COP 12 Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

COP 12

COP 12 – Convenção das Nações Unidas sobre Combate à Desertificação

    No período de 12 a 23 de outubro, acontece em Ankara, na Turquia, a 12ª Sessão da Conferência das Partes (COP) da Convenção das Nações Unidas sobre Combate à Desertificação (UNCCD COP 12).

UNCCD_COP_12_CST_2015

    Na pauta de discussões estão os seguintes assuntos: progresso da implementação das estratégias adotadas no âmbito da Década das Nações Unidas para os Desertos e da Luta contra a Desertificação (2010-2020), bem como a integração dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável com a implantação das estratégias de combate à desertificação.

     Especificamente dentro do Comitê de Ciência e Tecnologia (CST), cujos trabalhos se encerraram no último dia 16/10, foram debatidas as ações da agenda pós-2015, dentre estes:

– avanços obtidos com relação ao desenvolvimento sustentável com relação à degradação das terras,

– contribuição do uso de ordenamento territorial sustentável e as mitigações e adaptações das mudanças climáticas;

– adoção da proteção da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos;

– vinculação do conhecimento científico na tomada de decisão governamental;

– programa de trabalho para o biênio 2016-2017.

 

Fonte: UNCCD

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Estratégias para biodiversidade – resultados da COP 12

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

04 de novembro de 2014

   O Plano Estratégico para a Biodiversidade 2011-2020 está chegando a sua metade dentro em breve, o que provocou a realização da 12ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD/COP 12) convocada para intensas negociações. Mencionada COP ocorreu no período de 06 a 17 de outubro de 2014, em Pyeongchang , República da Coreia.

    A seguir os principais resultados:

 – A revisão do Plano Estratégico para a Biodiversidade 2011-2020 revelou uma taxa insuficiente de progresso para a maior parte das Metas de Biodiversidade de Aichi . Das 53 sub-metas, 15 mostraram nenhum progresso, em virtude das pressões contínuas sobre a biodiversidade (incluindo a degradação e fragmentação de habitats, a poluição por nutrientes em excesso e pressões antropogênicas sobre os recifes de coral), bem como em virtude de causas estruturais persistentes de perda de biodiversidade (por exemplo, subsídios prejudiciais à biodiversidade).

maior esforço será ser necessário a fim de manter o cumprimento das metas até 2020. O aumento da mobilização de recursos financeiros em níveis nacionais e internacionais, a partir de uma variedade de fontes, incluindo os mecanismos de mercado e do setor privado é, extremamente, necessário.

os governos devem integrar a biodiversidade em todos seus setores, incluindo a biodiversidade em prioridades nacionais e em seus planos de desenvolvimento, procurando combater os incentivos perversos e influenciando as políticas e estratégias para melhor proteger a biodiversidade. Importante, ainda, rever a Estratégia Nacional de Biodiversidade e Planos de Ação setoriais.

– a adoção da nova terminologia “Os povos indígenas e as comunidades locais” pode ser considerada como um passo importante para a participação plena e efetiva dos povos indígenas dentro do sistema das Nações Unidas.

Fonte: IDDRI – Institut du développement durable et des relations internationales

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Protocolo de Nagoya e as metas de biodiversidade

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

21 de outubro de 2014

    Durante a COP 12, na Coreia do Sul, a Diretora da Divisão de Direito Ambiental e de Convenções da UNEP, a Sra. Elizabeth Mrema, comentou sobre os cenários que se aproximam considerando os desafios de se atingirem as metas de biodiversidade de Aichi.

    Mencionada diretora lembrou que os seres humanos consideram possuir recursos ecológicos saudáveis o suficiente para reformar os sistemas econômicos, garantindo a distribuição equitativa dos recursos de apoio à vida, num mundo de população crescente.

     No entanto, o cenário futuro aponta que os seres humanos serão obrigados a desenvolverem suas atividades socioeconômicas com bem menos opções do que as que temos hoje.

