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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Análise

Volta às aulas: mochilas pesadas podem resultar em problemas lombares na fase adulta

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

18 de Janeiro de 2020

 

 

Cerca de 70% dos problemas lombares na fase adulta são ocasionados pelo excesso de peso nas mochilas escolares e o esforço repetitivo na infância e adolescência, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os grandes vilões são a falta de orientação correta e a forma de utilização.

 

O dado chama bastante atenção e requer cuidados essenciais dos pais, principalmente neste período em que a preparação para voltar à rotina semanal de aulas está batendo à porta. Segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), o recomendado é que o peso máximo para cada criança seja 10% do peso corporal. Isso significa que, para uma criança que pesa 30 quilos (kg), por exemplo, o ideal é que ela carregue, no máximo, uma mochila com 3 kg.

 

“Uma das formas essenciais de prevenir problemas lombares é distribuir corretamente o peso dentro da mochila, só com os livros que vão ser utilizados naquele dia. Se for preciso, levar uma mochila extra e não carregar tudo nas costas. Caso não se atentem a esses pontos, os jovens de hoje vão crescer com sequelas lombares, comuns entre grande parte da população brasileira e mundial”, aponta Sandro Marjorie, médico especialista em medicina tradicional chinesa.

 

Como tratar dores na coluna?

 

Métodos menos invasivos de terapias alternativas, como a acupuntura laser, é indicado pelo especialista para tratar dores na coluna durante infância. “Pela sensibilidade ser ainda menor, devido à idade, e o medo com agulhas que se utilizam na acupuntura tradicional, crianças também podem tratar dores lombares com este tipo de procedimento que garante eficiência muito rápida. Outro método também indicado é o da acupuntura eletromagnética, que está dentro da mesma filosofia oriental e alcança excelentes resultados”, diz Sandro.

 

A acupuntura contribuiu para o alívio da dor em 82% dos casos de problemas lombares e apresenta uma eficácia de 72% ao fim do tratamento. Na fase adulta, sete em cada 10 pessoas têm problemas na coluna e 50% dos casos de incapacidade física na população a partir dos 18 anos são causados pelas dores lombares.

 

“Com efeitos analgésicos e anti-inflamatórios, a acupuntura cada vez mais é vista como uma solução, dentro do leque de terapias alternativas, para tratar qualquer tipo de dor ou inflamação”, destaca o médico especialista em medicina tradicional chinesa.

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Porto do Pecém bate recorde com mais de 18 milhões de toneladas de cargas movimentadas

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

07 de Janeiro de 2020

O terminal cearense atingiu sua melhor marca anual desde que foi inaugurado, em março de 2002

2020 está apenas começando, mas o Porto do Pecém já tem o que comemorar nesse início de ano. O terminal portuário cearense movimentou 18.100.767 toneladas de cargas entre janeiro e dezembro de 2019. Média de 1.508.397 toneladas por mês. O resultado é 5% superior em comparação com o ano de 2018, quando foram movimentadas 17.214.859 toneladas.

Durante o ano passado os desembarques de mercadorias cresceram 1%, de 12.720.487 t em 2018 para 12.884.156 t em 2019. Já os embarques tiveram um aumento de 16%, de 4.494.372 t em 2018 para 5.216.611 t em 2019. Ou seja, mais cargas foram exportadas do Ceará para o mundo através dos navios que atracaram no Porto do Pecém.

Não à toa a quantidade de embarcações que passaram pelos berços do terminal cearense saltou de 620 em 2018 para 703 em 2019. Essa já é, portanto, a maior movimentação anual de navios na história do Porto do Pecém. A explicação para todos esses resultados está também na oferta de novos serviços.

No ano passado, o Porto do Pecém ganhou uma nova linha da Mediterranean Shipping Company (MSC) para escoar a produção de frutas da região nordeste para a Europa, além disso o terminal portuário passou a exportar manganês extraído do município cearense de Pentecoste para portos da China e Indonésia.

“Começar o ano com um novo recorde no nosso histórico de movimentação de cargas anima toda a nossa equipe do Complexo do Pecém a buscar mais marcas expressivas. Por isso, nossa expectativa para 2020 é a melhor possível. Não só pelos resultados obtidos em 2019, mas também pela licitação da ZPE II que está em andamento e ainda pelo desfecho de algumas negociações iniciadas no ano passado”, diz Danilo Serpa – Presidente do Complexo do Pecém.

