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por Iury Costa

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Luta pelo clean

Por Iury Costa em Cotidiano

24 de junho de 2017

Fui a uma festa promovida por um casal amigo meu. Tudo muito bonito, a decoração linda, as comidas deliciosas, e os meus amigos muito atenciosos com todos. Já os convidados… Bem, alguns dos convidados faziam questão de aparecer mais que os noivos, com roupas tão extravagantes que chegavam a doer os olhos. Uma breguice só. E olha que eu nem sou expoente da moda, ou jornalista especializado, mas consigo identificar algumas agressões ao estilo e ao bom senso.

Ter dinheiro não é crime. E nem satisfazer seus “simples” gostos. Mas o (maior) problema, na verdade, e o desfile de marcas e grifes, como se fosse uma competição para mostrar quem tem mais condições. Usar marca da cabeça aos pés

Tem jacaré, leão, puma, pássaros. E falar sobre isso? Que coisa chata! Tive que dividir a mesa com algumas pessoas que passavam o tempo todo adivinhando preços das peças de roupas e acessórios.

Com o maravilhoso desenvolvimento que o Brasil teve nos últimos anos, e com a consequente geração de emprego e distribuição de renda, muitas famílias conseguiram destaque financeiro, e assim, puderam realizar seus sonhos de consumir mais. Consumir é bom, mas na medida. Ser chique demais também é brega. Como diz Danuza Leão, “cara de rico envelhece”.

Hoje, a tendência é a do “menos é mais”. O clean, um visual mais limpo, mais higiênico e com menos informações é o ideal. Optar pelo clean não significa abandonar a moda ou sofisticação. Mas nós podemos usar o clean para tudo na vida. No modo de falar, no agir, no trato com as pessoas… Lutemos para alcançar o clean! Sejamos clean! Eu sei que é difícil. Mas há uma expressão bem legal também do outro lado.

 

Fonte: reprodução internet

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Luta pelo clean

Por Iury Costa em Cotidiano

24 de junho de 2017

Fui a uma festa promovida por um casal amigo meu. Tudo muito bonito, a decoração linda, as comidas deliciosas, e os meus amigos muito atenciosos com todos. Já os convidados… Bem, alguns dos convidados faziam questão de aparecer mais que os noivos, com roupas tão extravagantes que chegavam a doer os olhos. Uma breguice só. E olha que eu nem sou expoente da moda, ou jornalista especializado, mas consigo identificar algumas agressões ao estilo e ao bom senso.

Ter dinheiro não é crime. E nem satisfazer seus “simples” gostos. Mas o (maior) problema, na verdade, e o desfile de marcas e grifes, como se fosse uma competição para mostrar quem tem mais condições. Usar marca da cabeça aos pés

Tem jacaré, leão, puma, pássaros. E falar sobre isso? Que coisa chata! Tive que dividir a mesa com algumas pessoas que passavam o tempo todo adivinhando preços das peças de roupas e acessórios.

Com o maravilhoso desenvolvimento que o Brasil teve nos últimos anos, e com a consequente geração de emprego e distribuição de renda, muitas famílias conseguiram destaque financeiro, e assim, puderam realizar seus sonhos de consumir mais. Consumir é bom, mas na medida. Ser chique demais também é brega. Como diz Danuza Leão, “cara de rico envelhece”.

Hoje, a tendência é a do “menos é mais”. O clean, um visual mais limpo, mais higiênico e com menos informações é o ideal. Optar pelo clean não significa abandonar a moda ou sofisticação. Mas nós podemos usar o clean para tudo na vida. No modo de falar, no agir, no trato com as pessoas… Lutemos para alcançar o clean! Sejamos clean! Eu sei que é difícil. Mas há uma expressão bem legal também do outro lado.

 

Fonte: reprodução internet