Iê Camará - Capoeira de corpo e alma 
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Iê Camará

por Aline Pedrosa

Um mergulho no paraíso ecológico de Búzios: Curso Intensivo em Capoeira-Educação

Por Aline Pedrosa em Cursos

07 de agosto de 2019

O Curso Intensivo em Capoeira-Educação é voltado a qualquer pessoa que se interesse em aprimorar seus conhecimentos nas áreas de capoeira infantil e para adultos, música e corpo.

Dos dias 15 a 17 de novembro ocorre no Quilombo Tabanca da Praia Rasa, em Búzios, Rio de Janeiro, a 4ª edição do Curso Intensivo em Capoeira-Educação, uma organização do Instituto Brasileiro de Capoeira-Educação (IBCE).

Tendo como público-alvo qualquer pessoa que se interesse em aprimorar seus conhecimentos nas áreas de capoeira infantil e para adultos, música e corpo.

“O Curso Intensivo de Capoeira-Educação é voltado para aqueles que se interessam no potencial da Capoeira como ferramenta educativa transformadora. Diariamente há aulas de preparação corporal, musicalização, pedagogia e didática para trabalharmos com todas as faixas etárias. Na beira de uma praia e em convívio harmonioso com a natureza, promovemos a mudança que queremos ver na Capoeira”, afirma Mestre Ferradura.

Serviço:
Curso Intensivo em Capoeira-Educação
Data: 15 a 17 de Novembro de 2019 (feriado nacional)
Local: Quilombo Tabanca da Praia Rasa – Búzios/RJ
Para inscrição: https://capoeiraibce.com/evento/curso-intensivo-em-capoeira-educacao/
O pacote inclui: alimentação com 5 refeições diárias; camping totalmente estruturado e acesso a todas as aulas.

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Fortaleza vai receber o Curso Brincadeira de Angola, com Mestre Ferradura

Por Aline Pedrosa em Cursos

17 de julho de 2019

Mestre Ferradura é fundador e diretor do Projeto Brincadeira de Angola, cuja finalidade é o ensino lúdico da capoeira aplicado a educação infantil.

Nos dias 26 e 27 de julho, no Espaço Cultural Viva Capoeira Viva (Rua José Avelino, 555, Centro), Fortaleza recebe o Curso Brincadeira de Angola, com Mestre Ferradura. A programação faz parte do Seminário de Formação do Centro Cultural Capoeira Água de Beber (Cecab).

O Curso Brincadeira de Angola foca em didática, metodologia, filosofia e prática de ensino para o ensino infantil de capoeira, voltado para profissionais que trabalham ou desejam trabalhar com crianças.

O público-alvo do curso vai muito além de praticantes de capoeiristas, também somará para professores, gestores e coordenadores de escolas formais e não formais, educadores sociais, membros de organizações culturais e sociedade civil em geral.

“Há muitos anos a capoeira vem conquistando este espaço de formação em vários setores e, principalmente, na educação. Hoje é muito importante a gente frisar que as formações que acontecem nos universos das escolas de capoeira não atendem somente o público interno. O público interno e o externo estão dialogando de uma mesma forma, ou seja, não necessariamente precisa ser aluno da capoeira para participar de uma formação como esta”, afirma Mestre Ratto.

“Mestre Ferradura é um profissional que representa bem esse atual momento da capoeira, que trabalha com uma educação ampliada. É uma oportunidade única para que as pessoas possam fortalecer esta educação, que o nosso país precisa se apropriar. Um curso que traz uma capoeira ancestral, lúdica, que traz uma reflexão em vário seguimentos como a inclusão, o combate aos preconceitos, religiosidade, movimento de gênero”, completa.

Sobre Mestre Ferradura
Mestre de Capoeira Angola é formado pela Escola de Capoeira Angola do Mestre Marrom e pedagogo formado pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, com especialização em Educação Infantil. Preside o Instituto Brasileiro de Capoeira-Educação, entidade que prepara professores de todo o mundo para trabalharem de forma mais eficiente.

É fundador e diretor do Projeto Brincadeira de Angola, cuja finalidade é o ensino lúdico da capoeira aplicado a educação infantil. O método Brincadeira de Angola é uma abordagem pedagógico-filosófica baseada no potencial educacional da capoeira. A base do método são os conhecimentos ancestrais da capoeira, passados de mestres a discípulos de forma tradicional. Equilibrando estes saberes populares com os conhecimentos acadêmicos, o método Brincadeira de Angola sugere uma nova forma de ensino-aprendizagem: uma Pedagogia da Capoeira.