E em breve a capacidade operacional do Porto do Pecém será ampliada com a entrega de novos equipamentos. Uma nova rodovia para escoar a produção de placas de aço produzidas pela Companhia Siderúrgica do Pecém; um novo portão de acesso (Gate 2); uma nova ponte; e um novo berço de atracação devem ser inaugurados pelo Governador Camilo Santana até o fim do primeiro trimestre de 2020.

NATUREZA DA CARGA

Em relação à natureza da carga, o granel sólido foi a carga mais relevante na composição dos índices em toneladas. Participou com 9.660.304 t (53%), seguido da carga conteinerizada com 4.614.974 t (26%), carga geral solta 3.320.500 t (18%), e do granel líquido com 504.988 t (3%).

CABOTAGEM

A navegação de cabotagem cresceu 16% se comparado com o mesmo período do ano anterior, os principais destaques ficaram por conta dos desembarques de minério de ferro (4.580.886 t), cereais (600.811 t), produtos siderúrgicos (363.603 t), plásticos e suas obras (131.489 t), etc. Destacaram-se também os embarques de placas de aço (404.661 t), sal (321.655 t), cereais (174.157 t), farinha de trigo (148.911 t), alumínio e suas obras (113.088 t), etc.

NAVEGAÇÃO DE LONGO CURSO

Na navegação de longo curso, os principais destaques nos desembarques foram o carvão mineral (4.380.968 t); gás de petróleo (479.632 t); produtos siderúrgicos (367.144 t); minério de ferro (242.941 t); coque de petróleo (133.004 t); adubos e fertilizantes (48.326 t), etc. Nos embarques, os destaques ficaram por conta das movimentações de placas de aço (2.391.274 t); frutas (151.737 t); minérios de manganês (131.988 t); preparações de produtos hortícolas (35.108 t), etc.

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Varejo de material de construção tem crescimento de 5% e faturamento de 140 bilhões de reais em 2019

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

07 de Janeiro de 2020

A Associação de Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará – Acomac Ceará segue otimista para o ano de 2020.

Vendas no varejo de material de construção ficam estáveis em Dezembro Desempenho do setor com relação do mesmo período no ano passado também ficou estável e fecha 2019 com crescimento de 5% e faturamento de 140 bilhões de reais.  O comércio varejista de material de construção teve um desempenho estável em Dezembro de 2019 com relação ao mês de Novembro. No comparativo com 2018, as vendas também ficaram estáveis. Os dados são da pesquisa Tracking Anamaco, que ouviu 530 lojistas de todo o país entre os dias 17 a 21 de Dezembro.   No Norte e no Nordeste as lojas apresentaram um crescimento de 11 e 3%, respectivamente. Já na região Centro-Oeste houve estabilidade nas vendas e no Sul e Sudeste uma retração de 3%.   Em Dezembro, a comercialização de tintas aumentou em 11%. Já as vendas de revestimentos cerâmicos e telhas teve o mesmo percentual do mês anterior, 1%. Para o presidente da Acomac Ceará, Lavanery Wanderley, a pesquisa só ratificou a perspectiva positiva para o segmento. “Esta Pesquisa, realizada pela Anamaco, confirma a nossa expectativa positiva para este ano. Torno a dizer que será um grande ano para as revendas de materiais de construção aqui  no nosso Estado”, afirma o presidente.

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Como receber dinheiro do exterior

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

02 de Janeiro de 2020

Seja para transação entre pessoas físicas, recebimento de salário, retorno de investimentos, pagamento de serviços ou até do Google Adsense, o envio de dinheiro do exterior para o Brasil tem sido cada vez mais comum.

Porém, questões legais, como a cotação da moeda, os impostos cabíveis e as taxas dos diversos serviços, tornam o ato de receber dinheiro do exterior não tão simples e, pior ainda, custoso, dependendo da maneira escolhida.

São diversas as formas de se receber dinheiro do exterior legalmente, mas algumas são mais baratas, igualmente seguras e sem muita burocracia.

A maneira ideal de recebimento e envio de dinheiro para o exterior depende do perfil de cada usuário, do montante a ser transferido e até do tipo de transação.

Vejamos, a seguir, algumas dessas formas e quais são as vantagens e desvantagens de cada uma delas.

Remessa Online

Começamos pela forma mais econômica de se receber dinheiro do exterior: a Remessa Online. Trata-se de um serviço especializado na transferência de valores de países para países, totalmente pela internet, sem muita complicação e com cotação final mais vantajosa.

