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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Análise

Fecomércio e demais entidades debatem a economia do Estado em tempos de Corona

Por Oswaldo Scaliotti em Análise, Coronavírus, Economia

27 de Março de 2020

Uma live vai reunir os principais setores da Economia do Ceará para debater os efeitos da quarentena. Desde o dia 20 de março está em vigor decreto estabelecido pelo Governo do Estado que determina o fechamento do comércio no Ceará e estabelece multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento.

Maurício Filizola, presidente da Federação do Comércio do Ceará (Fecomércio), debate o assunto juntamente com o presidente da Fiec, Ricardo Cavalcante; o presidente do BNB, Romildo Rolim; o presidente da Companhia Siderúrgica do Pecém, Cláudio Bastos e demais representantes do setor econômico do Estado.

A live acontece a partir das 18h no Zoom: bit.ly/DebateEconomia e no YouTube: bit.ly/YouTubeDoDN.

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Mercado Vida Saudável traz dicas de alimentos que aumentam a imunidade

Por Oswaldo Scaliotti em Análise, Coronavírus

27 de Março de 2020

Uma dieta equilibrada é essencial para manter o corpo saudável e imune a doenças. Neste momento, em que todos buscam se proteger do Novo Corona Vírus, o Mercado Vida Saudável, empreendimento especializado em alimentação de qualidade com foco em Plant Based, traz dicas de alimentos naturais que aumentam a imunidade.

Fontes de fibras, betacaroteno, ferro e ácido fólico, vegetais verde escuros, como espinafre, bertalha, brócolis, agrião e couve são excelentes opções que podem ser inseridas na alimentação. Frutas e legumes de tom avermelhado, como morango, tomate e goiaba, são fontes de vitamina C, essencial para proteger o nosso corpo. Além disso, possuem propriedades antioxidantes, cardioprotetoras e estimulantes do sistema imunológico.

“São alimentos fáceis de encontrar e que tem um alto poder de nutrição. Neste momento, além de lavar bem as mãos, precisamos proteger o nosso organismo com alimentos que fortaleçam a nossa imunidade. Então a dica é sempre colorir o prato com muitas frutas e verduras”, aconselha o nutricionista do Mercado Vida Saudável, André Luiz.

Para manter os tecidos, pele e cabelos, as frutas e legumes alaranjados, como mamão, cenoura e damasco são os indicados. Ricos em carotenoide, que desempenham papel de antioxidante, e em Vitamina A e C, esses alimentos aumentam a imunidade e a visão. Com propriedados anti-inflamatórias, antifúngicas e cardioprotetoras, os alimentos de tom arroxeado, como as uvas e ameixas são ótimas fontes de resveratril, que melhora o fluxo de sangue e ajuda a desintoxicar o organismo.

Delivery

Alguns dos produtos disponíveis no Mercado Vida Saudável são os temperos, que também podem auxiliar na imunidade. Entre eles estão a canela, cúrcuma, gengibre e açafrão. Caracterizados como temperos anti inflamatórios e anti oxidantes, eles melhoram a imunidade e reduzem o risco de doenças, além de diminuírem o nível de açúcar no sangue.

O Mercado Vida Saudável segue operando com delivery durante o período de quarentena. O serviço é gratuito para 10 bairros da cidade e os pedidos podem ser feitos através do WhatsApp do Mercado, no número (85) 98160.0292, ou pelo telefone (85) 2180.6349.

Além dos bairros Meireles, Aldeota, Dionísio Torres, Praia de Iracema, Guararapes, Joaquim Távora, Cocó, Varjota, Papicu e Dunas, que podem pedir o delivery com entrega gratuita, outros bairros também podem fazer o pedido sob taxa de entrega.

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Bares e restaurantes pedem ajuda aos bancos para que setor não sofra um colapso total

Por Oswaldo Scaliotti em Análise, Coronavírus

26 de Março de 2020

 

Em uma carta aberta enviada ontem (25), vários entidades do setor de bares e restaurantes pleiteiam ajuda às instituições bancárias. O movimento teve início em São Paulo e conta com o apoio de centenas de renomados chefs e empresários. Assinam o documento a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Mundo Mesa, Escola de Negócios da Gastronomia (EGG) e o Movimento S.O.S Bares & Restaurantes.

