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Educação Ambiental Archives - Página 3 de 11 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Educação Ambiental

Objetivos do Desenvolvimento Sustentável –parte1

    Após a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (sigla em inglês UNCSD 2012), chamada Rio+20, o mundo inteiro começou a discutir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável enquanto agenda ambiental e de desenvolvimento pós-2015.

    A agenda pós-2015 se refere à data final (2015) para que os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) sejam atendidos.

    No período de 14 a 18 de julho de 2014, reunidos em Nova York, os Grandes Grupos (Major Groups) e outros atores sociais discutiram o documento com a proposta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.

    O Blog Verde, esta semana, trará os resultados desta discussão, que estão no documento final da 13ª e última Sessão do Grupo Aberto de Trabalho sobre os Objetivos do Desenvolvimento Ssutentável (Open Working Group on Sustainable Development Goals)

    Destaque deve ser dado à ampla participação da sociedade mundial no processo de discussão das metas e objetivos do desenvolvimento sustentável, por meio dos diferentes mecanismos de participação, a exemplo do Meu Mundo (My Word) e do O Mundo que Queremos (The World we Want), ambos divulgados aqui no Blog Verde.

    Conforme o documento final do Grupo de Trabalho, mais de dois milhões e seiscentas mil pessoas participaram da votação no mundo inteiro. A figura abaixo traz as informações das votações, considerando as necessidades apontadas pela sociedade mundial e consequentemente, suas preocupações enquanto objetivos do desenvolvimento sustentável.

resultados_myworld_2014

    Atentar que a temática mais votada, com cerca de um milhão e oitocentos mil votantes, foi “uma boa educação”; seguida por “melhor cuidado com a saúde”, com um milhão e quatrocentos mil votos. A preocupação com as “Mudanças Climáticas”, conforme a votação, foi menos expressiva, no mundo.

    Importante destacar, também, a voz das Crianças e Juventude (Children and Youth) que em plenária se pronunciaram preocupantes com os limites planetários e encorajados em assumir, conjuntamente, os novos desafios que se aproximam.

“No mundo de hoje, estamos cruzando os limites do planeta, estamos comprometendo as necessidades das gerações futuras, devido à tomada de decisão míope; e nós estamos correndo risco com a perigosa mudança climática, que já fez suas primeiras vítimas. Se não tomarmos ações apropriadas aqui, nestes assentos confortáveis, a luta para alcançar um mundo sustentável poderá ser inútil. Isso precisa mudar, se quisermos criar o futuro que as pessoas precisam. Chegou a hora de trabalharmos juntos fortemente, entre os países e entre as gerações.”

Fonte: Sustainable Development Knowledge Plataform, 2014.

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Malala Day e o Mundo que queremos

     A Organização das Nações Unidas declarou em 2012 o Malala Day em homenagem a menina paquistanesa e sua bonita luta em prol da educação para as meninas, em seu país e no mundo inteiro.

    Este ano, 2014, o Malala Day é celebrado no dia de hoje 14 de julho. O Jornal The Washington Post publicou artigo escrito por Malala Yousafzai, do qual transcrevemos trechos abaixo:

Malala Yousafzai Fonte: Global Education Fisrt, 2013

Malala Yousafzai
Fonte: Global Education Fisrt, 2013

“Aniversários são momentos para seguir em frente. Nós olhamos para trás com gratidão a respeito do que se passou e decidimos que este ano nós seremos ainda mais fortes. Eu vivi o que muitas pessoas podem dizer ‘uma vida’. Eu tinha 11 anos quando comecei a falar contra o Talibã e pelo meu direito de ir à escola. Eu tinha 12 anos quando eu tive que deixar minha casa no Vale Swat no Paquistão quando o terrorismo e o extremismo se estabeleceram em minha cidade. Eu tinha 15 anos quando fui baleada pelo Talibã e quase morri, mas me foi dada uma outra vida. Eu tinha 16 anos quando eu, mais uma vez, levantei minha voz para os direitos da educação das meninas, desta vez em um cenário internacional. No fim de semana passado, eu completei 17 anos.”

