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Educação Ambiental Archives - Página 8 de 11 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Educação Ambiental

Cenário atual do ODM 3- Igualdade entre sexos e valorização da mulher

A meta internacional consiste em eliminar a disparidade de gênero no ensino primário e secundário educação, de verde01preferência até 2005, e em todos os níveis de ensino, até 2015.

O Relatório The Milennium Development Goals Report 2012 (MDG 2012) comenta que em muitos países, as diferenças de gênero aparecem no primeiro ano de escola. Três quartos dos países que ainda não atingiram a paridade de gênero no ensino primário, matriculam mais meninos do que meninas no início do ciclo escolar. A menos que esse desequilíbrio seja corrigido, o resultado inevitável é uma disparidade de gênero permanente na escola primária.

No entanto, o relatório menciona que uma vez que as meninas têm acesso à educação primária, elas tendem a superar os meninos. Os dados mostram que, na maioria dos países, as meninas são menos propensas a repetir de ano ou sair da escola. Em 102 dos 129 países que forneceram dados para este Relatório, as meninas progridem mais rapidamente até a última série da educação primária do que os rapazes.

O Relatório MDG 2012 traz ainda a constatação de que devido a obstáculos ao emprego na economia formal e a necessidade de complementar a renda familiar, especialmente durante períodos de crise, as mulheres mais frequentemente trabalham no setor informal do que os homens.

Com relação ao Brasil, a meta estabelecida pelas Nações Unidas, de eliminar as disparidades entre os sexos na educação, não se configura, na realidade brasileira, como aspecto central para o alcance do objetivo de promoção da autonomia das mulheres, uma vez que as meninas apresentam, em geral, indicadores mais positivos do que os meninos no campo educacional (IPEA, 2010).

Outro dado interessante do Brasil é que as meninas frequentam a escola mais que os meninos em todas as faixas de idade. E a diferença é ainda maior no ensino superior.

 

Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).

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Cenário atual do ODM 2 – Educação básica de qualidade para todos

     Com relação à segunda meta que diz respeito à Educação Básica de qualidade para todos, o mundo atingiu a paridade na educação primária. Conforme o Relatório The Milennium Development Goals Report 2012, impulsionados pelos esforços nacionais e internacionais da campanha dos Objetivos do Milênio, muitas crianças no mundo estão matriculadas na Escola em nível primário, especialmente a partir de 2000.

Fonte:UNDP/IPEA

Fonte:UNDP/IPEA

     A meta internacional é garantir que, até 2015, todas as crianças, meninos e meninas, sejam capazes de concluir um curso completo de ensino primário.

     O Relatório aponta que meninas se beneficiaram mais. A relação entre a taxa de matrícula das meninas e dos meninos cresceu de 91 em 1999 para 97 em 2010, isso para todas as regiões em desenvolvimento. O valor da margem de erro, para mais ou para menos, é de 3 pontos percentuais.

     Os dados mostram o continente africano e parte do sul da Ásia como as regiões mais preocupantes em termos de atender atingir a meta. Em 2010, 61 milhões de crianças em idade escolar estavam fora da escola. Mais da metade deles (33 milhões) eram em África Subsaariana e mais de um quinto (13 milhões) no sul da Ásia. Em termos relativos, 24% das crianças em idade escolar na África Subsaariana e 7% no Sul da Ásia não estavam na escola.

     Quanto ao Brasil, o principal desafio é assegurar a todos os jovens brasileiros a conclusão do ensino fundamental. Por meio do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), instituído em 2007, estabeleceu-se uma estratégia de enfrentamento dos problemas que, historicamente, têm entravado os sistemas d e educação no País, informa IPEA (2010).

    Acredita-se, conforme o Relatório de Acompanhamento (IPEA, 2010) que o Brasil esteja alcançando a meta do ODM 2 de maneira devagar. A instituição de um sistema de avaliação que identifica escola a escola, aluno a aluno, rede a rede, o desenvolvimento real do aprendizado e assimilação das competências básicas por idade e ano de escolarização, por intermédio da Prova Brasil e do Educacenso, deu origem ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), que é um instrumento de gestão e deve ser considerado como mais um subsídio ao diagnóstico da realidade escolar, expresso por um escala de zero a dez (IPEA, 2010).

 Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).

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Frases para refletir… sobre vida e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Educação Ambiental, Meio Ambiente

24 de Fevereiro de 2013

Domingo de céu nublado. Dia de refletir.