Entre os pedidos, estão:

– Crédito para capital de giro;

– 12 meses de carência para o primeiro pagamento;

– Taxas de juros próximas à Selic;

– Longo prazo para pagar (acima de 48 ou 60 meses);

– Os empréstimos devem acontecer com fundo garantidor do Governo e não com garantias do empresário de bares e restaurantes;

– Prorrogação/Renegociação das operações de crédito já contratadas com juros iguais ou menores dos já praticados. Carência de 12 meses.

– Tudo isso sem CND – certidão negativas de débito;

O documento lembra que, devido à pandemia, o setor de bares e restaurantes pode sofrer um colapso total, com a demissão de seis milhões de trabalhadores. “Estamos sem oxigênio e precisamos de intervenção já”, diz a carta.

 

“Seis milhões de pessoas em todo o Brasil que trabalhavam até dez dias atrás nos restaurantes e bares preferidos de sua família, dos seus funcionários, dos seus fornecedores. E o risco é que estes lugares deixem de existir. Com isso, o comércio da alimentação feérico e pujante que faz a fama de São Paulo, e contribui com a produção e consumo de milhares de produtos da agricultura, de produtores artesanais e das grandes indústrias presentes na maior economia do país e da América do Sul, deixará de colaborar com os balanços exuberantes de vocês”, diz a carta”, continua.

Para o movimento, os bancos precisam entender “que estamos todos em uma corrente, de mãos dadas, dispostos a enfrentar a crise juntos. Mas juntos mesmo, porque de uma hecatombe, ninguém sai vivo. Perdemos funcionários, perdemos público, perdemos nosso trabalho, perdemos nossa segunda família, porque a primeira, está conosco e temos de ampará-la e sustentá-la sem saber exatamente como”.

Rodolphe Trindade, presidente da Abrasel no Ceará, acrescenta que a cadeia é uma só, então o dinheiro vai ter que girar. “Os bancos vão acabar sofrendo com isso também, então está na hora de eles ajudarem, reduzindo suas margens de lucro”, diz.

 

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Contador Jeffersor Lopes lista 9 dicas, para empresários, sobre como lidar com a atual crise com menor impacto possível 

Por Oswaldo Scaliotti em Análise, Coronavírus

26 de Março de 2020

O momento é incerto sobre como deverão ser os desdobramentos no cenário financeiro do nosso pais, tendo em vista essa pandemia de coronavírus. É fato que além da saúde, a economia já vem sofrendo impacto e muitos empresários e colaboradores estão um pouco tanto perdidos sobre quais decisões tomar. Para ajuda-los a lidar com a atual crise com o menor impacto possível, o contador Jefferson Lopes listou 9 dicas. Confira!

  1. Lembre “CHASH IS KING”. Fluxo de caixa é melhor remédio para essa crise.

  1. Implemente junto aos sócios da empresa uma reunião diária, para discutir a respeito da crise, sobre as novas informações que vão surgindo. Caso não tenha sócios tire um tempo no final do expediente para refletir sobre planos de ação e como você deve se remodelar diante deste cenário;

  1. Seja ágil nas decisões. Observe dois aspectos: Vai impactar no seu caixa? Se a resposta for NÃO coloque em pratica, se for SIM repense ou entre em contato com o seu contador;

  1. Renegocie contratos de dívida com Bancos e Fornecedores, revisando taxas e prazos mínimos entre 60 e 120 dias;

INCLUSIVE: Antecipe seu cartão de crédito (negociando as taxas é claro)

Nesse momento todo mundo está renegociando inclusive os bancos, converse com seu gerente.