“Ao celebrarmos o Malala Day, em 14 de julho, hoje, eu tenho esperança e desgosto. Pensei que tinha atingido um ponto de mudança na nossa história, que nunca mais viria outra menina enfrentar o que eu tive que enfrentar. Nunca imaginei que apenas um ano após o meu discurso da ONU, mais de 200 meninas seriam sequestradas na Nigéria por Boko Haram simplesmente por quererem ir à escola. Estas meninas são minhas irmãs”. “Todos os dias mulheres e meninas enfrentam desafios indizíveis. Mais de 66 milhões de meninas ainda estão fora da escola em todo o mundo. No Paquistão, as minhas irmãs são tiradas da escola e transformadas em noivas quando ainda são crianças. Na Índia, em maio deste ano, duas de minhas irmãs foram estupradas e mortas, seus corpos deixados pendurados em uma árvore. Eu me esforço para entender um ato tão devastador de violência”.

“Nenhum estudante, de qualquer lugar, nunca, deve ser um alvo de conflito ou violência. Não podemos ficar à margem e deixar que isso continue. Cada um de nós é responsável. Não podemos descansar até que tenhamos a justiça e a liberdade para cada menina e cada menino. Desde o último Malala Day, tenho trabalhado para ajudar minhas irmãs, levantando minha voz. Mas todos nós temos que fazer mais”.

“Eu sei que a educação é o que separa uma menina que está presa a um ciclo de pobreza, medo e violência para outro ciclo com uma chance de um futuro melhor”.

Para finalizar seu artigo, Malala nos chama a participar do mundo que queremos, nos chama à responsabilidade, notadamente, a dar voz aqueles que não conseguem.

“Nós levantamos a nossa voz para que aqueles que não têm voz possam ser ouvidos. Comprometemo-nos a não nos esquecermos daqueles que não têm voz. Não me canso de pedir a criação de um mundo no qual nós queremos viver. Não podemos perder a esperança, e não devemos parar de nos importarmos”.

  Concordo com as palavras de Malala, a seguir: “Somos mais fortes do que aqueles que nos oprimem, que procuram nos silenciar. Somos mais fortes do que os inimigos da educação. Somos mais fortes do que o medo, o ódio, a violência e a pobreza”.

Fonte: The Washinton Post/Malala Yousafzai

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Webconferência em Educação Ambiental

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

09 de julho de 2014

No dia 11 de julho de 2014, com proposição do MEC (Ministério da Educação), a partir das 10 horas, haverá Webconferência em Educação Ambiental, em que serão discutidas as seguintes temáticas:

– projeto de lei referente ao financiamento de Educação Ambiental;

– Balanço e despedida: desafios e perspectivas da política de educação ambiental no Brasil.

O convite é feito a todas as secretarias municipais de educação, secretarias estaduais de educação e secretarias municipais de meio ambiente.

Atentem para os recursos necessários a webtransmissão: computador, acesso a internet e conexão de áudio.

Aos interessados, cliquem aqui e excelente WebConferência!

Fonte: MEC e SEDUC/CE

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30 projetos vencedores no Prêmio ODM Brasil – edição 2014

     O Prêmio ODM Brasil foi criado em 2004, de forma pioneira no mundo, e tem por finalidade incentivar programas, projetos e ações que contribuam para a consecução dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM).

     A coordenação do Prêmio ODM Brasil está sob a responsabilidade da Secretaria-Geral da Presidência da República, em parceria com o PNUD (UNDP, sigla em inglês) e com o Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade. Esta 5ª edição, em 2014, terá a solenidade de entrega aos 30 vencedores no dia 23 de maio, no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília/DF.

Fonte: Secretaria-Geral da Presidência da República

Fonte: Secretaria-Geral da Presidência da República

    Conforme os organizadores, foram 1.090 práticas inscritas, sendo 804 de organizações e 286 oriundas de prefeituras. Dos 30 vencedores, sete são de prefeituras e 23 de organizações.

    Parabéns a todos os 30 programas, projetos e ações vencedores!

   Permitam-me destacar aqui no Blog Verde da Tribuna do Ceará, as sete práticas cearenses vencedores do Prêmio ODM Brasil – 5ª. edição:

– Agência de Desenvolvimento Local (Adel), no município de Pentecoste/CE

Prática: Programa Jovem Empreendedor Rural (PJER)

– Associação Caatinga, no município de Fortaleza/CE

Prática: Projeto No Clima da Caatinga

– Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao trabalhador (Cetra), no município de Fortaleza/CE

Prática: Rede de Agricultores Agroecológicos do Território da Cidadania Vales do Curu e Aracatiaçu

– Fundação Social Raimundo Fagner, no município de Fortaleza/CE

Prática: Projeto Aprendendo com Arte

– Grupo de Apoio às Comunidades Carentes, no município de Fortaleza/CE

Prática: Projeto Educação Integrada

– Instituto de Educação Portal (IEP), no município de Pacajus/CE

Prática: Projeto Transformando Vidas Através da Educação Integral

– Prefeitura de Maracanaú/CE

Prática: Rede de Segurança Alimentar e Nutricional: a garantia do Direito Humano à alimentação adequada em Maracanaú.