Para realizar uma Remessa Online, o cliente deve acessar o site, fazer um cadastro para pessoa física ou jurídica e, após mais alguns cliques, será criada uma conta multimoeda gratuita.

O próximo passo é escolher em qual moeda se quer receber – em dólar, por exemplo – a compartilhar os dados da conta internacional recém-criada com a fonte pagadora. Feito o pagamento, a remessa chega em até dois dias úteis.

O valor recebido na conta internacional online é então repassado para a conta brasileira do cliente, escolhida no momento do cadastro. A transferência é feita via TED.

Os valores da Remessa Online são mais baratos em comparação a outros serviços de bancos tradicionais.

Simulando no próprio site, é possível perceber que uma remessa de 3 mil dólares, com câmbio comercial de R$ 4,0520, custo de 1,30%, IOF de 0,38% e tarifa bancária zero, chega ao Brasil no valor de R$ 11.952,38. A simulação foi feita em dezembro de 2019.

Transferência bancária

A forma mais tradicional de se receber dinheiro do exterior é por meio de transferência bancária por ordem de pagamento. A fonte pagadora procura o banco e realiza a ordem de pagamento para um banco brasileiro.

O grande problema aqui é o alto custo da operação, pois tanto o banco que emite a ordem de pagamento quando o banco que recebe o valor cobram taxas de serviço sobre o valor transferido.

Bancos do exterior cobram de US$ 20 a US$ 40 para enviar a remessa para o Brasil. A instituição financeira local pode cobrar de US$ 20 a US$ 100 para receber o valor, conforme o montante, além do IOF.

A transação é altamente segura e também a mais tradicional, mas o custo elevado só vale a pena para a transferência de valores mais altos.

Conta no exterior

Ter uma conta no exterior pode parecer mais fácil, mas, na prática a transferência de valores de uma conta estrangeira para uma conta brasileira segue os mesmos trâmites e tem os mesmos ônus da transferência bancária por ordem de pagamento.

A vantagem da conta no exterior é se o cliente tem salário e pretende usar a conta lá efetivamente. Caso contrário, além dos custos de remessas, o cliente terá que pagar a taxa de manutenção da conta fora do país: mais um custo.

Quem já tem conta em algum banco no Brasil que seja multinacional, pode optar por abrir a conta estrangeira na mesma instituição e fugir das taxas cobradas na ordem de pagamento, fazendo a transferência online, com menor custo.

No entanto, nem todos os bancos que operam no Brasil são multinacionais e a possibilidade de abertura de conta estrangeira na mesma instituição é limitada a renda ou fundo de investimentos mínimos.

Banco online

A Caixa Econômica Federal dispõe de um serviço que pode ser vantajoso para clientes que já tenham cartão de crédito com bandeira Visa emitido no exterior.

Apesar de ser um público mais restrito, ele pode se beneficiar de uma taxa de transferência bancária internacional de 2,5% sobre o valor remetido.

Para abrir a E-conta no exterior é preciso residir fora, ser maior de idade e ter CPF.

A Caixa Econômica Federal precisa aprovar a criação da conta online, mediante encaminhamento de cópia da identidade ou do passaporte.

Também é possível cadastrar uma agência do banco para que o beneficiário no Brasil possa fazer o saque sem ser correntista.

Vale postal eletrônico

Outra maneira de receber dinheiro do exterior é via Correios. O serviço tem o nome de vale postal eletrônico e permite a remessa de valores em agências postais credenciadas fora do país.

Apesar de interessante, há diversas restrições. Apesar de funcionar em 20 países, o serviço não está disponível para os Estados Unidos e o Canadá, por exemplo, destinos muito procurados por estudantes de intercâmbio. Além disso, o teto das remessas é bem baixo para determinados países.

A taxa de serviço é de R$ 35, além de 1,5% do valor da remessa. Se o montante for baixo, o envio não compensa, mas se for um pouco maior, pode valer a pena.

Dinheiro in cash

É possível transitar entre os países do mundo com dinheiro vivo, mas a transferência in cash pode ser bem burocrática dependendo do valor.

Qualquer pessoa pode embarcar em um voo internacional com até R$ 10 mil ou o valor equivalente na moeda do destino, sem precisar declarar o dinheiro transportado.