     Ela destacou a importância do alcance da Meta 16 de Aichi que foi a entrada em vigor, dia 19/10, do Protocolo de Nagoya, aprovado na COP 10, no Japão, ratificada por 51 países.

    “O Protocolo de Nagoya foi concebido para ser uma ferramenta poderosa para ajudar países para estabilizar e reabilitar seus ambientes frágeis, garantindo que mais pessoas se beneficiem dos dividendos fornecidos pelo capital natural do Planeta”, afirmou Elizabeth Mrema, em seu discurso.

    Importante lembrar que o Brasil não é signatário do Protocolo de Nagoya, pois o Congresso nacional não ratificou mencionado Protocolo em razão da pressão do agronegócio.

Fonte: UNEP

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O Brasil na COP 12 – Gestão sustentável da vida selvagem

    As delegações presentes na COP 12 (Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica) estão discutindo assuntos relacionados a mencionada Convenção. Dentre as discussões está a gestão sustentável da vida selvagem.

    A União Europeia, apoiada pelo Canadá, propôs a exclusão de um parágrafo do texto final sobre o fortalecimento do apoio técnico e financeiro aos países em desenvolvimento para a rastreabilidade nacional e local, monitorização e controle, dizendo que são cobertos pela mobilização de recursos. Muitos países em desenvolvimento se opuseram a esta medida, incluindo o Brasil, a China, a Colômbia, a República Democrática do Congo, o Qatar, a África do Sul e o Timor Leste, salientando que mencionado parágrafo abrange também outras questões. A República de Camarões ressaltou a necessidade de apoio financeiro e técnico “adicionais” sobre as práticas de caça, tendo em vista a crise do Ebola e outras doenças transferidas de animais para humanos. Os delegados concordaram em manter o parágrafo original.

    Com relação a atualização dos sistemas de regulamentação para “diferenciar entre o uso de subsistência e exploração ilegal e exportação de espécies selvagens”, de modo a não penalizar os usuários de subsistência, a União Europeia e o Brasil fizeram a proposta do texto mencionar “o comércio nacional e internacional de espécimes de espécies e produtos silvestres”. Guiné-Bissau propôs evitar penalizar tanto “os países e as pessoas” que usam recursos da vida selvagem para fins de subsistência. Os delegados concordaram com essas mudanças.

Fonte: UNEP; CBD

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COP 12 – Convenção sobre Diversidade Biológica

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

03 de outubro de 2014

    O condado sul-coreano, Pyeongchang, na Província de Gangwon, recebe no período de 6 a 17 de outubro a COP 12 (Conference of Parties 12) da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). Com o tema: Biodiversidade para o Desenvolvimento Sustentável.

COP12_Korea_2014

     Os objetivos da COPP 12 são:

– aumentar a consciência internacional sobre o papel essencial da biodiversidade e sua contribuição para o desenvolvimento sustentável

– colocar forte ênfase na biodiversidade nas discussões da agenda de desenvolvimento Pos-2015 e na definição dos objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS).

    Estão sendo esperando cerca de 20.000 participantes, incluindo delegados dos 193 países e participantes das Organizações Internacionais, bem como ONG.

Fonte: CDB

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COP 12 – Convenção sobre Diversidade Biológica

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

03 de outubro de 2014

    O condado sul-coreano, Pyeongchang, na Província de Gangwon, recebe no período de 6 a 17 de outubro a COP 12 (Conference of Parties 12) da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). Com o tema: Biodiversidade para o Desenvolvimento Sustentável.

COP12_Korea_2014

     Os objetivos da COPP 12 são:

– aumentar a consciência internacional sobre o papel essencial da biodiversidade e sua contribuição para o desenvolvimento sustentável

– colocar forte ênfase na biodiversidade nas discussões da agenda de desenvolvimento Pos-2015 e na definição dos objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS).

    Estão sendo esperando cerca de 20.000 participantes, incluindo delegados dos 193 países e participantes das Organizações Internacionais, bem como ONG.

Fonte: CDB