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Educação Ambiental Archives - Página 10 de 11 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Educação Ambiental

4º Prêmio A3P – agenda ambiental

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

19 de novembro de 2012

Acontece em Brasília, no próximo dia 23 de novembro, no Auditório da Universidade dos Correios,  o 4º. Prêmio Melhores Práticas de A3P.

   A3P significa Agenda Ambiental na Administração Pública. O Prêmio tem por objetivo dar visibilidade aos projetos implementados pelos parceiros da A3P, buscando identificar e reconhecer as iniciativas que produzem resultados exemplares dentro dos temas atinentes à Agenda.

Conforme MMA, os foram inscritos em 4 categorias, a saber:

Categoria 1 – Gestão de resíduos;

Categoria 2 – Uso sustentável dos recursos naturais (água ou energia);

Categoria 3 – Inovação na gestão Pública; e

Categoria 4 – Destaque na Rede A3P

 

Fonte: MMA

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Mídias sociais e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

16 de novembro de 2012

     As novas tecnologias são importantes ferramentas de transmissão do conhecimento. Atingem, certamente, um número considerável de atores sociais. A participação da sociedade civil se constitui em condição sine qua non no processo de sustentabilidade.

     Portanto, ferramentas que possibilitam a participação da sociedade são interessantes, considerando o ponto de vista da transparência no processo de sustentabilidade. Uma dessas mídias sociais atualmente bastante utilizada por meio de rede social é o facebook.

Fonte: Educar na cidade

     Haverá um debate virtual no facebook, no dia 25/11, das 14h às 15h, intitulado “Educação, Ciências e Novas Tecnologias para Sustentabilidade”. Aos que têm perfil no facebook e quiserem participar, acessem aqui para mais informações sobre o debate virtual.

    Algo muito importante para todos nós lembrarmos é a nossa responsabilidade enquanto cidadãos neste Planeta daquilo que optamos fazer e realizar. Respeito ao próximo, às suas ideias, aos seus princípios e valores é algo imprescindível no uso destas novas tecnologias.

      O que escrevemos nas mídias sociais, conforme dito anteriormente, tem alcance a um número considerável de atores sociais. Todo ato tem uma consequência, portanto devemos ficar atentos às escolhas que, diariamente, fazemos. As consequências dos nossos atos podem ser, inclusive, adversas, culminando em processos judiciais, dependendo da gravidade e de seu enquadramento como crime.

     Assim sendo, caros leitores do Blog Verde, professores da USP, da Unicamp e da Fundação Getúlio Vargas estarão no dia 25/11, das 14h às 15h, debatendo com internautas sobre “Educar na Cidade: participação, desenvolvimento local e sustentabilidade”.

     Ah! Infelizmente não poderei participar do debate virtual. Sabem por quê?  Não tenho “conta” no facebook. Registro feito on line a todos os que acompanham o Blog Verde: não tenho perfil em nenhuma rede social.

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Conhecendo a caatinga

     O II Simpósio Conhecendo a Caatinga acontece em Fortaleza, durante o período de 29 de outubro até 03 de novembro, com promoção do PET do curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual do Ceará (UECE).

Fonte: Associação Caatinga e UECE

    Conforme noticia o site da Associação Caatinga, serão realizadas palestras e mesas-redondas com pesquisadores vinculados a instituições envolvidas com a preservação e conservação do bioma Caatinga, além da apresentação de experiências em pesquisas relacionadas a este bioma.

    Durante os três últimos dias (1, 2 e 3 de novembro) será realizada aula de campo na Reserva Natural Serra das Almas, em Crateús, no interior do estado do Ceará, na qual os participantes terão a oportunidade de entrar em contato com o bioma, visando uma percepção voltada para sua importância e riqueza.

    Aos interessados em saber mais, cliquem aqui.

Fonte: Associação Caatinga

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Educação e sustentabilidade

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Governos Locais, Meio Ambiente

26 de outubro de 2012

     Com o tema Educação, Consumo e Sustentabilidade, foi feita a abertura dos trabalhos no dia de hoje no II Encontro Cearense de Educação Ambiental, promovido pela Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental–CIEA, no Ceará.

Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental do Ceará
Foto: Lindalva Cruz, Fortaleza-2012

    O evento foi marcado por palestras de elevado nível que permitiram atualização de conhecimento e troca de informações.

