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saúde Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

saúde

Educação Ambiental e Covid-19: necessidade de mudança de hábitos

Por Nájila Cabral em Educação Ambiental, Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

09 de Maio de 2020

     Nesse tempo de pandemia da doença Covid-19 é preciso rever hábitos e costumes. A atual realidade nos faz refletir sobre o nosso comportamento diário e nossas relações interpessoais e com o meio ambiente.

     É a partir da Educação Ambiental que os “indivíduos têm a possibilidade de compreender a realidade e refletir criticamente sobre ela na perspectiva da superação dos problemas ambientais e tornam-se cientes dos direito e deveres de cada ser humano crítico e cidadão” (Teixeira et al., 2017).

    Assim, a Educação Ambiental se apresenta como um mecanismo importante de transformação de atitudes em tempos de pandemia da Covid-19, na medida em que para a proteção dos seres humanos e para a minimização da disseminação da doença são impostas uma série de medidas de segurança e de higiene.

     A vida é um direito. A proteção da vida é um dever de cada cidadão e, também, do poder público. O cenário que nos foi introduzido com o novo Coronavírus (SARS-CoV-2) induz a que tenhamos diferentes comportamentos do que, habitualmente, estávamos acostumados.

     Dentre esses novos hábitos que precisamos ter, não apenas neste momento crucial da pandemia em que o Brasil atravessa, talvez, o pior momento de pico da doença Covid-19, mas que devemos continuar para a diminuição do risco de contaminação, estão:

– maior distanciamento entre as pessoas (pelo menos 2 metros de distância);

– higienizar, frequentemente, as mãos com água e sabão ou com álcool em gel (70%);

– manter ambientes limpos e ventilados;

– adotar comportamento amigável, sem contato físico;

– usar máscaras faciais, individuais, sempre que sair de sua residência;

– evitar tocar o rosto, a boca, os olhos e o nariz com as mãos não lavadas.

     O desafio diário neste tempo de pandemia é tentar mantermos a saúde, a nossa e a dos nossos semelhantes: saúde física, mental, emocional e espiritual. Estabelecer o equilíbrio entre essas 4 dimensões não é uma tarefa fácil, pois exige reestruturação dos nossos arranjos pessoais, para encontrarmos forças suficientes para desempenhar esse papel, consciente e cidadão, nessa jornada atual e futura.

Referências

TEIXEIRA, N. F. F.; MOURA, P. E. F.; MEIRELES, A. J. A.; SILVA, E. V. Educação Ambiental na perspectiva da reutilização de resíduos sólidos: práticas do Projeto Sala Verde Água Viva. In: MATOS, F. O.; VASCONCELOS, F. H. L.; RIBEIRO, G. O.; SILVA, T.E. V. (orgs.). Educação Ambiental: da teoria à prática. Recife: Editora Imprima, 2017, pp. 208-219.

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Descarte de máscaras pela sociedade e a Covid-19

Por Nájila Cabral em Educação Ambiental, Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

29 de Abril de 2020

      Nem nos meus piores pesadelos, imaginei passarmos por uma situação de pandemia como a que estamos vivenciando, atualmente, no mundo inteiro. Os dados da Johns Hopkins University (2020) para hoje, 29 de abril de 2020, são estes: 3.187.030 casos confirmados da doença e 227.177 mortes por Covid-19, em 185 países (ver figura abaixo).

Fonte: Johns Hopkins University, 2020.

    O Brasil aparece nesse quadro com 78.162 casos confirmados e 5.466 mortos. O Ceará, hoje, tem 7.409 casos confirmados e 450 mortes, segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará (ver figura abaixo); o que nos leva a refletir sobre os caminhos que precisamos seguir para evitarmos mais contaminação e disseminação do novo Coronavírus (SARS-CoV-2).

Fonte: Secretaria da Saúde do Ceará, 2020.

     Em outras oportunidades, falamos um pouco sobre ausência ou a ineficiência do saneamento e a potencial contaminação do novo Coronavírus em esgotoem estação de tratamento de esgoto; nos resíduos sólidose na água para abastecimento.

