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Física Marginal

por Idelfranio Moreira

LED

Para você não perder nenhuma cena do filme. Nem quando adormecer!

Por Idelfranio Moreira em Física, LED, tecnologia

11 de Janeiro de 2016

Tecnologia boa é aquela que resolve nossos problemas reais. Concorda? ?

E se for uma tecnologia acessível, melhor ainda! ?

Interromper um filme/episódio de seriado a que estamos assistimos, por exemplo, e depois ter que procurar em que ponto paramos ERA um problema! ?

Usuários do NETFLIX usufruem de uma tecnologia que sempre retorna para onde pararam de assistir. Além de poderem fazer isso em diferentes dispositivos (tablet, smartphone ou notebook/desktop)!

Mas, você já dormiu no meio do filme? E quando acordou, já tinha acabado? Então, não teve jeito: precisou relembrar em que ponto dormiu e sair procurando até achar.

Agora, – continuando suas idéias de utilidade e de inovação – a NETFLIX resolve mais esse problema, com meias. Isso mesmo: MEIAS!

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A ideia do funcionamento é bem simples e ligada, inicialmente, ao estudo do sono. Especificamente, uma técnica chamada ‘actigrafia’: o estudo dos ciclos de repouso e vigília durante as fases do sono.

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A partir disso, usando uma placa Arduíno – como controladora – e um LED – como emissor de sinal para o dispositivo – compõem o circuito do mecanismo.

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Mas, onde a coisa toda começa? Na Física! O primeiro componente do circuito é um acelerômetro. (A palavra explica? ‘Medidor de aceleração’. Nesse caso eu até diria, mais adequadamente, ‘detector de aceleração’.)

Esse é um componente comum e subliminarmente conhecimento de muitos hoje em dia. Todas as vezes que você agita/balança/sacode seu smartphone ou seu tablet para acender a lanterna ou abrir um app, o acelerômetro é o sensor/detector que indica essas variações de movimento. Quem costuma jogar nestes dispositivos móveis também usa muito o acelerômetro. (Ele acaba permitindo, então, que o dispositivo funcione como os joysticks de antes!)

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A aceleração representa as variações no movimento, ou seja, mudanças na direção do movimento ou no valor da velocidade do movimento. Assim, quando o acelerômetro (que, neste caso, precisa ser sensível a variações sutis de movimento, ou seja, a acelerações de pequeno valor) não detecta movimentos durante algum período de tempo, isto é interpretado (pela placa Arduíno) como “espectador dormindo”. Daí, um comando aciona o LED para pausar a reprodução na smartv.

#AlémDaFísica

Talvez a parte mais legal de tudo seja o incentivo a fazer você mesmo sua meia! Toda a descrição do funcionamento, lista de materiais e passo-a-passo da montagem, aparecem no hotsite makeit.netflix.com, um incentivo ao movimento DIY (Do It Yourself).

#ParaSaberMais

Acesse o Canal Física Marginal no Youtube, em http://www.youtube.com/FisicaMarginal

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Para reduzir a conta de energia elétrica

Por Idelfranio Moreira em economia, energia, LED, tecnologia

03 de julho de 2015

Pergunta: se uma lâmpada incandescente custa R$ 3,00 e uma lâmpada de LED custa R$ 30,00, quanto você economiza comprando uma lâmpada incandescente?

Resposta: NENHUM TOSTÃO! Na verdade, além de não economizar, você tem prejuízo!

Acontece que “energia não cria, se transforma”. No caso de uma lâmpada (tanto faz se incandescente ou LED): Energia ELÉTRICA = CALOR + LUZ. Assim, para conseguir a luz que quer, você paga pela energia elétrica que precisa e tem parte desse valor torrado com o calor gerado, mesmo contra a sua vontade!

É uma lei geral da Natureza: não existem rendimentos de 100%, já garante a termodinâmica. Em todo processo de transformação de energia, uma parte pelo menos, é dissipada sob a forma de calor.

 

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Considerando isso, o que queremos? Conseguir muita luz gastando pouca energia elétrica!

E como podemos conseguir isso? Com lâmpadas LED, em vez de lâmpadas incandescentes.

Comprar uma lâmpada incandescente pode custar 10 vezes menos, mas a conta de energia no final do mês custará 10 vezes mais!