    Experiências importantes oriundas de governos locais (municípios) foram apresentadas, demonstrando que quando existe vontade política, compromisso da sociedade e real participação de todos os atores sociais, é possível transformar em realidade ações orientadas à sustentabilidade.

    Uma das experiências apresentadas sobre a instituição de uma certificação ambiental pública para escolas municipais que atendam critérios ambientais vai ao encontro do disposto em diplomas legais, a exemplo do Decreto Federal n. 7083/2010 (Programa Mais Educação), que coloca a necessidade de se instituírem espaços educadores sustentáveis. Mencionada certificação das escolas se apoia na metodologia do Programa de certificação ambiental pública cearense, denominado Programa Selo Município Verde.

     Outra experiência importante apresentada diz respeito ao trabalho contínuo e permanente em Educação Ambiental, aliado ao esforço do poder público municipal na implementação de uma das etapas de gerenciamento de resíduos sólidos, que permitiu, em fevereiro de 2012, a implantação da coleta seletiva em outro município cearense, localizado no Sertão dos Inhamuns. Os dados apresentados revelam que foram coletados no mês de outubro/2012, em referido município, 11 toneladas de material reciclável. Certamente, ganha o meio ambiente e ganha a população como um todo.

     Parabéns, caríssimos Educadores Ambientais, por compartilhar suas vivências, suas estratégias, suas vitórias, sua perseverança.

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Educação Ambiental – caminhos e desafios

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

23 de outubro de 2012

     Nos dias 25 e 26 de outubro, a Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA) do Ceará realiza o II Encontro Cearense de Educação Ambiental: Caminhos e Desafios. O objetivo é discutir as experiências de educação ambiental desenvolvidas por diferentes atores sociais, no contexto cearense, com vistas ao fortalecimento da participação na construção de políticas públicas.

     Podem participar do evento (público alvo): representantes das instituições públicas, instituições de ensino, pesquisa e extensão, ONGs, movimentos sociais, empresas privadas, entidades de classe, comitês e outros cidadãos com ações em Educação Ambiental.

    Foram definidas três temáticas de discussão, orientadas em painéis a saber:

Painel 1 – Políticas Públicas, Meio Ambiente e Direitos Humanos – Dia 25/10, das 09:00h às 11:30h

Painel 2 –  Caatinga e Agroecologia – Dia 25/10, das 15:00h às 17:00h

 Painel 3 – Educação, Consumo e Sustentabilidade – Dia 26/10, das 08:00h às 10:00h

     Outras atividades estão programadas para os dois dias, como a apresentação de experiências em agroecologia (dia 25/10, às 13:3oh), gestão de resíduos sólidos (dia 26/10, às 10:ooh) e das experiências em Educação Ambiental em Secretarias Municipais de Meio Ambiente (dia 26/10, às 13:3oh).

     Parabéns CIEA, pela iniciativa. Certamente será um sucesso!!

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Vamos cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis?

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

10 de outubro de 2012

      Gente! Vamos cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis? Mais do que um convite, este é o tema da IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (IV CNIJMA), que se constitui em um processo pedagógico para permitir trazer a dimensão política da questão ambiental para o debate nas escolas e comunidades.

Fonte: http://www.flickr.com/photos/ingridcm7

     O objetivo da IV CNIJMA, conforme o MMA e o MEC, é propiciar atitude responsável e comprometida da comunidade escolar com as questões socioambientais locais e globais, com ênfase na participação social e nos processos de melhoria na relação ensino-aprendizagem; fortalecendo, sobretudo, a educação ambiental nos sistemas de ensino.

     A promoção da IV CNIJMA é do MEC (Ministério da Educação) em parceria com o MMA (Ministério do Meio Ambiente). A coordenação geral de Educação Ambiental da Diretoria de Políticas de Educação em Direitos Humanos e Cidadania da SECADI/MEC é a responsável pela gestão pedagógica necessária à execução do processo da conferência.

     No Ceará, a IV CNIJMA é promovida pela SEDUC, sob a Coordenação da Diversidade e Inclusão Educacional, tendo, ainda, as Comissões Organizadoras Estaduais (COE) a atribuição de mobilizar as escolas da rede municipal e estadual de ensino para participarem de mencionada Conferência.