     Importante frisar as medidas preventivas e que, segundo as autoridades sanitárias, são as ações que podem minimizar o risco de contaminação, a exemplo do distanciamento entre pessoas de, no mínimo, 2 metros; evitar contato direto, dentre outras (MS,2020).

     No Estado do Ceará, o Decreto Estadual no 33.544, de 19 de abril de 2020, prorrogou as medidas necessárias ao enfrentamento da pandemia da Covid-19 em âmbito estadual (CEARÁ, 2020). Dentro do escopo das medidas estão: prorrogação das vedações e demais disposições do Decreto Estadual no 33.519, de 19 de março de 2020, e alterações posteriores; evitar a aglomeração de pessoas e manter o distanciamento mínimo do público; uso obrigatório por todos os trabalhadores de máscaras de proteção, individuais ou caseiras. Além disso, o Decreto Estadual recomenda, fortemente, o uso de máscaras de proteção, industriais ou caseiras, por quem, durante a pandemia, precisar sair de suas residências, principalmente quando estiverem em espaço e locais públicos (Ar. 2o, CEARÁ, 2020).

     Vem, então, uma preocupação com o descarte dessas máscaras, pois representam alto risco potencial de contaminação, notadamente para os catadores de materiais recicláveis e para os trabalhadores da limpeza urbana, considerando que um dos veículos de contaminação são as gotículas de saliva (MS, 2020).

     A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), em seu documento “Recomendações para a gestão de resíduos em situação de pandemia por Coronavírus (Covid-19)”, informa que é de responsabilidade dos cidadãos acondicionar esse tipo de material, potencialmente contaminado, em sacos duplos: colocar as máscaras e outros materiais contaminados (como luvas, papéis sanitários, etc) em sacos de lixo resistentes e descartáveis, fechados com nó quando o saco tiver 2/3 de sua capacidade e colocá-lo dentro de outro saco, para, então, dispor no coletor, no horário da coleta regular (ABES, 2020).

     Nunca descartar diretamente em via pública ou em lixeiras. Não dispor entre os materiais recicláveis, pois ambas as situações incorrem em potencial risco de contaminação aos trabalhadores da limpeza urbana e aos catadores de materiais recicláveis.

     A Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Ceará faz, também, esse apelo pelo Facebook: “Preserve a vida dos catadores de recicláveis! Não descarte luvas e máscaras e outros EPIs diretamente nas vias públicas ou lixeiras sem proteção. Coloque num saco plástico bem fechado, no lixo comum. Nunca no lixo reciclável!” Aos interessados em acessar a mensagem da Secretaria de Meio Ambiente, cliquem aqui

     Se cada um fizer a sua parte, respeitando as condições e recomendações de higiene e segurança, diminuiremos o risco de disseminação e contaminação da Covid-19, bem como estaremos contribuindo para o respeito à vida e ao meio ambiente.

Referências:

ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. Recomendações para Gestão de Resíduos em situação de pandemia por Coronavírus (COVID-19). Rio de Janeiro, 2020.

CEARÁ. Decreto Estadual no 33.544, de 19 de abril de 2020. Prorroga, em âmbito estadual, as medidas necessárias ao enfrentamento da pandemia da Covid-19, e dá outras providências. Fortaleza: DOE, 19 abr 2020.

MS – Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico COE- COVID-19. N. 5. COE. Brasília: Ministério da Saúde/ Secretaria de Vigilância da Saúde, 2020b.

 

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Saúde e meio ambiente: coronavírus no ar

Por Nájila Cabral em Saúde Ambiental

31 de Janeiro de 2020

     A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto do novo coronavírus (2019-nCoV) uma “emergência de saúde pública de interesse nacional”. Provisoriamente, a OMS nomeia a doença do novo coronavírus como “doença respiratória aguda 2019-nCoV”.

     Novos casos surgem a cada dia em diferentes locais no mundo. Até o dia de ontem (30 de janeiro de 2020) a OMS registrava, oficialmente, 7.818 casos confirmados, no mundo. Destes casos, a China registra 7.736 casos confirmados, 170 mortes e mais 12.167 casos suspeitos.  Em 31 de janeiro de 2020, a OMS registrou 11.953 casos confirmados atingindo 24 países, dos quais 11.821 casos confirmados são na China.

