Urbanismo Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Urbanismo

Combate à Desertificação: ações da Declaração de Delhi

Por Nájila Cabral em Governos Locais, Meio Ambiente, Semiárido, Urbanismo

26 de novembro de 2019

                   Em 13 de setembro de 2019, encerrou-se a 14ª Conferência das Partes (COP 14) no âmbito da Convenção das Nações Unidas sobre Combate à Desertificação (UNCCD). Foram tomadas 36 decisões para acelerar ações no sentido de garantir os objetivos previstos para o período 2018-2010.

            Dentre as decisões está a recepção da Década das Nações Unidas sobre a Restauração de Ecossistemas (2021-2030) com o compromisso de adotar uma abordagem integrada e de boas práticas para a restauração de terras, com base em evidências científicas e conhecimentos tradicionais que ofereçam esperança às comunidades vulneráveis. A Década das Nações Unidas sobre a Restauração de Ecossistemas (2021-2030) foi declarada em 1º de março de 2019 pela Assembleia Geral das Nações Unidas com o objetivo de ampliar massivamente a restauração de ecossistemas degradados e destruídos como uma medida comprovada para combater as mudanças climáticas e melhorar a segurança alimentar, o suprimento de água e a biodiversidade.

            Outra decisão da Declaração de Delhi diz respeito a incentivar os governos locais (municípios) a adotar o gerenciamento integrado do uso da terra e a governança fundiária aprimorada para reabilitar a base de recursos naturais que torna as cidades sustentáveis, levando em consideração a Nova Agenda Urbana.

            Mencionadas decisões encontram convergência com programas já desenvolvidos, a exemplo do programa europeu “No net land take”. O consumo líquido o qual se refere o programa significa que, para toda superfície de terra artificial, é necessário prever a naturalização de uma área de terra de tamanho igual. A estratégia europeia baseia-se, portanto, em três princípios:

– Evitar, isto é, desencorajar a conversão de espaços abertos, não construídos ou terras agrícolas em novos assentamentos urbanos.

– Reciclar, ou seja, transformar áreas urbanas abandonadas e não mais ativas, convertendo-as em novos usos ou favorecendo sua naturalização.

– Compensar, isto é, equilibrar a construção de áreas que não foram construídas anteriormente com projetos de (re) naturalização ou a não impermeabilização de áreas construídas.

            O Ministério do Meio Ambiente, no Brasil, prevê uma Agenda Nacional de Qualidade Urbana com  ações nas temáticas: áreas verdes, resíduos sólidos, qualidade do ar, áreas contaminadas e outras.

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Prêmio ACOMAC – Ceará

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Urbanismo

25 de novembro de 2018

     O Prêmio da Associação de Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará – Acomac Ceará 2018, que é considerado o Oscar do setor da Construção, acontecerá no dia 4 de dezembro, às 18h30min, na Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, onde premiará revendas de todo o Estado em diversas categorias.

     O prêmio tem uma abrangência estadual com a participação de aproximadamente cinco mil revendas, envolvendo capital e interior, sendo um reconhecimento anual do setor de material de construção às melhores empresas e personalidades de destaque do Ceará. Neste ano, o homenageado do Setor será o empresário Luiz Maia, Diretor-Presidente da Comercial Maia Distribuidora, como Personalidade do Ano, o senhor Roberto Macêdo, Presidente do Conselho de Administração da J.Macêdo CAP, empresa controladora do Grupo J. Macêdo, e como Destaque do Ano, a Dra. Águeda Muniz, Secretária Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente da Prefeitura de Fortaleza.

     O evento terá a participação de home centers, lojistas, varejos especializados, indústrias e representantes comerciais. O método utilizado para avaliação das revendas foi por meio de uma pesquisa junto à cadeia fornecedora, e para a escolha da empresa de representação comercial foi feita uma pesquisa junto às revendas e distribuidores.

Fonte: Jornalista Bruna Morais

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Dia Mundial das Cidades – 31 de outubro

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Governos Locais, Meio Ambiente, Urbanismo

31 de outubro de 2018

    Hoje, 31 de outubro, se comemora o Dia Mundial das Cidades. O tema deste ano, 2018, é “Construindo cidades resilientes e sustentáveis”, conforme UN-HABITAT. 

    O objetivo é promover o interesse da comunidade internacional na urbanização global, impulsionar a cooperação entre países e cidades no encontro de oportunidades para enfrentar os desafios da urbanização e  para contribuir para o desenvolvimento urbano sustentável.