  1. Redefina suas compras, adequando à necessidade atual e ao novo volume de receitas, mudando inclusive o mix de produtos;

6.Defina um plano emergencial de cortes, porém priorize a redução salarial, aguardando as novas atualizações e previsões da crise nas próximas semanas. Coloque a maior parte de sua equipe em Home Office, observando sempre prazos e crie controles de produtividade;

  1. Atrase recolhimento de impostos observando os que já podem ser postergado por determinação do fisco como o Simples e o FGTS. Lembrando que se atrasar os demais, fique atento para não ir para o cadim, pois irar impossibilitar ter créditos com bancos públicos;

  1. Identificar oportunidade, utilizando estratégias de delivery. Gere conteúdo de relevância aproveitando que a maiorias das pessoas estão utilizando muito as redes sociais nesse momento de isolamento social;

  1. Aproveite a oportunidade para ajudar o próximo, afinal sua empresa também possui responsabilidade social.

O contador Jefferson Lopes também está ajudando e esclarecendo dúvidas todos os dias, às 16 horas, através  de live em seu instragram ( @jefferson_loppes) com especialistas na área tributária, jurídica, entre outras, informando possíveis soluções para que micro e pequenas empresas possam passar por essa crise e continuar firmes no mercado.

Aqui vai o link: https://instagram.com/jefferson_loppes?igshid=qvvgkgaotorb

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Limpeza do ambiente com eficiência: quais são os produtos indicados para higienização

Por Oswaldo Scaliotti em Análise, Coronavírus

24 de Março de 2020

 

Produtos utilizados no dia-a-dia dos cuidados da casa são eficazes na desinfecção correta das superfícies, segundo o Ministério de Saúde | Foto: Divulgação

Celulares, interruptores, maçanetas, bancadas, torneiras, vasos sanitários, talheres são alguns dos condutores na transmissão do Covid-19, especialmente quando a transmissão já é considerada comunitária, como é o caso dos estados da Bahia e Pernambuco. A higienização de ambientes, superfícies e objetos deve ser associada à proteção pessoal contra a proliferação de microrganismos que podem transmitir o novo coronavírus. Produtos de limpeza, como  sabão, desinfetantes, água sanitária e álcool, são grandes aliados para realizar de forma correta estes cuidados.

O Ministério da Saúde divulgou orientações que reforçam a importância da limpeza doméstica com produtos facilmente encontrados nos supermercados. No caso do uso de água sanitária, a indicação é usar a solução de uma parte do produto para nove partes de água para adquirir a desinfeção da superfície.

O sabão convencional, em barra ou líquido, também ajuda no processo de higienização. Wladimir Queiroz, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e especialista em doenças infecciosas e parasitárias e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), explica como estes produtos agem sobre os microrganismos, em entrevista ao G1. “O vírus possui uma cápsula de gordura protetora e a limpeza com estes produtos retira a cápsula e mata o vírus”, esclarece.

Os componentes dos produtos são a garantia da redução dos riscos de contaminação. “A água sanitária promove o rompimento da parede celular do vírus pela ação oxidante do cloro livre presente na composição, o que atesta a eficácia como virucida. O produto age na camada proteica de proteção dos microrganismos e é um agente importante na limpeza doméstica”, explica Cristina Campos, Coordenadora Química do grupo Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte, responsável pela marca Brilux.

A especialista reforça que até mesmo a simples combinação de água e sabão são efetivos na higienização das mãos e superfícies. “Os desinfetantes possuem na sua composição agentes de detergência e bactericida que promovem a limpeza e higienização das superfícies. Outros produtos como lava louças e álcool, que possuem finalidade de limpeza, auxiliam na redução dos riscos de contaminação em utensílios e superfícies. Ao realizar o processo de forma adequada, remove-se os microrganismos aderidos nas superfícies”, explica Cristina.

Álcool líquido

A comercialização do álcool líquido com concentração acima de 70% é atualmente permitido apenas a laboratórios, hospitais e empresas que esterilizam materiais, de acordo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na última terça-feira, 17, a Câmara dos Deputados aprovou projeto que susta a norma durante 90 dias. O texto segue para a avaliação do Senado. Se aprovada, passa a ser permitida a venda de álcool líquido 70% para o consumidor individual.