    Aos que se interessarem em saber mais, cliquem aqui.

Fonte: Secretaria-Geral da Presidência da República, 2014.

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Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente

    A cada dois anos, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), realiza a Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (OBSMA), que visa estimular o desenvolvimento de atividades nas escolas públicas e privadas do País.

     O Público-alvo são alunos de escolas públicas e privadas, reconhecidas pelo MEC, do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e do Ensino Médio. As inscrições tiveram início em 18 de março e seguem até 31 de julho de 2014.

    A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente tem dois objetivos: (a) fortalecer nos estudantes o desejo de aprender, conhecer e pesquisar sobre temais atuais relacionados à saúde e meio ambiente e (b) reconhecer o trabalho já em desenvolvimento por professores e estudantes.

     A OBSMA está organizada em seis coordenações regionais, que englobam todos os estados brasileiros, a saber: Regional Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal), Regional Minas-Sul (Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Regional Nordeste I (Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte), Regional Nordeste II (Alagoas, Bahia e Sergipe), Regional Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima) e Regional Sudeste (Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo).

     O regulamento da OBSMA e mais informações estão disponíveis aqui. 

Fonte: Fiocruz

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Campanha do Dia Mundial da Saúde – 2014

   Daqui a 10 dias, em 07 de abril, é o Dia Mundial da Saúde. A campanha da OMS (Organização Mundial da Saúde, sigla em inglês WHO) deste ano é sobre doenças transmitidas por vetores (pequenos organismos), que podem trazer grandes ameaças para a saúde de milhares de pessoas.

Fonte; WHO/R. Kukreja

Fonte; WHO/R. Kukreja

    Conforme a WHO, os vetores são pequenos organismos, como mosquitos, insetos, carrapatos e caramujos de água doce, que podem levar doenças de pessoa para pessoa e de um lugar para outro. Esses vetores podem colocar em risco a saúde, inclusive em viagens.

     A campanha de 2014 do Dia Mundial da Saúde centra-se em alguns dos principais vetores e as doenças que eles causam e o que podemos fazer para nos proteger.

     Conforme WHO, a mais letal doença transmitida por vetores é a malária, que causou cerca de 660 000 mortes em 2010. A maioria destas mortes eram crianças africanas. No entanto, dentre as doenças transmitidas por vetores que mais crescem, no mundo,está a dengue, com um aumento de 30 vezes maior nos últimos 50 anos.

      Os desafios ambientais, tais como as alterações climáticas e a urbanização, estão causando impacto significativo sobre a transmissão de doenças transmitidas por vetores, e fazendo com que novas doenças surjam em países, onde antes eram desconhecidas .

    Assim, o objetivo do Dia Mundial da Saúde é aumentar a conscientização sobre as ameaças representadas por vetores e sobre as doenças transmitidas por estes vetores, bem como estimular as famílias e comunidades a tomarem medidas para se proteger.

Fonte: WHO

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Encontro de Avaliação da IV Conferência Infanto Juvenil

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

13 de Março de 2014

   Nos dias 13 e 14 de março, em Fortaleza, acontece o Encontro de Avaliação da IV Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente (IV CNIJMA).

Delegação Cearense Fonte: SEDUC

Delegação Cearense
Fonte: SEDUC

   Na pauta do encontro estão as discussões sobre escolas sustentáveis, tema chave da Conferência Infanto Juvenil, em que os eixos norteadores: gestão, currículo e espaço físico devem ser abordados.

   Na programação, ainda, a construção de planos de ação por macro região, no sentido de dar prosseguimento aos programas vinculados à política: “Vamos Cuidar do Brasil com Escolas”.

    O Encontro tem como público alvo os delegados infanto juvenis, membros dos Coletivos Jovens, membros da Comissão Organizadora Estadual, técnicos e acompanhantes das CREDE/SEFOR/ SEDUC.

