qualidade ambiental Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

qualidade ambiental

Meio ambiente em tempos de pandemia

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Impacto Ambiental, Meio Ambiente

27 de Março de 2020

     O momento atual nos faz refletir sobre quem somos e onde estamos. Permite que compreendamos que nossas ações têm efeitos que alcançam tudo que nos cerca. Para toda consequência, houve uma causa.

    A natureza, nossa casa comum, hoje sofre em virtude de um vírus que avança, impiedosamente, sobre todos os espaços geográficos do Planeta. Um ser vivo que não conhece limites nem barreiras nacionais ou internacionais, que, sem nos pedir licença, está nos tirando, muitas vezes, até a paz de espírito.

Quadro Atual de Contaminação, em 27 de março de 2020.
Fonte: Johns Hopkins University, 2020.

     Ambientes insalubres são locais bem propícios à propagação e à disseminação de muitas doenças causadas por vírus e bactérias. A ausência, ou a ineficiência, do saneamento é um fator que amplia o risco. A qualidade de vida da população está intrinsicamente correlacionada à qualidade ambiental.

     Recordo que em 2015, o Papa Francisco publicou a Carta Encíclica Laudato Si, sobre o cuidado da casa comum, que não se trata de uma encíclica feita para católicos, apenas, mas para toda a humanidade, todas as religiões e todas as pessoas, mesmo as não-crentes.

     Nesta Encíclica, de maneira muito lúcida as palavras são: “contemplando o mundo, damo-nos conta de que este nível de intervenção humana, muitas vezes ao serviço da finança e do consumismo, faz com que esta terra onde vivemos se torne realmente menos rica e bela, cada vez mais limitada e cinzenta, enquanto ao mesmo tempo o desenvolvimento da tecnologia e das ofertas de consumo continua a avançar sem limites. Assim, parece que nos iludimos de poder substituir uma beleza insuprível e irrecuperável por outra criada por nós” (p. 29). “Nunca maltratamos e ferimos a nossa casa comum como nos últimos dois séculos” (p.43). “Não estamos a falar duma atitude opcional, mas duma questão essencial de justiça, pois a terra que recebemos pertence também àqueles que hão de vir” (p.122). “Que tipo de mundo queremos deixar a quem vai suceder-nos, às crianças que estão a crescer?” (p.123)

    Nestes tempos de pandemia em que, cumprindo nosso sentimento humano de preservação de nossas vidas contra o inimigo invisível e poderoso, estamos reclusos em casa, que possamos parar e pensar sobre nossas ações sobre o meio ambiente, no passado, e o que esperarmos para o cenário futuro, quando essa situação se acalmar e passar.

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Chuvas excessivas: cuidados para as plantas não morrerem

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente

05 de Fevereiro de 2020

     Algumas ações podem ser feitas para que o jardim possa ficar mais resistente aos prováveis danos causados pela chuva, tais como: realizar podas adequadas e reforçar plantas com nitrogênio, fósforo e potássio.

Foto: Jordanna, GiraSol Assessoria, 2020.

     Em jardins externos, as chuvas excessivas podem se constituir motivo de preocupação maior, pois a água em excesso pode ser prejudicial para a beleza e a saúde dos jardins. O jardinista Fabrício Pereira informa que “apesar de servir como condutor dos nutrientes que mantém a seiva alimentada, o excesso de água deixa o solo encharcado e varre os nutrientes para longe das plantas. Além disso, a umidade é campo fértil para a proliferação de bactérias e fungos, que se alimentam de folhas, flores e frutos”. Se o solo não absorve toda a água em excesso, as raízes das plantas são as primeiras a sofrerem e, em muitas vezes, isso pode ser fatal.

    Para prevenir os danos causados pela chuva em excesso seria interessante agir preparando o solo antes do plantio, aprontando o espaço de forma correta para drenagem “com tubos corrugados, específicos para drenagem manta bidim, pedra brita ou seixo de rio”. Outra opção bastante utilizada é a instalação de sombrite, tela usada em estufas, que permite a incidência de raios solares e a passagem controlada da água da chuva.

