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Educação Ambiental Archives - Página 7 de 11 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Educação Ambiental

Construindo a agenda de desenvolvimento global – Meu Mundo

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

22 de Maio de 2013

     A agenda de desenvolvimento pós-2015 deve ser um projeto mais global do que os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que tem até 2015 como data limite para seus alcances. A agenda pós-2015 está envolvendo mais países, tanto na concepção quanto na implementação de novas metas.

     Para ser politicamente viável, ela terá de ser informada pelas prioridades de todos os cidadãos do mundo. As prioridades mundiais da campanha Meu Mundo (My World), em diferentes regiões, ilustram algumas das prioridades comuns, e alguns focos potenciais para acordo global sobre os objetivos pós-2015.

    Até o presente momento, têm-se as seguintes prioridades, concernente aos diversos continentes (estão listadas as três primeiras prioridades e a quantidade total de votantes):

Fonte: ONU

Fonte: ONU

 África (273.541 votos)

(1) melhores cuidados com a saúde;

(2) uma boa educação;

(3) um governo honesto e responsável.

 Ásia (137.573 votos)

(1) melhores cuidados com a saúde;

(2) uma boa educação;

(3) Melhores oportunidades de emprego.

 América Latina (31.445 votos)

(1) uma boa educação;

(2) um governo honesto e responsável;

(3) proteção das florestas, rios e oceanos.

 Europa (54.658 votos)

(1) uma boa educação;

(2) um governo honesto e responsável.

(3) melhores cuidados com a saúde;

 América do Norte (17.045 votos)

(1) uma boa educação;

(2) um governo honesto e responsável;

(3) acesso à água potável e saneamento.

 Oceania (10.476 votos)

(1) proteção das florestas, rios e oceanos;

(2) acesso à água potável e saneamento;

(3) Segurança alimentar.

    Prezados leitores do Blog Verde, caso queiram saber mais sobre os resultados preliminares, de maio/2013, sobre Meu Mundo (My World), cliquem aqui.

Fonte: ONU, 2013.

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Rumo à agenda de desenvolvimento em saneamento – pós-2015

     Antecipando-se à discussão sobre as metas de desenvolvimento pós-2015, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) convocaram uma primeira consulta com ampla representação das Partes interessadas (stakeholders) em Berlim, em maio de 2011, para iniciar um processo de formulação de propostas de metas pós-2015 e de indicadores concernentes à água, saneamento e higiene (ASH), no contexto de seus possíveis objetivos.

Foto: Ingrid Castro Fonte: http://www.flickr.com.br

Foto: Ingrid Castro
Fonte: http://www.flickr.com.br

    Esta primeira consulta analisou o cenário atual global da água potável e do saneamento, identificando os pontos fortes e fracos em relação às metas ODM. Discutiram, também, a relevância dos princípios dos direitos humanos à água e ao saneamento para apreciação em futuras metas e objetivos e chegaram a um acordo sobre um possível roteiro para a formulação de um menu de opções relativas a metas globais viáveis e, também, dos indicadores (ASH).

     Após as reuniões dos Grupos de trabalho, os resultados preliminares divulgados no JMP 2013, com base em informações de dezembro/2012, o desenvolvimento de metas e dos indicadores (água, saneamento e higiene – ASH), devem considerar os seguintes princípios:

– devem ser formulados no contexto de uma visão simples, articulada em torno do acesso universal e da utilização de água potável e do saneamento, em que a higiene seja adicionada ao alcance das novas metas.

devem refletir realização progressiva dos direitos humanos para acesso seguro de água potável e saneamento.

devem construir sobre os indicadores existentes, mecanismos de monitoramento para garantir a continuidade no monitoramento global.

Fonte: WHO, 2013 (Joint Monitoring Programme (JMP) for Water Suplly and Sanitation 2013)

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Semana Estadual da Caatinga – Encerramento

Gente! O encerramento da Semana Estadual da Caatinga, ontem, foi muito interessante.

Na Praça Luiza Távora, artigos e produtos oriundos do Bioma Caatinga foram expostos na Tenda. Um grupo de Tradições Cearenses de Tejuçuoca cantou e dançou músicas do Ceará, do sertanejo, dessa gente guerreira. Emocionante!

Semana Estadual da Caatinga Ceará 2013 Foto: Lindalva Cruz

Semana Estadual da Caatinga Ceará 2013
Foto: Lindalva Cruz

Estava presente no local, também, o artesanato com carnaúba de Jaguaruana, exposição do Museu da Carnaúba: arte com sustentabilidade!

