esgoto Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

esgoto

Estação de tratamento de esgoto e COVID-19

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

03 de Abril de 2020

            Existem estudos que correlacionam a possibilidade de presença do novo Coronavírus em esgoto e fezes, conforme KWR (2020) e XIAO et al (2020). O pesquisador Márcio Botto, Consultor de Pesquisa e Conhecimento da CAWST, em resposta ao questionamento se as estações de tratamento e reúso de esgoto são capazes de destruir o novo Coronavírus, considera que “estações convencionais de tratamento de esgoto quando projetadas para atender os padrões de tratamento e de lançamento de esgotos em corpos d’água são, de forma geral, suficientes para controlar a transmissão do vírus por essa rota”.

            Vale lembrar que o novo Coronavírus é altamente patogênico e pode causar infecções intestinais, além das infecções respiratórias e outras. Segundo MS (2020) a transmissão se dá por intermédio de gotículas respiratórias, com contato próximo entre pessoas. Em virtude de o novo Coronavírus estar presente em fezes e esgoto, há uma potencial transmissão sugerida pela rota feco-oral, o que demanda cuidado e práticas de precaução e controle de disseminação.

            Dessa maneira, em consonância com as informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), prossegue Márcio Botto, “tecnologias simples como as lagoas de estabilização com tempo de detenção acima de 20 dias, elevada atividade biológica e alta incidência da luz solar são geralmente eficientes na inativação e remoção de patógenos”. No entanto adverte que “para as tecnologias de tratamento de esgoto que não são projetadas para remoção de vírus, uma etapa de desinfecção se faz necessária”.

            Com relação à possibilidade de transmissão para os operadores de sistemas de tratamento de esgoto, o pesquisador Márcio Botto, afirma que no surto do Coronavírus (SARS-Cov 2003) não houve nenhuma evidência de transmissão. Em consonância com Chin et al (2020), admite Márcio Botto que o novo Coronavírus “(SARS-Cov-2) é apenas mais um de vários outros patógenos existentes (como norovírus, adenovírus, hepatite A, Cryptosporidium e Giárdia) presentes em efluentes domésticos”.

            Fundamental, então, que os municípios cumpram seu dever de prestar adequadamente os serviços de saneamento para todos os cidadãos, de maneira a minimizar ambientes insalubres, que são, reconhecidamente, meios de transmissão de doenças, não apenas da COVID-19. Importante que sejam observados e seguidos os preceitos, metas e prazos do Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB) e da Política Nacional de Saneamento Básico.

            Para ter acesso na íntegra do documento do pesquisador, cliquem aqui.

Referências

CHIN et al (2020) Stability of SARS-CoV-2 in different environmental conditions. medRxiv. doi: https://doi.org/10.1101/2020.03.15.20036673

KWR (2020). What we learn about Coronavirus through wastewater research. https://www.kwrwater.nl/en/actueel/what-can-we-learn-about-the-corona-virus-through-wastewater-research/

MS – Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico n. 2. Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública. Brasília: Ministério da Saúde/ Secretaria de Vigilância da Saúde, fev. 2020

XIAO et al (2020). Evidence for gastrointestinal infection of SARS-CoV-2. Gastroenterology. DOI: https://doi.org/10.1053/j.gastro.2020.02.055

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COVID-19 e saneamento básico: risco de contaminação por esgoto

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

02 de Abril de 2020

             Estamos diante de um desafio grande por causa da pandemia do novo Coronavírus, que está presente em 181 países, com 998.047 casos confirmados da doença e 51.335 mortes por COVID-19, conforme dados da Johns Hopkins University (2020).

Fonte: Johns Hopkins University, 2020.

            A respeito das características gerais sobre a infecção humana pelo novo Coronavírus, o Ministério da Saúde afirma que os coronavírus, altamente patogênicos, causam infecções respiratórias e intestinais em humanos (MS, 2020a). Acredita-se que a transmissão acontece “por meio de gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infectada tosse ou espirra” (MS, 2020a). Assim, a disseminação acontece por contato próximo.

            O Boletim Epidemiológico no 5 (MS, 2020b) informa que contato próximo pode ser: contato físico direto (por exemplo, aperto de mãos); ou contato direto desprotegido com secreções infecciosas (por exemplo, gotículas de tosse, contato sem proteção com tecido ou lenços de papel usados e que contenham secreções); ou contato frente a frente por 15 minutos ou mais e a uma distância inferior a 2 metros; ou se uma pessoa que esteve em um ambiente fechado por 15 minutos ou mais e a uma distância inferior a 2 metros; ou, ainda, profissional de saúde ou outra pessoa que cuide diretamente de um caso de COVID-19 (MS, 2020b).

