saneamento básico Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

saneamento básico

Água para abastecimento e COVID-19

     Um dos importantes aspectos do saneamento é a água potável para abastecimento humano. Água é vida. A Agenda 2030 traz como Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6, assegurar a disponibilidade e gestão sustentável de água e saneamento para todos. A meta nacional 6.1 é “até 2030, alcançar o acesso universal e equitativo à água para consumo humano, segura e acessível para todos”.

     Em tempos de pandemia do novo Coronavírus (SARS-Cov-2) em que, reconhecidamente, a transmissão é alta e pode acontecer, segundo o Ministério da Saúde (2020) “por meio de gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infectada tosse ou espirra, semelhante à maneira como a influenza e outros patógenos respiratórios”, é preciso, também, atentar para a possibilidade de transmissão por via feco-oral (BOTTO, 2020, KWR, 2020).

     Conforme BOTTO (2020), “acredita-se que o risco de contaminação através de água de abastecimento público seja baixo. Até o momento o SARS-Cov-2 não foi detectado em sistemas de abastecimento”. Assim, a água para abastecimento humano deve ser disponibilizada com a qualidade compatível aos padrões de potabilidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde, e também em consonância com Botto (2020), os sistemas de abastecimento público com processos de tratamento, incluindo a etapa de desinfecção, e bem operados inativam o vírus da Covid-19 (WHO, 2020; SOARES et al, 2020).

      Soares et al (2020) alertam para a obrigatoriedade de que as águas de abastecimento público recebam o tratamento com a etapa de desinfecção. Acrescentam os autores que as “águas provenientes de mananciais superficiais devem incluir os processos de filtração e desinfecção, cumprindo o que determina a Portaria de Consolidação MS no 5/2017” (SOARES et al, 2020).

     No entanto, o Brasil tem mais de 35 milhões de pessoas sem acesso à água tratada por rede geral, conforme o Instituto Trata Brasil (2020), o que deve preocupar autoridades locais (municípios), que são os responsáveis pelos serviços de saneamento. Para essas pessoas, os municípios devem ter olhar mais atencioso, em virtude da sugestão do contínuo risco de contaminação de pessoas sem acesso a água segura e de sistemas apropriados de disposição de excretas (BOTTO, 2020; SOARES et al, 2020).

     Naqueles locais que não tenham rede geral de abastecimento de água potável, Soares et al (2020) recomendam que se pode evitar a disseminação do novo Coronavírus nas próprias residências, adotando-se a adição de hipoclorito de sódio (2,5%), conforme dosagem especificada, a seguir, deixando a água em repouso por 30 (trinta) minutos, após a adição do hipoclorito:

– Para um volume de água de 1 litro, correspondente a 5 xícaras de chá, adicionar 0,08 mL de hipoclorito de sódio (2,5%). O volume de hipoclorito a ser adicionado corresponde a duas gotas.

     Os serviços de saneamento (água potável para abastecimento, coleta de resíduos sólidos, coleta e tratamento de esgoto) são essenciais e imprescindíveis, portanto não podem parar. Cabe aos gestores municipais a responsabilidade de manter esses serviços essenciais, bem como dar as condições para que as pessoas que não tem acesso a água potável por rede geral possam adotar, em suas casas, a solução de desinfecção da água de beber por hipoclorito de sódio, após filtração e fervura.

     Aos que queiram saber mais sobre as recomendações para prevenção da Covid-19 realizadas pela sala técnica do saneamento, acessem aqui.