A equipe Brincadeira de Angola é formada por professores especializados no ensino infantil de capoeira, com praticantes das áreas de pedagogia, medicina, fisioterapia, primeiros socorros, psicomotricidade, educação física, psicologia, música, teatro, circo e arte-educação. É neste ambiente interdisciplinar que se planejam os projetos educacionais aplicados, desde 1988, em diversas instituições escolares no Brasil e no exterior.

Mestre Ferradura tem ampla experiência nessa área, tendo ministrado cursos regulares em diversos países, assim como no Brasil, em escolas particulares, comunidades populares, presídios e aplicado o projeto também com crianças autistas, com síndrome de down e paralisia cerebral.

Serviço:
Curso Brincadeira de Angola
Data e horário: Dia 26, das 18 às 21 horas.
Dia 27, das 08 às 12 horas.
Local:  Espaço Cultural Viva Capoeira Viva (Rua José Avelino, 555, Centro.
Mais informações: 9 9640.7084.

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Formação em teatro “Corpo Antropológico – Práticas para discutir estereótipos”

Por Aline Pedrosa em Cursos

28 de junho de 2019

Nos dias 05,12 e 19 de julho, às 18h30, no Cazuá da Cultura (Avenida da Universidade, 2402, Benfica), ocorrerá uma formação em teatro “Corpo Antropológico – Práticas para discutir estereótipos”, com Maíra Abreu Rocha, graduada em licenciatura em teatro.

A proposta do encontro é discutir através do corpo-teatro os estereótipos construídos pelos processos de colonização do Brasil. “Quais mãos construíram as estruturas para barrar corpos negros? Onde devemos entrar? Como devemos nos vestir? Como devemos nos comportar, falar? É suspeito? Está armado? Vai roubar? Quem morre no morro? Por que a bala perdida só encontra corpos negros? Por que a representação da justiça (cega/imparcial) só enxerga corpos pretos? Somos protagonistas, não somos vilões, e a história deste país não irá nos silenciar. Nós carregamos nossa própria história”.

As inscrições serão realizadas por ordem de chegada no primeiro dia da oficina (05/07).

Investimento:
Pagamentos a vista ou no cartão.
Valor: R$ 50. (O valor para estudantes será validado com a identidade estudantil 2018 ou 2019 ou com a declaração, R$ 30).
Inscrições limitadas

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II Feira de Produção Artística e Cultural da Capoeira

Por Aline Pedrosa em Cultura, Rodas, Sem categoria

28 de junho de 2019

Brincadeiras populares, exposição de artesanatos diversos, roda de capoeira infantil, debate serão algumas atividades que vão compor a programação da II Feira de Produção Artística e Cultural da Capoeira, neste domingo (30/06), a partir das 17 horas, no Teatro São José – Espaço Lyrysse Porto.

A Feira é uma forma de trazer autonomia para a capoeira e também de produzir um espaço onde se possa dialogar com a sociedade diversos assuntos relevantes da nossa cultura.

Para Robério Batista, Mestre Ratto, o objetivo maior da Feira é reverenciar o que a capoeira tem de valor, que não é só o jogo, mas também a produção intelectual, pesquisa, produtos, fortalecendo o empreendedorismo da capoeira. “A nossa cultura é a da rua viva, trazendo mobilidade, vitalidade para as pessoas, combatendo as praças tão esvaziadas, fazendo a família voltar a frequentar os lugares públicos”, afirmou.

Brincadeiras Populares
Pular corda, amarelinha, carrinho de rolimã, futebol de prego, bila. A programação da Feira, em parceria com o Projeto Brincadeiras Populares de Rua, trás o resgate no brincar e uma maior integração entra as crianças. Neste edição, o coletivo Ukilombo participa com o Boi Pretinho.

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Um mergulho na nossa própria história: nesta quinta (27/06), Roda dos Pretos e das Pretas

Por Aline Pedrosa em Rodas

26 de junho de 2019

Nesta quinta-feira (27/06), a partir das 19 horas, ocorre mais uma edição da Roda dos Pretos e das Pretas em Busca da Ancestralidade, na Praça dos Leões, Centro de Fortaleza. Uma organização dos coletivos Cecab e Ukilombo, que têm as lideranças de Mestre Ratto e Mestre Gildázio, respectivamente.

No convite dos coletivos está o seguinte chamado: “Todos que quiserem se somar a este mergulho em nossa própria história a partir de diálogos com a memória, o patrimônio, a cidade, a equidade de gênero, os brinquedos populares estão convidados. Venha e traga seu axé!”.