[Uma lâmpada LED de R$ 30,00 tem 9 W de potência e ilumina o mesmo que uma lâmpada incandescente com 100 W de potência. O valor de R$ 3,00 a que me referi é de uma lâmpada incandescente com 40 W que ainda podem ser encontradas no mercado. Afinal, até as de 60 W, agora, “nem por decreto”! Veja portaria 1007).]

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Lendo a conta de energia elétrica você perceberá que há duas maneiras básicas de reduzir o consumo e, consequentemente, o valor da conta: reduzir o tempo de uso e/ou reduzir a potência da lâmpada!

Trocando sua lâmpada incandescente por uma LED, a quantidade de watt pode ser reduzida de 100 para 9! Logo, mesmo que o tempo de uso seja o mesmo, o consumo de energia elétrica será mais de 10 vezes menor (e a iluminação, a mesma!).

 

Parte do segredo de tamanha eficiência das LED está no fato de apenas 5% da energia elétrica que recebem ser transformada em calor, ao contrário das incandescentes, nas quais apenas 5% virava luz (ou seja, 95% de energia elétrica transformada em calor!).

E, se mais algum argumento for necessário: que tal uma lâmpada que pode durar até 30 mil horas, em vez de mil!?

Para finalizar: você pode estar se perguntando porque nem mencionei as fluorescentes… ok, ok!
As fluorescentes foram uma excelente opção (custo da compra = até 3 vezes mais; custo mensal = 4 vezes menor; duração = 6 mil horas; parcela de calor = 30%) até o Prêmio Nobel de 2014. Agora, não há o que discutir: não esquente com a matemática e deixe a Física economizar sua grana!

 

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Para reduzir a conta de energia elétrica

Por Idelfranio Moreira em economia, energia, LED, tecnologia

03 de julho de 2015

Pergunta: se uma lâmpada incandescente custa R$ 3,00 e uma lâmpada de LED custa R$ 30,00, quanto você economiza comprando uma lâmpada incandescente?

Resposta: NENHUM TOSTÃO! Na verdade, além de não economizar, você tem prejuízo!

Acontece que “energia não cria, se transforma”. No caso de uma lâmpada (tanto faz se incandescente ou LED): Energia ELÉTRICA = CALOR + LUZ. Assim, para conseguir a luz que quer, você paga pela energia elétrica que precisa e tem parte desse valor torrado com o calor gerado, mesmo contra a sua vontade!

É uma lei geral da Natureza: não existem rendimentos de 100%, já garante a termodinâmica. Em todo processo de transformação de energia, uma parte pelo menos, é dissipada sob a forma de calor.

 

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Considerando isso, o que queremos? Conseguir muita luz gastando pouca energia elétrica!

E como podemos conseguir isso? Com lâmpadas LED, em vez de lâmpadas incandescentes.

Comprar uma lâmpada incandescente pode custar 10 vezes menos, mas a conta de energia no final do mês custará 10 vezes mais!

[Uma lâmpada LED de R$ 30,00 tem 9 W de potência e ilumina o mesmo que uma lâmpada incandescente com 100 W de potência. O valor de R$ 3,00 a que me referi é de uma lâmpada incandescente com 40 W que ainda podem ser encontradas no mercado. Afinal, até as de 60 W, agora, “nem por decreto”! Veja portaria 1007).]

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Lendo a conta de energia elétrica você perceberá que há duas maneiras básicas de reduzir o consumo e, consequentemente, o valor da conta: reduzir o tempo de uso e/ou reduzir a potência da lâmpada!

Trocando sua lâmpada incandescente por uma LED, a quantidade de watt pode ser reduzida de 100 para 9! Logo, mesmo que o tempo de uso seja o mesmo, o consumo de energia elétrica será mais de 10 vezes menor (e a iluminação, a mesma!).

 

Parte do segredo de tamanha eficiência das LED está no fato de apenas 5% da energia elétrica que recebem ser transformada em calor, ao contrário das incandescentes, nas quais apenas 5% virava luz (ou seja, 95% de energia elétrica transformada em calor!).

E, se mais algum argumento for necessário: que tal uma lâmpada que pode durar até 30 mil horas, em vez de mil!?

Para finalizar: você pode estar se perguntando porque nem mencionei as fluorescentes… ok, ok!
As fluorescentes foram uma excelente opção (custo da compra = até 3 vezes mais; custo mensal = 4 vezes menor; duração = 6 mil horas; parcela de calor = 30%) até o Prêmio Nobel de 2014. Agora, não há o que discutir: não esquente com a matemática e deixe a Física economizar sua grana!