Referências

BOTTO, Márcio. COVID-19 e o risco de transmissão por água e esgoto. Disponível em <https://www.linkedin.com/pulse/covid-19-e-o-risco-de-transmiss%25C3%25A3o-por-agua-esgoto-marcio-botto/?trackingId=8IAH1POzQs2w03bTzNQfcw%3D%3D>. Acesso em 31 mar 2020

Instituto Trata Brasil (2019) O que acontece quando não temos saneamento básico. Disponível em http://www.tratabrasil.org.br/blog/2019/07/05/o-que-acontece-quando-nao-temos-saneamentobasico/ Acesso em 02 abr 2020

KWR (2020). What we learn about Coronavirus through wastewater research. Disponível em <https://www.kwrwater.nl/en/actueel/what-can-we-learn-about-the-corona-virus-through-waste-water-research/> Acesso em 02 abr 2020

MS – Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico n. 2. Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública. Brasília: Ministério da Saúde/ Secretaria de Vigilância da Saúde, fev. 2020

SOARES, Alexandra Fátima Saraiva; NUNES, Bárbara Caroline Ricci; SANTOS Caludoaldo Viana dos; COSTA, Flávia Cristina Rodrigues; SANTOS, Hélio Rodrigues dos; SILVA, Luís Fernando de Morais; SOUZA, Roseane Maria Garcia Lopes (organizadores). Recomendações para prevenção do contágio da Covid-19 (Novo Coronavírus – SARS-CoV-2) pela água e por esgoto doméstico. Disponível em http://www.mpc.sc.gov.br/download/recomendacoes-para-prevencao-do-contagio-da-covid-19-novo-coronavirus-sars-cov-2-pela-agua-e-por-esgoto-domestico/ Acesso em 04 abr 2020.

WHO (2020). Water, sanitation, hygiene, and waste management for the COVID-19 virus. Interim guidance 19 March 2020

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Resíduos sólidos e COVID-19: risco de contaminação

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

04 de Abril de 2020

            O Saneamento Básico se constitui no conjunto de serviços e infraestruturas nas seguintes áreas: abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, drenagem das águas pluviais e manejo de resíduos sólidos. A Lei Federal no 11.455, de 05 de janeiro de 2007, estabeleceu a Política Federal de Saneamento Básico, determinando que os municípios são os responsáveis pela prestação dos serviços de saneamento. A população é partícipe nesse processo fazendo sua parte, a exemplo do descarte adequado de resíduos sólidos domiciliares para posterior coleta pública.

            Nos locais onde não há coleta regular de resíduos sólidos, neste momento de emergência sanitária e de calamidade pública advinda da pandemia do novo Coronavírus, é necessário que o poder público municipal tenha um olhar mais atento e demande esforços emergenciais para viabilizar a adequada gestão de resíduos sólidos.

            Há de se observar que, no quadro atual, o cuidado com higiene e limpeza precisa ser redobrado. Reconhecidamente, a COVID-19 ocasiona infecções respiratórias e intestinais, podendo ocasionar sintomas como fadiga, náusea, diarreia, vômito, desidratação, gânglios linfáticos aumentados e outros (MS, 2020). Existe, com efeito, a possibilidade de transmissão feco-oral (BOTTO, 2020; KWR, 2020). Então, ocorre potencial possibilidade de contaminação caso não haja adequado manejo, controle e precauções no trato dos resíduos sólidos e de outros materiais (toalhas, lençóis, roupas, entre outros) que foram expostos a fluidos nasais ou orais de pessoas contaminadas.

            Como recomendação para minimizar a transmissão do novo Coronavírus, a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam, dentre outras medidas: o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), preferencialmente descartáveis, para doentes e profissionais da saúde; uso de toalhas descartáveis; ampliação da frequência de limpeza de piso, corrimão, maçaneta e banheiros com álcool 70% ou solução de água sanitária (MS, 2020). Existe aqui um aumento na produção de resíduos, que exige gerenciamento adequado, de maneira a minimizar o risco de contaminação.

            A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) publicou, recentemente, Recomendações para Gestão de Resíduos em situação de pandemia por coronavírus (COVID-19), em que adverte que o novo Coronavírus pode persistir em determinados materiais por até 5 dias, como é o caso do plástico e papel (ABES, 2020). No caso da madeira e do vidro, o novo Coronavírus pode permanecer por 4 dias; em luvas cirúrgicas por até 8 horas (ABES, 2020).

