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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Análise

Fortaleza terá 18 cabos submarinos de fibra ótica até 2021

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

10 de setembro de 2019

Informação é do database Telegeography, especialista em mercado de telecomunicações

Fortaleza é destaque mundial em hub tecnológico, com 14 cabos submarinos de fibra ótica. Capazes de interligar o Brasil com a África, Europa, América do Norte, América Central e América do Sul, estima-se que até o fim de 2021, 18 cabos operantes estejam localizados na capital cearense. As informações são do database especialista em mercado de telecomunicações, o Telegeography.

A localização geográfica contribui para Fortaleza ser considerada um importante polo de concentração de cabos. Alguns dos 14 cabosatuantes hoje já operam desde 2000, como os dois GlobeNet, com extensão de 23.500 km e que ligam Fortaleza a Colômbia, Venezuela, Ilhas das Bermudas e Estados Unidos.

Cabos futuros, como os dois South Atlantic Express (SAEx1) previstos para 2021, por exemplo, conectarão Fortaleza com a África do Sul e Estados Unidos, com a extensão de 14.720km. Outros cabos já previstos para 2020 são os dois EllaLink, com extensão de 6.200 km, e que ligarão Fortaleza a Portugal, Cabo Verde e Guiana Francesa.

A Angola Cables, multinacional de telecomunicações angolana, mantém em operação a partir de Fortaleza os cabos South Atlantic Cable System (SACS) e o Monet, sendo o empreendimento de maior expectativa para atração de novos investimentos e negócios para o Ceará, especialmente por conta do data center AngoNAP Fortaleza, inaugurado em abril deste ano de 2019.

Hub de Tecnologia

No fim de 2018, foi sancionada a Lei N°16.727 que institui, no âmbito interno da administração do Estado do Ceará, o Programa Hub de Tecnologia da Informação e Comunicação (HTIC), que visa otimizar os recursos de custeio e investimentos em TI.

“A chegada de mais cabos submarinos no Ceará, além de fortalecer ainda mais o estado como sendo o hub de comunicação do Brasil com o mundo, faz com que o Ceará se torne importante entreposto digital no cenário mundial, criando a oportunidade de se tornar polo de computação em nuvem e do segmento de datacenters”, cita o presidente da Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (ETICE), Adalberto Pessoa.

A ETICE, através do Cinturão Digital do Ceará (CDC), viabiliza a utilização da internet com alta qualidade e velocidade a todos os órgãos públicos do Estado e possibilita que a população tenha acesso a diversos serviços digitais via web.

Em recentes dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Ceará é um dos três estados brasileiros com melhor conexão banda larga, velocidade e quantidade de fibra ótica instalada. A velocidade média do Estado contratada (Mbps) é a terceira maior do Brasil (27,23Mbps). Além disso, 85,9% dos municípios cearenses possuem cobertura de fibra ótica.

CABOS DE FIBRA ÓTICA:

01 Cabo America Movil Submarine Cable System-1 (AMX-1) –

Desde: 2014

Extensão: 17,800 km

Liga Fortaleza a:

Colômbia

México

Guatemala

República Dominicana

Estados Unidos

01 Cabo Americas-II

Desde: 2000

Extensão: 8,373 km

Liga Fortaleza a:

Venezuela

Guiana Francesa

Martinica

Trinidade e Tobago

Estados Unidos

Antilhas Holandesas

02 Cabos Atlantis-2

Desde: 2000

Extensão: 8,500 km

Liga Fortaleza a:

Portugal

Espanha

Senegal

Cabo Verde

Argentina

01 Cabo BRUSA

Desde: 2018

Extensão: 11.000 km

Liga Fortaleza a:

Estados Unidos

02 Cabos GlobeNet

Desde: 2000

Extensão: 23.500 km

Liga Fortaleza a:

Colômbia

Venezuela

Ilhas das Bermudas

Estados Unidos

01 Cabo Monet

Desde: 2017

Extensão: 10.556 km

Liga Fortaleza a:

Estados Unidos

02 Cabos South America-1 (SAm-1)

Desde: 2001

Extensão: 25.000km

Liga Fortaleza a:

Chile

Colômbia

Argentina

Peru

Guatemala

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Turismo estrangeiro: com grandes expectativas, Ceará deve entrar na rota dos europeus que tiram férias no período entre agosto e setembro

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

26 de agosto de 2019

 

Segundo IBGE, o Ceará apresentou, no primeiro semestre deste ano, uma crescente em atividades turísticas quase três vezes mais que a média do Brasil

 

Na Europa, a época conhecida como alta estação acontece entre agosto e setembro, no mesmo período das férias escolares. É quando o frio finalmente dá uma trégua, fazendo com que sair de casa seja o que os europeu mais gostam de fazer. Durante esses dias, eles também ganham o mundo, conhecem novas culturas e cenários paradisíacos, com bastante sol, sombra e água fresca.