Se ultrapassar esse montante, é necessário fazer a Declaração de Porte de Valores (DPV) na alfândega, tanto na saída do Brasil quanto na chegada ao destino.

Não há taxa ou imposto sobre o dinheiro levado em viagem, mas quem não declarar pode ser indiciado por evasão de divisas, caso o valor seja descoberto.

Para declarar valor acima de R$ 10 mil em viagens, é preciso apresentar o dinheiro na alfândega, junto com passagem, passaporte e contrato de câmbio, caso o montante esteja em moeda estrangeira. Cada cédula é checada antes do último embarque em solo estrangeiro e no desembarque em solo nacional.

 

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O que fazer para identificar e prevenir o câncer de pele?

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de dezembro de 2019

Campanha Dezembro Laranja promove até o fim do verão conscientização da população quanto ao tema

Chega o Verão no Nordeste e com ele os meses mais quentes do ano: Dezembro, Janeiro e Fevereiro. É hora de intensificar a proteção solar. A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) promove no decorrer do mês e até o fim do verão a campanha Dezembro Laranja com a proposta de fortalecer a importância da utilização de medidas fotoprotetoras e do diagnóstico precoce para a redução do câncer da pele.

Segundo estudos realizados em 2018 pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA)/Ministério da Saúde (MS), estimam-se 85.170 novos casos de câncer de pele não melanoma entre homens e 80.410 nas mulheres por ano, até o final de 2019 no Brasil. Esses casos chegam a 15 mil (homens) e 13 mil (mulheres) na região Nordeste. É o tipo de câncer mais incidente em ambos os sexos. Quanto ao melanoma, sua letalidade é elevada, porém sua incidência é baixa: 2.920 casos novos em homens e 3.340 em mulheres, números Brasil.

O principal fator de risco para os cânceres de pele melanoma e não melanoma é a exposição excessiva à radiação solar ultravioleta (UV). Outros fatores, como cor de pele, olhos e cabelos claros; história familiar ou pessoal de câncer de pele; o sistema imune debilitado por doenças ou em indivíduos transplantados por causa do uso de imunossupressores podem aumentar o risco desenvolver câncer de pele.

De acordo com Dr. Marclesson Alves, médico oncologista clínico do Hospital Monte Klinikum, o carcinoma baso celular e de células escamosas, os tipos mais comuns de câncer de pele, tendem a ser encontrados em partes do corpo expostas ao sol e sua ocorrência geralmente está relacionada à exposição solar ao longo da vida. “O risco de melanoma, um tipo de câncer de pele mais grave, mas menos comum, também está relacionado à exposição ao sol, embora talvez não tão fortemente”, explica o médico.

Além do câncer de pele, a exposição aos raios UV pode ocasionar outros problemas de saúde como queimaduras solares, envelhecimento prematuro da pele, rugas e queratose actínica (mancha na pele) e até mesmo o enfraquecimento do sistema imunológico com o corpo tendo dificuldades em combater infecções. Os raios UV também podem causar problemas nos olhos como inflamação ou queimação na córnea (na frente do olho). Eles também podem levar à formação de catarata (turvação da lente do olho) e pterígio (crescimento de tecido na superfície do olho), prejudicando a visão.

Para a população se proteger e evitar o câncer de pele e demais problemas ocasionados pela exposição solar, Marclesson Alves recomenda estar sempre de camisa, usar protetor solar, chapéu e óculos de sol. “Existem maneiras de ajudar a garantir que você não esteja tomando muito sol. Se você estiver lá fora, simplesmente ficar na sombra, especialmente durante o meio-dia, é uma das melhores maneiras de limitar sua exposição aos raios UV da luz solar. Proteja sua pele com roupas que cubram seus braços e pernas. Use um chapéu para proteger sua cabeça, rosto e pescoço. Use óculos de sol que bloqueiem os raios UV para proteger seus olhos e a pele ao seu redor. Use filtro solar para ajudar a proteger a pele que não está coberta com roupas”, completa o oncologista.

Como identificar algum problema na pele? O médico explica que qualquer novo crescimento, expansão ou alteração, mancha ou inchaço na pele; ferida que sangra e/ou não cura após várias semanas; mancha vermelha áspera ou escamosa, que pode formar crosta ou sangrar; crescimento semelhante a verrugas; sinal (ou outro ponto na pele) que é novo ou está mudando de tamanho, forma ou cor; sinal com uma forma estranha, bordas irregulares ou áreas de cores diferentes; em todos esses casos o melhor é procurar um médico para se certificar se é algo a ser tradado ou não. O oncologista que atende no hospital Monte Klinikum faz parte de uma equipe completa com profissionais de todas as áreas para atender todos os tipos de suspeitas, dúvidas ou mesmo os casos que chegam mais graves.