            Dessa maneira, cabe, então, a cada pessoa a consciência de descartar adequadamente seus resíduos (domiciliares), por meio da separação de resíduos. Uma observação importante para os casos de pessoas contaminadas, em isolamento, seria o acondicionamento dos papéis sanitários em sacola separada e, se possível, com indicação de cuidado no manuseio. Isso se deve ao fato de que a sobrevida de vírus semelhantes ao do novo Coronavírus é de “14 dias em esgotos a 4 graus Celsius e de até 2 dias a 20 graus Celsius” (BOTTO, 2020).

            Os serviços de limpeza urbana municipal não podem parar, pois se constituem em serviço fundamental no controle e minimização da disseminação do novo Coronavírus, cabendo aos gestores municipais e suas empresas contratadas a responsabilidade de fornecer as medidas protetivas imprescindíveis aos trabalhadores da limpeza urbana.

            Aos interessados em ler o documento da ABES, na íntegra, cliquem aqui

Referências

ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. Recomendações para Gestão de Resíduos em situação de pandemia por coronavírus (COVID-19). Rio de Janeiro, 2020.

BOTTO, Márcio. COVID-19 e o risco de transmissão por água e esgoto. Disponível em <https://www.linkedin.com/pulse/covid-19-e-o-risco-de-transmiss%25C3%25A3o-por-agua-esgoto-marcio-botto/?trackingId=8IAH1POzQs2w03bTzNQfcw%3D%3D>. Acesso em 31 mar 2020

KWR (2020). What we learn about Coronavirus through wastewater research. Disponível em <https://www.kwrwater.nl/en/actueel/what-can-we-learn-about-the-corona-virus-through-waste-water-research/> Acesso em 02 abr 2020

MS – Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico COE- COVID-19. N. 5. COE. Brasília: Ministério da Saúde/ Secretaria de Vigilância da Saúde, 2020.

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COVID-19 e saneamento básico: risco de contaminação por esgoto

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

02 de Abril de 2020

             Estamos diante de um desafio grande por causa da pandemia do novo Coronavírus, que está presente em 181 países, com 998.047 casos confirmados da doença e 51.335 mortes por COVID-19, conforme dados da Johns Hopkins University (2020).

Fonte: Johns Hopkins University, 2020.

            A respeito das características gerais sobre a infecção humana pelo novo Coronavírus, o Ministério da Saúde afirma que os coronavírus, altamente patogênicos, causam infecções respiratórias e intestinais em humanos (MS, 2020a). Acredita-se que a transmissão acontece “por meio de gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infectada tosse ou espirra” (MS, 2020a). Assim, a disseminação acontece por contato próximo.

            O Boletim Epidemiológico no 5 (MS, 2020b) informa que contato próximo pode ser: contato físico direto (por exemplo, aperto de mãos); ou contato direto desprotegido com secreções infecciosas (por exemplo, gotículas de tosse, contato sem proteção com tecido ou lenços de papel usados e que contenham secreções); ou contato frente a frente por 15 minutos ou mais e a uma distância inferior a 2 metros; ou se uma pessoa que esteve em um ambiente fechado por 15 minutos ou mais e a uma distância inferior a 2 metros; ou, ainda, profissional de saúde ou outra pessoa que cuide diretamente de um caso de COVID-19 (MS, 2020b).

            Para conter a transmissão, o Ministério da Saúde recomenda, fortemente, as medidas não farmacológicas, dentre estas: isolamento de sintomático por até 14 dias; equipamento de proteção individual (EPI) para doentes e profissionais da saúde; lavar bem as mãos; uso de toalhas descartáveis; ampliação na frequência de limpeza de piso, corrimão, maçaneta e banheiros; restrição de contato social; evitar aglomeração; redução de fluxo urbano e outras (MS, 2020b).

