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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Análise

Cerbras lista 5 dicas práticas para limpar seu piso de porcelanato 

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

13 de julho de 2020

Porcelanatos são um dos revestimento mais higiênicos do mercado; confira como dar um up na limpeza do seu piso

 

O porcelanato ganha cada vez mais espaço nos imóveis pela elegância, versatilidade, durabilidade e, especialmente neste momento, por ser um dos revestimentos mais higiênicos que existem. Isso porque sua superfície impermeável evita a instalação de bactérias, vírus e fungos e a sujeira pode ser removida com uma limpeza simples. “Um porcelanato de qualidade não encarde fácil e não exige lavagem frequente, mas alguns cuidados na manutenção são ideais para garantir  que o revestimento mantenha sua elegância e durabilidade tão característicos“, explica a arquiteta Mariana Mota, diretora da Cerbras, indústria de referência na produção de porcelanatos. Confira as dicas da arquiteta para a limpeza ideal do seu porcelanato:

 

1 – Para manter suas superfícies em porcelanatos sempre limpas, utilize a seguinte solução: uma colher de sopa de detergente ou sabão neutro diluído em cinco litros de água. Evite produtos ácidos que prometem uma limpeza profunda e rápida, eles costumam ser agressivos ao porcelanato, alterando seu brilho.

 

2 – Prefira aspirar seu porcelanato ou varrer com instrumentos de cerdas macias para não arranhar. Não utilize palha de aço nessa limpeza, pois ela pode arranhar o revestimento.

 

3 – Já na escolha do seu porcelanato, prefira os que são realmente anti-manchas! Eventuais sujeiras podem ser removidas na maioria dos casos com pano úmido e o uso de detergentes neutros.

 

4 – Para remoção de manchas mais difíceis, indica-se o uso de produtos específicos disponíveis no mercado que garantam a limpeza sem comprometer as características técnicas/estéticas do revestimento.

 

5 – Você pode finalizar sua limpeza com um pano seco e, em seguida, passar uma pequena quantidade de álcool 70% para garantir a assepsia completa da superfície.

Sobre a Cerbras Com 30 anos de história, a Cerbras vem destacando no mercado nacional e internacional de pisos e revestimentos cerâmicos, e atualmente, exporta para mais de 30 países, integrando o ranking das 10 maiores empresas do Brasil no segmento.

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Senado propõe debate sobre PL das Fake News e convida presidente de comissão da OAB-CE

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

10 de julho de 2020

 

O especialista em direito digital, André Peixoto, foi convidado a participar da Sessão de Debates Públicos sobre o Projeto que instituirá a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, conhecido com Projeto de Lei das fake news, no Congresso Nacional. O advogado, que também é presidente da Comissão de Direito da Tecnologia da Informação, estará discutindo o assunto junto com outros especialistas em Direito Digital de renome nacional.

A data do debate ainda será confirmada, mas, dentre os temas que estarão em pauta, estão: a liberdade de expressão, livre iniciativa, sigilo das comunicações, privacidade, aumento de custo de operação para empresas de tecnologia, controle externo pelo Poder Público, coleta massiva de dados, autorregulação, exclusão digital, dentre outros.

 

André Peixoto acredita que é possível ter um projeto que ajude nesse controle da disseminação de fake news, mas defende que mecanismos muito amplos de controle prévio da informação e de quem está publicando, podem fazer o efeito inverso. “Temo que prejudique a liberdade das pessoas ou que as pessoas fiquem menos à vontade para poderem se expressar nas redes sociais”, pontuou.

 

Além disso, Peixoto considera que este é um tema que merece um amplo debate, por ser muito complexo, envolvendo questões técnicas, como direito fundamental à informação e à liberdade de expressão e de opinião. “É importante que se tenha algum tipo de controle, que facilite a identificação. Para isso, é necessário o debate com especialistas do setor e com toda a sociedade para que se possa combater as fake news, a desinformação, mas também promover a liberdade de expressão e a informação”, finalizou.