Já o álcool líquido com menor concentração deve ser utilizado nos cuidados com a casa para higiene geral e redução dos riscos de contaminações.  “O álcool utilizado no dia-a-dia também colabora na limpeza. Este produto, associado aos demais, ajuda a proteger o ambiente, sem esquecer do fundamental que é a higiene das mãos”, esclarece Cristina.

O grupo Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte produz itens que podem auxiliar na limpeza da casa, como o álcool líquido Brilux com concentração de 46º INPM e álcool em gel de 65º INPM, além de água sanitária e desinfetantes Brilux com eficácia comprovada na eliminação de 99,9% das bactérias. A indústria também possui uma ampla linha de sabonetes Even, incluindo o sabonete em barra antibacteriano Even Pro, que podem ser utilizados na higiene das mãos.

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Coronavírus: CAACE lança canal de teleatendimento exclusivo para advogados 

Por Oswaldo Scaliotti em Análise, Coronavírus

23 de Março de 2020

A Caixa de Assistência dos Advogados do Ceará (CAACE) disponibiliza para a advocacia cearense e seus familiares um canal gratuito de informação. Os advogados que possuem qualquer dúvida a respeito do Novo Coronavírus, bem como necessitarem de atendimento inicial, podem receber esclarecimentos com uma equipe de médicos, enfermeiros, nutricionistas e psicólogos por meio do número 0800 042 0486. A equipe de profissionais da saúde está disponível de 08h às 18h, de segunda a sexta-feira.

A medida foi tomada pelo presidente da CAACE, Sávio Aguiar, pensando no bem-estar de todos os advogados cearenses. “Sabemos da importância do isolamento social para conter essa pandemia. Por isso, estamos oferecendo os serviços de saúde via telefone. O canal é útil para esclarecer dúvidas sobre sintomas, infecção pelo vírus, formas de prevenção etc. É a maneira que encontramos para resguardar os nossos advogados e seus familiares”, afirma o presidente Sávio Aguiar.

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Serlares indica cuidados necessários com a higiene na hora do preparo de refeições

Por Oswaldo Scaliotti em Análise, Coronavírus

23 de Março de 2020

Cuidados com a higiene são essenciais para quem trabalha no setor de alimentação em todas as circunstâncias. Porém, desde as notícias sobre a contaminação e epidemia do novo coronavírus essa cautela teve que ser redobrada para garantir a segurança de todos.

Pensando em auxiliar os empreendedores que trabalham no ramo alimentício, a Serlares, empresa referência na produção de refeições coletivas há 40 anos no Norte e Nordeste do país, preparou uma lista com os cuidados necessários na hora do preparo das refeições. Confira:

Tenha uma equipe higienizada

Mesmo que não haja evidência comprovada de que os alimentos possam sofrer contaminação pelo novo tipo de coronavírus, é importante reforçar as medidas de prevenção de higiene pessoal e da cozinha onde os alimentos são preparados.

De acordo com Rafaela Canito, gerente de qualidade da Serlares, esses cuidados são essenciais em todas as etapas. “O primeiro passo para se trabalhar com alimentação, seja nesse ou em qualquer outro período, é conscientizar sua equipe de que a limpeza sempre deve vir em primeiro lugar. Mantendo a higienização, a qualidade das refeições não será comprometida”, declara.

Reduza a quantidade de colaboradores na cozinha

É comum nos estabelecimentos que trabalham com a produção de refeições encontrar grandes equipes com colaboradores que apenas auxiliam no momento do preparo. Neste momento, de acordo com Rafaela, o indicado é otimizar a produção, reduzir o quadro de funcionários no local para garantir a segurança de todos. “É importante que estejam no ambiente da cozinha, apenas aqueles que estão diretamente ligados ao processo de produção. Os demais podem ser alocados a outras funções temporariamente”, indica.

Disponibilize materiais de higienização

Com a conscientização dos colaboradores sobre a importância dos cuidados com o preparo das refeições, a dica é deixar disponíveis materiais que facilitem a higiene pessoal dos envolvidos nos processos de preparo e manuseio, como conta a gerente de qualidade, “É indispensável que toda área de manipulação de alimentos tenha disponível pias exclusivas para higienização das mãos, com água, sabonete bactericida, papel toalha e álcool em gel. Com esses materiais, o próximo passo é lembrar de constantemente de higienizar as mãos”, afirma.