   O Dia Mundial das Cidades contribui também para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e é reconhecido pela Nova Agenda Urbana como uma plataforma prioritária para os parceiros.

  O tema geral do Dia Mundial das Cidades é Melhor Cidade, Melhor Vida. A cada ano, um subtema diferente é selecionado para promover o sucesso da urbanização ou abordar desafios específicos resultantes da urbanização.

 Construindo Cidades Sustentáveis ​​e Resilientes, o tema do Dia das Cidades Mundiais de 2018, é uma chamada à ação para todos nós repensarmos como as cidades podem se tornar melhores lugares para proteger e melhorar a vida das pessoas, com inclusão de todos.

  Com mais da metade da população vivendo em áreas urbanas e os números aumentando diariamente, as cidades enfrentam desafios demográficos, ambientais, econômicos, sociais e espaciais sem precedentes.

    Este Dia Mundial das Cidades deve envolver governos locais, regionais e nacionais, bem como as comunidades para aumentar a conscientização sobre a importância de cidades resilientes e ações inspiradoras para construir resiliência para cidades mais sustentáveis.

Fonte: UN-HABITAT, 2018.

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Missão Brasil-Portugal: iniciativas educacionais, de pesquisa e de cooperação técnica

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Urbanismo

16 de outubro de 2018

    Durante o período de 12 a 21 de outubro de 2018, um grupo de professores, empresários da construção civil e do Corpo de Bombeiros do Estado do Ceará estará na V Missão Brasil-Portugal, coordenada pelo Prof. Adeildo Cabral, do Instituto Federal do Ceará (IFCE), Campus Fortaleza.

    Seguindo uma agenda de reuniões, visitas técnicas e rodadas de negócios, nesse período, o grupo estará entre a cidade de Aveiro e a cidade do Porto, com o apoio institucional, respectivamente, da Universidade de Aveiro e da Universidade do Porto, que mantém cooperação técnica com o IFCE.

   Neste ano, participam da V Missão Brasil-Portugal professores do IFCE, da Universidade de Fortaleza (UNIFOR), Universidade Federal do Ceará (UFC), membros da corporação do Corpo de Bombeiros do Estado do Ceará e empresários do setor da construção civil, inclusive o presidente do Sindicato das Construtoras (Sinduscon), André Montenegro.

   Como resultados das missões anteriores estão: parcerias entre laboratórios de pesquisa, com projetos com aporte financeiro da comunidade europeia e de agências governamentais brasileiras; intercâmbios de discentes em nível de graduação e de pós-graduação (mestrado e doutorado) e estágios de pós-doutoramento. 

    Em 2018, sob os auspícios do Convênio de Cooperação Técnica com as universidades portuguesas, 4 alunos do Bacharelado em Engenharia Civil estão em graduação sanduíche e 3 professores do IFCE estão a realizar missão de estudos, em nível de doutorado .

   A V Missão Brasil-Portugal intenciona estreitar relacionamentos e parcerias entre a inciativa privada do setor da construção civil do Ceará e laboratórios institucionais que detenham inovação tecnológica, para aprimoramento e desenvolvimento de novos materiais e de novas tecnologias construtivas, de alto desempenho e baixo custo operacional, sem perder o foco da sustentabilidade ambiental.

 

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Construção sustentável e abordagem da Nova Agenda Urbana

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Urbanismo

16 de setembro de 2018

     A Nova Agenda Urbana, resultado da Conferência das Nações Unidas para Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável, denominada HABITAT III, que ocorreu de 17 a 20 de outubro de 2016, reforça a necessidade de melhoria no acesso a serviços, infraestrutura e habitação sustentáveis, economicamente acessíveis, adequados, resilientes e seguros.

    Na direção dessa orientação de habitação, ou construção, sustentável estão alguns projetos que reutilizam, por exemplo, contêineres em seu partido e soluções arquitetônicos.

    O Diretor da GSol, o arquiteto Gildomar Lima, nos conta que esse tipo de construção pode sair cerca de 90% com menos geração de resíduos na obra  se comparada a construção tradicional em alvenaria. Afirma ainda que em relação ao uso de água, esta pode ter uma redução de 90% em comparação à construção em alvenaria.