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Encontro virtual de negócios resulta em articulações comerciais de empresas cearenses no exterior

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

09 de julho de 2020

Filiadas do Sindicato das Indústrias da Alimentação e Rações Balanceadas no Estado do Ceará (Sindialimentos) estiveram no encontro e iniciaram negociações internacionais

 

A primeira rodada online de negócios internacionais do evento “Business Connection Brazil: Food & Beverage” trouxe resultados positivos para empresas cearenses, como articulações comerciais com Dubai, China, Chile, Estados Unidos, Emirados Árabes e Uruguai. Cerca de 300 fornecedores brasileiros e compradores de outros países estiveram presentes no encontro virtual promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com articulação do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).

Cinco filiadas ao Sindicato das Indústrias da Alimentação e Rações Balanceadas no Estado do Ceará (Sindialimentos) marcaram presença no evento virtual, foram elas: Natvita, Onvit, Nossa Fruta Brasil, Alimempro e Polpas Frute. André Siqueira, presidente do Sindialimentos, afirma que, “o acontecimento foi um espaço de interação entre empresários e abertura para o mercado exterior. A primeira rodada foi essencial para incrementar a geração de negócios no Estado.”

Alceu Bley, sócio-diretor da Alimempro, indústria cearense especialista no beneficiamento do alho roxo brasileiro, prever boas expectativas para a exportação. “As expectativas para o mercado internacional são muito boas, pois o Brasil se mostra cada vez mais forte no agronegócio. A experiência foi bastante proveitosa, pois tivemos a oportunidade de nos conectar com diversas empresas espalhadas por todos os continentes, mostrando-lhes nossos produtos, projetos futuros e a importância do agronegócio brasileiro”, detalha.

 

Resultados

 

Conforme João Lima, diretor comercial da Nossa Fruta Brasil, empresa cearense de polpas de frutas, o encontro resultou em prospects no Oriente Médio e Estados Unidos. “Alguns projetos estão em fase avançada de negociação. Tivemos 9 meetings dos quais 6 continuam em contato.”

O diretor comercial diz ainda que as perspectivas de câmbio são positivas. “O câmbio está favorável, capacidade produtiva e a busca crescente por alimentos saudáveis e sem aditivos químicos como os da Nossa Fruta chamam a atenção dos compradores”, afirma João Lima.

Por meio do encontro que ocorreu na última semana de junho, a Onvit, indústria de processamento e exportação de castanha de caju, teve quatro reuniões com empresas do exterior. A estimativa é que a indústria exporte 500 mil dólares para um cliente em Emirados Árabes e 200 mil dólares para Uruguai até o final de 2020. “Desses, nós já tínhamos feito negócios com a empresa dos Emirados e a reunião foi boa para retomarmos o contato, enviamos algumas amostras e estamos iniciando uma nova negociação. A empresa do Uruguai nós já tivemos contato no ano passado, mas não fizemos negócios, e a reunião serviu para iniciarmos uma nova negociação com previsão para finalizar no final deste mês. A empresa do Chile foi o primeiro contato e estamos fazendo o processo de qualificação de fornecedor para após aprovados iniciarmos negociações”, declara o diretor comercial da Onvit, Cleber Vidal.

A medida também foi benéfica para Polpas Frute. “Foram confirmadas oito reuniões. Das oitos, três têm mantido contato e evoluído na conversa, dois de Dubai e um da china. Ainda não foi confirmado a compra, mas foi muito proveitoso, pois mesmo que não fechemos o negócio, ficou aberto a porta para um até breve”, conclui o diretor de comércio internacional da distribuidora, Luiz Almeida.

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Construção Civil completa um mês do retorno das atividades nos canteiros de obras

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

07 de julho de 2020

Setor está otimista e planeja lançamentos para este semestre

 

Nesta quarta-feira (8), completa um mês que o setor da construção civil retomou as atividades nos canteiros de obras. A avaliação do Sinduscon Ceará é muito positiva com relação ao período. De acordo com o presidente da entidade, Patriolino Dias de Sousa, desde o dia 22 de junho, em Fortaleza e Região Metropolitana, são mais de 200 canteiros de obras com 100% do seu quadro ativo sendo monitorados e com acompanhamento. As obras estão avançando e o mercado imobiliário segue uma tendência de retomada.

 

No processo de retomada, o Sinduscon Ceará firmou uma parceria com o SESI-CE para garantir atendimento médico remoto aos trabalhadores no canteiro de obras e um plano de trabalho de combate à contaminação pelo Coronavírus.