Ao lado, foto de momentos ímpares da Festa de Encerramento, capitaneada pelo Projeto Mata Branca (GEF Caatinga) do Ceará.

    Na Assembleia Legislativa, na tarde de ontem, foi entregue ao professor Mauro Ferreira Lima, engenheiro florestal, a medalha Ambientalista Joaquim Feitosa, por sua contribuição, a exemplo da criação da Lei Florestal Estadual em 2004, que permitiu a criação da Coordenadoria Florestal da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), hoje responsável pela implementação da Política Florestal Estadual.

     Conforme Dra. Tereza Farias, assessora de projetos especiais do CONPAM: “Estes atributos, foram o diferencial para a sua escolha, cujo foco de seu trabalho inclui serviços aplicados de manejo sustentável da caatinga”.

    Foi entregue, também, menção honrosa, deliberada por unanimidade pelo Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga, a Joaquim Jorge Moura, por sua dedicação e qualificação profissional em defesa da conservação da caatinga, do resgate cultural dos cearenses e do poder de mobilização em defesa das causas ambientais.

   Continuamos, ainda, na torcida pela aprovação da PEC 504/2010.

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Dia do índio – 19 de abril: Encontro Estadual de Educação do Campo, Indígena e Quilombola – Políticas, Currículos e Práticas – Ceará 2013

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

19 de Abril de 2013

     Hoje, 19 de Abril, comemora-se o Dia do Índio. A pergunta é temos o que comemorar?

     Quanto à Educação Indígena, o Parecer CNE/CEB n. 13, de 10/05/2012, que trata das Diretrizes Curriculares nacionais para Educação Escolar Indígena relata que estas estão pautadas nos princípios de igualdade social, da diferença e da interculturalidade.

Foto: Lindalva Cruz, 2012

Foto: Lindalva Cruz, 2012

     Considerando a interface da Educação Indígena e da Educação Ambiental, esta última se apresenta como elemento fundamental na educação Indígena, dentre outros motivos, por: permitir a construção de uma sociedade ambiental mente justa e sustentável (inciso VI, Art.13, resolução n. 02/2012) e fortalecer a cidadania, a autodeterminação dos povos e da solidariedade (inciso VII, Art.13, resolução n. 02/2012)

    Nos dias 22 e 23 de abril, no Hotel Oásis Atlântico Imperial, em Fortaleza, acontece o I Encontro Estadual de Educação do Campo, Indígena e Quilombola – Políticas, Currículos e Práticas – Ceará 2013.

     Nos dois dias, terão discussões importantes sobre a temática. A mesa 1 pela manhã do dia 22/04 tem o seguinte tema: Educação do Campo, Indígena e Quilombola: que políticas temos no Brasil? Estarão presentes: Profa. Macaé Santos – SECADI/MEC; Profa. Rita Nascimento – Coordenação Geral de Educação Escolar Indígena/MEC, Profa. Izolda Cela – Secretária de Estado do Ceará/SEDUC, Sra. Cícera Costa – FETRAECE.

    A mesa 2, Educação do campo, Indígena e Quilombola: que currículos?, traz os palestrantes: prof. Miguel Arroyo, da UFMG, a Profa. Nila Gomes, da UNILAB, Prof. Roger Mendes, da SEDUC e o Prof. Paulo Sousa, do MST.

     A mesa 3,, Educação do campo, Indígena e Quilombola: que experiências?, encerra a programação do Encontro, e acontece no dia 23/04, pela manhã, com a participação do prof. Rui Silveira, da SEDUC/MT, da Profa. Givandete Santos, da SEC/BA, da Profa. Olgalice Suzarte, da SEC/BA, do Prof. José Ivaldo Rocha Júnior, da Secretaria unicipal de Educação de Horizonte/, da Profa. Nohemy Rezende, da SEDUC/CE , do prof. Jeová Ferreira da OPRINCE e da Sra. Aurila Sales, da CONAQ.

     Convite feito. Participem!

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Sala Verde – um lugar de desenvolvimento de atividades educacionais

     A Sala Verde é um espaço dedicado ao desenvolvimento de atividades de caráter educacional voltadas à temática socioambiental e cultural, atividades essas que visam contribuir e estimular a discussão crítica, a organização e o pacto social, o fortalecimento de identidades grupais, levando à formação de cidadãos mais informados, participativos e dedicados ao processo de construção de sociedades sustentáveis (MMA, 2013)

     O Departamento de Educação Ambiental, do MMA, está com edital aberto para novas Salas Verdes, com inscrições até dia 15 de abril de 2013, sendo esta a data final de postagem para documentação.