    Essas inovações vão ao encontro do que se preconiza a Nova Agenda Urbana que tem compromissos importantes a serem cumpridos, à exemplo  da promoção ao acesso equitativo e viável a infraestrutura física e social básica e sustentável para todos.

    As fotos são de um projeto do arquiteto Gildomar Lima, que reutilizou contêineres para sua execução. Estes passam por um tratamento de isolamento térmico e de preparação para receber as instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias, de maneira a permitir o uso comercial ou residencial da edificação. O isolamento térmico entre a chapa de aço externa e a parede interna em gesso acartonado (dry wall) permite que a edificação fique confortável.

    Conforme as informações do arquiteto, a construção sai cerca de 30% mais barata e 50% mais rápida, se comparada à construção convencional em alvenaria. O arquiteto também afirma que estruturalmente a construção é segura, considerando ser uma estrutura rígida que não deforma com o peso. 

    Um fator importante é que a reutilização dos contêineres obedecem rigorosamente todas as normas de controle, não sendo possível reutilizar aqueles que transportaram cargas com material bacteriológico, químico ou radioativo. Gildomar Lima acrescenta que deve-se “sempre comprar unidades originais diretamente dos representantes oficiais das companhias de navegação e com pintura original e pedir um laudo técnico particular para análise de possíveis contaminações (bacteriológica, química e radioativa) na unida comprada”.

    É importante lembar que o direito à moradia adequada é um componente do direito à dignidade da vida humana, estabelecido como um dos princípios basilares das conferências mundiais sobre meio ambiente e das conferências das Nações Unidas sobre Assentamentos Humanos, inclusive preconizada na Nova Agenda Urbana.

Fotos: Gentilmente cedidas por GSol, 2018.

 

 

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Edifícios Sustentáveis – Workshop gratuito

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Urbanismo

09 de Maio de 2018

     O Ministério do Meio Ambiente está realizando o 3º Workshop Online Gratuito Edifícios Sustentáveis nos dias 08, 10, 15 e 17 de maio de 2018.

     Os engenheiros e arquitetos interessados nas tendências ambientais para a construção civil poderão participar do 3º Workshop Online Gratuito Edifícios Sustentáveis. A capacitação é integralmente oferecida em meio virtual e começaram na terça-feira (08/05), com foco nas novas exigências de mercado nas áreas de eficiência e desempenho.

    Serão abordados temas relacionados aos vários requisitos de sustentabilidade do ramo da construção civil. Além de discutir as responsabilidades de engenheiros e arquitetos na hora de projetar edifícios, as aulas incluirão questões ligadas às oportunidades de mercado, novos nichos de atuação e direito do consumidor. Também serão apresentadas informações sobre a etiquetagem de edificações no Brasil.

    Aos interessados em participar, as inscrições podem ser feitas aqui.

Fonte: MMA,2018.

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Bolsas para Arquitetura e Urbanismo, Geografia, Design e Engenharia

Por Nájila Cabral em Legislação Ambiental, Meio Ambiente, Urbanismo

22 de Fevereiro de 2018

     O Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade),  da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, da Universidade de São Paulo (FAU/USP), desenvolve projetos de pesquisa na área de política urbana, direito à cidade e à moradia, com equipes multidisciplinares de pesquisadores, incluindo áreas como arquitetura e urbanismo, geografia, direito, ciências sociais, antropologia, entre outras.

     O LabCidade busca estudantes de graduação e pós-graduação (mestrandos ou doutorandos) nas áreas de Arquitetura e Urbanismo, Design, Geografia, Engenharia e afins, para atuarem no âmbito da coleta, organização de informação territorializada através de geoprocessamento e de mapeamento participativo nos projetos em curso.

     Um dos projetos desenvolvidos no LabCidade  é o mapeamento participativo das remoções na Região Metropolitana de São Paulo, resultado do trabalho do Observatório das Remoções em parceria com movimentos sociais, universidades e organizações jurídicas. Assim, o candidato devem:

– Colaborar com os processos de mapeamento participativo: organizar dispositivos, participar das oficinas e sistematizar as informações e percepções cartográficas;

– Contribuir no desenvolvimento de cartografias associadas às estratégias de pesquisa e de comunicação do Laboratório;

– Dominar ténicas de raspagem de dados para pesquisas científicas. É desejável que tenham experiência em programação;

–  Ter familiaridade com redes sociais, blogs, sites e outras mídias;

– Dominar ferramentas de geoprocessamento, como QGis, Carto, MapBox;

– Ter afinidade com a pauta do direito à cidade, com ativismo, como participação crítica em campanhas de mobilização e em processos de capacitação sobre temas de interesse público.