            Uma preocupação, então, aparece nesse cenário de possibilidade de transmissão, se considerarmos as infecções intestinais e a possibilidade de contaminação feco-oral do novo Coronavírus. Os serviços de saneamento (manejo adequado de resíduos sólidos, abastecimento de água potável e esgotamento sanitário) são importantes elementos para minimizar a possibilidade de transmissão.

            O pesquisador Márcio Botto, consultor de Pesquisa e Conhecimento da CAWST, afirma que até o presente momento não há relato de transmissão feco-oral do Coronavirus entre pessoas. O pesquisador cita o artigo da Organização Mundial da Saúde “Water, sanitation, hygiene, and waste management for the COVID-19 virus”, para embasar sua afirmação.

            No entanto, continua o pesquisador, “acredita-se que seja possível sua transmissão, uma vez que o SARS-Cov-2 (Novo Coronavírus) foi detectado em efluentes domésticos e em fezes de pacientes”. Acrescenta que a sobrevida de vírus semelhantes a este é de “14 dias em esgotos a 4 graus Celsius e de até 2 dias a 20 graus Celsius”.

            Para Márcio Botto, essa constatação permite sugerir que existe a possibilidade de que esgotos e fezes sejam fontes de transmissão do novo Coronavírus. Ainda são poucos os trabalhos científicos que correlacionam causa e efeito, mas adverte o pesquisador que as “maiores implicações quanto a transmissão feco-oral do novo Coronavírus e os maiores desafios a serem enfrentados serão nas áreas sem saneamento básico, como os bolsões de pobreza, favelas e áreas peri-urbanas com alta concentração populacional”.

            Reconhecidamente, os serviços de saneamento no mundo são um dos grandes desafios e representam um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), com a meta de universalização do saneamento básico, até 2030. No caso do Brasil, nos dias atuais, “35 milhões de brasileiros não tem acesso a água tratada por rede geral e mais de 100 milhões vivem sem coleta pública de esgoto”, conforme dados do Instituto Trata Brasil. Márcio Botto finaliza alertando que a presença do Coronavírus por longos períodos em água e esgoto “sugere um contínuo risco de contaminação de pessoas sem acesso a água segura e sistemas apropriados de disposição de excretas”.

            Para ter acesso na íntegra do documento do pesquisador, cliquem aqui.

Referências

MS – Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico n. 2. Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública. Brasília: Ministério da Saúde/ Secretaria de Vigilância da Saúde, fev. 2020a.

MS – Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico COE- COVID-19. N. 5. COE. Brasília: Ministério da Saúde/ Secretaria de Vigilância da Saúde, 2020b.

 

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2º Fórum Técnico ETEs Sustentáveis

Por Nájila Cabral em Água, Meio Ambiente, Saneamento AMbiental

11 de setembro de 2019

O 2º Fórum Técnico ETEs Sustentáveis: contribuição para o aprimoramento de projeto, construção e operação de reatores UASB aplicados ao tratamento de esgoto sanitário será realizado nas dependências da FIEC – Federação das Indústrias do Estado do Ceará, em Fortaleza, Ceará, na Avenida Barão de Studart, 1980, nos dias 07 e 08 de novembro de 2019.

O objetivo principal é integrar o conhecimento desenvolvido nas universidades com a realidade enfrentada por projetistas, construtores e operadores de estações de tratamento de esgoto, com vistas à capacitação para solução de problemas recorrentes em ETEs e melhoria do desempenho das mesmas. Um dos instrutores do Fórum Técnico será o Coordenador Geral do INCT ETEs Sustentáveis, Prof. Carlos Augusto de Lemos Chernicharo, da Universidade Federal de Minas Gerais, um dos maiores nomes do Brasil e do mundo na área de Tratamento Anaeróbio de Esgotos, e de grande experiência nacional e internacional no projeto e operação de reatores UASB.