Hoje o Blog Verde está azul. Azul em comemoração pelo Centenário do Colégio Cearense Sagrado Coração. As frases de hoje são de Marcelino Champagnat.

“A Educação é uma obra de amor”. (Marcelino Champagnat)

“A vida de vossos alunos será o que tiverem aprendido convosco. Não poupeis esforços para formar seus corações à virtude”. (Marcelino Champagnat)

“Quando uma educação é boa, as virtudes crescem por si na alma dos jovens”. (Marcelino Champagnat)

“A criança é o campo que Deus nos deu para cultivarmos o rebento novo, a planta frágil, que um dia será árvore carregada de todos os frutos de virtude”. (Marcelino Champagnat)

Fonte: Pensamentos de Marcelino Champagnat, de autoria do Ir. Faustino João. Porto Alegre: Centro Marista de Comunicação, 1998.

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Debates sobre Educação Ambiental

    O Ministério do Meio Ambiente promoveu no dia 07 de fevereiro debates sobre Educação Ambiental.

     Conforme Tinna Oliveira, do MMA, o painel de discussões contou com palestras dos educadores José Quintas, ex-coordenador geral de Educação Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); Marcos Sorrentino, assessor especial do Ministro da Educação e livre docente da Universidade de São Paulo (USP); Leila Chalub e Vera Catalão, professoras da Universidade de Brasília (UnB). O encontro teve ainda como debatedor o coordenador-geral de Educação Ambiental do Ministério da Educação (MEC), José Vicente Freitas, além de representantes do Ibama, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Agência Nacional de Águas (ANA), que integram a Comissão Intersetorial de Educação Ambiental do MMA.

     Conforme Nilo Diniz, “o painel de debates encerra um mês de autoformação da equipe do DEA (Departamento de Educação Ambiental), com o objetivo de fortalecer conceitualmente as ações conjuntas, para o ano de 2013, em toda a área ambiental, no que concerne à formação de educadores ambientais. Neste momento de grandes desafios sociais e econômicos, é preciso que a agenda da sustentabilidade socioambiental, por meio de processos educativos, de comunicação e mobilização social, preste a sua colaboração”.

Fonte: MMA

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O mundo que queremos 2015 – Governança

The World We Want 2015Um Encontro Global sobre a temática Governança deve ser realizado em Johanesburgo, nos dias 27 e 28 fevereiro de 2013. Organizado pelo Parlamento Pan-Africano deve contar com participantes de todas as regiões para construir uma visão compartilhada e desenvolver sugestões a respeito da forma como a governança global, regional e nacional poderiam ser integrados na agenda de desenvolvimento pós-2015.

Os resultados iniciais mostram que a agenda de desenvolvimento pós-2015 deve estar alinhada com as normas e princípios internacionais de direitos humanos, incluindo os direitos civis e políticos, no sentido de construir mecanismos de responsabilização nos diferentes níveis: nacional, regional e global.

Parlamentares, sociedade civil e Academia enfatizaram a centralidade da temática governança para o desenvolvimento sustentável, levando em conta as capacidades de ambas, pessoas e instituições, para a boa governança em diferentes níveis, do local ao global.

As sugestões incluem a governança na visão dos objetivos de desenvolvimento sustentável e de uma abordagem regional para a governança com indicadores nacionais e sub-nacionais.

A consecução dos objetivos do desenvolvimento do milênio (ODM) é dificultada em alguns contextos, devido, por exemplo, à corrupção, ao desvio de fundos dos orçamentos destinados a aliviar a pobreza e melhorar o bem-estar das pessoas.

Assim, existe a proposta de avaliação dos riscos da corrupção como uma estratégia-chave para garantir que a agenda pós-2015 vai ser melhor alcançada.

Fonte: UNDP

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O mundo que queremos 2015 – Desigualdades

The World We Want 2015O principal objetivo da consulta pública referente a esta temática, pelas Nações Unidas, é estimular a discussão abrangente global sobre as várias formas de desigualdades e apresentar as conclusões para os tomadores de decisão e líderes, no sentido de informá-los a respeito do quadro de desenvolvimento e o cenário pós-2015.

Existem desigualdades dentro e entre os países. Existem também as desigualdades em países desenvolvidos e os em desenvolvimento.

Globalmente, as desigualdades têm aumentado desde 1980. Os resultados preliminares da consulta pública “O Mundo que Queremos” sugerem que as desigualdades resultam das barreiras estruturais nos domínios: econômico, social, político e ambiental. Os resultados mostram também que as desigualdades em si são barreiras estruturais para o desenvolvimento inclusivo.