    Fora da China, os casos confirmados englobam 24 países: 19 casos na Tailândia, 17 no Japão, 16 em Singapura, 12 na Austrália, 12 na Coréia, 8 na Malásia, 7 na Alemanha, 6 no Vietnã, 6 na França, 4 no Canadá, 4 nos Emirados Árabes, 2 na Itália, 2 na Rússia, 2 no Reino Unido e 1 caso confirmado em cada um desses países: Espanha, Suécia, Sri Lanka, Nepal, Filipinas, Índia, Cambodja e Finlândia. Essas informações são do dia 31 de janeiro de 2020, da OMS.

   Segundo a OMS, a China está classificada como de alto risco. A figura, da OMS, mostra os casos confirmados da doença respiratória aguda 2019-nCoV, no mundo, no dia 30 de janeiro de 2020.

     Para se proteger, a OMS recomenda:

– Limpe as mãos com frequência, sabão e água, ou esfregue as mãos com álcool;

– Ao tossir e espirrar, cubra a boca e o nariz com tecido (jogue o tecido fora imediatamente e lave as mãos);

– Evite contato próximo com quem tem febre e tosse;

– Se você tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico com antecedência e compartilhe o histórico de viagens anteriores com seu médico;

– Ao visitar mercados em áreas com casos de novos coronavírus, evite o contato direto desprotegido com animais vivos e superfícies em contato com animais;

– O consumo de produtos de origem animal crua ou mal cozida deve ser evitado (carne crua, leite ou órgãos de animais devem ser manuseados com cuidado, para evitar a contaminação cruzada com alimentos não cozidos, conforme boas práticas de segurança alimentar).

Fonte: OMS, 2020.

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E o mar… não está para peixe!

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

08 de novembro de 2019

     Desde agosto de 2019, a costa do Nordeste do Brasil apresentou manchas de óleo de petróleo no mar e nas praias.

     Em 27 de outubro de 2019, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou uma nota pública sobre a gravidade da situação e como alerta a toda a população no sentido de não fazer uso recreativo das praias afetadas nem consumir mariscos e pescados, inclusive das regiões próximas.

     A nota pública recomenda fortemente que os municípios decretem situação de emergência, conforme preconiza a Portaria MS no 2.952, de 14 de dezembro de 2011, para casos de perigo à saúde.

    A seguir, a íntegra da carta aberta assinada pelo Laboratório de Saúde, Ambiente e Trabalho (LASAT), da Fiocruz Pernambuco.

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Para refletir… … sobre vida e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente

02 de junho de 2019

     Às vezes, a vida nos surpreende. Traz notícias inesperadas e nos sentimos perdidos. É preciso tranquilidade para lidar com determinadas situações, pois não nos preparamos previamente para as notícias negativas.

     Mas, é nesse momento no qual pensamos estar sozinhos que Deus envia seus anjos para nos manterem calmos e nos mostrarem o caminho a seguir. Os anjos nos passam tranquilidade e a certeza de que tudo, absolutamente tudo, vai dar certo.

    Hoje, queria agradecer ao anjo verde e sua equipe que, de maneira tão brilhante, realizou seu trabalho e devolveu a paz e a saúde a outro anjo da minha vida. Um anjo que vi nascer quando eu era criança.

Dr. Oziel Lima Filho e Dr. Paulo Costa, 2019.

 

     A vida é mesmo uma dádiva, uma maravilha. Quando o meu anjo nasceu, o anjo verde era meu amiguinho de escola, tão dedicado, tão estudioso, tão querido por todos os colegas. Passei décadas sem ter notícias dos meus amiguinhos de infância, inclusive do anjo verde. Trinta anos depois que terminamos o ensino secundário, por iniciativa do anjo verde, os amiguinhos se reuniram e voltaram a se falar.