Conforme os organizadores, o Fórum é dividido em seis apresentações, baseadas na Coletânea de Notas Técnicas sobre reatores UASB aplicados ao tratamento de esgoto, elaborada pelo INCT ETEs Sustentáveis, publicada em novembro de 2018 em uma edição especial da Revista DAE. Além da presença de instrutores renomados nacional e internacionalmente, merece destaque o amplo espaço para participação do público e discussões sobre os aspectos práticos de projeto e operação de ETEs com reatores UASB.

Estima-se como público alvo profissionais vinculados a companhias de saneamento como a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (CAGECE), Sistemas Autônomos de Água e Esgoto (SAAEs), indústrias, projetistas, construtores, profissionais da área, gestores, órgãos públicos e empresas privadas atuantes no setor, ONGs, organismos de cooperação internacional, estudantes e pesquisadores atuantes no setor de saneamento básico e tratamento de esgotos.

Convite feito! Interessados em se inscrever ou saber mais, cliquem aqui.

Fonte: FIEC/UFC, 2019.

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2º Seminário Nacional sobre Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Saneamento AMbiental

10 de setembro de 2019

  No período de 04 e 05 de novembro de 2019 ocorre o 2º Seminário Nacional sobre Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto: recuperação de recursos em ETEs e produção de água para reúso, na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), na Avenida Barão de Studart, 1980.

    Conforme os organizadores, o evento foi idealizado no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto (INCT ETEs Sustentáveis), coordenado pelo Prof. Carlos Augusto de Lemos Chernicharo, da Universidade Federal de Minas Gerais.

    O objetivo principal é propiciar discussões acerca do estado da arte de estações sustentáveis de tratamento de esgoto e recuperação de recursos (água, energia e nutrientes) e apresentar perspectivas para aprimoramento das condições de saneamento ambiental em países em desenvolvimento, além de promover a troca de conhecimento entre academia, sociedade e órgãos governamentais e empresariais.

    A programação contempla ainda estudos de caso nos temas principais do evento, apresentando projetos e iniciativas em escala plena, assim como experiências nacionais e internacionais. Ademais, os principais desafios de gestão no setor de saneamento básico, urbano e rural serão tratados. Contará com a presença de renomados pesquisadores nacionais e internacionais da área de saneamento básico, tratamento de esgotos, biogás, aproveitamento de nutrientes e uso lodo, e reúso de água.

   Aos interessados em saber mais e para se inscrever, cliquem aqui.

Fonte: FIEC/UFC, 2019.

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2º Seminário Nacional sobre Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Saneamento AMbiental

10 de setembro de 2019

  No período de 04 e 05 de novembro de 2019 ocorre o 2º Seminário Nacional sobre Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto: recuperação de recursos em ETEs e produção de água para reúso, na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), na Avenida Barão de Studart, 1980.

    Conforme os organizadores, o evento foi idealizado no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto (INCT ETEs Sustentáveis), coordenado pelo Prof. Carlos Augusto de Lemos Chernicharo, da Universidade Federal de Minas Gerais.

    O objetivo principal é propiciar discussões acerca do estado da arte de estações sustentáveis de tratamento de esgoto e recuperação de recursos (água, energia e nutrientes) e apresentar perspectivas para aprimoramento das condições de saneamento ambiental em países em desenvolvimento, além de promover a troca de conhecimento entre academia, sociedade e órgãos governamentais e empresariais.

    A programação contempla ainda estudos de caso nos temas principais do evento, apresentando projetos e iniciativas em escala plena, assim como experiências nacionais e internacionais. Ademais, os principais desafios de gestão no setor de saneamento básico, urbano e rural serão tratados. Contará com a presença de renomados pesquisadores nacionais e internacionais da área de saneamento básico, tratamento de esgotos, biogás, aproveitamento de nutrientes e uso lodo, e reúso de água.

   Aos interessados em saber mais e para se inscrever, cliquem aqui.

Fonte: FIEC/UFC, 2019.