    Para os cuidados pós-chuva importante evitar regas e observar manualmente o solo e as plantas, em especial as folhas. Quando elas amarelarem ou ficarem com aspecto estranho, talvez seja necessário poda de contenção e reforço na adubação”, finaliza o jardinista.

Fonte: Jordanna, GiraSol Assessoria, 2020.

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Saúde e meio ambiente: coronavírus no ar

Por Nájila Cabral em Saúde Ambiental

31 de Janeiro de 2020

     A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto do novo coronavírus (2019-nCoV) uma “emergência de saúde pública de interesse nacional”. Provisoriamente, a OMS nomeia a doença do novo coronavírus como “doença respiratória aguda 2019-nCoV”.

     Novos casos surgem a cada dia em diferentes locais no mundo. Até o dia de ontem (30 de janeiro de 2020) a OMS registrava, oficialmente, 7.818 casos confirmados, no mundo. Destes casos, a China registra 7.736 casos confirmados, 170 mortes e mais 12.167 casos suspeitos.  Em 31 de janeiro de 2020, a OMS registrou 11.953 casos confirmados atingindo 24 países, dos quais 11.821 casos confirmados são na China.

    Fora da China, os casos confirmados englobam 24 países: 19 casos na Tailândia, 17 no Japão, 16 em Singapura, 12 na Austrália, 12 na Coréia, 8 na Malásia, 7 na Alemanha, 6 no Vietnã, 6 na França, 4 no Canadá, 4 nos Emirados Árabes, 2 na Itália, 2 na Rússia, 2 no Reino Unido e 1 caso confirmado em cada um desses países: Espanha, Suécia, Sri Lanka, Nepal, Filipinas, Índia, Cambodja e Finlândia. Essas informações são do dia 31 de janeiro de 2020, da OMS.

   Segundo a OMS, a China está classificada como de alto risco. A figura, da OMS, mostra os casos confirmados da doença respiratória aguda 2019-nCoV, no mundo, no dia 30 de janeiro de 2020.

     Para se proteger, a OMS recomenda:

– Limpe as mãos com frequência, sabão e água, ou esfregue as mãos com álcool;

– Ao tossir e espirrar, cubra a boca e o nariz com tecido (jogue o tecido fora imediatamente e lave as mãos);

– Evite contato próximo com quem tem febre e tosse;

– Se você tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico com antecedência e compartilhe o histórico de viagens anteriores com seu médico;

– Ao visitar mercados em áreas com casos de novos coronavírus, evite o contato direto desprotegido com animais vivos e superfícies em contato com animais;

– O consumo de produtos de origem animal crua ou mal cozida deve ser evitado (carne crua, leite ou órgãos de animais devem ser manuseados com cuidado, para evitar a contaminação cruzada com alimentos não cozidos, conforme boas práticas de segurança alimentar).

Fonte: OMS, 2020.

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Combate à Desertificação: ações da Declaração de Delhi

Por Nájila Cabral em Governos Locais, Meio Ambiente, Semiárido, Urbanismo

26 de novembro de 2019

                   Em 13 de setembro de 2019, encerrou-se a 14ª Conferência das Partes (COP 14) no âmbito da Convenção das Nações Unidas sobre Combate à Desertificação (UNCCD). Foram tomadas 36 decisões para acelerar ações no sentido de garantir os objetivos previstos para o período 2018-2010.

            Dentre as decisões está a recepção da Década das Nações Unidas sobre a Restauração de Ecossistemas (2021-2030) com o compromisso de adotar uma abordagem integrada e de boas práticas para a restauração de terras, com base em evidências científicas e conhecimentos tradicionais que ofereçam esperança às comunidades vulneráveis. A Década das Nações Unidas sobre a Restauração de Ecossistemas (2021-2030) foi declarada em 1º de março de 2019 pela Assembleia Geral das Nações Unidas com o objetivo de ampliar massivamente a restauração de ecossistemas degradados e destruídos como uma medida comprovada para combater as mudanças climáticas e melhorar a segurança alimentar, o suprimento de água e a biodiversidade.