Fonte: SEDUC – Ceará

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Universidades Sustentáveis (parte 4 – final)

       As estratégias para transformar as universidades em espaços educadores sustentáveis devem ser uma combinação do comprometimento dos gestores da instituição e do envolvimento dos servidores, corpo discente e da comunidade escolar, como um todo, pois os autores da publicação da UNEP (2013) acreditam, conforme a experiência mundial, que o sucesso das iniciativas, em longo prazo, depende desse comprometimento.

 

O quadro, a seguir, traz, resumidamente, algumas estratégias para Universidades Sustentáveis, publicadas pela UNEP (2013).

 

Firmando o compromisso Inclui o desenvolvimento de uma visão de sustentabilidade e de declaração de missão sobre a sustentabilidade da universidade.
Engajando a universidade e a comunidade Inclui estratégias para se envolver e assegurar a participação dos atores sociais, ou partes interessadas (funcionários, corpo discente e docente), bem como a comunidade, em geral.
Desenvolvendo uma política de sustentabilidade A política de sustentabilidade da universidade é o direcionador de alto nível para suas metas de sustentabilidade, de curto e longo prazo.
Estabelecendo um comitê de sustentabilidade O comitê, que representa servidores e alunos e deve ser presidido por um membro da gestão institucional, é responsável pela entrada e revisão da política de sustentabilidade da universidade, objetivos, metas e planos de ação, para a aprovação da gerência final.
Configurando a equipe de sustentabilidade A gestão superior deve nomear um gerente de sustentabilidade com autoridade suficiente, recursos financeiros e autonomia de agir, no sentido de coordenar equipe voluntária de servidores e estudantes.
Determinando a base de referência ou linha de base (baseline) Fornece o ponto de partida para priorizar as ações (por exemplo, por meio de aplicação de métodos de avaliação de risco) e para a definição dos objetivos e metas.
Selecionando e definindo indicadores Indicadores que permitam avaliar o progresso dos objetivos e metas. Alguns indicadores sugeridos são: energia, carbono e as mudanças climáticas, uso de água, dentre outros.
Definindo objetivos e metas Os objetivos decorrem da política de sustentabilidade estabelecida pela universidade. As metas devem representar os requisitos detalhados de desempenho, estabelecidos para cumprir os objetivos. As metas devem, ainda, refletir o compromisso da universidade em direção ao desenvolvimento sustentável e para a transformação em universidade sustentável.
Desenvolvendo e implementando os planos de ação de sustentabilidade Programas de gestão de sustentabilidade ou planos de ação são o propulsor das mudanças. Os planos devem ser desenvolvidos e revisados, de acordo com as metas de sustentabilidade e com prazos. Sugerem-se as seguintes áreas temáticas para os planos de ação: energia, carbono e alterações climáticas; água; resíduos, biodiversidade e serviços do ecossistema, dentre outros.
Sensibilização e formação continuada Sensibilização e as oportunidades de formação continuada precisam ser construídas em cada plano de ação de sustentabilidade.
Comunicação e Registro (Documentação) Os diferentes planos de ação de sustentabilidade devem possuir estratégia de comunicação, no sentido de auxiliar a efetiva participação da comunidade universitária. A documentação de todos os aspectos do s planos minimiza a possibilidade de perda da ‘memória coletiva’
Fechando o ciclo: monitoramento, avaliação e comunicação do progresso Este requisito do sistema inclui o estabelecimento de auditoria interna e de ciclos de revisão da gestão e dos relatórios de sustentabilidade, que devem ser anuais.

 

Fonte: OSMOND, Paul; DAVE, Malay; PRASAD, Deo; LI, Fengting. Greening University Toolkits: transforming universities into green and sustainable campuses. New York: UNEP, 2013.

 

 

 

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Universidades Sustentáveis (parte 3)

As estratégias para iniciar a transformação de universidades em espaços educadores sustentáveis necessita, além do compromisso formal de seus gestores com os aspectos ambientais, de um nível de organização do quadro de servidores e dos estudantes para dar confiança a toda comunidade durante o processo de transição.

Alguns questionamentos devem ser respondidos para dar início à tomada de decisão. UNEP (2013) propõe os seguintes questionamentos:

– existem evidências que a universidade dispõe de recursos para se comprometer coma implementação dos programas de sustentabilidade (orçamento, recursos humanos, tempo, conhecimento e habilidades)?

– existe um histórico, na instituição, de engajamento interno e externo com realção às questões anteriores?

– a universidade tem governança, eficiente e eficaz, bem como possui adequadamente sistemas de administração (finanças, gestão de instalações, recursos humanos, ensino e pesquisa)?