     E foi assim que houve a possibilidade do anjo verde e sua equipe intervirem de maneira tão exitosa na saúde do anjo da minha vida. Sou imensamente grata a ti, anjo verde, e toda sua equipe, pelo cuidado com o anjo da minha vida. Metade de mim é gratidão eterna ao que vocês já realizaram em suas vidas profissionais e a outra metade é a certeza de que vocês representam a esperança para muitas pessoas.

     O Blog Verde de hoje é dedicado ao anjo verde, Dr. Paulo Everton Garcia Costa, da Clínica Médica Djandir Costa, e toda sua equipe. Que Deus, em sua infinita misericórdia, conceda a vocês tudo o que há de mais precioso.

 

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Mácula 2019 – 16ª Edição

Por Nájila Cabral em Saúde Ambiental

11 de Março de 2019

No dia 22 de março de 2019, no Seara Praia Hotel, às 17 horas, haverá a 16ª edição do evento Mácula, coordenado pelo Dr. Abelardo Targino, do Centro Avançado de Retina e Catarata.

Esse ano, o convidado para proferir a palestra dirigida à comunidade é o Dr. Almyr Saboia, do Rio de Janeiro. As inscrições são gratuitas. Os participantes são motivados a doarem uma lata de leite em pó em prol da Casa de Apoio Sol Nascente.

A palestra tem temática sobre informações importantes, notadamente sobre doenças relacionadas à retina e à mácula, seus tratamentos e as medidas de prevenção e controle.

Maiores informações e inscrições pelo telefone (85) 988917171 ou 996162806.

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Poluição atmosférica e risco de incidência de diabetes

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

09 de julho de 2018

    Esta semana, pesquisadores (Bowe et al, 2018) publicaram artigo científico correlacionando a poluição atmosférica (carga global de 2016) e a incidência de risco de diabetes.

      Os autores analisaram o poluição do ar e sua associação com a saúde humana, mais especificamente o  risco de diabetes atribuível à poluição por  Material Particulado (MP) 2,5µ.

      Foram 1.729.108 participantes acompanhados na pesquisa, por uma média de 5 a 8 anos. Foi usada a metodologia Global Burden of Disease para estimar a carga atribuível à doença (ABD) e os anos de vida ajustados por incapacidade (DALYs) de diabetes atribuíveis à poluição atmosférica (concernente ao MP2,5), em todo o mundo (194 países).

        Os resultados apontam que a exposição ao MP2,5 aumentou substancialmente o risco de diabetes, acima de 2,4 g/m3 e, em seguida, exibiu um aumento mais moderado em concentrações acima de 10 mg/m3.

    Os pesquisadores advertem que, no ano de 2016, a contaminação atmosférica contribuiu para cerca de 3,2 milhões dos casos de diabetes; cerca de 8,2 milhões para DALYs causados ​​por diabetes e 206 mortes por diabetes; todos atribuíveis à exposição ao MP2,5.

    Advertem que o número global de diabetes atribuível à poluição atmosférica por MP2,5 é significativo e que, portanto, a redução à exposição traz benefícios substanciais para a saúde.

    Os interessados em ler o artigo, na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: BOWE, Benjamim; XIE, Yan; LI, Tingting; YAN, Yan; XIAN, Hong; AL-ALY, Ziyad, 2018.

 

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Poluição e Saúde

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Saúde Ambiental

04 de agosto de 2017

     As ações antrópicas podem causar poluição, o que significa dizer que determinadas substâncias estão acima de um padrão de qualidade preestabelecido por normas. E as diferentes formas de poluição afetam diretamente a qualidade ambiental e, consequentemente, a qualidade de vida dos cidadãos.

    É necessário um esforço conjunto entre a sociedade e os governos, em seus diferentes níveis, para que o meio ambiente esteja continuamente dentro dos padrões de qualidade ambiental requerido para o território, padrões estes que garantem que a exposição das potenciais substâncias tóxicas às pessoas não terão efeitos adversos ou maléficos à saúde.