     Podem participar do processo de projetos para Salas Verdes, instituições públicas ou privadas que possuam capacidade comprovada de atuação na área ambiental e/ ou no desenvolvimento de ações de educação ambiental, seja por meio de recursos humanos, de sua trajetória na área ou por meio de experiências e realizações anteriores, conforme descrito a seguir:

Instituições pertencentes à administração pública federal, estadual, municipal, direta ou indireta, tais como o Ibama, ICMBIO, Secretarias Estaduais e Municipais, entre outras;

Organizações da sociedade civil, tais como ONGs, OSCIPs, Associações, Redes, Conselhos Jovens;

Universidades e outras instituições de ensino e pesquisa, públicas e/ou privadas;

Empresas públicas e privadas, desde que atuem nas áreas especificadas anteriormente;

Colegiados como comitês de bacias, comissões, câmaras técnicas, conselhos, entre outros.

Igrejas, prisões, centro de recolhimento de menores infratores, entre outros.

          É desejável que a instituição proponente enuncie a participação de organizações parceiras, explicitando quais serão as contribuições e contrapartidas que cada uma delas aportará para a proposta.

     Mais informações, acessem o edital completo aqui.

Fonte: MMA

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Apoio financeiro a projetos nas áreas: Educação Ambiental, Água,Sociedade Sustentável, Conservação e Manejo da Biodiversidade

Prezados leitores do Blog Verde, o Fundo Nacional de Meio Ambiente está com edital aberto de apoio financeiro a diversas modalidades de projetos ambientais, para o período 2013 a 2015. O aporte financeiro é variável podendo chegar a R$ 300.000, 00. A data limite para envio de propostas é 26/04/2013.

Existem linhas do edital que auxiliam a gestão ambiental municipal; portanto caríssimos gestores municipais (chefes de poderes executivos municipais), creio eu, ser importante para seu município.

As linhas temáticas do edital são quatro, a saber:

água e florestas, com subtemas em: recursos florestais e hídricos;

conservação e manejo de biodiversidade, com áreas de atuação em: apoio à consolidação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (inclusive elaboração de plano de manejo), conservação e manejo de biodiversidade (incluindo planos de ação para flora e fauna);

sociedades sustentáveis e qualidade ambiental; com subtemas em: cidades sustentáveis e novas ocupações (incluindo gestão integrada de resíduos sólidos);

Educação Ambiental para sustentabilidade (para educação formal e não-formal).

Mais informações, cliquem aqui. Edital completo, cliquem aqui.

Divulguem. Curtam e Compartilhem.

Fonte: FNMA/MMA

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Cenário atual do ODM 7- Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental

21 de Março de 2013

verde05

Fonte:UNEP/IPEA

A meta internacional consiste em integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais.

Globalmente, o manejo florestal e a conservação fornecem empregos para cerca de 10 milhões de pessoas, e muitos mais benefícios, direta ou indiretamente. Além da madeira, as florestas fornecem alimentos, caça, plantas medicinais e materiais para utensílios e construção. O relatório The Milennium Development Goals Report 2012 (MDG 2012) sugere que as mulheres nos países em desenvolvimento estão envolvidas na coleta, processamento, comercialização e venda destes produtos.

Com relação à emissão do CFC, o sucesso da implementação do Protocolo de Montreal abre caminho para estender o controle de outras substâncias. Ressalte-se que o Brasil foi o primeiro a alcançar as metas estipuladas no protocolo de Montreal (já comentamos em outro “post”).

O Relatório MDG (2012) informa que os mais importantes sítios para conservação de espécies permanecem desprotegidos. Apesar das ações de conservação, no mundo inteiro, continua aumentando a quantidade de espécies em extinção.

Outra meta importante do ODM7 é reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso sustentável à água potável segura e saneamento básico. A excelente notícia é que esta meta foi atendida, em nível mundial, cinco anos antes da data limite.

Conforme o Relatório, o trabalho ainda não está totalmente feito. Onze por cento da população mundial, ou seja, 783 milhões de pessoas continuam sem acesso a uma fonte segura de água potável.

Quanto ao Brasil, atendeu a meta de acesso à água potável e as metas de redução de CFC. Com relação ao desmatamento, a Amazônia Legal tem sido monitorada regularmente, assim como outros Biomas brasileiros, na intenção de reduzir a perda de biodiversidade (IPEA, 2010).

A criação de Unidades de Conservação está entre os pilares da estratégia brasileira para proteger seus biomas e sua biodiversidade. Esse mecanismo tem, de forma bastante efetiva, ajudado no combate ao desmatamento (IPEA, 2010).