– existem canais de comunicação, internos e externos, no cotidiano (a exemplo de boletins informáticos, sites)?

– a universidade é aberta e transparente com relação aos seus servidores, alunos e com a comunidade em geral?

– a universidade é, por definição, uma instituição de ensino, mas é também uma instituição de aprendizagem (com programas de desenvolvimento de pessoal e sistemas de qualidade)?

Os autores da publicação da UNEP (2013) afirmam que as respostas a estas perguntas anteriormente mencionadas podem fornecer uma lista de verificação (checklist) útil a respeito da capacidade da instituição em cumprir suas promessas. Ao contrário, respostas negativas podem sugerir que existem questões de gestão mais profundas que devem ser tratadas antes de se assumir o desafio de transição em direção ao desenvolvimento sustentável (UNEP, 2013).

Fonte: OSMOND, Paul; DAVE, Malay; PRASAD, Deo; LI, Fengting. Greening University Toolkits: transforming universities into green and sustainable campuses. New York: UNEP, 2013.

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Universidades Sustentáveis (parte 2)

    Conforme uma publicação da UNEP (2013), universidades que queiram tornar seus campi em espaços educadores sustentáveis devem optar por princípios, a saber:

– estabelecer clara articulação de responsabilidade social, ética e ambiental na visão e na missão institucional;

– integração da sustentabilidade social, econômica e ambiental no currículo, e o compromisso de interdisciplinaridade expresso como uma característica do ensino;

– pesquisa dedicada aos tópicos de sustentabilidade considerando os pilares (social, ecológico, econômico e de governança) nas pesquisas de outras áreas;

– planejamento e projeto do campus considerando emissões mínimas de carbono, redução do uso da água, reuso, adequação da coleta e tratamento de esgoto, considerando o contexto local onde está inserido;

– sistemas de monitoramento e acompanhamento das operações físicas e de infraestrutura do campus consoante aos padrões de qualidade ambiental normatizados;

– políticas e práticas educacionais focadas na equidade, diversidade e qualidade de vida para os estudantes, servidores e a comunidade escolar;

– transformar o campus em um “laboratório vivo” para o aprendizado ambiental;

– celebração da diversidade cultural e promoção da inclusão social e cultural;

– consideração de quadros de cooperação, nacional e internacional, entre universidades.

     O desafio que se apresenta não é pequeno, mas pode se traduzir em oportunidades significativas e, também, em ampliação na oferta de melhores práticas ambientais e de disseminação do conhecimento.

Fonte: OSMOND, Paul; DAVE, Malay; PRASAD, Deo; LI, Fengting. Greening University Toolkits: transforming universities into green and sustainable campuses. New York: UNEP, 2013.

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Universidades Sustentáveis (parte 2)

    Conforme uma publicação da UNEP (2013), universidades que queiram tornar seus campi em espaços educadores sustentáveis devem optar por princípios, a saber:

– estabelecer clara articulação de responsabilidade social, ética e ambiental na visão e na missão institucional;

– integração da sustentabilidade social, econômica e ambiental no currículo, e o compromisso de interdisciplinaridade expresso como uma característica do ensino;

– pesquisa dedicada aos tópicos de sustentabilidade considerando os pilares (social, ecológico, econômico e de governança) nas pesquisas de outras áreas;

– planejamento e projeto do campus considerando emissões mínimas de carbono, redução do uso da água, reuso, adequação da coleta e tratamento de esgoto, considerando o contexto local onde está inserido;

– sistemas de monitoramento e acompanhamento das operações físicas e de infraestrutura do campus consoante aos padrões de qualidade ambiental normatizados;

– políticas e práticas educacionais focadas na equidade, diversidade e qualidade de vida para os estudantes, servidores e a comunidade escolar;

– transformar o campus em um “laboratório vivo” para o aprendizado ambiental;

– celebração da diversidade cultural e promoção da inclusão social e cultural;

– consideração de quadros de cooperação, nacional e internacional, entre universidades.

     O desafio que se apresenta não é pequeno, mas pode se traduzir em oportunidades significativas e, também, em ampliação na oferta de melhores práticas ambientais e de disseminação do conhecimento.

Fonte: OSMOND, Paul; DAVE, Malay; PRASAD, Deo; LI, Fengting. Greening University Toolkits: transforming universities into green and sustainable campuses. New York: UNEP, 2013.