Os quatro domínios de desigualdades são distintos, mas são fortemente entrelaçados, e tendem a reproduzir as desigualdades ao longo do tempo e das gerações.

Aqueles que são de renda menor (pobres) são mais propensos a experimentar as desigualdades sociais, tais como as relacionadas a gênero, condição de incapacidade, não têm acesso aos meios de vida sustentáveis e, ainda, são mais propensos a serem expostos a danos ambientais. São estes também os menos propensos a ter voz política.

Os resultados preliminares da consulta revelaram que as desigualdades em todas as dimensões devem de ser combatidas de forma eficaz, caso as aspirações expressas na Declaração do Milênio e nos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio quiserem ser plenamente realizadas, em base sustentável no quadro pós 2015.

Para abordar as questões de forma eficaz, sugere-se que o quadro de direitos humanos, fundamentado nos princípios da universalidade e da não-discriminação, deve fornecer os padrões normativos para o novo quadro.

Além disso, adotando-se uma estrutura baseada na igualdade, nos direitos humanos e na sustentabilidade, isso implica uma priorização em melhorar a vida dos mais pobres e dos mais vulneráveis em todos os países, por meio de medidas especiais.

 

Fonte: UNDP

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O mundo que queremos 2015 – Saúde

The World We Want 2015A saúde é fundamental para o desenvolvimento sustentável e questões relacionadas à saúde são destaques no atual quadro dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM). Ao mesmo tempo em que a agenda global da saúde está mudando, com novas questões emergentes, existe a necessidade de manter as conquistas na área da saúde que têm sido feitas ao longo da última década e, também, completar o trabalho inacabado no alcance dos ODM.

A consulta pública com a temática de saúde visa estimular discussões sobre os progressos realizados e as lições aprendidas e, ainda, desenvolver um entendimento comum – entre os Estados-Membros, agências da ONU, sociedade civil e outros – com relação ao posicionamento da saúde no âmbito da agenda do desenvolvimento pós-2015.

A consulta pública da temática Saúde é co-organizada pela UNICEF e OMS (Organização Mundial da Saúde), com o apoio de um grupo interinstitucional (UNFPA, UNAIDS, OCHCR, UNDESA e PNUD).

Para mais informações, cliquem aqui.

 

Fonte: UNDP

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O mundo que queremos 2015 – Educação

The World We Want 2015A Plataforma de Educação Online e consequentemente suas e-discussões foram iniciadas em dezembro de 2012. Aproximando-se março de 2013 (data limite da consulta pública) e aproveitando a tecnologia e as ferramentas de mídia social para envolver os participantes, as e-discussões devem cobrir quatro áreas específicas:

(1) acesso equitativo à educação (realizado no período de 10 a 24 de dezembro de 2012),

(2) Qualidade da Educação (realizado no período de 08 a 21 de janeiro de 2013);

(3) Cidadania Global, Competências e Empregos (realizado no período de 23 de janeiro a 6 fevereiro);

(4) Governança e Financiamento da Educação (cuja realização está sendo no período de 10 a 24 de fevereiro).

O Encontro Global, referente a esta temática Educação, será realizado em Dakar, Senegal, no período de 18 a 20 de março de 2013, que promoverá um diálogo com oportunidade de troca de experiências aos interessados. Nesta reunião, a expectativa é de que as principais recomendações sejam definidas e levadas adiante por esses tomadores de decisão para ação intergovernamental durante os próximos dois anos.

Os resultados preliminares, referente à temática, destacam que as metas acordadas internacionalmente na educação têm promovido planejamento educacional focado e com significativa mobilização de recursos.

No entanto, a agenda do futuro deve ser mais flexível e adaptável às realidades regionais e nacionais. A necessidade de cooperação regional e de estruturas de coordenação mais efetivas, bem como parcerias fortes e diversificadas, incluindo as ONGs, os jovens, o setor privado, para a agenda de desenvolvimento educacional futuro também devem ser enfatizadas.

Áreas prioritárias destacadas incluem questões como a equidade e inclusão, qualidade, resultados de aprendizagem, cuidados na primeira infância e juventude, educação e habilidades, alfabetização, formação de professores, apoio e participação da comunidade.

Desde a primeira e-discussão, os entrevistados observaram que, apesar dos progressos, a educação é um negócio inacabado e equidade é a chave para atingir os mais desfavorecidos.