Em caso de diagnóstico positivo para o câncer, o oncologista responsável definirá o tratamento de acordo com a gravidade da situação. “O objetivo do tratamento primário são garantir a remoção completa do tumor primário, prevenir metástases e preservar o aspecto estético. A maioria das pessoas com câncer de pele tem um ou mais dos seguintes tratamentos: cirurgia para remover ou destruir o câncer; radioterapia, cremes para a pele e terapia fotodinâmica, todas com o intuito de matar as células cancerígenas”, fala Marclesson.

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Deputada Fernanda Pessoa faz balanço positivo de 2019

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

26 de dezembro de 2019

Em 2019, a Deputada Estadual Fernanda Pessoa (PSDB), no seu terceiro mandato, tem trabalhado em prol dos cearenses sendo a voz de todos, em especial das mulheres, dos portadores de câncer, deficientes e com doenças raras. A parlamentar apresentou 44 projetos de leis e 476 requerimentos legislativos. 

Fernanda Pessoa tem trabalhado em defesa dos portadores de Doenças Raras na Assembleia Legislativa do Ceará, através do apoio às instituições sociais e projetos de leis. É de sua autoria a Lei 16.934/19 que institui o Mês Maio Roxo no Ceará, voltado para os portadores de lúpus e a espondilite anquilosante. 

A luta contra o câncer foi abraçada pela parlamentar. Uma conquista da Deputada este ano foi a definição do Dia Estadual de Conscientização sobre o Diagnóstico Precoce do Câncer Infantojuvenil no Ceará (Lei no 17.026/19), cuja data é 04 de Setembro. 

“Estamos trabalhando em defesa do povo cearense, por melhorias na saúde, educação, politicas eficientes para mulheres, idosos, jovens e crianças. Queremos ser a voz das mulheres e dos que precisam ser ouvidos”, disse Fernanda Pessoa.

Uma conquista da parlamentar foi a aprovação de três emendas em votação (contrária) extraordinária da Reforma da Previdência Estadual dos Servidores. A primeira emenda aprovada propõe que a cota de pensão por morte, referente aos dependentes, será de 20%, o governo havia proposto 15%. A segunda emenda prevê a redução de 75% do período adicional de contribuição (pedágio), no entanto nas discussões com os parlamentares, em consenso foi reduzido para 60%, a proposta do governo tinha sido de 85%. 

“A nossa terceira (emenda), que eu acredito que é a que tem a cara da deputada Fernanda, é a questão da área da saúde. Na morte do servidor conseguimos reverter 100% para dependentes portadores de Síndrome de Down, Autismo, Atrofia Muscular Espinhal, Esclerose Lateral Amiotrófica, Paraplegia, Tetraplegia, Paralisia Irreversível e Alienação Mental”, explicou a parlamentar.

Fernanda Pessoa é Presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Mulheres, membro da Comissão de Seguridade Social e Saúde e suplente das comissões de Constituição, Justiça e Redação; Cultura e Esportes; Meio Ambiente e Desenvolvimento Semiárido. 

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Escolas particulares promovem workshop sobre Lei da Liberdade Econômica e o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

16 de dezembro de 2019

O Brasil tem passado por significativas mudanças em sua legislação na área trabalhista, seja decorrente da reforma realizada ainda no governo anterior, seja nas novas edições de portarias e medidas provisórias no governo atual, somando-se a isso a recente Lei da Liberdade Econômica e o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo. Os aspectos da nova legislação e suas implicações para a atividade das escolas foram apresentados em um seminário jurídico realizado pelo Sinepe-CE na tarde desta segunda-feira, 16 de dezembro.

O advogado Adenauer Moreira, especialista em direito do trabalho e relações sindicais, detalhou as principais mudanças na legislação que, segundo ele, “busca simplificar de forma que o Estado interfira o mínimo possível” na atividade econômica. O especialista citou alguns benefícios trazidos, como a agilidade do acesso aos dados com a carteira de trabalho digital e a redução de custos para o empregador, com cerca de 200 modificações na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). “O que a MP 905/2019 (que institui o “Contrato Verde e Amarelo”) traz em si é uma outra reforma trabalhista”, comenta o advogado.