 

Apreciadores de belezas exuberantes, muitos se apaixonam pelo Ceará. O Estado apresentou uma crescente no volume de atividades turísticas no primeiro semestre do ano, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice atingiu 9,9%, que representa quase três vezes mais que a média do Brasil neste mesmo período, ainda segundo o levantamento.

 

Para atrair o público estrangeiro, diversos estabelecimentos da capital aguardam com ótimas expectativas o período. Um desses locais é o restaurante Jardim do Alchymist, especializado na gastronomia contemporânea. Com traços também da cultura italiana, a proposta do espaço é oferecer a experiência para os clientes desfrutarem um pouco da cozinha estrangeira com toques regionais.

 

“Nossa ideia é oferecer um pouco da regionalidade, sem perder o bom gosto das nossas raízes italianas. Para isso, o nosso espaço e arquitetura casam com uma proposta de bem-estar aos turistas estrangeiros. De todo montante de público que visita nossa casa, 30% são pessoas que residem em outro país e estão em Fortaleza como visitantes. Neste período de alta estação do turismo estrangeiro, a expectativa é de até 50% de crescimento desses visitantes”, destaca Cléa Girão, diretora do restaurante.

 

Outros estabelecimentos listados pelo site TripAdvisor – plataforma que fornece informações e opiniões relacionadas ao turismo – figuram na lista dos melhores locais com traços da cozinha europeia: Lô Restaurante, Casa Nostra, Marcel, Cantina Caravaggio, Mârques da Varjota, O Alemão, Bistro D’Europa, Cantina di Napoli e La France.

Jericoacoara

 

Na parte litorânea do Estado, Jericoacoara também se revela como um dos locais mais atrativos quando o assunto é turismo estrangeiro. Segundo o consultor turístico Júlio César Borges, entre agosto e início de novembro se estabelece o pico do turismo internacional, principalmente europeu. “Durante os meses de junho e julho, quem visita mais Jericoacoara é o público argentino, sul americano. Em agosto, setembro, até, mais ou menos, o início de novembro é o período do público europeu. No total, 80% franceses, 30% italianos e cerca de 20% vindos da inglaterra e outros países”.

O local paradisíaco, que já chegou a ser considerado como uma das praias mais bonitas do planeta, carrega uma beleza exuberante, dunas, bastante sol e tudo que os turistas precisam para viver um pouco do verão europeu com o toque das terras cearenses, que é exatamente a proposta oferecida pelo restaurante Beach Club, localizado às margens da Lagoa do Paraíso.

 

O gerente da barraca, Gleidson Souza, aposta que o estilo do espaço, com traços de Verão Europeu, é o grande diferencial do local: bangalôs, tendas e pés nas águas límpidas. “No cardápio, temos uma variedade de pratos que vão de petiscos tradicionais, passando por pratos praianos, drinks seletos e sobremesas de dar água na boca. O queridinho do cardápio é o robalo na brasa no valor de R$289,90 que serve até 4 pessoas e vem acompanhado de macaxeira frita, purê de batata, arroz branco, farofa e salada”.

 

Quando o setor é de hotelaria, outro estabelecimentos da região também projeta um bom público vindo do continente europeu. Laís Lopes, gerente de um hotel que fica na vila de Jericoacoara, ressalta que o local já está com 70% da ocupação somente de estrangeiros. “A expectativa é fecharmos esse período que antecede os preparativos para iniciar as projeções do fim de ano com um acréscimo expressivo de 100% de turismo estrangeiro. Nas próxima duas semanas, é certeza de casa cheia, por isso aguardamos com boas expectativas. Jericoacoara, sem dúvidas, é o local ideal para esses visitantes vindos da Europa e de todas as partes do mundo”, frisa Laís Lopes, gerente do Art Hotel.