O acesso à – não pode ser dissociada da qualidade de – educação, e enquanto empregos e juventude são temas prioritários, atenção maior deve acontecer sobre o conteúdo e a relevância da Educação.

 

Fonte: UNDP

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O mundo que queremos 2015 – Água

The World We Want 2015A Consulta Pública da Temática da Água foi lançada em novembro de 2012 e é composta por duas partes. A consulta geral global atinge um público amplo de pessoas interessadas em água e encoraja-os a partilhar as suas opiniões. A segunda parte consiste em três sub-consultas permitindo discussões mais aprofundadas  em torno de

1) Água, Saneamento e Higiene;

2) Gestão de Recursos Hídricos e

3) Gestão da Qualidade de Efluentes e Água.

As sub-consultas serão estruturadas em torno de discussões semanais. As temáticas: gestão dos recursos hídricos / tratamento de águas residuais e qualidade da água devem ter Encontro nos dias 27 e 28 de fevereiro, em Genebra, para complementar as discussões.

As cinco semanas de sub-consultas serão seguidas por duas semanas para resumir o documento. As três temáticas das sub-consultas serão realizadas a partir de meados de janeiro até 15 de fevereiro de 2013.

Os resultados preliminares sublinham que a centralidade da água para o desenvolvimento sustentável é indiscutível. Os participantes apontam para o fato de que a água está ligada à maioria dos desafios globais – segurança alimentar, a saúde humana, as alterações climáticas, os desastres naturais, dentre outros. Atentam, ainda, para o uso da água na agricultura, considerando também o fato de que o crescimento da população pode ter um impacto significativo na disponibilidade de água no futuro.

Diante dessa realidade, os participantes da consulta pública, até o momento, parecem concordar que a temática Água na agenda pós-2015 é crucial.

 

Fonte: UNDP

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O mundo que queremos – 2015

The World We Want 2015A Organização das Nações Unidas convida todos, incluindo você, caro leitor do Blog Verde, a participar e compartilhar suas opiniões, experiências e questões que ajudarão explorar a melhor maneira de refletir a sustentabilidade ambiental na agenda pós-2015.

Importante ler o documento “Sustentabilidade Ambiental para o mundo que queremos: Transição dos ODM para pós-2015”, a fim de obter a informação necessária para participar desta discussão. Cliquem aqui para acessar o documento. Participem!

    A consulta pública e, portanto, a possibilidade de participação iniciou em 04 de fevereiro e segue até 13 de março. A ideia é que todos os cidadãos possam discutir a evolução e implementação da agenda de desenvolvimento global, no contexto dos ODM (objetivos do desenvolvimento do milênio), como base para ajudar a avançar para objetivos pós-2015, bem como identificar as lacunas e determinar a melhor forma de integrar a sustentabilidade ambiental com base nas lições aprendidas com os ODM.

Ao longo desta semana, o Blog Verde traz algumas temáticas a serem discutidas em “O mundo que queremos”. Cada dia um tema diferente. Todos importantes para agenda de desenvolvimento, em nível local, para o alcance de melhorias na qualidade ambiental, e consequentemente, qualidade de vida para todos os cidadãos.

 

Fonte: UNDP

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O mundo que queremos – 2015

The World We Want 2015A Organização das Nações Unidas convida todos, incluindo você, caro leitor do Blog Verde, a participar e compartilhar suas opiniões, experiências e questões que ajudarão explorar a melhor maneira de refletir a sustentabilidade ambiental na agenda pós-2015.

Importante ler o documento “Sustentabilidade Ambiental para o mundo que queremos: Transição dos ODM para pós-2015”, a fim de obter a informação necessária para participar desta discussão. Cliquem aqui para acessar o documento. Participem!

    A consulta pública e, portanto, a possibilidade de participação iniciou em 04 de fevereiro e segue até 13 de março. A ideia é que todos os cidadãos possam discutir a evolução e implementação da agenda de desenvolvimento global, no contexto dos ODM (objetivos do desenvolvimento do milênio), como base para ajudar a avançar para objetivos pós-2015, bem como identificar as lacunas e determinar a melhor forma de integrar a sustentabilidade ambiental com base nas lições aprendidas com os ODM.

Ao longo desta semana, o Blog Verde traz algumas temáticas a serem discutidas em “O mundo que queremos”. Cada dia um tema diferente. Todos importantes para agenda de desenvolvimento, em nível local, para o alcance de melhorias na qualidade ambiental, e consequentemente, qualidade de vida para todos os cidadãos.

 

Fonte: UNDP