            Outra decisão da Declaração de Delhi diz respeito a incentivar os governos locais (municípios) a adotar o gerenciamento integrado do uso da terra e a governança fundiária aprimorada para reabilitar a base de recursos naturais que torna as cidades sustentáveis, levando em consideração a Nova Agenda Urbana.

            Mencionadas decisões encontram convergência com programas já desenvolvidos, a exemplo do programa europeu “No net land take”. O consumo líquido o qual se refere o programa significa que, para toda superfície de terra artificial, é necessário prever a naturalização de uma área de terra de tamanho igual. A estratégia europeia baseia-se, portanto, em três princípios:

– Evitar, isto é, desencorajar a conversão de espaços abertos, não construídos ou terras agrícolas em novos assentamentos urbanos.

– Reciclar, ou seja, transformar áreas urbanas abandonadas e não mais ativas, convertendo-as em novos usos ou favorecendo sua naturalização.

– Compensar, isto é, equilibrar a construção de áreas que não foram construídas anteriormente com projetos de (re) naturalização ou a não impermeabilização de áreas construídas.

            O Ministério do Meio Ambiente, no Brasil, prevê uma Agenda Nacional de Qualidade Urbana com  ações nas temáticas: áreas verdes, resíduos sólidos, qualidade do ar, áreas contaminadas e outras.

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Monitoramento da Qualidade do Ar – Ceará

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

02 de julho de 2019

     Hoje, 02 de julho de 2019, a Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (SEMACE) inaugurou, nos jardins da Universidade Federal do Ceará (UFC), a estação móvel de monitoramento da qualidade do ar, que deve percorrer o Estado do Ceará, a partir deste mês.

     Conforme informações da Assessoria de Comunicação da SEMACE, o equipamento é capaz de identificar níveis de 16 elementos químicos encontrados na atmosfera, entre eles materiais particulados inaláveis (Partículas Totais em Suspensão (PTS), Material Particulado (MP10) e Material Particulado (MP 2,5), monóxido de carbono (CO), ozônio (O3), óxido de nitrogênio (NOX) e dióxido de enxofre (SO2). Ainda conforme a Assessoria de Comunicação, a estação colherá dados em 24 pontos diferentes do estado, durante os dois primeiros anos de funcionamento, de forma a mapear a qualidade do ar. Os locais serão escolhidos por três critérios técnicos: o número de denúncias de poluição atmosférica recebidas pelo órgão, vulnerabilidade da área à contaminação por efluentes gasosos, como zonas industriais; e representatividade no território cearense.

Prof. Adeildo Cabral e Carlos Alberto, Superintendente da SEMACE, julho, 2019.

     O Superintendente da SEMACE, Carlos Alberto Mendes Júnior, lembrou em seu discurso que os primeiros dados de qualidade do ar foram coletados pela estação de monitoramento do Laboratório de Energias Renováveis e Conforto Ambiental (LERCA), do Instituto Federal do Ceará (IFCE), servindo, inclusive, de base de dados para o programa de monitoramento da qualidade do ar da SEMACE, inaugurado hoje.

     Importante mencionar que os trabalhos acadêmicos sobre qualidade do ar, de alunos de graduação e de pós-graduação do IFCE, foram os pioneiros, no Estado do Ceará, com dados coletados pela estação de monitoramento do LERCA/IFCE; estando disponíveis para consulta na biblioteca do IFCE. Esses trabalhos datam do ano de 2002, sob a supervisão e orientação do Prof. Titular Adeildo Cabral da Silva e colaboradores.

    O monitoramento da qualidade do ar se constitui em dever do Estado e tem um importante resultado na gestão ambiental pública por permitir mensurar se os gases monitorados encontram-se dentro dos padrões de qualidade ambiental estabelecidos por resolução. A manutenção dos padrões de qualidade do ar dentro dos limites estabelecidos por regulamentação tem consequência direta na saúde ambiental, inclusive na saúde humana.

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Vida marinha ou orla marítima? O que escolher?

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Impacto Ambiental, Meio Ambiente

14 de Abril de 2019

Vivemos num mundo único. Somos muitas espécies dividindo a mesma casa comum. O ser humano, ao longo dos tempos, tem modificado os espaços (ambientes) para que tenha condições de vida mais confortável, adequada e salutar.