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Startups crescem no País, mas 75% não chegam aos cinco anos de existência; gestão é saída para reduzir mortalidade

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

23 de agosto de 2019

A situação difícil do mercado de trabalho formal é um dos fatores que têm estimulado o empreendedorismo no Ceará, contribuindo para o crescimento do número de startups no Estado. Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), a quantidade de empreendimentos no Ceará saltou 36% em 2018. Para que esses negócios durem e não façam parte da parcela de 75% das startups que não chegam aos cinco anos de existência no Brasil, é necessário investir na gestão, que está entre as principais causas de mortalidade das empresas, conforme estudo da Fundação Dom Cabral. Buscando ajudar os empreendedores a terem êxito na condução das suas startups, a Flow Desenvolvimento Integral elaborou um sistema de gestão exclusivo com foco em um tripé que contempla a visão de futuro, o olhar para o presente e a conexão entre todas as áreas da empresa, gerando uma rede onde todos estão juntos em prol de algo comum.

“As startups têm crescido muito no Brasil como empresas inovadoras e com ambientes criativos, mas, muitas vezes, os seus espaços físicos diferentes, com paredes coloridas e puffs no chão, por exemplo, não representam as suas ações. A importância da gestão é subestimada. São negócios velozes que precisam escalar rapidamente e acham que é possível fazer a gestão apenas com ferramentas isoladas. As ferramentas são importantes, mas seu uso exacerbado gera um imediatismo enorme que leva as pessoas a ligarem o piloto-automático para darem conta dessas ferramentas com listas de tarefas que nunca acabam. É um ‘tarefismo’ que cansa as pessoas, gera desestímulo, absenteísmo, falta de criatividade, redução da produtividade e erros constantes”, alerta Adriana Bezerra do Carmo, sócia fundadora da Flow Desenvolvimento Integral.

De acordo com ela, as startups estão bem servidas em relação a modelos de negócios, mas falta um olhar mais atento para a gestão e para as transformações que ocorrem no mundo, o que contribui para que muitos negócios não tenham vida longa. “Vivemos em um mundo onde as mudanças acontecem de forma muito rápida, no que é conhecido como ‘Mundo VICA’: volátil, incerto, complexo e ambíguo. As startupsestão muito mais suscetíveis a esse mundo VICA, e isso impacta tanto na gestão dos negócios quanto nas pessoas”, afirma Adriana. “Foi pensando na realidade do mundo atual e nas necessidades específicas das startups que nós desenvolvemos o nosso sistema de gestão para esses empreendimentos. Nosso sistema de gestão busca criar negócios conscientes em empresas humanizadas, de forma a criar um ambiente saudável e preparado para o crescimento que as startups almejam”, reforça a sócia da Flow Desenvolvimento Integral.

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Grand Shopping celebra aumento de visitantes no primeiro semestre 2019

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

10 de agosto de 2019

O empreendimento, localizado na Messejana, completa neste sábado (10) três anos de operação

Com o reaquecimento da economia do Ceará, um setor que se destaca é o de shopping centers. O Grand Shopping, localizado na Messejana, na Avenida Frei Cirilo, também segue a mesma tendência.

Em três anos de operação, completados amanhã (10), o empreendimento acumula bons resultados. Somente no primeiro semestre de 2019, o estabelecimento registrou crescimento de 38,5% nas vendas em comparação ao mesmo período do ano passado.

“Estamos focados e otimistas com a maturidade do empreendimento alcançada em apenas três anos após a sua inauguração. Esse panorama positivo estimula a economia local e incentiva novos investidores além de trazer melhores resultados para os nossos lojistas”, ressalta o diretor-presidente do Grand Shopping, Vitor Frota.

O fluxo de pessoas e de veículos acompanhou o crescimento, apresentando uma evolução de 42,05% e 20,93%, respectivamente, ainda nos primeiros seis meses deste ano se comparado ao mesmo período de 2018.

Novas operações

Desde a sua inauguração, em 2016, o Grand Shopping continua atraindo grandes players. No primeiro semestre de 2019, a rede de academias Bluefit, inaugurou sua primeira unidade da franquia em Fortaleza e a segunda do Nordeste, ocupando uma área de mais de 1.400 m² e gerando um fluxo de 2.000 pessoas por dia no empreendimento

Outras operações inauguradas recentemente são a lojas Le Biscuit e a UniAteneu – Centro Universitário que conta com 23 salas e com mais de 2.000 m² de área, ofertando diversos cursos de graduação, pós-graduação e técnicos.

A previsão de vacância do Grand shopping até o final de 2019 é inferior a 10%, sendo, uma das mais baixas para empreendimentos de shopping inaugurados a partir de 2013.