 

O atendimento é realizado de forma personalizada, entre o colaborador e a equipe médica do SESI, sempre que houver sintomas da COVID-19. A parceria também inclui assessoria nos canteiros de obras, com preenchimento de um questionário por telefone junto à equipe de profissionais do SESI; entrega presencial nos canteiros de obra de um plano de ação com as medidas e orientações de prevenção; e reunião online para entrega do diagnóstico do canteiro de obra. O Sinduscon-CE e o SESI-CE também elaboraram uma cartilha com recomendações para empresas e colaboradores da construção civil durante o retorno das atividades no Ceará. Também é feita a divulgação de cartazes com orientações aos colaboradores.

 

O Sinduscon Ceará também fez uma parceria com a empresa Impacto Protensão para compra de máscaras com baixo custo e com o Sindicato das Indústrias Químicas, Farmacêuticas, da Destilação e Refinação de Petróleo no Estado do Ceará (Sindiquímica) para o fornecimento de álcool em gel. O Sindiquímica disponibilizou uma lista de empresas cearenses que produzem o produto.

 

EXPECTATIVAS DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL:

 

O setor da construção civil está otimista com relação a este segundo semestre de 2020. O recente anúncio da Caixa Econômica Federal, de incorporar ao financiamento o custo com ITBI e despesas cartoriais, deverá facilitar os negócios e gera otimismo para o segundo semestre deste ano. “Em breve estaremos lançando novos empreendimentos. Acreditamos que o setor da construção civil vai gerar cada vez mais empregos e renda, contribuindo de forma decisiva para retomada da economia em nosso Estado”, afirmou Dias.

 

Os juros baixos praticados, principalmente, pela Caixa Econômica Federal e taxa básica de juros (Selic), definida pelo Copom, são medidas que devem impactar de forma positiva o mercado imobiliário do Ceará. Para Patriolino Dias de Sousa o cenário deve ajudar muitas famílias a concretizarem o sonho da casa própria. “Mesmo em meio à pandemia o Minha Casa Minha Vida continuou vendendo. Isso ocorreu porque há uma grande demanda para esse tipo de produto, dado o enorme déficit habitacional e também por conta da Caixa e dos juros dos bancos, que tornam a compra financiada mais acessível”.

 

O estoque de imóveis  está diminuindo no Ceará e há também a perspectiva de lançamentos no segundo semestre. “Se a economia começar mesmo a estabilizar, com certeza, a construção civil se transformará na mola propulsora  da retomada do crescimento do país”, destacou.

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4 dicas para planejar os móveis do home office

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

07 de julho de 2020

A atual pandemia vem obrigando muitas empresas a aderir ao sistema de home office e parece que a experiência do escritório em casa veio para ficar. Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas aponta que 30% das empresas brasileiras devem manter o home office mesmo após a pandemia do coronavírus. Com isso, o cantinho de trabalho em casa passa a receber mais atenção para que a rotina de expediente seja confortável, funcional e produtiva. Pontos-chaves nesse ambiente são os móveis, que ajudam a montar a estrutura do ambiente de trabalho em casa e são muito versáteis. A Floraplac, indústria de referência no mercado de MDF, lista 4 dicas para planejar os móveis do seu escritório doméstico.

1 – A escrivaninha

Um dos protagonistas do ambiente de trabalho, a escrivaninha merece muita atenção. Escolha um móvel que caiba suficientemente o seu material de trabalho e que respeite as orientações de ergonomia. Há uma infinidade de modelos, mas fique sempre atento no acabamento que combina mais com você. As superfícies com texturas marcantes podem tornar a escrita um pouco difícil, enquanto o acabamento supermatte entrega uma superfície lisa, que traz mais flexibilidade na hora de escrever. Escolha ainda um material que seja de fácil limpeza e durável. Se você precisar de muito espaço para acomodar tudo, preferia optar por uma mesa mais extensa.

2- Cores

Você pode escolher as cores e o design do móvel a partir do projeto da residência, mas também do seu gosto pessoal. O branco e cores mais neutras, como o Fendi, Viena e Kiev, trazem uma linha mais clean e leve, enquanto cores mais modernas como o Malta e o Safira proporcionam descontração e criatividade.