Os espaços urbanos são os que mais sofrem transformações, são alterados a medida em que as necessidades humanas avançam, sejam de lazer, de habitação ou de circulação.

A cidade de Fortaleza que aniversariou ontem (293 anos) muito se transformou ao longo do tempo. Existem projetos para transformá-la ainda mais. Projetos que têm a intenção positiva de tornar seus espaços em locais mais agradáveis, de melhor convivência com a coletividade, a exemplo do Projeto de Requalificação da Beira Mar.

A discussão do Projeto de Requalificação da Beira Mar iniciou em 2006. Uma de suas fases prevê a engorda de trecho de praia. O licenciamento ambiental desse projeto ocorreu no órgão local de meio ambiente, a Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (SEUMA). O Estudo de Impacto Ambiental e respectivo Relatório de Impacto de Meio Ambiente do aterramento da orla da Praia de Iracema são de abril de 2009, com base no Termo de Referência 0131/2008.

Conforme relata o EIA “quanto à recuperação da faixa de praia e proteção do litoral, com ênfase a garantir a estabilidade do passeio, ciclovia e demais equipamentos urbanos, foi elaborado em 2006 um Projeto Básico de Recuperação/Regeneração da Praia de Iracema pelos técnicos do Instituto de Ciências do Mar da Universidade Federal do Ceará – LABOMAR” (pag. 23). A partir de então, considerando a constatação de significativa mudança paisagística e de usos e costumes existentes na área, deu-se início o processo de discussão e negociação com diversos atores sociais.

Apesar da participação da sociedade civil no processo de elaboração de projeto, da existência de estudos ambientais que apoiaram a tomada de decisão pelo deferimento da licença ambiental; recentemente, mergulhadores preocupados com as consequências da engorda de praia mencionaram a possibilidade de ausência de importantes informações nos estudos ambientais, o que pode, de alguma maneira, afetar não apenas sua qualidade (estudo); mas sobretudo afetar a tomada de decisão que foi feita com base nos estudos.

Importante, então, que a sociedade tenha conhecimento de que ali, onde se intenta aterrar 80 metros mar adentro, é uma área marinha rica em biodiversidade.

Segundo Marcus Davis Braga, “teremos uma perda direta de fauna e flora, irreversível, com o aterramento”. Marcus Braga afirma que os estudos ambientais não consideraram algumas espécies, a exemplo do boto cinza, e dos recifes de corais. “O boto cinza se alimenta nos recifes próximos que, inevitavelmente, serão assoreados em suas porções mais rasas”. Braga alerta também para o fato de que os ambientes mais rasos são berçário de reprodução da lagosta que, com o aterramento, poderá sofrer impactos negativos.

Temos um só mundo, uma só casa. É preciso se conhecer as consequências das ações humanas sobre os ambientes para que os cenários futuros garantam estoques de bens e serviços ambientais com qualidade. É preciso cuidar dos mares, oceanos e de toda a vida marinha que ali se abriga e se reproduz, da mesma maneira que cuidamos dos ambientes terrestres.

Se perguntarem a você qual sua escolha: vida marinha ou orla marítima? Qual seria a sua resposta?

Eu prefiro ambas. A cidade que queremos pode, sim, crescer, se desenvolver, ampliar e requalificar espaços urbanos, mantendo a qualidade ambiental, na terra e no mar.

Boto Cinza como Patrimônio Natural de Fortaleza

O município de Fortaleza, por meio da Lei Ordinária Municipal n. 9.949, de 13 de dezembro de 2012, declarou os botos cinzas da espécie Sotalia guianensis patrimônio natural da cidade, que fazem da enseada do Mucuripe seu habitat natural. Mencionada lei também adota o dia 8 de junho o dia do Boto cinza Sotalia guianensis, mesmo dia em que se comemora o Dia Mundial dos Oceanos.

Conforme a lei, a coletividade e o poder público municipal devem zelar e cuidar dos “botos-cinza, evitando ou coibindo atividades que possam causar danos aos mesmos ou ao seu habitat” (Art. 2º.)