Programação diferenciada

O Grand Shopping também aposta em eventos, shows musicais, exposições e palestras. O empreendimento não é visto apenas como um local de compras, mas sim um espaço voltado à integração e bem-estar dos visitantes.

“O shopping busca desenvolver diversos eventos, agregando qualidade de vida e opções de lazer para a família. Realizamos projetos gratuitos que contemplam aulas de ritmos, assessoria esportiva, festivais musicais e uma programação diferenciada aos domingos. O Grand Shopping não é um empreendimento voltado apenas para as compras. Ele é um espaço de alegria, integração, respeito, engajamento e convivência”, explica o superintendente do Grand Shopping, Gesley Siqueira.

Sobre o Grand Shopping

Localizado em ponto estratégico, abrangendo 33 bairros, com mais de 730 mil habitantes na região sul de Fortaleza, o Grand Shopping tem quatro pisos e reúne grandes marcas. Ao todo, são 182 lojas, cinco lojas âncoras, seis megalojas, games, cinema e praça de alimentação com restaurantes e fast foods.

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E-commerce deve ter faturamento de R$ 2,7 bilhões com compras para o dia dos pais, aponta Compre&Confie

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

09 de agosto de 2019

Cifra representa aumento de 15,1% em relação ao mesmo período do ano passado

O dia dos pais deve ter mais presentes e menos “lembrancinhas” este ano. Um levantamento realizado pelo Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce, mostra que o faturamento previsto para a data é de R$ 2,7 bilhões, aumento nominal de 15,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

A projeção, que considera o período de 27 de julho a 10 de agosto, mostra que o aumento resulta principalmente do maior número de compras para o período. Este ano, devem ser realizados 6,5 milhões de pedidos (aumento de 9,4% em relação à data em 2018).

Também colabora para o aumento o fato de que o consumidor está disposto a gastar mais do que no ano passado. O tíquete médio para as compras deve ser de R$ 409,00, incremento de 5,2%.

“O aumento representa mais um passo para consolidar o varejo online diante do brasileiro. Mesmo com a retomada econômica lenta, consumidores estão dispostos a gastar mais nessas plataformas, o que já representa um aumento da confiança com o ambiente online. Além disso, os preços competitivos praticados no varejo digital chamam a atenção do comprador, que pode presentear com itens de maior valor agregado”, afirma André Dias, diretor executivo do Compre&Confie.

Sobre o Compre&Confie:

O Compre&Confie é uma nova empresa da ClearSale, referência em inteligência de mercado e líder no mercado antifraude para e-commerce. A companhia monitora vendas reais de mais de 80% do varejo digital brasileiro e tem o objetivo de gerar a maior rede de confiança online do Brasil por meio de produtos para varejistas (B2B) e consumidores (B2C).

Para os consumidores, a companhia oferece um serviço 100% gratuito por meio do aplicativo Compre & Confie. Com ele, é possível monitorar o uso do CPF nas compras realizadas no mercado online e notificar compras indevidas. Também é possível ter acesso a pesquisas de satisfação para avaliar a experiência de compra em lojas online e, a partir das respostas, receber cupons e concorrer a prêmios semanais.

Com foco no varejo, indústria e mídia, o Compre&Confie oferece uma metodologia de captura de dados de vendas online em tempo real para que seja possível acompanhar as vendas no comércio eletrônico de maneira muito precisa. Além disso, os varejistas online são beneficiados com um selo de reputação, obtido pela avaliação dos consumidores online.

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Volvo Car Brasil mantém vendas em alta com crescimento de 27,9% no ano

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

09 de agosto de 2019

Entre janeiro e julho, a marca comercializou 4.189 unidades no país;
Os utilitários esportivos XC60 e XC90 são líderes em suas respectivas categorias

Passados sete meses do ano, a Volvo Car Brasil mantem um ritmo de crescimento acima do mercado nacional ao aumentar suas vendas em 27,9% comparado ao mesmo período de 2018: foram 4.189 unidades ante 3.274, respectivamente.

Em julho, a marca sueca comercializou no país 632 unidades. Trata-se de segundo melhor mês de vendas no ano, atrás apenas de maio (702).

O XC60 reafirma ainda mais a liderança de sua categoria. Modelo mais vendido na história da Volvo, o utilitário esportivo já teve 1.842 carros emplacados em 2019, um crescimento de 17,5% quando comparado aos 1.567 veículos comercializados entre os sete primeiros meses de 2018.