Conforme levantamento feito pelo Grupo de Pesquisas “Áreas Protegidas”, do CNPq/IFCE Campus Fortaleza, o Ceará possui 85 Unidades de Conservação (UCs), entre as criadas em âmbito federal, estadual e municipal. Algumas destas não estão cadastradas no CNUC (Cadastro Nacional de Unidades de Conservação), o que “mascara” os resultados apresentados nos relatórios de acompanhamento.

Ressalta-se, então, que a exemplo do Ceará, outros estados, notadamente pela ausência de um mecanismo legítimo e legal que obrigue os municípios a alimentar o banco de informações ou comunicar a criação das UCs aos órgãos competentes, podem, também, não ter todas as suas Unidades de Conservação cadastradas no CNUC.

 

Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).

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Cenário atual do ODM 6- Combater a AIDS, a malária e outras doenças

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental

20 de Março de 2013

A meta 6, importante, ousada e extremamente necessária, é até 2015, deter e começar a reverter a propagação do verde04HIV / AIDS.

O Relatório The Milennium Development Goals Report 2012 (MDG 2012) identifica que as infecções com o vírus HIV têm diminuído notadamente nas regiões mais críticas. Dos 33 países onde caíram as novas infecções, 22 estão na África Subsaariana, a região mais afetada pela epidemia de AIDS. Das novas infecções em 2010 – 2,7 milhões de pessoas, 390 mil das quais eram crianças – eram 21% mais baixo do que o pico de 1997 e 15% menor do que em 2001.

A Ásia, em termos absolutos tem o segundo maior número de pessoas vivendo com o HIV. Em contraste com outras regiões, novas infecções por HIV continuam a crescer  na Ásia Central, devido, principalmente, às drogas injetáveis (principal causa de transmissão). Nunca foi tão alto o número de pessoas que vivem com o HIV devido ao menor número de mortes relacionadas à AIDS.

Concernente à malária, outra boa notícia, as reduções de casos notificados foram de 50% entre 2000 e 2010 em 43 dos 99 países, com transmissão da malária em curso.

No Brasil, o IPEA (2010) identifica que o acesso gratuito no tratamento aumenta a sobrevida de pacientes com HIV/AIDS. Estima-se que 630 mil pessoas vivam com HIV/AIDS no País. A taxa de prevalência da infecção na população geral, de 15 a 49 anos, é de 0,61%, sendo 0,41% entre as mulheres e 0,82% entre os homens, mantendo-se estável desde 2000. Desde a identificação do primeiro caso,em 1980, até junho de 2009, foram notificados 544.846 casos de AIDS no Brasil, dos quais, 65,4% entre homens e 34,6% entre mulheres.

O IPEA (2010) relata, ainda, que na faixa etária de 13 a 19 anos, entretanto, o número de casos de AIDS é maior entre as mulheres.

Com relação à malária, a Amazônia Legal concentra 99,8% dos casos de malária no País. Em 2008, foram notificados 314.735 casos. Depois do pico de malária, registrado nos anos de 1999 e 2000, houve uma primeira redução dos casos com a implantação do Plano de Intensificação das Ações de Controle da Malária na Amazônia Legal, no período de 2000 a 2002. Os resultados, entretanto, não foram sustentáveis. Em 2003, observou-se um aumento de casos, atingindo 600 mil casos em 2005 (IPEA, 2010).

Ainda há muito que se fazer, no intuito de reduzir a incidência de doenças como a tuberculose e a hanseníase. A meta tem sido alcançada de maneira lenta.

 

Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).

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Cenário atual do ODM 5- Melhorar a saúde das gestantes

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental

19 de Março de 2013

Reduzir em três quartos, entre 1990 e 2015, a razão de mortalidade maternal é a meta internacional do ODM 5.verde03

No mundo inteiro, a mortalidade materna caiu quase pela metade desde 1990, mas os níveis são muito distantes da meta de 2015, diz o Relatório The Milennium Development Goals Report 2012 (MDG 2012). Um dos aspectos positivos é a constatação do atendimento pré-natal para mulheres grávidas em quase todos os países em desenvolvimento, onde estão as maiores taxas de mortalidade materna.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda um mínimo de quatro visitas de pré-natal, incluindo, no mínimo, triagem e tratamento para infecções e identificação de sinais de alerta durante a gravidez. Na maioria das regiões em desenvolvimento, tem havido um progresso constante na tal cobertura, com uma aceleração no Norte da África e Sul da Ásia desde 2000 (MDG, 2012).