Com o Contrato Verde e Amarelo, o governo federal pretende incentivar a criação de novos postos de trabalho, focando nos jovens de 18 a 29 anos, que ainda não tenham tido acesso ao primeiro emprego registrado em carteira. “Estamos evoluindo com essa lei. O Sinepe-CE está sempre atento a essas questões”, afirmou o professor Airton Oliveira, presidente da entidade, justificando a importância do tema trazido aos associados neste seminário jurídico.

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CNM divulga pesquisa sobre pagamento do 13º salário pelos Municípios em 2019

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

14 de dezembro de 2019

Cerca de dois terços das administrações municipais devem pagar os salários do mês de dezembro em dia e 26,8% dependem de receitas extras para efetuar o pagamento. Os dados constam da pesquisa O pagamento do 13º Salário pelos Municípios brasileiros em 2019, divulgado nesta sexta-feira, 13 de dezembro, pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). A pesquisa foi realizada entre os dias 6 de novembro e 12 de dezembro deste ano, com a participação de 4.618 Municípios, ou seja, 82,90% dos 5.568.

Segundo o estudo, diante do cenário financeiro e do aumento de responsabilidades aos Municípios, uma das soluções encontradas para não ocorrer o atraso da folha de pagamentos do pessoal é a postergação dos pagamentos de fornecedores. Dos Municípios que responderam o questionário, 48,3% afirmaram que estão com pagamentos de fornecedores atrasados. Sobre a capacidade de fechar as contas do presente ano, 45,3% destacaram que conseguirão, enquanto 15,7% afirmaram não ser possível e 37,8% dependem de receitas extras.

Em relação ao pagamento do 13º salário, foi constatado que 51,6% dos Municípios pesquisados optaram pela parcela única. Para esses, 74,7% farão o pagamento único até 20 de dezembro. Por outro lado, dos Municípios pesquisados, apenas 5,2% disseram que vão atrasar o pagamento, o que mostra que as prefeituras estão com a intenção de ficar em adimplemento com os funcionários.

Além disso, a pesquisa mostra que algumas medidas se tornaram necessárias por parte das prefeituras para enfrentar a crise. Várias ações foram adotadas, sendo a redução das despesas de custeio apontada por 3.488 prefeituras. Em seguida, vêm a redução no quadro de funcionários (1.988), a redução dos cargos comissionados (1.878) e a desativação de veículos (1.519).

A questão dos Restos a Pagar (RAP) continua sendo um problema para as prefeituras: 2.546 Municípios irão deixar RAP para o próximo ano, o que corresponde a 55,1% dos pesquisados. Já aqueles que não vão deixar RAP correspondem a 884 ou 19,1%. Os demais 1.148 (24,9%) não sabem e dependem de receitas extras.

Apesar das dificuldades, os Municípios estão conseguindo cumprir os limites de gastos com pessoal e encargos sociais previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Dos Municípios pesquisados, 4.199 (90,9%) estão com o limite do gasto com pessoal sob controle, ou seja, até 60% da RCL.

Veja a pesquisa complete AQUI
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Profissionais dão dicas importantes para quem deseja planejar viagem nas férias

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

07 de dezembro de 2019

Diversos estudos comprovam que viajar faz bem para a saúde do corpo e da mente. Sair da rotina ajuda na melhora da autoestima, redução nos riscos de infarto, além de combater a ansiedade e depressão. Com a chegada do período das férias é crescente a procura por viagens, seja ela em família, entre amigos ou até mesmo sozinho. E para aproveitar todos os benefícios que esse lazer oferece, é fundamental planejá-lo bem. Para isso, os professores do curso de Turismo e Ciências Contábeis do Centro Universitário Estácio do Ceará, dão dicas importantes para quem deseja realizar o sonho de uma viagem.

A professora do curso de Turismo, Márcia Bezerra, aponta que o primeiro passo é planejar com antecedência: “Ter tempo para planejar uma viagem, principalmente se for para outro país ou no período considerado de alta estação, reduz os riscos de transtornos e eventuais erros que possam prejudicar o passeio. Outra opção é procurar ajuda profissional, em agências especializadas, que dão todo o suporte necessário”.

O professor Paulo Henrique, coordenador do curso de Ciências Contábeis explica que o planejamento financeiro é um fator indispensável para colocar uma viagem em prática.