3 – Armários

Os armários são ótimos para manter o ambiente de trabalho organizado. Como demandam mais espaço, veja o tamanho ideal, se é melhor que seja suspenso ou no chão e quantas gavetas e portas são necessárias para guardar tudo direitinho.

4 – Personalização

Você pode tornar seu local de trabalho mais a sua cara. Afinal, você está em casa! Veja a possibilidade de contratar um marceneiro de confiança para desenvolver um projeto personalizado. Há uma variedade de produtos que utilizam desde madeiras clássicas, madeiras modernas e madeiras confortáveis, até os unicolores tradicionais, vibrantes, perluscentes, concreto, pedras naturais, híbridos e muito mais.

Sobre a Floraplac

A Floraplac fica situada no município de Paragominas, no Pará, e faz parte do Grupo Concrem, que integra ainda a Concrem Wood e a Expama. Hoje, a empresa emprega cerca de 500 colaboradores diretos, sendo maioria nativa da região de proximidade da fábrica. A Floraplac tem consultores em 20 estados brasileiros e no Distrito Federal. A empresa segue ainda capacitando seus colaboradores e, junto a isso, mantém seu pilar de responsabilidade corporativa com programas socioeducativos que já favoreceram cerca de 15 mil crianças, principalmente filhos de funcionários. A empresa é a única fábrica de MDF do Brasil a ser autossuficiente em energia elétrica.

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Gastos com delivery crescem mais de 94% durante a pandemia

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

07 de julho de 2020

A Mobills, startup de gestão de finanças pessoais, analisou os hábitos de consumo de mais de 160 mil usuários durante os cinco primeiros meses do ano

Entre os meses de abril e junho, o comportamento de consumo dos brasileiros na categoria de delivery mudou. A M o b i l l s, startup de gestão de finanças pessoais, analisou dados de mais de 160 mil usuários do aplicativo Mobills entre os meses de janeiro e maio de 2020, e constatou que os gastos com os principais aplicativos de entregas focados no delivery de comida (Rappi, Ifood e Uber Eats) cresceram 94,67% no período, ou seja, quase dobraram na comparação entre janeiro e maio de 2019.

No gráfico acima é possível notar que em março, início da quarentena no Brasil, os serviços de delivery tiveram uma queda de 16,98% em comparação a fevereiro. Para o CEO da Mobills, Carlos Terceiro, a queda no mês de março está relacionada com o medo das pessoas diante da incerteza da pandemia.

Porém depois do primeiro mês de isolamento social, os dados apontam crescimento das despesas com delivery. Em abril, o crescimento representou 60,67% em relação a março, e em maio, 39,58% em comparação com abril. “O que podemos perceber foi que o aumento no delivery ocorreu de forma balanceada e gradual à medida que outras despesas foram ficando menores, como com transporte e lazer”, analisa Carlos Terceiro.

O vendedor Nathanael Cunha, 23, usuário do aplicativo Mobills, conta que percebeu o aumento dos gastos em delivery assim que a quarentena começou. Antes, o jovem pedia delivery no máximo oito vezes no mês, na maioria das vezes aos finais de semana. Atualmente, os pedidos se tornaram mais recorrentes durante a semana e os gastos com delivery que não passavam de R$ 100, agora chegam a até R$ 200 no mês. “No início era tranquilo, mas com o tempo a gente começou a ter preguiça de cozinhar, queria comer algo diferente”, justifica.

Valor gasto por transação cresce até 90%

O estudo dos dados também analisou crescimento no ticket médio dos pedidos realizados em cada um dos aplicativos.

A Rappi, que além do delivery alimentício oferece entrega de supermercado, farmácia e compras em geral, se destacou sendo o aplicativo que teve maior aumento no ticket médio. Em maio, o valor médio das transações era R$ 97,20, o que representa aumento de 92,4% em comparação ao mês de janeiro, onde o gasto médio era de R$ 50,51. “Analisamos que essa alta se deve ao aumento de pedidos não apenas de restaurantes, mas também de outros itens de necessidade básicas que são entregues pela plataforma”, explica Terceiro.