Situação parecida vive o maior SUV da marca. Igualmente líder de seu segmento, o XC90 anota a boa performance de 603 modelos vendidos no período, uma alta de 18,7% sobre as 508 unidades do ano passado.

Outro destaque é o XC40, utilitário esportivo de entrada da gama, que contabilizou 1.359 unidades vendidas até julho. A demanda mundial pelo modelo desde seu lançamento, em 2018, continua alta.

A partir de setembro, a marca deve incrementar suas vendas com a chegada do sedã esportivo S60, que já está em pré-venda no país. O novo veículo tem ampla oferta de motores (T4 de 190 hp, T5 de 254 hp e T8 híbrido de 407 hp) e versões completas que o colocam como uma das referências da categoria.

Preços:

S60 T4 Momentum – R$ 195.950
S60 T5 Inscription – R$ 229.950
S60 T8 R-Design – R$ 269.950

Com o ótimo desempenho comercial e o recorde histórico de vendas no país em 2018, com 6.836 unidades e 96% de crescimento sobre 2017, a Volvo Car Brasil busca superar esses números com a comercialização de mais de 8 mil carros este ano.

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Planejador Financeiro, Hygor Guerreiro, explica como investir em criptomoedas no Ceará

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

06 de agosto de 2019

A inovação trazida pela tecnologia das criptomoedas tem ganhado cada vez mais espaço, estabelecendo novos mecanismos de pagamento e uma maneira diferente de enxergar o mercado investidor.

Aqui no Ceará, o número de pessoas que vêm aderindo a essas moedas virtuais cresce diariamente.  De acordo com o planejador financeiro, Hygor Guerreiro, que desde 2016  estuda sobre o mercado de criptomoedas, cerca de 100 a 120 pessoas, diariamente, investem e buscam informações sobre o tema. Além disso, ele ressalta que a estimativa é de que cada vez mais estabelecimentos passem a aceitar pagamentos através de bitcoins, como recentemente anunciado nos jornais : topics e ônibus aceitarão pagamentos por meio destes.

A moeda vem ganhando espaço pelo seu crescimento e rendimentos mais altos que o comum. ‘’O bitcoin teve um crescimento de mais de 200% neste primeiro semestre de 2019. Quem comprou a moeda no inicio do ano, adquiriu por cerca de R$9mil. Hoje, a moeda se encontra numa média de 36mil’’, ressalta Hygor.

Hoje, a lei de oferta e procura, além da confiabilidade de mercado, é o principal fator que determina o valor do Bitcoin. Ela é a principal aposta do mercado financeiro dos últimos tempos. Inclusive, o proprietário do Facebook, Mark Zuckerberg tem causado discussões no mercado internacional pela criação de sua criptomoeda, que será lançada em 2020 : Libra.

Para investir em bitcoin, Hygor explica que é necessário, a princípio, escolher uma corretora que venda a moeda, assim como é na compra de dólar em casas de câmbio. Ele ressalta que é importante ter cuidado na hora dessa escolha, pois muitas não são tão seguras e não possuem nome no mercado.

Bancas de investimentos em criptomoedas operam com estratégias de Trading e Arbitragem, que são operações de compra e venda de moedas buscando rentabilidade devido às oscilações de mercado. Como autoridade no mercado, Hygor afirma: ” Nos últimos 90 dias, conseguimos um percentual de 48,9% de rentabilidade na nossa banca.”

Especialistas no mercado aconselham que criptomoedas devem fazer parte de qualquer portfólio de investimento.  “É possível começar com baixo investimento, de aproximadamente 400 reais”, ressalta.

Visualizando as possibilidades que há no mercado, Hygor criou sua página nas redes sociais e partiu para um trabalho intenso de marketing no Instagram. Ele já acumula mais de 20 mil seguidores na rede (@hygorguerreiro), que todos os dias recebem suas atualizações sobre o mercado de criptomoedas, empreendedorismo e muitas mensagens motivacionais. Com a internet, ele acredita que pode ajudar a movimentar muito mais pessoas à independência financeira, com total foco em autoconhecimento e motivação.

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Ceará perde R$ 178 milhões só com a venda ilegal de cigarros

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

06 de agosto de 2019

Estado registra crescimento do contrabando deste produto, que já alcança 73% do total do mercado
Os cigarros ilegais atingiram um patamar alarmante em 2018. De acordo com um levantamento feito pelo Ibope cerca de 73% de todos cigarros que circulam no Ceará são contrabandeados, vindos do Paraguai. Esse volume equivale a cerca de R$ 178 milhões que os cofres públicos do estado deixaram de arrecadar em ICMS.