      Os interessados devem enviar, até dia 01/03/2018, para o e-mail labcidadefau@gmail.com, com o título da mensagem “Seleção georreferenciamento, mapeamento participativo e raspagem de dados – LabCidade 2018”, anexando Currículo (especificando domínio em idiomas estrangeiros) e dois exemplos de sua produção e atuação nas habilidades anteriormente descritas.

     Mais informações, cliquem aqui.

Fonte: USP, 2018

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Desafios de Urbanismo e Meio Ambiente para o Brasil

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Urbanismo

24 de Janeiro de 2017

 … No final do ano passado, a III HABITAT (United Nations Conference on Housing and Sustainable Urban Development) aconteceu em Quito, Equador, de 17 a 20 de outubro, momento em que foi discutida uma Nova Agenda Urbana.

 … Os países enviaram seus Relatórios Nacionais para que pudesse ser construída essa Nova Agenda Urbana, considerando a situação atual, as lacunas e os desafios necessários a serem enfrentados com relação à habitação e desenvolvimento urbano sustentável.

     Conforme o Relatório Nacional do Brasil, publicado pelo IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, em 2016, os maiores desafios ambientais das cidades brasileiras incluem:

– Problema de ocupações em áreas de risco ambiental;

– Coleta e tratamento de todos os esgotos produzidos;

– Gestão inadequada de resíduos sólidos, desde a não-geração, passando pela redução, reutilização, reciclagem, tratamento de resíduos sólidos e disposição final;

– Implementação de sistemas completos de drenagem urbana;

– Controle das emissões locais associadas principalmente ao tráfego de veículos automotores.

            O Relatório também aponta para a necessidade urgente de revisão e implementação de Planos Diretores Municipais, em consonância com o Zoneamento Ecológico-Econômico como plataforma de planejamento, na medida em que estes permitem a visão ecossistêmica do território urbano.

            Mais adiante, o Relatório traz quatro significativas temáticas para serem incorporadas nesse novo desenho urbano, a saber:

– redirecionamento da agenda urbana considerando as mudanças climáticas;

– redução do risco de desastres; por meio da consideração das vulnerabilidades territoriais frente aos eventos extremos;

– redução dos congestionamentos no tráfego; inserindo diferentes modais no planejamento do traçado viário, dentre outras estratégias; e

– preocupação com a poluição do ar, notadamente em virtude dos estudos recentes que correlacionam diversas morbidades e um número significativo de mortes à poluição do ar.

     Cidades diferentes possuem características e peculiaridades diferentes. Isso é algo imprescindível a ser considerado no planejamento com o viés da Nova Agenda Urbana. Mas, algo em comum, deve ser o ponto convergente: as cidades devem cumprir seu papel social e devem possibilitar o bem-estar a todos os seus cidadãos, para que sejam cidades seguras, inclusivas, resilientes e sustentáveis.

Fonte: Relatório Nacional do Brasil para Habitat III, 2016 – IPEA.

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Tecnologia do Ambiente Construído

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Urbanismo

25 de agosto de 2016

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Estão abertas as inscrições para a terceira turma do Curso de Especialização em Tecnologia do Ambiente Construído, com 420 h/a.  O objetivo do curso é especializar profissionais envolvidos com a construção de ambientes para que sejam capazes de contribuir na elaboração de projetos comprometidos com a qualidade ambiental e conforto dos ambientes construídos.

 As aulas se iniciam em 28/10/2016 e os candidatos devem possuir diploma de nível superior. Aos interessados em saber mais, a seguir, mais informações.

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Nova Agenda Urbana – Habitat III

Estamos a poucos meses da 3ª Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável, também denominada de Habitat III, que deve acontecer em Quito, no Equador no período de 17 a 20 de outubro.

    O documento final, resultado das negociações no âmbito da terceira sessão do Comité Preparatório da Conferência Habitat III (PrepCom3), realizada em Surabaya, Indonésia, no período de 25 a 27 de Julho de 2016, traz os compromissos e a Nova Agenda Urbana que os países devem, caso mencionado documento seja aprovado na Habitat III, nos próximos vinte anos.