No Brasil, a mortalidade materna vem caindo desde 1990. Para atingir a meta do quinto Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM), o Brasil deverá apresentar Razão de Mortalidade Materna (RMM) igual ou inferior a 35 óbitos por 100 mil NV (nascidos vivos) até 2015, o que corresponde, então, a uma redução de três quartos em relação ao valor estimado para 1990 (IPEA, 2010).

O Brasil deve alcançar essa meta e vai, de maneira rápida, atingindo o patamar requerido.

 

Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).

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Cenário atual do ODM 4- Reduzir a mortalidade infantil

A meta internacional é reduzir em dois terços, entre 1990 a 2015, a taxa de mortalidade infantil em crianças menores verde02de cinco anos de idade. O Relatório The Milennium Development Goals Report 2012 (MDG 2012) constata que a mortalidade infantil,m no mundo inteiro, caiu mais de um terço, mas o progresso ainda é muito lento para atingir a meta.

Importante países centrarem esforços para atender a meta do ODM 4, uma vez que o indicador de saúde ambiental denominado taxa de mortalidade infantil em crianças menores que cinco anos traduz uma relação perversa entre ausência ou ineficiência em saneamento ambiental, incluindo água, esgoto e resíduos sólidos (lixo).

As taxas de mortalidade infantil, conforme o Relatório, são mais expressivas em áreas rurais. Crianças nascidas na pobreza tem duas vezes mais probabilidade de morrer antes dos cinco anos de idade do que as crianças nascidas em famílias mais abastadas; diz o Relatório MDG 2012.

A imunização a determinadas doenças é importante, no entanto em varias regiões do Planeta ainda não são uma realidade constante e contínua.

Quanto ao Brasil, temos uma excelente notícia. O Brasil deve cumprir esta meta até 2015, quando se encerra o prazo.

O relatório de Acompanhamento dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (IPEA, 2010) faz a constatação de que o Brasil exibe a segunda maior redução da mortalidade na infância entre as nações analisadas, e que é um dos 16 países com condições para atingir a meta proposta.

Outra informação significativa é que o Brasil possui cobertura vacinal que atinge 95% das crianças no primeiro ano de vida em todo o território nacional. Destaque para ações estratégicas brasileiras, a saber: Estratégia Saúde da Família – ESF; Políticas e Ações Voltadas para a Atenção à Saúde da Criança; Vigilância da Mortalidade Infantil e Fetal; Programa Nacional de Imunizações – PNI; e Compromisso para Acelerar a Redução das Desigualdades na Região Nordeste e na Amazônia Legal – Pacto pela Redução da Mortalidade Infantil.

Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).

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Cenário atual do ODM 4- Reduzir a mortalidade infantil

A meta internacional é reduzir em dois terços, entre 1990 a 2015, a taxa de mortalidade infantil em crianças menores verde02de cinco anos de idade. O Relatório The Milennium Development Goals Report 2012 (MDG 2012) constata que a mortalidade infantil,m no mundo inteiro, caiu mais de um terço, mas o progresso ainda é muito lento para atingir a meta.

Importante países centrarem esforços para atender a meta do ODM 4, uma vez que o indicador de saúde ambiental denominado taxa de mortalidade infantil em crianças menores que cinco anos traduz uma relação perversa entre ausência ou ineficiência em saneamento ambiental, incluindo água, esgoto e resíduos sólidos (lixo).

As taxas de mortalidade infantil, conforme o Relatório, são mais expressivas em áreas rurais. Crianças nascidas na pobreza tem duas vezes mais probabilidade de morrer antes dos cinco anos de idade do que as crianças nascidas em famílias mais abastadas; diz o Relatório MDG 2012.

A imunização a determinadas doenças é importante, no entanto em varias regiões do Planeta ainda não são uma realidade constante e contínua.

Quanto ao Brasil, temos uma excelente notícia. O Brasil deve cumprir esta meta até 2015, quando se encerra o prazo.

O relatório de Acompanhamento dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (IPEA, 2010) faz a constatação de que o Brasil exibe a segunda maior redução da mortalidade na infância entre as nações analisadas, e que é um dos 16 países com condições para atingir a meta proposta.

Outra informação significativa é que o Brasil possui cobertura vacinal que atinge 95% das crianças no primeiro ano de vida em todo o território nacional. Destaque para ações estratégicas brasileiras, a saber: Estratégia Saúde da Família – ESF; Políticas e Ações Voltadas para a Atenção à Saúde da Criança; Vigilância da Mortalidade Infantil e Fetal; Programa Nacional de Imunizações – PNI; e Compromisso para Acelerar a Redução das Desigualdades na Região Nordeste e na Amazônia Legal – Pacto pela Redução da Mortalidade Infantil.

Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).