A pesquisa indica também que, pela primeira vez desde 2011, a evasão de impostos no país que deixam de ser recolhidos em função do mercado ilegal de cigarros (R$ 11,5 bilhões) será maior do que a arrecadação (R$ 11,4 bilhões). O valor que deixa de ser arrecadado é 1,6 vez superior ao orçamento da Polícia Federal para o ano, e poderia ser revertido para a construção de 121 mil casas populares ou 6 mil creches.

De 2015 a 2018, o mercado ilegal deste produto atingiu 2,5 bilhões de unidades de cigarros e movimentou aproximadamente R$ 379 milhões. De acordo com estimativas da indústria, 70% do aumento do mercado ilegal de cigarros concentraram-se em 10 municípios: Fortaleza, Maracanau, Juazeiro do Norte, Caucaia, Sobral, Crato, Iguatu, Itapipoca, Limoeiro do Norte e Maranguape.

Dominado por quadrilhas de criminosos, o contrabando de cigarros é fonte de financiamento para outros crimes como o tráfico de drogas, armas e munições. Em 2018, as duas marcas mais vendidas no país são contrabandeadas do Paraguai: Eight, campeã de vendas com 15% de participação de mercado, e Gift, com 12%. Outras duas marcas fabricadas no país vizinho compõe a lista dos 10 cigarros mais vendidos: Classic e San Marino (ambas com 3% de mercado). A marca contrabandeada mais popular no Nordeste é GIFT, que com 19% de market share é a mais vendida, à frente de todas as marcas produzidas legalmente no Brasil.

A pesquisa ainda aponta que, considerando todo o país, o mercado ilegal de cigarros atingiu um patamar inédito. Em 2018, de acordo com levantamento do instituto, 54% de todos os cigarros vendidos no país são ilegais, um crescimento de seis pontos percentuais em relação ao ano anterior. Desse total, 50% foram contrabandeados do Paraguai e 5% foram produzidos por empresas que operam irregularmente no país.

O principal estímulo a esse crescimento é a enorme diferença tributária sobre o cigarro praticada nos dois países. O Brasil cobra em média 71% de impostos sobre o cigarro produzido legalmente no país, chegando a até 90% em alguns estados, enquanto que no Paraguai as taxas são de apenas 18%, a mais baixa da América Latina.

Para Edson Vismona, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), um fator perverso decorrente do aumento no contrabando de cigarros é que, pressionados pela crise que o país enfrenta, os brasileiros que migram do mercado legal para o ilegal para poder economizar dinheiro e ao mesmo tempo aumentar o consumo. “O levantamento apontou que, mesmo gastando menos, já que os cigarros contrabandeados não seguem a política de preço mínimo estabelecida em lei, os consumidores acabam fumando, em média, um cigarro a mais por dia. Isso mostra que as políticas de redução de consumo adotadas pelo governo não estão sendo eficazes, por conta do crescimento do mercado ilegal” afirma Vismona.

“Esta é uma luta muito dura e que deve envolver a coordenação de esforços de autoridades governamentais, forças policiais e de repressão, consumidores, indústria e, claro, das entidades que lutam para a redução do tabagismo no país. Somente desta forma vamos conseguir combater a concorrência desleal e promover uma melhoria do ambiente de negócios no País com melhoria de renda, emprego, saúde pública e segurança para todos os brasileiros” acredita Edson Vismona.

O levantamento foi realizado em 208 municípios de todo o país, por meio de entrevistas presenciais e com recolhimento dos maços de forma a garantir a precisão da informação. Foram ouvidos 8.266 consumidores entre 18 e 64 anos.

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Beach Park é uma das melhores empresas de Turismo para trabalhar no país, segundo a organização GPTW

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

02 de agosto de 2019

O Beach Park Entretenimento recebeu, na última quarta-feira (31), mais um selo Great Place to Work (GPTW), dessa vez na categoria Melhores Empresas Para Trabalhar – Hotelaria e Turismo. A premiação aconteceu no Belmond Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. No ranking nacional das empresas de grande porte que possuem políticas positivas de incentivo e estímulo para os funcionários, o destino turístico ficou em terceiro lugar, reafirmando o compromisso social do Beach Park em promover um espaço de trabalho voltado para o desenvolvimento pessoal de seus colaboradores.