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Mácula 2019 – 16ª Edição

Por Nájila Cabral em Saúde Ambiental

11 de Março de 2019

No dia 22 de março de 2019, no Seara Praia Hotel, às 17 horas, haverá a 16ª edição do evento Mácula, coordenado pelo Dr. Abelardo Targino, do Centro Avançado de Retina e Catarata.

Esse ano, o convidado para proferir a palestra dirigida à comunidade é o Dr. Almyr Saboia, do Rio de Janeiro. As inscrições são gratuitas. Os participantes são motivados a doarem uma lata de leite em pó em prol da Casa de Apoio Sol Nascente.

A palestra tem temática sobre informações importantes, notadamente sobre doenças relacionadas à retina e à mácula, seus tratamentos e as medidas de prevenção e controle.

Maiores informações e inscrições pelo telefone (85) 988917171 ou 996162806.

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I Bienal Internacional de Música, no IFCE

Por Nájila Cabral em Educação Ambiental, Meio Ambiente

24 de novembro de 2018

    A I Bienal Internacional de Música acontece de 29 de novembro a 1º de dezembro, em Fortaleza, com oficinas e apresentações culturais, com o objetivo de reunir, em um só evento, oportunidades de aprendizado e momentos de contemplação da atividade musical em suas diversas variações. Esta é a proposta da I Bienal Internacional de Música do Instituto Federal do Ceará – Paulo Abel do Nascimento. O evento, sediado no campus Fortaleza e na Reitoria, terá atrações internacionais.

    O título da bienal é uma homenagem ao famoso sopranista e contraltista cearense, falecido em 1993 e que faria 60 anos em 2018. Paulo Abel foi aluno do curso de Turismo da então Escola Técnica Federal do Ceará, tendo sido também regente do tradicional coral da Instituição, contribuindo para o crescimento do grupo.

     Na abertura da Bienal, a dupla formada pela cantora argentina Cecilia Stanzione e pelo saxofonista e flautista Mário Sève fará uma apresentação na qual serão acompanhados por Édson Távora (no piano) e Jorge Cardoso (participação especial no bandolim), ambos renomados músicos radicados na capital cearense. A Big Band Jazz A7 IFCE e o Coral da UFC completam a noite de abertura. Nos dias seguintes sobem ao palco os seguintes grupos: Doces Flautas Doces (IFCE), Camerata de Violões (IFCE), Choro Grande Banda (Uece), Orquestra Pop e Jazz (Ifes), Camerata da Unifor e Instrumental Mira Ira (IFCE).

     As oficinas e masterclass – espaços de aprendizado e interação – constituem-se no núcleo da programação, permitindo o contato direto com as atrações: Cecília Stanzione estará à frente de uma das várias oficinas ofertadas – abordando Canto, Técnica e Expressão. Já Mário Séve ministrará a oficina Prática de Choro. “Canções – Cantigando na Escola” é o tema da oficina que terá à frente a prof.ª Izaíra Silvino.

     A Bienal Internacional de Música contará também com a oficina de Elaboração de Projetos Culturais (prof. Arley França); Sons Transversais, com o prof. Marcelo Leite; Perspectivas Metodológicas para a Prática e o Ensino de Violão Coletivo (prof. Eddy Lincolln); Arranjo Vocal (prof. Marcos Paulo Leão); Cancioneiro e Ritmos Afro-Ameríndios (com os professores Ricardo Nascimento/Joel Oliveira/Jardson Moreira); Harmonia e Improvisação (prof. Édson Távora); Acordeom na Escola: Desafios Pedagógicos (prof. Nonato Cordeiro); Ensino Coletivo de Cordas (professoras Liu Man Ying e Dora Utermohl de Queiroz).

     Além disso, ocorrerá a palestra “Trajetórias Formativas Profissionais em Música: um estudo com estudantes do curso técnico em Instrumento Musical do IFCE/Fortaleza”, ministrada pelo prof. Alexandre Vieira. Complementando, haverá o lançamento do CD autoral do prof. Carlos Crisóstomo e a exposição “As bandas de cá sob o olhar de Cristiano Júnior”, que terá a curadoria de Lenice de Sousa e apoio do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

     A Bienal tem apoio de várias instituições: Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade Estadual do Ceará (Uece), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), Universidade de Fortaleza (Unifor) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

    Aos interessados em saber mais, cliquem aqui.