Por que Roda dos Pretos e das Pretas?
A Igreja do Rosário, que fica localizada na Praça dos Leões, é o templo religioso mais antigo de Fortaleza. A história nos conta que em 1730, era apenas uma capelinha de taipa, construída por iniciativa de um escravo africano.
Os negros procuraram desde ter o seu próprio templo, já que eram discriminados nas igrejas construídas pelos brancos. E, assim como em outras partes, sua devoção dirigia-se a Nossa Senhora do Rosário, considerada sua Padroeira.
Em 28 de Abril de 1742, de passagem pela Vila de Fortaleza, o padre visitador Lino Gomes Correia, determinou que os senhores de escravos permitissem que estes trabalhassem na manutenção e fizessem devoções na igrejinha. Os escravos teriam então o dia de sábado livre para conseguirem seu sustento e os dias santos para a Igreja de Nossa Senhora do Rosário.
Segue relato de João Nogueira, no livro “Fortaleza Velha”:
“Era festa de pretos, [….] levada com grande pompa e luxo, as negras escravas ostentando cordões de ouro, brincos e joias de valia, que suas [….] senhoras lhes emprestavam para que se apresentassem como o espavento e brilho exigido pela importância da missa e coroação dos reis.”
Pelas ruelas nascidas na beira do mar, rumo à igrejinha do Rosário, vinha o cortejo cantando e executando bailados e jogos de agilidade, simulando combates.

Algo semelhante para você capoeira?

Portanto, a Roda dos Pretos e das Pretas é uma forma de resgate da nossa História, que por muitos ainda é desconhecida, e de pertencimento e reconhecimento desta ancestralidade.

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30 anos do Grupo Capoeira Brasil é comemorado em Fortaleza

Por Aline Pedrosa em Aulões, Comemoração, Cursos, Rodas

11 de Janeiro de 2019

A instituição, presente hoje em todo território nacional e nos cinco continentes do mundo, foi fundada em 14 de janeiro de 1989, em Niterói (RJ), pelos mestres: Paulão Ceará, Paulinho Sabiá e Boneco.

Os festejos em comemoração dos 30 anos do Grupo Capoeira Brasil serão comemorados pelos praticantes do Ceará, na Capital, Fortaleza. Nesta sexta-feira (11/01), terá a cerimônia de abertura das comemorações com mostra de vídeos e uma mesa de debate composta por mestres do grupo que desenvolvem trabalho em nosso estado, além de mestres convidados de outras instituições. A cerimônia será realizada no auditório principal do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, a partir das 19h.

No sábado (12/01), haverá um cortejo de berimbaus, às 17h, na avenida Beira Mar (com saída do anfiteatro e chegada no Aterrinho, da Praia de Iracema). Já no domingo (13/01), a partir das 10h, terá aulão e roda, na Barraca Marulho, na Praia do Futuro.

A programação se encerra na segunda (14/01), a partir das 19 horas, com Festival de Músicas e Coquetel de encerramento, no Ritmo Urbano Bar (Rua dos Tabajaras, 374, Praia de Iracema).

Segundo o formado Hebert, a expectativa é fazer uma festa que represente a importância que o grupo  tem na construção da capoeira no Ceará e no mundo. “Nosso grupo influenciou diretamente a comunidade capoeirística contemporânea de nossa cidade, muitos mestres da cidade devem muito ao Grupo Capoeira Brasil e este merece uma grande festa de comemoração aos seus 30 anos de capoeiragem”, afirma.

Grupo Capoeira Brasil (GCB)
A instituição, presente hoje em todo território nacional e nos cinco continentes do mundo, foi fundada em 14 de janeiro de 1989, em Niterói (RJ), pelos mestres: Paulão Ceará (Tesouro Vivo da Cultura do Ceará), Paulinho Sabiá e Boneco. Seu quadro de profissionais atualmente é composto por dezenas de mestras e mestres, além de milhares de alunos.

Serviço:

30 anos do Grupo Capoeira Brasil em Fortaleza
Data: de 11 a 14 de janeiro.

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2º Encontro Nacional de Capoeira têm início nesta sexta (29)

Por Aline Pedrosa em Aulões, Eventos, Palestras, Rodas

28 de novembro de 2018

O evento é uma organização do professor Raposa, e tem supervisão do Mestre Kim.

Ocorre dos dias 29 de novembro a 02 de dezembro, o 2º Encontro Nacional de Capoeira, na Casa José de Alencar. Uma organização do professor Raposa, e supervisão do Mestre Kim.