      Convite feito, então vamos lá! Vamos cuidar do Brasil com escolas sustentáveis!! O processo já se iniciou em todo o Brasil. Existem prazos para realização das muitas etapas e processos de participação. Mais informações, cliquem aqui.

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Avanços em Educação Ambiental no Ceará

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

26 de setembro de 2012

      Um dos resultados positivos da I Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, em 2003, foi a criação dos Coletivos Jovens de Meio Ambiente (CJ). Conforme Lindalva Cruz e Priscila Carvalho, os CJs, são grupos informais que reunem jovens de 15 a 19 anos, representantes ou não de organizações e movimentos de juventude e têm como objetivo envolver-se com questões ambientais e desenvolver atividades relacionadas à melhoria do meio ambiente e da qualidade de vida.

     Mencionadas professoras advertem que três princípios devem orientar a criação dos CJs e a sua atuação, são eles: Jovem Educa Jovem; Jovem Escolhe Jovem e Uma Geração Aprende com a Outra.

Foto: Lindalva Cruz

        Os Coletivos Jovens criados em 2003 permanecem em atividades até hoje, atuando em projetos relacionados com a temática socioambiental e estão articulados na Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade, da qual em muitos locais são os principais interlocutores, possuindo ação em todo o território nacional.

       Na II Mostra Cultural da Educação Ambiental, que ocorreu em setembro/2012, 08 (oito) Coletivos Jovens hoje existentes no Ceará participaram e o mais interessante é que, nesta oportunidade, houve a formação de mais 07 (sete) Coletivos Jovens no estado do Ceará.

      Importante ver essa juventude cada vez mais atenta, alerta e participante da necessária transformação de atitudes, com vistas ao desenvolvimento sustentável.

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O debate sobre desenvolvimento passa pela educação científica e tecnológica

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

13 de setembro de 2012

      Ignacy Sachs, no meu entendimento o maior pensador e conhecedor da temática desenvolvimento, coloca que a possibilidade do desenvolvimento sustentável deve se iniciar com o gerenciamento das crises, inclusive o de se redesenhar políticas para estimular este desenvolvimento.

     Dentre as estratégias está a educação científica e tecnológica como alta prioridade. Trabalhadores qualificados certamente possuem inserção no sistema produtivo com melhor acessibilidade.

Foto: Estela Giro

     Para tanto, eventos científicos e tecnológicos que estimulem o aluno e o professor e que favoreçam a prática da pesquisa, do desenvolvimento tecnológico (de produtos e de processos) são importantes ferramentas que auxiliam na mudança necessária para o desenvolvimento includente e sustentado.

    Esta semana, marcamos presença em um evento científico e tecnológico, promovido por uma Faculdade privada. Além da salutar troca de informações sobre o legado da Rio+20, sobre seus objetivos e metas alcançados, sobre como se deu a forma de participação dos atores sociais (stakeholders) em todo o processo da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD 2012), tivemos a oportunidade de observar os trabalhos científicos desenvolvimentos, de base cientifica sólida nas áreas de ciências contábeis, administração, turismo, dentre tantas outras.

     É possível perceber que os eventos acontecem, em quantidade e qualidade, para à sociedade. Cabe a ela a escolha de participar efetivamente para ampliar o conhecimento científico e tecnológico.

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Respeito ao meio ambiente se aprende na escola

    Ainda sobre Educação Ambiental como parte integrante das atividades letivas dos alunos (crianças e adolescentes) das escolas, hoje (11/09) e amanhã está acontecendo a II Mostra da Educação Ambiental da Rede Estadual de Ensino, em uma das escolas da rede estadual, no município de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza/CE.

     Importante dizer que momentos como este são fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, para a construção do sonho do cenário ideal, em termos de sustentabilidade.

      Educação Ambiental não é uma tarefa assim tão fácil! Reitero o que disse em outra oportunidade: a Educação Ambiental se constitui em um processo lento, gradativo, persistente, insistente, dinâmico e com inúmeras variáveis (temporais e espaciais).

     A História da Educação Ambiental do Ceará não se inicia com a instituição da Política Estadual de Educação Ambiental (Lei Estadual n. 14.892, de 31/03/2011). Também não se iniciou quando da instituição da Política Nacional de Educação Ambiental no Brasil (Lei Federal n. 9795/99); mas muito antes disso já desenvolvíamos programas e projetos que, certamente, tiveram reflexo positivo na sociedade atual.