            Para conter a transmissão, o Ministério da Saúde recomenda, fortemente, as medidas não farmacológicas, dentre estas: isolamento de sintomático por até 14 dias; equipamento de proteção individual (EPI) para doentes e profissionais da saúde; lavar bem as mãos; uso de toalhas descartáveis; ampliação na frequência de limpeza de piso, corrimão, maçaneta e banheiros; restrição de contato social; evitar aglomeração; redução de fluxo urbano e outras (MS, 2020b).

            Uma preocupação, então, aparece nesse cenário de possibilidade de transmissão, se considerarmos as infecções intestinais e a possibilidade de contaminação feco-oral do novo Coronavírus. Os serviços de saneamento (manejo adequado de resíduos sólidos, abastecimento de água potável e esgotamento sanitário) são importantes elementos para minimizar a possibilidade de transmissão.

            O pesquisador Márcio Botto, consultor de Pesquisa e Conhecimento da CAWST, afirma que até o presente momento não há relato de transmissão feco-oral do Coronavirus entre pessoas. O pesquisador cita o artigo da Organização Mundial da Saúde “Water, sanitation, hygiene, and waste management for the COVID-19 virus”, para embasar sua afirmação.

            No entanto, continua o pesquisador, “acredita-se que seja possível sua transmissão, uma vez que o SARS-Cov-2 (Novo Coronavírus) foi detectado em efluentes domésticos e em fezes de pacientes”. Acrescenta que a sobrevida de vírus semelhantes a este é de “14 dias em esgotos a 4 graus Celsius e de até 2 dias a 20 graus Celsius”.

            Para Márcio Botto, essa constatação permite sugerir que existe a possibilidade de que esgotos e fezes sejam fontes de transmissão do novo Coronavírus. Ainda são poucos os trabalhos científicos que correlacionam causa e efeito, mas adverte o pesquisador que as “maiores implicações quanto a transmissão feco-oral do novo Coronavírus e os maiores desafios a serem enfrentados serão nas áreas sem saneamento básico, como os bolsões de pobreza, favelas e áreas peri-urbanas com alta concentração populacional”.

            Reconhecidamente, os serviços de saneamento no mundo são um dos grandes desafios e representam um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), com a meta de universalização do saneamento básico, até 2030. No caso do Brasil, nos dias atuais, “35 milhões de brasileiros não tem acesso a água tratada por rede geral e mais de 100 milhões vivem sem coleta pública de esgoto”, conforme dados do Instituto Trata Brasil. Márcio Botto finaliza alertando que a presença do Coronavírus por longos períodos em água e esgoto “sugere um contínuo risco de contaminação de pessoas sem acesso a água segura e sistemas apropriados de disposição de excretas”.

            Para ter acesso na íntegra do documento do pesquisador, cliquem aqui.

Referências

MS – Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico n. 2. Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública. Brasília: Ministério da Saúde/ Secretaria de Vigilância da Saúde, fev. 2020a.

MS – Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico COE- COVID-19. N. 5. COE. Brasília: Ministério da Saúde/ Secretaria de Vigilância da Saúde, 2020b.

 

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2º Fórum Técnico ETEs Sustentáveis

Por Nájila Cabral em Água, Meio Ambiente, Saneamento AMbiental

11 de setembro de 2019

O 2º Fórum Técnico ETEs Sustentáveis: contribuição para o aprimoramento de projeto, construção e operação de reatores UASB aplicados ao tratamento de esgoto sanitário será realizado nas dependências da FIEC – Federação das Indústrias do Estado do Ceará, em Fortaleza, Ceará, na Avenida Barão de Studart, 1980, nos dias 07 e 08 de novembro de 2019.

O objetivo principal é integrar o conhecimento desenvolvido nas universidades com a realidade enfrentada por projetistas, construtores e operadores de estações de tratamento de esgoto, com vistas à capacitação para solução de problemas recorrentes em ETEs e melhoria do desempenho das mesmas. Um dos instrutores do Fórum Técnico será o Coordenador Geral do INCT ETEs Sustentáveis, Prof. Carlos Augusto de Lemos Chernicharo, da Universidade Federal de Minas Gerais, um dos maiores nomes do Brasil e do mundo na área de Tratamento Anaeróbio de Esgotos, e de grande experiência nacional e internacional no projeto e operação de reatores UASB.

Conforme os organizadores, o Fórum é dividido em seis apresentações, baseadas na Coletânea de Notas Técnicas sobre reatores UASB aplicados ao tratamento de esgoto, elaborada pelo INCT ETEs Sustentáveis, publicada em novembro de 2018 em uma edição especial da Revista DAE. Além da presença de instrutores renomados nacional e internacionalmente, merece destaque o amplo espaço para participação do público e discussões sobre os aspectos práticos de projeto e operação de ETEs com reatores UASB.