O evento contará com a participação especial do Mestre Negoativo (Belo Horizonte); e também com as oficinas de Mestre Paulão (Grupo Capoeira Brasil); Mestra Paulinha (Grupo Cordão de Ouro); Mestre Kim (Capoeira Brasil); Mestre Narcélio (Grupo Cordão de Ouro); Mestre Tropeço (Sou Capoeira); Mestre Paiakan (Grupo Cordão de Ouro); Formado Hebert (Capoeira Brasil); e Professor Pretinho (Escola Capoeira Angola Comunidade).

“Este encontro está sendo realizado com o anseio e a proposta de divulgar e difundir a cultura da capoeira e as diferentes manifestações de matrizes africanas que tem um forte vínculo e elo com a luta afro-brasileira”, afirma professor Raposa.

Serviço:
2 Encontro Nacional de Capoeira
Dias: de 29 de novembro a 02 de dezembro
Local: Casa José de Alencar (Av. Washington Soares, 6055 – José de Alencar).
Informações: (85) 98705 2722

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Ukilombo – O ritual, no Cuca Mondubim, neste sábado (10)

Por Aline Pedrosa em Espetáculos

07 de novembro de 2018

O mergulho é a materialização da vivência ritualística em busca da ancestralidade.

Neste sábado (10/11), “Ukilombo – O ritual”, se apresenta no Cuca Mondubim (Rua Santa Marlúcia, s/n – Mondubim), às 19 horas. O mergulho é a materialização da vivência ritualística em busca da ancestralidade que o grupo de capoeira Ukilombo tem incorporado nas suas vivências.

O grupo Ukilombo tem na cultura afro indígena e nos brinquedos populares suas raízes, vivenciando a arte da capoeira como ferramenta de educar os sentidos, sendo instrumento de transmissão de valores sociais e culturais que perpassam pela história, ancestralidade, musicalidade, através do diálogo corporal.

“Neste ritual que será apresentado na Semana da Consciência Negra, celebramos também o encontro com Centro Cultural Capoeira Água de Beber (CECAB), fundado pelo mestre Ratto, com a missão de valorizar e difundir a cultura afro-brasileira e promover a inclusão social”, afirma mestre Gildázio (Ukilombo).

Data: 10/11
Horário: 19h
Local: Cuca Mondubim – pátio em frente ao teatro

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Sexta e sábado ocorre o 11ª festival Berimbaflor, em Fortaleza

Por Aline Pedrosa em Aulões, Eventos

18 de outubro de 2018

Tem início nesta sexta-feira (19/10), às 19 horas, o 11ª festival Berimbaflor, no calçadão da avenida Beira Mar (estátua de Iracema, Mucuripe). No sábado (20/10), a partir das 15 horas, haverá oficina de capoeira, no Espaço Mandinga (Rua Bartolomeu Dias, nº 212, Messejana). O encontro tem como convidados Mestra Claudinha (GCB –RJ) e instrutor Leleco (GCB – RJ).

O evento tem a organização da instrutora Thya e instrutora Sulamita, direção de Mestre Marcão e Mestre Fun, e supervisão do Mestre Paulão Ceará.

Contato: (85) 98827. 9477 e 98844. 6175.
Investimento: R$ 40,00.

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Congresso de Mulheres Capoeiristas AZC 2018, tem início com palestra de Mestra Janja

Por Aline Pedrosa em Eventos, Palestras

18 de outubro de 2018

Tem início nesta quinta-feira (18/10) e segue até domingo (21/10), o Congresso de Mulheres Capoeiristas AZC 2018. Nesta noite de abertura, a partir das 18h, na Universidade Federal do Ceará, auditório Bloco Didático III, FEAAC/UFC (Rua Marechal Deodoro, 400, Benfica), terá uma mesa denominada “A trajetória da mulher na capoeira: colaborações, obstáculos, preconceitos, violências e enfrentamento”, com Mestra Janja (Nzinga), de Salvador, Bahia. Uma realização do Laboratório de Estudos da Oralidade, Performarte (Unilab), com apoio da Associação Zumbi Capoeira (AZC) e coletivo de mulheres AZC.
Na sexta (19/10), a partir das 18h, inicia o credenciamento, seguido de uma apresentação artística, roda de conversa com as mestras presentes. Já no sábado (20/10), a programação inicia com um café da manhã, às 8h, seguido de aulões e vivência de capoeira durante todo o dia, culminando numa aula de samba de roda e danças tradicionais africanas.
No último dia do evento (21/10), a programação também inicia às 8h, e segue com vivências até o início da tarde. Nos três últimos dias as atividades acontecem na avenida da Universidade, 3107, Benfica.
Mestra Carla (AZC) e Mestra Vanda (AZC) fazem parte da organização do evento, que contará também com as presenças de Mestra Janaína (Ascezuca), Mestra Paulinha Zumba (C.D.O) e Mestra Nega (Acas). Jaqueline Costa e Rosalina Tavares, da Unilab; e Camila Silveira, da Coordenadoria de Mulheres do Ceará também trarão suas contribuições para o encontro.