    As Nações Unidas convidam todos os cidadãos a exercerem seu papel proativo nesse esforço, na tentativa de superarmos a poluição, considerando desde a minimização dos desperdícios, passando pela racionalização do uso dos recursos naturais e, também, no necessário tratamento de resíduos e recuperação dos recursos ambientais.

    A Figura tem algumas informações interessantes sobre os custos sociais, econômicos e ambientais dos diferentes tipos de poluição (do ar, da água e do solo).

Fonte: UN, 2017

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Zika: relação entre saúde e meio ambiente

     Existem várias doenças que podem estar relacionadas à poluição e à degradação ambiental, como o câncer de pele, o câncer de pulmão, o envenenamento por chumbo e mercúrio, a Malária, o Ebola e o Zika.

    Este alerta foi pronunciado na manhã de ontem (dia 09/03), pelo Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP), Sr. Achim Steiner, para delegados internacionais da Comissão de Representantes Permanentes (sigla em inglês, CPR), sublinhando as relações entre saúde e meio ambiente e reforçando a necessidade de ação internacional de profundo impacto positivo.

    Conforme Steiner “a propagação do Zika, assim como aconteceu com o Ebola, enviou um forte sinal à comunidade internacional que há necessidade de maior atenção para a correlação entre meio ambiente e saúde”. Prosseguiu: “Há uma consciência crescente de que os seres humanos, através da sua intervenção no meio ambiente, desempenham um papel vital no agravamento ou na mitigação dos riscos para a saúde”.

    O Secretário Executivo também citou dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que afirma que 23% de todas as mortes prematuras em todo o mundo podem ser atribuídas a fatores ambientais. Entre crianças, esse número sobe para 36%. Os dados da OMS indicam, ainda, que sete milhões de pessoas morrem, todos os anos, por causa da exposição à poluição do ar, causada pela geração de energia, por fogões, pelos transportes, por fornos industriais, incêndios e outras causas.

Fonte: UNEP

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Saúde e os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio

   A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou esta semana últimos dados, atualizados, com relação aos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, que tem relação direta com a saúde.

     A Declaração do Milênio das Nações Unidas, assinada em setembro de 2000, traz oito Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) e devem ser alcançados até 2015.

    Alguns avanços já são visíveis. No mundo, o número de morte de crianças abaixo de cinco anos caiu de 12,7 milhões em 1990 para 6,3 milhões em 2013. Em países em desenvolvimento, a percentagem de crianças menores que cinco anos abaixo do peso caiu de 28% em 1990 para 17% em 2013.

     Mas muito ainda há por fazer. Enquanto alguns países tiveram ganhos expressivos no alcance de suas metas relacionadas à saúde, outras falharam. Os países que fizeram menor progresso com relação ao alcance das metas dos ODM são aqueles que são afetados por elevados níveis de HIV/AIDS, que apresentam dificuldades econômicas ou, ainda, conflitos internos.

      Os dados apresentados pela OMS são de 2013, portanto referem-se a resultados parciais. Até o fim deste ano, os países devem apresentar seus resultados finais.

Fonte: OMS

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Saúde e os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio

   A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou esta semana últimos dados, atualizados, com relação aos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, que tem relação direta com a saúde.

     A Declaração do Milênio das Nações Unidas, assinada em setembro de 2000, traz oito Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) e devem ser alcançados até 2015.

    Alguns avanços já são visíveis. No mundo, o número de morte de crianças abaixo de cinco anos caiu de 12,7 milhões em 1990 para 6,3 milhões em 2013. Em países em desenvolvimento, a percentagem de crianças menores que cinco anos abaixo do peso caiu de 28% em 1990 para 17% em 2013.

     Mas muito ainda há por fazer. Enquanto alguns países tiveram ganhos expressivos no alcance de suas metas relacionadas à saúde, outras falharam. Os países que fizeram menor progresso com relação ao alcance das metas dos ODM são aqueles que são afetados por elevados níveis de HIV/AIDS, que apresentam dificuldades econômicas ou, ainda, conflitos internos.

      Os dados apresentados pela OMS são de 2013, portanto referem-se a resultados parciais. Até o fim deste ano, os países devem apresentar seus resultados finais.

Fonte: OMS