Cuidados com os materiais de trabalho

Os cuidados com os utensílios utilizados, como pratos, colheres, facas, garfos, pegadores e copos, devem ser redobrados. Rafaela explica como os utensílios devem ser manuseados. “É importante que todo esse processo seja seguido com cautela e zelo. Sempre higienizar adequadamente esses utensílios tanto no preparo, quanto no momento de disponibilizar aos clientes.” conta.

Mantenha o ambiente arejado

Manter o local de preparo das refeições bem arejado também é importante, checar sempre as saídas de ar do ambiente e os equipamentos de circulação do ar estão limpos. Dessa forma, o clima no local não será tão propício para a proliferação desse e de outros vírus.

Atenção às embalagens

Caso o seu estabelecimento trabalhe com entregas esse ponto também merece atenção. Rafaela, indica o máximo de cuidado nesse momento. “É importante que quem for servir as porções esteja de luvas descartáveis e que os alimentos estejam bem lacrados nos recipientes”, finaliza.

Caso deseje mais informações, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) desenvolveu uma cartilha especial para auxiliar na orientação de proprietários de estabelecimentos comerciais sobre como lidar nesses momentos, confira: https://abrasel.com.br/noticias/noticias/coronavirus-abrasel-lanca-ebook-sobre-cuidados-na-higiene-para-delivery-de-bares-e-restaurantes/.

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Cai 44% o movimento nas lojas físicas brasileiras nesta quinta-feira 19, calcula Seed Digital

Por Oswaldo Scaliotti em Análise, Coronavírus

20 de Março de 2020

O movimento de consumidores nas lojas brasileiras segue a semana com quedas mais acentuadas a cada dia, conforme estudo da empresa de coleta e análise de dados do varejo Seed Digital. Nesta quinta-feira (19/3), o fluxo de pessoas caiu 43,88% em relação às demais quintas-feiras de 2020. Em relação à mesma data do ano passado, o recuo foi de 35,91%.

Na quarta-feira (18/3), terça-feira (17/3) e segunda-feira (16/3), as quedas de consumidores no varejo foram de 41,6%, 37,89% e 27,1%, respectivamente.

“Das lojas que continuam operando, as retrações seguem crescendo a cada dia, principalmente nas lojas de shopping, enquanto nas de rua se mantém na casa dos 20% de recuo”, pontua Sidnei Raulino, CEO da Seed Digital. A pesquisa tem como objetivo revelar como a pandemia do novo coronavírus afeta o comércio.

Shopping

A pesquisa da Seed aponta que, na quinta-feira (19/3), o fluxo de pessoas nas lojas brasileiras que funcionam em shoppings caiu 58,31% na comparação com as demais quintas-feiras do ano. Frente à mesma data do ano passado, a diminuição foi de 50,8%.

Rua

Nas lojas de rua as retrações foram de 27,78% na comparação com as demais quintas-feiras e de 20,26% em relação ao mesmo dia de 2019.

Evolução – resultados por dia – 9 a 19/3/20 (% em relação à média 2020):

Sobre a Seed Digital

A Seed Digital é a maior plataforma de coleta e análise de dados em lojas físicas do Brasil, além de ser a única no país a operar a jornada de compra do consumidor end-to-end, que consiste em atrair o consumidor através de mídia programática e, depois, monitorar e analisar a performance das campanhas e das lojas. O objetivo da Seed é oferecer informações para mensurar a performance de cada estabelecimento e equipe, além do retorno de investimentos em marketing e promoções. A empresa, com metodologia homologada, analisa mais de 3 mil pontos no varejo brasileiro (23 estados e 149 cidades) e conta com uma plataforma (Data Management Platform – DMP) com mais de 72 milhões de perfis em todo o Brasil. A inteligência de dados de consumo de varejo fornece: perfil do cliente, hotzones e fluxo de pessoas, por meio de tecnologia de inteligência artificial, sensores e algoritmos desenvolvidos para o mercado físico e online.
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Uso excessivo de aparelhos digitais pode causar ansiedade nas crianças

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

11 de Março de 2020

Neuropsicóloga explica a importância de impor limites no uso diário

 

Os aparelhos eletrônicos como celulares, tablets e notebooks já fazem parte da rotina da maioria das famílias. Boa parte das crianças são adeptas muito cedo ao uso desses artigos como auxílio na rotina dos pais e responsáveis. Sabe-se, no entanto, que o uso excessivo pode causar alguns distúrbios na infância e entre eles, a ansiedade.