Segundo a diretora administrativa do empreendimento, Alyne Menezes, esse reconhecimento vem dos esforços contínuos para melhorar as práticas sociais da empresa desde seu início, há 34 anos. “Esses prêmios são importantes porque nos mostram que estamos no caminho certo, e que, mesmo sendo uma empresa de grande porte, conseguimos visualizar cada um de nossos mais de 2.200 colaboradores como indivíduos de igual importância. Estamos em constante busca para aperfeiçoar nossa gestão de pessoas e acreditamos que esse é um momento para comemorar e refletir sobre o que ainda podemos melhorar nesse aspecto”, comentou.

Recentemente, o Beach Park também recebeu o selo GPTW Mulher, que reconhece ações afirmativas voltadas para um ambiente de trabalho igualitário e que visa o desenvolvimento pleno das mulheres, sendo a única empresa cearense de grande porte a receber a premiação em 2019.

Sobre o Beach Park Entretenimento

Com mais de 30 anos de história, o Beach Park Entretenimento é um grupo de empresas genuinamente cearense que atua em diversas áreas de lazer e entretenimento. Localizado na praia de Porto das Dunas, a 17 km de Fortaleza, capital do Ceará, o complexo turístico Beach Park é uma das opções de lazer mais procuradas pelos viajantes no país inteiro. Atualmente ocupa mais de 160 mil m² e reúne um parque aquático, três resorts, um hotel, além do Restaurante de Praia e da Vila Azul do Mar – espaço de convivência e serviços -, ambos abertos ao público. O Aqua Park, que conta com 18 grandes atrações, recebeu em 2017 a notável marca de um milhão de visitantes. O Beach Park Entretenimento também  faz parte do Hall da Fama do TripAdvisor por ter recebido o Certificado de Excelência nos últimos cinco anos. Pelo segundo ano consecutivo, foi eleito um dos melhores lugares para se trabalhar do Brasil pelo Prêmio Great Place To Work. Mais que um destino de férias, hoje se consolida como um grupo de entretenimento por meio de suas diversas atuações como a Rádio Beach Park, a Revista Onda Beach Park, o Beach Park Studios – estúdio de animação próprio -, e o Ceará Show – primeiro espetáculo musical permanente no Estado. Com a preservação do meio ambiente sendo uma de suas prioridades, o Beach Park tem reconhecimento internacional de gestão ambiental com o selo ISO 14.001 – norma adotada por grandes empresas de todo o mundo que tem o compromisso de reduzir o impacto ambiental e ampliar os negócios. É sócio-idealizador da Pordunas, Associação que tem como objetivo desenvolver projetos e iniciativas socioambientalmente responsáveis para melhoria da qualidade de vida da região do Porto das Dunas, em Aquiraz-CE.

Serviços Beach Park:

Site: www.beachpark.com.br

Blog: http://blog.beachpark.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/BeachParkBrasil

Instagram: https://instagram.com/beachpark

Twitter: https://twitter.com/beachpark

Youtube: https://www.youtube.com/user/tvbeachpark

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Grendene registra lucro líquido acumulado de R$ 118 milhões no 1º semestre

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

01 de agosto de 2019

Crescimento nas vendas on-line no período contribuíram para o resultado da companhia

A Grendene anuncia hoje seus resultados do primeiro semestre de 2019, quando obteve lucro líquido acumulado de R$ 118 milhões, com margem de 14,3%, gerando caixa de R$ 336,1 milhões. Além disso, a companhia conseguiu reduzir a queda no volume de pares no acumulado de janeiro a junho, em comparação com igual período do ano anterior, para 20,1% – enquanto no primeiro trimestre havia sido de 29,5%.

Em termos gerais, na comparação com os primeiros seis meses de 2018, a Grendene registrou queda de 17% na receita líquida; queda de 46,8% no lucro líquido e EBIT de R$ 43,6 milhões (76,1% menor). Segundo CFO da Grendene, Francisco Schmitt, os números da empresa são consistentes, porém inferiores se comparados aos do ano passado. “O baixo volume de produção e a consequente baixa utilização da capacidade instalada continuaram afetando as margens. Além disso, alguns eventos não recorrentes também contribuíram para queda do resultado neste período, mas ainda assim, os resultados são muito positivos para o setor onde atuamos.”

Na execução estratégica, a companhia reforçou o relacionamento com o trade, desenvolvendo suas marcas e sua comunicação com o mercado, seguiu com ações para ampliar a presença em outros mercados externos, por meio de lojas exclusivas.