“Através do planejamento financeiro é possível pesquisar a relação de melhor custo e benefício, além de evitar a criação de dívidas posteriores a viagem. Fechar o roteiro com antecedência, impor limites para as compras e pesquisar são fatores que ajudam na qualidade da viagem,” destaca.

Confira outras dicas:

– Feche os roteiros antes de partir;

– Coma em locais comuns;

– Pense no transporte;

– Viagens com crianças precisam de mais planejamento;

– Vá aonde seu dinheiro rende;

– Viaje com liberdade para eventuais mudanças no fluxo dos passeios;

– Aproveite bem e curta cada minuto;

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MRV integra pelo 4º ano consecutivo carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

05 de dezembro de 2019

 

Índice reforça o compromisso da empresa com as práticas mais rigorosas de sustentabilidade

 

A MRV foi mais uma vez selecionada para integrar a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) 2020. Pelo quarto ano consecutivo, a empresa foi reconhecida por suas práticas em governança corporativa, sustentabilidade ambiental e social, além de promover a eficiência econômica do negócio.

O novo índice, que acaba de completar 15 anos, entrará em vigor a partir de 6 de janeiro de 2020 e vai até 1º de janeiro de 2021. Com base no fechamento da bolsa em 26 de novembro de 2019, a nova carteira do ISE representa 15 setores diferentes da economia e conta com 36 ações de 30 companhias.

“Estamos muito satisfeitos com mais essa conquista. O reconhecimento mostra o quanto a MRV tem trabalhado para o contínuo desenvolvimento dos principais pilares da companhia que envolvem sustentabilidade, governança corporativa e finanças,”, afirma Raphael Lafeta, diretor executivo de Relações Institucionais e de Sustentabilidade da MRV.

Sobre a MRV

 

A MRV acredita que um lar tem o poder de mudar a vida das pessoas. Temos muito orgulho em saber que, em um país do tamanho do Brasil, mais de 1 milhão de pessoas têm um lugar bem cuidado e aconchegante para voltar ao fim de cada dia. Estar em 160 cidades brasileiras significa trabalhar incansavelmente para diminuir o déficit habitacional com condomínios bem localizados, sustentáveis, seguros e inovadores. E sabemos que o mundo pode ser melhor se aproveitarmos os recursos naturais de forma consciente para promover o desenvolvimento. Por isso somos a primeira construtora a oferecer energia solar fotovoltaica em nosso segmento de atuação. Energia limpa para viver e compartilhar. Conheça mais em www.mrvsolar.com.br

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MRV integra pelo 4º ano consecutivo carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

05 de dezembro de 2019

 

Índice reforça o compromisso da empresa com as práticas mais rigorosas de sustentabilidade

 

A MRV foi mais uma vez selecionada para integrar a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) 2020. Pelo quarto ano consecutivo, a empresa foi reconhecida por suas práticas em governança corporativa, sustentabilidade ambiental e social, além de promover a eficiência econômica do negócio.

O novo índice, que acaba de completar 15 anos, entrará em vigor a partir de 6 de janeiro de 2020 e vai até 1º de janeiro de 2021. Com base no fechamento da bolsa em 26 de novembro de 2019, a nova carteira do ISE representa 15 setores diferentes da economia e conta com 36 ações de 30 companhias.

“Estamos muito satisfeitos com mais essa conquista. O reconhecimento mostra o quanto a MRV tem trabalhado para o contínuo desenvolvimento dos principais pilares da companhia que envolvem sustentabilidade, governança corporativa e finanças,”, afirma Raphael Lafeta, diretor executivo de Relações Institucionais e de Sustentabilidade da MRV.

Sobre a MRV

 

A MRV acredita que um lar tem o poder de mudar a vida das pessoas. Temos muito orgulho em saber que, em um país do tamanho do Brasil, mais de 1 milhão de pessoas têm um lugar bem cuidado e aconchegante para voltar ao fim de cada dia. Estar em 160 cidades brasileiras significa trabalhar incansavelmente para diminuir o déficit habitacional com condomínios bem localizados, sustentáveis, seguros e inovadores. E sabemos que o mundo pode ser melhor se aproveitarmos os recursos naturais de forma consciente para promover o desenvolvimento. Por isso somos a primeira construtora a oferecer energia solar fotovoltaica em nosso segmento de atuação. Energia limpa para viver e compartilhar. Conheça mais em www.mrvsolar.com.br