Sobre Mestra Janja:
Rosângela Costa Araújo foi iniciada na Capoeira Angola no início dos anos 80 através do Grupo de Capoeira Angola Pelourinho/GCAP, e foi como praticante desta que também deu início à sua trajetória de pesquisadora. É graduada em História pela UFBA, possui Mestrado e Doutorado em Educação pela USP, e é professora da Universidade Federal da Bahia. Conhecida Fundou em 1995, o Instituto Nzinga de Estudos da Capoeira Angola e Tradições Educativas Banto no Brasil/INCAB onde, juntamente com o Mestre Poloca e a Mestra Paulinha, segue coordenando as atividades deste Instituto, no Brasil e no Exterior. Além de realizar cursos, oficinas e palestras em vários, participou ativamente dos debates em torno da elaboração de políticas públicas para a capoeira. É co-editora da Revista Toques d’Angola (INCAB), regente da Orquestra Nzinga de Berimbaus, compositora e cantadora. Atualmente vem desenvolvendo pesquisas sobre gênero e capoeira, participando da organização de conferências de mulheres capoeiristas, em várias partes do mundo.

Mais informações: (85) 99803.3585 ou 99653. 7786.
Investimento: R$ 60,00.

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Congresso de Mulheres Capoeiristas AZC 2018, tem início com palestra de Mestra Janja

Por Aline Pedrosa em Eventos, Palestras

18 de outubro de 2018

Tem início nesta quinta-feira (18/10) e segue até domingo (21/10), o Congresso de Mulheres Capoeiristas AZC 2018. Nesta noite de abertura, a partir das 18h, na Universidade Federal do Ceará, auditório Bloco Didático III, FEAAC/UFC (Rua Marechal Deodoro, 400, Benfica), terá uma mesa denominada “A trajetória da mulher na capoeira: colaborações, obstáculos, preconceitos, violências e enfrentamento”, com Mestra Janja (Nzinga), de Salvador, Bahia. Uma realização do Laboratório de Estudos da Oralidade, Performarte (Unilab), com apoio da Associação Zumbi Capoeira (AZC) e coletivo de mulheres AZC.
Na sexta (19/10), a partir das 18h, inicia o credenciamento, seguido de uma apresentação artística, roda de conversa com as mestras presentes. Já no sábado (20/10), a programação inicia com um café da manhã, às 8h, seguido de aulões e vivência de capoeira durante todo o dia, culminando numa aula de samba de roda e danças tradicionais africanas.
No último dia do evento (21/10), a programação também inicia às 8h, e segue com vivências até o início da tarde. Nos três últimos dias as atividades acontecem na avenida da Universidade, 3107, Benfica.
Mestra Carla (AZC) e Mestra Vanda (AZC) fazem parte da organização do evento, que contará também com as presenças de Mestra Janaína (Ascezuca), Mestra Paulinha Zumba (C.D.O) e Mestra Nega (Acas). Jaqueline Costa e Rosalina Tavares, da Unilab; e Camila Silveira, da Coordenadoria de Mulheres do Ceará também trarão suas contribuições para o encontro.

Sobre Mestra Janja:
Rosângela Costa Araújo foi iniciada na Capoeira Angola no início dos anos 80 através do Grupo de Capoeira Angola Pelourinho/GCAP, e foi como praticante desta que também deu início à sua trajetória de pesquisadora. É graduada em História pela UFBA, possui Mestrado e Doutorado em Educação pela USP, e é professora da Universidade Federal da Bahia. Conhecida Fundou em 1995, o Instituto Nzinga de Estudos da Capoeira Angola e Tradições Educativas Banto no Brasil/INCAB onde, juntamente com o Mestre Poloca e a Mestra Paulinha, segue coordenando as atividades deste Instituto, no Brasil e no Exterior. Além de realizar cursos, oficinas e palestras em vários, participou ativamente dos debates em torno da elaboração de políticas públicas para a capoeira. É co-editora da Revista Toques d’Angola (INCAB), regente da Orquestra Nzinga de Berimbaus, compositora e cantadora. Atualmente vem desenvolvendo pesquisas sobre gênero e capoeira, participando da organização de conferências de mulheres capoeiristas, em várias partes do mundo.

Mais informações: (85) 99803.3585 ou 99653. 7786.
Investimento: R$ 60,00.