Estima-se como público alvo profissionais vinculados a companhias de saneamento como a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (CAGECE), Sistemas Autônomos de Água e Esgoto (SAAEs), indústrias, projetistas, construtores, profissionais da área, gestores, órgãos públicos e empresas privadas atuantes no setor, ONGs, organismos de cooperação internacional, estudantes e pesquisadores atuantes no setor de saneamento básico e tratamento de esgotos.

Convite feito! Interessados em se inscrever ou saber mais, cliquem aqui.

Fonte: FIEC/UFC, 2019.

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2º Seminário Nacional sobre Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Saneamento AMbiental

10 de setembro de 2019

  No período de 04 e 05 de novembro de 2019 ocorre o 2º Seminário Nacional sobre Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto: recuperação de recursos em ETEs e produção de água para reúso, na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), na Avenida Barão de Studart, 1980.

    Conforme os organizadores, o evento foi idealizado no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto (INCT ETEs Sustentáveis), coordenado pelo Prof. Carlos Augusto de Lemos Chernicharo, da Universidade Federal de Minas Gerais.

    O objetivo principal é propiciar discussões acerca do estado da arte de estações sustentáveis de tratamento de esgoto e recuperação de recursos (água, energia e nutrientes) e apresentar perspectivas para aprimoramento das condições de saneamento ambiental em países em desenvolvimento, além de promover a troca de conhecimento entre academia, sociedade e órgãos governamentais e empresariais.

    A programação contempla ainda estudos de caso nos temas principais do evento, apresentando projetos e iniciativas em escala plena, assim como experiências nacionais e internacionais. Ademais, os principais desafios de gestão no setor de saneamento básico, urbano e rural serão tratados. Contará com a presença de renomados pesquisadores nacionais e internacionais da área de saneamento básico, tratamento de esgotos, biogás, aproveitamento de nutrientes e uso lodo, e reúso de água.

   Aos interessados em saber mais e para se inscrever, cliquem aqui.

Fonte: FIEC/UFC, 2019.

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Sistema Nacional de Informação em Saneamento – coleta de dados 2018

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Saneamento Ambiental

23 de Maio de 2019

Encerra-se em 27 de maio de 2019 o prazo final da coleta de dados do Sistema Nacional de Informação em Saneamento – SNIS, do ano de referência 2018, sobre as informações de resíduos sólidos, águas pluviais e água e esgoto.

O SNIS está, atualmente, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Regional e se constitui no mais importante sistema de informações do setor de saneamento do Brasil, uma vez que contém informações de caráter institucional, operacional, econômico, gerencial e de qualidade sobre a prestação dos serviços de água para abastecimento, de esgotos e de manejo de resíduos sólidos.

Aos interessados em saber mais ou aos prestadores de serviços para acessarem o sistema e preencheram os dados, cliquem aqui .

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Regional, 2019.

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Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil – 2017

Por Nájila Cabral em Água, Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Saneamento Ambiental

11 de dezembro de 2017

    A Agência Nacional das Águas (ANA) publicou recentemente (04/12/2017) o relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil – 2017.

    Em sua terceira edição, mencionado relatório oferece informações por meio de infográficos , de maneira  didática. O relatório está dividido em seis capítulos. No primeiro, a abordagem versa  sobre a relação do ciclo hidrológico e o relatório Conjuntura. Em seguida há um panorama da quantidade e da qualidade das águas superficiais e subterrâneas do País. Na terceira parte, o relatório apresenta os principais usos da água no Brasil e detalha os volumes de água retirados, consumidos e que retornam ao meio ambiente. A Figura abaixo representa, esquematicamente, os usos da água.

 

    O capítulo 4 aborda o sistema de gestão de recursos hídricos. A quinta seção é sobre crise hídrica e regiões críticas em termos de quantidade e qualidade das águas. O último capítulo traz uma análise sobre o setor de recursos hídricos.

    Aos interessados em ler o relatório na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: ANA, 2017

 

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80% dos esgotos, no mundo, são lançados sem tratamento

    No último Relatório divulgado no começo de fevereiro/2015, a Organização Mundial da Saúde (WHO, sigla em inglês), alerta que apenas 20% dos esgotos, no mundo, são lançados no meio ambiente, com tratamento adequado.

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Fonte: WHO, 2015

    Mencionado Relatório alerta que essa forma inadequada de lançamento de esgoto pode provocar a contaminação de mananciais de água, provocando doenças. A OMS encoraja, portanto, governos locais e nacionais e olharem para a temática “tratamento de esgoto” como um recurso extremamente valioso, sendo este tema um dos prioritários para a agenda de desenvolvimento pós-2015.