   Fonte: Jornalista Márlen Danúsia/IFCE

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Semana do Meio Ambiente – 2017

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

13 de junho de 2017

Na semana passada, de 04 a 10 de junho, houve a comemoração da Semana do Meio Ambiente.

   Várias foram as atividades desenvolvidas nessa semana, das quais registramos algumas que, certamente, marcaram o ano de 2017.

    Uma delas, a regulamentação do Parque Estadual do Cocó, dia 04/06/2017, que representou um importante ganho para a sociedade cearense, considerando a proteção significativa de parcela territorial em ambiente urbano na cidade de Fortaleza.

    Outra atividade aconteceu na Assembleia Legislativa do Ceará, com a entrega da Medalha Ambientalista Joaquim Feitosa para o prof. Dr. Antônio Rocha Magalhães, cearense de Canindé, cuja vida pessoal e profissional sempre foi dedicada à proteção da Caatinga, das terras secas e semiáridas. Homenagem justa a este homem admirável.

    Em outros municípios cearenses também aconteceram atividades em comemoração à Semana do Meio Ambiente, a exemplo do Teatro e Início da Hortinha Kids na Comunidade do Bonsucesso, em Quixeré, capacitação com a participação da Associação de Catadores e da Secretaria de Meio Ambiente; em Russas a Oficina de Produtos e Ambientação com Materiais Recicláveis e Reutilizáveis, ações oriundas de iniciativas de empresas privadas com participação dos municípios.

    Ações como as anteriormente mencionadas cumprem o objetivo da Semana do Meio Ambiente, uma vez que permite aos cidadãos refletir sobre as questões ambientais e levar para o seu dia a dia as mudanças necessárias para termos um ambiente com qualidade ambiental.

Fonte: ALCE/SEMA/Cimento Apodi

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Painel Nacional de Indicadores Ambientais

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

14 de setembro de 2014

     O MMA publicou em maio de 2014 a primeira versão do Painel Nacional de Indicadores Ambientais, com dados do ano base de 2012.

     Conforme o MMA, essa primeira versão serve de ponto de partida para a construção de um conjunto consolidado de indicadores da área ambiental, que deve passar por revisões pela sociedade civil e pelo MMA.

    Ao todo o Painel traz 34 indicadores, estruturado em 8 temas, a saber: Atmosfera e Mudança do Clima (com 6 indicadores); Biodiversidade e Florestas (com 8 indicadores); Governança, Riscos e Prevenção (com 1 indicador); Produção e Consumo Sustentáveis (com 1 indicador); Qualidade Ambiental (com 10 indicadores); Recursos Hídricos (com 6 indicadores) e Terra e Solos (com 2 indicadores). O tema Oceanos, Mares e Áreas Costeiras não possui nenhum indicador nesta edição.

    Para ter acesso a publicação, cliquem aqui.

Fonte: MMA

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Painel Nacional de Indicadores Ambientais

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

14 de setembro de 2014

     O MMA publicou em maio de 2014 a primeira versão do Painel Nacional de Indicadores Ambientais, com dados do ano base de 2012.

     Conforme o MMA, essa primeira versão serve de ponto de partida para a construção de um conjunto consolidado de indicadores da área ambiental, que deve passar por revisões pela sociedade civil e pelo MMA.

    Ao todo o Painel traz 34 indicadores, estruturado em 8 temas, a saber: Atmosfera e Mudança do Clima (com 6 indicadores); Biodiversidade e Florestas (com 8 indicadores); Governança, Riscos e Prevenção (com 1 indicador); Produção e Consumo Sustentáveis (com 1 indicador); Qualidade Ambiental (com 10 indicadores); Recursos Hídricos (com 6 indicadores) e Terra e Solos (com 2 indicadores). O tema Oceanos, Mares e Áreas Costeiras não possui nenhum indicador nesta edição.

    Para ter acesso a publicação, cliquem aqui.

Fonte: MMA