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Educação Ambiental Archives - Página 11 de 11 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Educação Ambiental

Educação Ambiental e governos locais

Por Nájila Cabral em Educação Ambiental, Governos Locais, Legislação Ambiental

12 de agosto de 2012

A Constituição Federal trouxe como incumbência do Poder Público, especificamente “promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização para a preservação do meio ambiente”. Este dispositivo foi regulamentado pela Política Nacional de Educação Ambiental (Lei n. 9795, de 27/04/1999).

Cabe aos governos locais (municípios) promover a capacitação dos educadores e dos profissionais de todas as áreas, inserindo a variável ambiental na sua formação, especialização e atualização, bem como promover a produção e divulgação de material educativo e o desenvolvimento de estudos, experimentações e pesquisas.

É competência, ainda, dos governos locais incentivar a ampla participação da escola e das Organizações não governamentais (ONGs) nas diversas atividades de educação ambiental formal e não-formal; bem como na sensibilização ambiental de agricultores e o ecoturismo.

Foto: Arquivo pessoal

Entendo que a Educação Ambiental, para além de um instrumento de gestão ambiental (preconizado como uma das diretrizes da Política Nacional do Meio Ambiente – Lei n. 6938/81) é uma ferramenta de transformação da sociedade.

O grande desafio consiste em informar, conscientizar, sensibilizar e empoderar a sociedade dos governos locais (municípios) dos problemas ambientais e de quais soluções e condutas, coletivas e individuais, devemos realizar em nosso dia a dia, para alteramos o modelo de desenvolvimento vigente para àquele que almejamos: o desenvolvimento sustentável.

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Compromisso voluntário em Educação Ambiental, na Rio+20

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Legislação Ambiental

11 de agosto de 2012

Hoje, 11 de agosto, comemora-se o Dia do Estudante. Estudar nos faz crescer, desenvolver. Aprender é algo extremamente gratificante. Aprender coisas novas, e coisas não tão novas assim…

Na Rio+20, dentre os compromissos voluntários, que em 11 de agosto contavam com 745, está o de Educação Ambiental Inovadora, em que a Fundação de Proteção a Qualidade Ambiental (e suas parceiras) se compromete a promover, até 2015, a educação ambiental com temas de mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável em escolas de ensino fundamental, com meta de atingir mais de 1000 escolas e um milhão de estudantes.

A ideia é trabalhar com o pessoal das organizações e voluntários para serem oradores de palestras, inclusive com estudos de caso, no intuito de divulgar o conhecimento sobre as mudanças climáticas e sobre desenvolvimento sustentável, bem como estimular o pensamento crítico nos alunos.

Para saber mais, clique aqui.

No Brasil, a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) instituída por meio da Lei n. 9795, de 27/04/1999, tem 13 anos e traz, em seu artigo 9o, o conceito de educação ambiental que é aquela desenvolvida no âmbito dos currículos das instituições de ensino públicas e privadas, englobando:

I – educação básica: a). educação infantil;  b) ensino fundamental e  c) ensino médio;

Foto: Arquivo pessoal

II – educação superior;

III – educação especial;

IV – educação profissional;

V – educação de jovens e adultos.

No Ceará, a Política Estadual de Educação Ambiental (Lei n. 14892, de 31/03/2011) traz em seu Art. 7o, no que concerne ao ensino formal, a previsão de incluir para a realidade das escolas estaduais, em área rurais, as seguintes temáticas: Programa de conservação do solo; Gestão dos recursos hídricos; Desertificação, desmatamento e erosão; Uso de agrotóxicos, seus resíduos e riscos do ambiente e à saúde humana; Queimadas e incêndios florestais; Conhecimento sobre desenvolvimento de programas de microbacias; Proteção, preservação e conservação da fauna e flora; resíduos sólidos; Incentivo a agroecologia; e Convivência com o semiárido.

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Compromisso voluntário em Educação Ambiental, na Rio+20

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Legislação Ambiental

11 de agosto de 2012

Hoje, 11 de agosto, comemora-se o Dia do Estudante. Estudar nos faz crescer, desenvolver. Aprender é algo extremamente gratificante. Aprender coisas novas, e coisas não tão novas assim…

Na Rio+20, dentre os compromissos voluntários, que em 11 de agosto contavam com 745, está o de Educação Ambiental Inovadora, em que a Fundação de Proteção a Qualidade Ambiental (e suas parceiras) se compromete a promover, até 2015, a educação ambiental com temas de mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável em escolas de ensino fundamental, com meta de atingir mais de 1000 escolas e um milhão de estudantes.

A ideia é trabalhar com o pessoal das organizações e voluntários para serem oradores de palestras, inclusive com estudos de caso, no intuito de divulgar o conhecimento sobre as mudanças climáticas e sobre desenvolvimento sustentável, bem como estimular o pensamento crítico nos alunos.

Para saber mais, clique aqui.

No Brasil, a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) instituída por meio da Lei n. 9795, de 27/04/1999, tem 13 anos e traz, em seu artigo 9o, o conceito de educação ambiental que é aquela desenvolvida no âmbito dos currículos das instituições de ensino públicas e privadas, englobando:

I – educação básica: a). educação infantil;  b) ensino fundamental e  c) ensino médio;

Foto: Arquivo pessoal

II – educação superior;

III – educação especial;

IV – educação profissional;

V – educação de jovens e adultos.

No Ceará, a Política Estadual de Educação Ambiental (Lei n. 14892, de 31/03/2011) traz em seu Art. 7o, no que concerne ao ensino formal, a previsão de incluir para a realidade das escolas estaduais, em área rurais, as seguintes temáticas: Programa de conservação do solo; Gestão dos recursos hídricos; Desertificação, desmatamento e erosão; Uso de agrotóxicos, seus resíduos e riscos do ambiente e à saúde humana; Queimadas e incêndios florestais; Conhecimento sobre desenvolvimento de programas de microbacias; Proteção, preservação e conservação da fauna e flora; resíduos sólidos; Incentivo a agroecologia; e Convivência com o semiárido.