    Conforme estabelecido no Zero Draft (Rascunho zero) da Habitat III, o documento deverá se chamar “Declaração de Quito sobre Cidades Sustentáveis para todos” e traz compromissos com relação a mudança do paradigma urbano para uma nova agenda urbana que:

(a) redirecione a forma de planejar, financiar, desenvolver, administrar e gerenciar cidades e assentamentos humanos, reconhecendo o desenvolvimento urbano e territorial sustentável como essencial para a realização do desenvolvimento sustentável e de prosperidade para todos.

(b) reconheça o importante papel dos governos na definição e implantação das políticas urbanas inclusivas e de legislação para o desenvolvimento urbano sustentável,

(c) adoção de desenvolvimento territorial sustentável, centrado nas pessoas, com abordagem integrada, através de políticas, estratégias, desenvolvimento de capacidades e ações em todos os níveis, com base em fatores fundamentais da mudança, incluindo:

1- Desenvolvimento e implementação de políticas ou estratégias urbanas nacionais no âmbito de parcerias locais, nacionais, conforme o caso, a construção de sistemas nacionais de cidades e assentamentos humanos integrados, para a consecução dos objetivos nacionais de desenvolvimento;

2- O reforço da governação urbana, com instituições sólidas e mecanismos que capacitam e incluem partes interessadas urbanas, bem como controles adequados, oferecendo previsibilidade e coerência no desenvolvimento de planos urbanos, para permitir a inclusão social sustentável, o crescimento econômico e a proteção do meio ambiente;

3- Apoio a estruturas e instrumentos eficazes, inovadoras e sustentáveis de financiamento, permitindo que as finanças municipais sejam fortalecidas a fim de criar, sustentar e compartilhar o valor gerado pelo desenvolvimento urbano sustentável de forma inclusiva.

    Aos interessados em ler, na íntegra, o Draft Zero, cliquem aqui. 

Fonte: Habitat III/UN

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Nova Agenda Urbana – Habitat III

Estamos a poucos meses da 3ª Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável, também denominada de Habitat III, que deve acontecer em Quito, no Equador no período de 17 a 20 de outubro.

    O documento final, resultado das negociações no âmbito da terceira sessão do Comité Preparatório da Conferência Habitat III (PrepCom3), realizada em Surabaya, Indonésia, no período de 25 a 27 de Julho de 2016, traz os compromissos e a Nova Agenda Urbana que os países devem, caso mencionado documento seja aprovado na Habitat III, nos próximos vinte anos.

    Conforme estabelecido no Zero Draft (Rascunho zero) da Habitat III, o documento deverá se chamar “Declaração de Quito sobre Cidades Sustentáveis para todos” e traz compromissos com relação a mudança do paradigma urbano para uma nova agenda urbana que:

(a) redirecione a forma de planejar, financiar, desenvolver, administrar e gerenciar cidades e assentamentos humanos, reconhecendo o desenvolvimento urbano e territorial sustentável como essencial para a realização do desenvolvimento sustentável e de prosperidade para todos.

(b) reconheça o importante papel dos governos na definição e implantação das políticas urbanas inclusivas e de legislação para o desenvolvimento urbano sustentável,

(c) adoção de desenvolvimento territorial sustentável, centrado nas pessoas, com abordagem integrada, através de políticas, estratégias, desenvolvimento de capacidades e ações em todos os níveis, com base em fatores fundamentais da mudança, incluindo:

1- Desenvolvimento e implementação de políticas ou estratégias urbanas nacionais no âmbito de parcerias locais, nacionais, conforme o caso, a construção de sistemas nacionais de cidades e assentamentos humanos integrados, para a consecução dos objetivos nacionais de desenvolvimento;

2- O reforço da governação urbana, com instituições sólidas e mecanismos que capacitam e incluem partes interessadas urbanas, bem como controles adequados, oferecendo previsibilidade e coerência no desenvolvimento de planos urbanos, para permitir a inclusão social sustentável, o crescimento econômico e a proteção do meio ambiente;

3- Apoio a estruturas e instrumentos eficazes, inovadoras e sustentáveis de financiamento, permitindo que as finanças municipais sejam fortalecidas a fim de criar, sustentar e compartilhar o valor gerado pelo desenvolvimento urbano sustentável de forma inclusiva.

    Aos interessados em ler, na íntegra, o Draft Zero, cliquem aqui. 

Fonte: Habitat III/UN