    O relatório menciona ainda que a população urbana, no mundo, deve duplicar nas próximas quatro décadas e que os países tem demonstrado ter reduzida capacidade, cerca de 8%, de tratar eficientemente os esgotos que serão produzidos.

     Michel Jarraud, Presidente da UN-Water, comentou: “o esgoto tem sido bastante discutido na Agenda de Desenvolvimento pós-2015. Os países reconhecem que o desenvolvimento econômico e sustentável deve incorporar os recursos hídricos, o esgoto e a qualidade da água. Esse relatório contribui para as discussões futuras e deve auxiliar os tomadores de decisão”.

   O título do relatório é “Wastewater Management, a UN-Water Analytical Brief”. Aos interessados em ler na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: WHO

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Reúso agrícola de efluentes no Semiárido Brasileiro – processo seletivo

Por Nájila Cabral em Água, Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

18 de julho de 2014

   A Agência Nacional de Águas (ANA) está com processo seletivo, chamada pública ANA no 001/2014 (Programa Conservação e gestão dos recursos hídricos), para propostas de ações de Reúso agrícola de efluentes tratados no Semiárido Brasileiro.

    Os trabalhos podem ser realizados por municípios, estados ou consórcios intermunicipais e as inscrições devem ser realizadas através do Portal de Convênios SINCOV, página que contém o edital, na íntegra.

    A seleção busca escolher propostas de reúso agrícola de efluentes tratados no Semiárido em municípios com até 50 mil habitantes, para que sirvam de difusoras e multiplicadoras da prática de reúso agrícola. Serão financiados três trabalhos demonstrativos, via contrato de repasse, num total de R$4 milhões de reais.

    O edital contempla ações em três vertentes: (1) implantação de novo sistema de tratamento de esgoto e de sistema de reúso agrícola de esgoto tratado; (2) adequação de sistema de tratamento de esgoto existente e implementação de sistema de reúso agrícola de esgoto tratado; e (3) adequação de sistema atual e implantação de novo sistema de tratamento de esgoto e implementação de sistema de reúso agrícola de esgoto tratado.

    Aos interessados, cliquem aqui.

Fonte: ANA/Raylton Alves (ASCOM).

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Seminário sobre Esgotamento Sanitário

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

03 de dezembro de 2013

     No próximo dia 09/12, no Juazeiro do Norte, na Região Metropolitana do Cariri, acontecerá o Seminário Regional Esgotamento Sanitário no Cariri- um desafio a ser vencido. Mencionado Seminário é realizado pela CAGECE (Companhia de Água e Esgoto do Ceará), em parceria com a ARCE (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do estado do Ceará), do Ministério Público do estado do Ceará e do Instituto Trata Brasil.

      A programação de manhã, que se inicia às 08:30h, contará com duas palestras: “Os Impactos da falta de esgotamento sanitário” e “A Legislação e a Visão do Ministério Público sobre a interligação dos serviços de esgotamento sanitário”, esta última com a Dra. Sheila Pitombeira.

     A tarde, a programação segue com duas mesas redondas: “As diferentes visões das instituições para o problema do esgotamento sanitário no Cariri” e “Encaminhamentos: construção de um Acordo”. Ambas as mesas com a presença de pessoas de reconhecido profissionalismo, a exemplo da Dra. Vanja Fontenele, Dr. André Facó e Dra. Sheila Pitombeira.

     Imperdível! Todos estão convidados!

Fonte: ARCE

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Seminário sobre Esgotamento Sanitário

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

03 de dezembro de 2013

     No próximo dia 09/12, no Juazeiro do Norte, na Região Metropolitana do Cariri, acontecerá o Seminário Regional Esgotamento Sanitário no Cariri- um desafio a ser vencido. Mencionado Seminário é realizado pela CAGECE (Companhia de Água e Esgoto do Ceará), em parceria com a ARCE (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do estado do Ceará), do Ministério Público do estado do Ceará e do Instituto Trata Brasil.

      A programação de manhã, que se inicia às 08:30h, contará com duas palestras: “Os Impactos da falta de esgotamento sanitário” e “A Legislação e a Visão do Ministério Público sobre a interligação dos serviços de esgotamento sanitário”, esta última com a Dra. Sheila Pitombeira.

     A tarde, a programação segue com duas mesas redondas: “As diferentes visões das instituições para o problema do esgotamento sanitário no Cariri” e “Encaminhamentos: construção de um Acordo”. Ambas as mesas com a presença de pessoas de reconhecido profissionalismo, a exemplo da Dra. Vanja Fontenele, Dr. André Facó e Dra. Sheila Pitombeira.

     Imperdível! Todos estão convidados!

Fonte: ARCE