Segundo pesquisa publicada pelo Ministério da Saúde e pela recente divulgação do Manual da Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças menores de um ano não devem utilizar aparelhos eletrônicos. Já crianças de 2 a 5 anos, podem utilizar por no máximo uma hora por dia. Essas recomendações são dadas mediante aos estudos que apontam os perigos que o uso em excesso pode trazer, que vão desde obesidade, depressão, ansiedade e atraso no desenvolvimento.

A neuropsicóloga Liane Bastos explica que a utilização excessiva dos aparelhos atrapalha no desenvolvimento cognitivo. “Na primeira fase da infância que vai até os seis anos de idade, a criança passa a interagir com o mundo através dos estímulos sensoriais. Se esse indivíduo é exposto muito cedo a uma tela de celular, sua capacidade de interação pode não se desenvolver inteiramente”, enfatiza.

A profissional também destaca que impor limites de horário para o uso, restringir os ambientes da casa em que podem ser utilizados, ocupar o tempo da criança com outras atividades e brincadeiras podem ser fundamentais para manter a saúde da criança. “Uma vez que são colocadas regras para a utilização desses aparelhos, os pais e responsáveis conseguem apresentar o “mundo real” para as crianças, ajudá-las no aprimoramento de seus estímulos e permitir uma vida mental e psicológica mais saudável através da verdadeira experiência, que é a interação da criança com o mundo. Tecnologia é apenas estímulo, e as crianças precisam destes estímulos em diversas situações, ou seja, experiências, que por sua vez, permitirão o desenvolvimento de habilidades”.

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Frosty planeja crescimento de 14% em 2020

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

18 de Fevereiro de 2020

Após quatro anos de crescimento contínuo no seu faturamento, para 2020 a Sorvetes Frosty espera uma alta de 14%, conforme indicadores apresentados pela diretoria da empresa na convenção comercial realizada no último sábado (15).

“Em 2016, crescemos 28%; nos anos seguintes, 10% e 5%, num momento de crise em que praticamente não houve crescimento entre os concorrentes do setor. Em 2019, quando o mercado nacional de sorvetes cresceu apenas 5%, alcançamos a meta de 20%. E mais uma vez vamos investir, para ter retornos positivos até o final deste ano”, afirmou Newton Lopes, gestor financeiro da Frosty.

Como parte da estratégia da marca para alcançar estes números, está a expansão das lojas de fábrica, onde o cliente compra a preço de atacado a partir de cinco produtos. Já são seis lojas próprias, que neste mês de março ganhará mais uma unidade, em Messejana.

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Frosty planeja crescimento de 14% em 2020

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

18 de Fevereiro de 2020

Após quatro anos de crescimento contínuo no seu faturamento, para 2020 a Sorvetes Frosty espera uma alta de 14%, conforme indicadores apresentados pela diretoria da empresa na convenção comercial realizada no último sábado (15).

“Em 2016, crescemos 28%; nos anos seguintes, 10% e 5%, num momento de crise em que praticamente não houve crescimento entre os concorrentes do setor. Em 2019, quando o mercado nacional de sorvetes cresceu apenas 5%, alcançamos a meta de 20%. E mais uma vez vamos investir, para ter retornos positivos até o final deste ano”, afirmou Newton Lopes, gestor financeiro da Frosty.

Como parte da estratégia da marca para alcançar estes números, está a expansão das lojas de fábrica, onde o cliente compra a preço de atacado a partir de cinco produtos. Já são seis lojas próprias, que neste mês de março ganhará mais uma unidade, em Messejana.