      O Programa de Educação Ambiental do Ceará – PEACE, sua primeira edição data de 1997 e teve como embasamento teórico-metodológico o Plano de Desenvolvimento Sustentável do Ceará 1995-1998.

       Acreditem, muita coisa mudou! Percebo os governos locais cearenses mais atentos à questão ambiental. Os agentes públicos e privados sabem o que fazer; muitas vezes faltam recursos (financeiros, humanos, qualificação, dentre tantos). Mas muita coisa tem sido feita nos últimos 15 anos.

      Estamos neste espaço e tempo juntos. Temos obrigações uns com os outros. É o que alguns autores (sábios mestres) tanto falam: solidariedade. Esta não pode ser apenas uma palavra quando se fala em sustentabilidade.

     Solidariedade deve ser uma realidade constante, contínua, definida e precisa: para com esta e com as futuras gerações. Prover e repassar informações ambientais (em quantidade e qualidade) para além de uma obrigação legal (instituída pela Lei 6938/81) é um ato de solidariedade.

      Hoje, durante a II Mostra da Educação Ambiental, tive oportunidade de rever ex-alunos que hoje são mestres dos meninos e meninas participantes do evento. Quanta emoção! Tive o contentamento de conhecer o trabalho de docentes e discentes de todo o nosso querido estado do Ceará que, com tanto esmero, trouxeram experiências exitosas de cunho científico, além das belas apresentações teatrais, musicais, de dança e poesia.

      O respeito ao meio ambiente se aprende na escola, com valorização dos profissionais do ensino e com o protagonismo dos jovens e adolescentes. Fica, então, a dica do Blog Verde, se quiserem participar, confiram aqui a programação.

 

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Aprendendo desde cedo: respeitar o meio ambiente

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental

10 de setembro de 2012

      Na semana passada, tive a oportunidade de acompanhar em uma das escolas de Fortaleza, uma Amostra Cultural, como parte integrante das atividades letivas dos alunos (crianças e adolescentes) do sexto ao nono ano do ensino fundamental.

Amostra Cultural
Foto: Arquivo pessoal

     Interessante espaço de troca de experiências para alunos, pais e professores, com a temática ambiental fortemente incluída em todos os trabalhos, com teor científico e tecnológico.

     Educação Ambiental é um processo lento, gradativo e , penso eu, deve ser constante e iniciar desde cedo. Aquilo que a gente conhece, a gente respeita, pois entende suas características e suas fragilidades.

     Os trabalhos, todos muito bons, falavam das variáveis: água, ar e solo, dos problemas ambientais decorrentes da ausência de intervenções adequadas ao meio ambiente, das potenciais fontes alternativas de energia, sobre ideias para mudar o mundo.

     Cabe ressaltar que tem apenas três meses que o Brasil sediou a mais importante Conferência Mundial sobre Meio Ambiente, a Rio+20, e que prazos e metas estabelecidos nesta Conferência e assinados pelos países membros estão bem próximos de se esgotarem. Oportuno mencionar que, recentemente em agosto (na Câmara dos Deputados, em Brasilia), foram discutidas, concernente à Educação Ambiental, as Metas para o Desenvolvimento Sustentável da Rio+20. A educação ambiental, formal e não formal, deve ser incorporada na práxis de todas as escolas. As Metas para o Desenvolvimento Sustentável, definidas pela Comissão de Educação e Cultura, na Subcomissão Rio+20, são:

1 – revisar periodicamente currículos para incorporar a interdisciplinaridade na rede de ensino formal

2 – incorporar a perspectiva local nas atividades de ensino formal e não formal

3 – capacitar os professores de todos os níveis de ensino e demais educadores em conhecimentos técnicos sobre funcionamento dos ecossistemas

4 – desenvolver metodologias específicas para as comunidades tradicionais, com especial atenção para a valorização e a proteção do conhecimento tradicional

5 – incorporar o uso de dados científicos nas atividades de ensino, que evidenciem as mudanças do clima, a crise da biodiversidade e outros impactos ambientais

6 – promover a educação para a cidadania voltada à proteção ao meio ambiente, por meio do acesso a informações sobre normas, tecnologias, funcionamento dos ecossistemas e noções de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental

7 – reforçar o conceito de consumo consciente, alertando sobre a finitude dos recursos naturais

8 – Diminuir a produção de resíduos sólidos, principalmente os resíduos eletro-eletrônicos

9 – fomentar a cultura da paz e combater a intolerância

10 – acompanhar a iniciativa dos legisladores e gestores na elaboração e implementação de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável.