Destaque também para as vendas on-line, em loja própria, que avançaram em taxas robustas de dois dígitos, assim como o comércio digital em parceiros. Como a tendência é de crescimento, a Grendene criou uma área de gestão focada em oportunidades que estão surgindo a partir da transformação digital. Por exemplo, a comunicação com o mercado e as interações com o consumidor já são predominantemente digitais, por meio de redes socais e canais móveis, meios preferidos das novas gerações. Para se ter ideia, a fanpage da Melissa no Facebook já atinge 6 milhões de seguidores e intenso tráfego próprio e o perfil da marca no Instagram tem 3,5 milhões de seguidores.

Outro destaque no período é que, desde maio de 2019, os calçados da Grendene estão registrados com o selo Vegan (produto que não contêm nenhum componente de origem animal em sua composição e que não realizamos testes em animais), e a linha de calçados Ipanema é certificada pelo selo Biobased (contêm na sua composição um percentual entre 20% e 40% de material de origem renovável). Ambos são importantes atestados para os negócios, uma vez que o novo consumidor, de pensamento millennial, busca por marcas de produtos com ações sustentáveis comprovadas.

“O consumo de calçados de fato caiu no primeiro trimestre deste ano. Mas, nossa avaliação, apresentou estabilidade ou leve recuperação de abril a junho, quando o sell-out foi maior que o sell-in, o que ajudou varejistas reduzirem estoques que estavam muito altos no início do ano. Nossa expectativa é um segundo semestre melhor que o mesmo período do ano passado”, destaca o Schmitt.

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Grendene registra lucro líquido acumulado de R$ 118 milhões no 1º semestre

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

01 de agosto de 2019

Crescimento nas vendas on-line no período contribuíram para o resultado da companhia

A Grendene anuncia hoje seus resultados do primeiro semestre de 2019, quando obteve lucro líquido acumulado de R$ 118 milhões, com margem de 14,3%, gerando caixa de R$ 336,1 milhões. Além disso, a companhia conseguiu reduzir a queda no volume de pares no acumulado de janeiro a junho, em comparação com igual período do ano anterior, para 20,1% – enquanto no primeiro trimestre havia sido de 29,5%.

Em termos gerais, na comparação com os primeiros seis meses de 2018, a Grendene registrou queda de 17% na receita líquida; queda de 46,8% no lucro líquido e EBIT de R$ 43,6 milhões (76,1% menor). Segundo CFO da Grendene, Francisco Schmitt, os números da empresa são consistentes, porém inferiores se comparados aos do ano passado. “O baixo volume de produção e a consequente baixa utilização da capacidade instalada continuaram afetando as margens. Além disso, alguns eventos não recorrentes também contribuíram para queda do resultado neste período, mas ainda assim, os resultados são muito positivos para o setor onde atuamos.”

Na execução estratégica, a companhia reforçou o relacionamento com o trade, desenvolvendo suas marcas e sua comunicação com o mercado, seguiu com ações para ampliar a presença em outros mercados externos, por meio de lojas exclusivas.

Destaque também para as vendas on-line, em loja própria, que avançaram em taxas robustas de dois dígitos, assim como o comércio digital em parceiros. Como a tendência é de crescimento, a Grendene criou uma área de gestão focada em oportunidades que estão surgindo a partir da transformação digital. Por exemplo, a comunicação com o mercado e as interações com o consumidor já são predominantemente digitais, por meio de redes socais e canais móveis, meios preferidos das novas gerações. Para se ter ideia, a fanpage da Melissa no Facebook já atinge 6 milhões de seguidores e intenso tráfego próprio e o perfil da marca no Instagram tem 3,5 milhões de seguidores.

Outro destaque no período é que, desde maio de 2019, os calçados da Grendene estão registrados com o selo Vegan (produto que não contêm nenhum componente de origem animal em sua composição e que não realizamos testes em animais), e a linha de calçados Ipanema é certificada pelo selo Biobased (contêm na sua composição um percentual entre 20% e 40% de material de origem renovável). Ambos são importantes atestados para os negócios, uma vez que o novo consumidor, de pensamento millennial, busca por marcas de produtos com ações sustentáveis comprovadas.

“O consumo de calçados de fato caiu no primeiro trimestre deste ano. Mas, nossa avaliação, apresentou estabilidade ou leve recuperação de abril a junho, quando o sell-out foi maior que o sell-in, o que ajudou varejistas reduzirem estoques que estavam muito altos no início do ano. Nossa expectativa é um segundo semestre melhor que o mesmo período do ano passado”, destaca o Schmitt.