Indígena e Quilombola, de Instituições Públicas de Ensino Superior do Ceará, do Conselho Estadual de Educação – CEE, da União dos Conselhos Municipais de Educação – UNCME, do Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF, da Associação dos Municípios e Prefeitos do Estado do Ceará – APRECE e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação do Ceará – UNDIME-CE.

      As mesas redondas, de alto nível, tem trazido uma riqueza de debate ímpar para o “Futuro que Queremos”. Parabéns aos organizadores!

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Estratégias para biodiversidade – resultados da COP 12

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

04 de novembro de 2014

   O Plano Estratégico para a Biodiversidade 2011-2020 está chegando a sua metade dentro em breve, o que provocou a realização da 12ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD/COP 12) convocada para intensas negociações. Mencionada COP ocorreu no período de 06 a 17 de outubro de 2014, em Pyeongchang , República da Coreia.

    A seguir os principais resultados:

 – A revisão do Plano Estratégico para a Biodiversidade 2011-2020 revelou uma taxa insuficiente de progresso para a maior parte das Metas de Biodiversidade de Aichi . Das 53 sub-metas, 15 mostraram nenhum progresso, em virtude das pressões contínuas sobre a biodiversidade (incluindo a degradação e fragmentação de habitats, a poluição por nutrientes em excesso e pressões antropogênicas sobre os recifes de coral), bem como em virtude de causas estruturais persistentes de perda de biodiversidade (por exemplo, subsídios prejudiciais à biodiversidade).

maior esforço será ser necessário a fim de manter o cumprimento das metas até 2020. O aumento da mobilização de recursos financeiros em níveis nacionais e internacionais, a partir de uma variedade de fontes, incluindo os mecanismos de mercado e do setor privado é, extremamente, necessário.

os governos devem integrar a biodiversidade em todos seus setores, incluindo a biodiversidade em prioridades nacionais e em seus planos de desenvolvimento, procurando combater os incentivos perversos e influenciando as políticas e estratégias para melhor proteger a biodiversidade. Importante, ainda, rever a Estratégia Nacional de Biodiversidade e Planos de Ação setoriais.

– a adoção da nova terminologia “Os povos indígenas e as comunidades locais” pode ser considerada como um passo importante para a participação plena e efetiva dos povos indígenas dentro do sistema das Nações Unidas.

Fonte: IDDRI – Institut du développement durable et des relations internationales

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Processo seletivo para gerenciar projeto em comunidades tradicionais e indígenas

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Preservação

11 de setembro de 2014

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), parceiro do Banco Mundial nesta iniciativa, juntamente com a Fundação Nacional do Índio (Funai), abriu seleção para escolha de agência executora nacional que gerenciará o projeto Mecanismo de Doação Dedicada para Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais no Brasil (DGM-Brasil).

     Conforme Tinna Oliveira, da Ascom do MMA, as instituições que já demonstraram interesse têm até 26 de setembro para enviar as propostas para o e-mail dgmbrasil@gmail.com. A instituição selecionada atuará como secretariado do Comitê Gestor do Projeto.

      O DGM-Brasil, desenvolvido pelo Programa de Investimentos Florestais (FIP), tem como objetivo financiar ações visando reduzir os processos de desmatamento e degradação florestal em países tropicais. O projeto está sendo estabelecido para apoiar a participação dos povos indígenas e comunidades locais no desenvolvimento das estratégias de investimento, programas e projetos do FIP, além de promover modos de vida sustentáveis e adaptativos.

       A proposta da instituição interessada deve conter descrição das atividades já realizadas, apresentação da metodologia de trabalho e a lista e currículos de profissionais por área de especialização. A comissão de avaliação analisará as propostas recebidas dentro do prazo com base na adequação aos termos de referência.

       A instituição que tiver maior pontuação, entre os critérios de experiência, metodologia de trabalho, qualificações e competências da equipe, será convidada para as negociações e apresentação de proposta financeira. O Banco Mundial assinará um acordo de doação com a instituição selecionada.

Fonte: Tinna Oliveira/MMA

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Processo seletivo para gerenciar projeto em comunidades tradicionais e indígenas

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Preservação

11 de setembro de 2014

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), parceiro do Banco Mundial nesta iniciativa, juntamente com a Fundação Nacional do Índio (Funai), abriu seleção para escolha de agência executora nacional que gerenciará o projeto Mecanismo de Doação Dedicada para Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais no Brasil (DGM-Brasil).

     Conforme Tinna Oliveira, da Ascom do MMA, as instituições que já demonstraram interesse têm até 26 de setembro para enviar as propostas para o e-mail dgmbrasil@gmail.com. A instituição selecionada atuará como secretariado do Comitê Gestor do Projeto.

      O DGM-Brasil, desenvolvido pelo Programa de Investimentos Florestais (FIP), tem como objetivo financiar ações visando reduzir os processos de desmatamento e degradação florestal em países tropicais. O projeto está sendo estabelecido para apoiar a participação dos povos indígenas e comunidades locais no desenvolvimento das estratégias de investimento, programas e projetos do FIP, além de promover modos de vida sustentáveis e adaptativos.

       A proposta da instituição interessada deve conter descrição das atividades já realizadas, apresentação da metodologia de trabalho e a lista e currículos de profissionais por área de especialização. A comissão de avaliação analisará as propostas recebidas dentro do prazo com base na adequação aos termos de referência.

       A instituição que tiver maior pontuação, entre os critérios de experiência, metodologia de trabalho, qualificações e competências da equipe, será convidada para as negociações e apresentação de proposta financeira. O Banco Mundial assinará um acordo de doação com a instituição selecionada.

Fonte: Tinna Oliveira/MMA