     O desafio da sustentabilidade deve ter o envolvimento de todos. Muito importante e significativo, então, que crianças se envolvam e percebam esta importância o mais cedo possível. Muito aprendi com vocês, alunos da Amostra Cultural. Aprendi lições que levarei comigo para sempre e resolvi compartilhar, neste Blog Verde, a alegria deste aprendizado e a esperança de que, no futuro, teremos cidadãos conscientes das suas responsabilidades e do dever da proteção ao meio ambiente.

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Aprendendo desde cedo: respeitar o meio ambiente

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental

10 de setembro de 2012

      Na semana passada, tive a oportunidade de acompanhar em uma das escolas de Fortaleza, uma Amostra Cultural, como parte integrante das atividades letivas dos alunos (crianças e adolescentes) do sexto ao nono ano do ensino fundamental.

Amostra Cultural
Foto: Arquivo pessoal

     Interessante espaço de troca de experiências para alunos, pais e professores, com a temática ambiental fortemente incluída em todos os trabalhos, com teor científico e tecnológico.

     Educação Ambiental é um processo lento, gradativo e , penso eu, deve ser constante e iniciar desde cedo. Aquilo que a gente conhece, a gente respeita, pois entende suas características e suas fragilidades.

     Os trabalhos, todos muito bons, falavam das variáveis: água, ar e solo, dos problemas ambientais decorrentes da ausência de intervenções adequadas ao meio ambiente, das potenciais fontes alternativas de energia, sobre ideias para mudar o mundo.

     Cabe ressaltar que tem apenas três meses que o Brasil sediou a mais importante Conferência Mundial sobre Meio Ambiente, a Rio+20, e que prazos e metas estabelecidos nesta Conferência e assinados pelos países membros estão bem próximos de se esgotarem. Oportuno mencionar que, recentemente em agosto (na Câmara dos Deputados, em Brasilia), foram discutidas, concernente à Educação Ambiental, as Metas para o Desenvolvimento Sustentável da Rio+20. A educação ambiental, formal e não formal, deve ser incorporada na práxis de todas as escolas. As Metas para o Desenvolvimento Sustentável, definidas pela Comissão de Educação e Cultura, na Subcomissão Rio+20, são:

1 – revisar periodicamente currículos para incorporar a interdisciplinaridade na rede de ensino formal

2 – incorporar a perspectiva local nas atividades de ensino formal e não formal

3 – capacitar os professores de todos os níveis de ensino e demais educadores em conhecimentos técnicos sobre funcionamento dos ecossistemas

4 – desenvolver metodologias específicas para as comunidades tradicionais, com especial atenção para a valorização e a proteção do conhecimento tradicional

5 – incorporar o uso de dados científicos nas atividades de ensino, que evidenciem as mudanças do clima, a crise da biodiversidade e outros impactos ambientais

6 – promover a educação para a cidadania voltada à proteção ao meio ambiente, por meio do acesso a informações sobre normas, tecnologias, funcionamento dos ecossistemas e noções de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental

7 – reforçar o conceito de consumo consciente, alertando sobre a finitude dos recursos naturais

8 – Diminuir a produção de resíduos sólidos, principalmente os resíduos eletro-eletrônicos

9 – fomentar a cultura da paz e combater a intolerância

10 – acompanhar a iniciativa dos legisladores e gestores na elaboração e implementação de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável.

     O desafio da sustentabilidade deve ter o envolvimento de todos. Muito importante e significativo, então, que crianças se envolvam e percebam esta importância o mais cedo possível. Muito aprendi com vocês, alunos da Amostra Cultural. Aprendi lições que levarei comigo para sempre e resolvi compartilhar, neste Blog Verde, a alegria deste aprendizado e a esperança de que, no futuro, teremos cidadãos conscientes das suas responsabilidades e do dever da proteção ao meio ambiente.