O Ifood manteve o ticket médio estável até março, quando começou a apresentar crescimento. Em janeiro e março, os gastos em média eram de R$ 35,00, em maio, o valor cresceu para R$ 42,00 representando 22,3% de aumento em comparação a janeiro.

O Uber Eats não apresentou crescimento no ticket médio, mantendo o valor por volta de R$ 36,00 em maio.
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Banco do Nordeste encerra primeiro semestre com aplicações de R$ 18,4 bilhões

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

07 de julho de 2020

 

 

O Banco do Nordeste investiu, no primeiro semestre deste ano, R$ 18,4 bilhões na economia regional, valor correspondente a mais de 2,3 milhões de operações. São novos créditos que beneficiaram empreendimentos de todos os segmentos e portes dos nove estados da Região e do norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

O valor aplicado pelo Banco do Nordeste, em meio à pandemia de Covid-19, foi praticamente igual ao realizado no primeiro semestre de 2019, quando o Banco contratou R$ 18,8 bilhões. “Esse desempenho reforça a importância do Banco do Nordeste como agente de desenvolvimento da região e evidencia o cumprimento de sua missão de estar ao lado dos empreendedores nas adversidades”, realça o presidente do Banco, Romildo Carneiro Rolim.

O presidente da instituição afirma, ainda, que “o Banco do Nordeste, além de estar cumprindo seu papel, integrado às diretrizes do Governo Federal, está, cada vez mais, aprimorando seus processos de crédito para atender as demandas de acordo com as necessidades dos empreendedores, conferindo celeridade na concessão do financiamento e mais comodidade para o cliente”.

Do total aplicado este ano, R$ 12,5 bilhões, distribuídos em 282,3 mil operações, são oriundos do Fundo Constitucional de Financiamento Nordeste (FNE), principal funding do Banco. No mesmo período, o BNB aplicou R$ 4,3 bilhões na região semi-árida do Nordeste, valor equivalente a 45,4% dos recursos do Fundo. Do montante aplicado com recursos do FNE, destacam-se as contratações com Micro e Pequenas Empresas, que somam R$ 2,2 bilhões, distribuídas em mais de 24 mil operações de crédito.

Microcrédito

Por meio dos programas de microfinanças o Banco do Nordeste investiu R$ 6,1 bilhões neste primeiro semestre do ano. Em meio à pandemia, somente o programa de microcrédito urbano, Crediamigo, contratou, nesse período, R$ 4,9 bilhões por meio de 2 milhões de operações. Já o Agroamigo, programa de microcrédito rural, realizou 242,9 mil operações, correspondentes a R$ 1,2 bilhão.

Ceará

Contemplado com 15,8% dos recursos do FNE, o BNB aplicou no Ceará, neste primeiro semestre do ano, R$ 2,2 bilhões, para um total de 43,7 mil operações. O Estado lidera as contratações no Crediamigo tanto em termos de valores, com R$ 1,5 bilhão aplicados, como em relação ao número de operações, 700,6 mil, o que retrata um ticket médio da ordem de R$ 2,2 mil por operação.

Crédito especial

Durante a pandemia, a partir de 16 de março, o Banco buscou diversas formas de minimizar os efeitos da crise econômica em sua área de atuação. Para isso, além das novas contratações, o Banco suspendeu parcelas dos financiamentos de longo prazo e prorrogou também os empréstimos do programa de microcrédito urbano, levando prestações que venceram entre março e maio para o final dos empréstimos.

O BNB também está operacionalizando a linha FNE Emergencial, criada exclusivamente para apoiar os empreendedores durante a pandemia. A linha de crédito está disponível até 30 de setembro e oferece taxa de 2,5% ao ano tanto para investimentos como para capital de giro. Os novos financiamentos têm carência até dezembro deste ano e limites de R$ 200 mil para investimento e R$ 100 mil para capital de giro isolado.

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Planos de saúde são obrigados a cobrir teste de Covid-19

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

07 de julho de 2020

Segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS), foi incluso em todos os planos de saúde, a realização do teste sorológico para o novo coronavírus. Significa que os planos de saúde privados vão cobrir os testes cuja finalidade é detectar o coronavírus nos beneficiários com suspeita de contaminação. Os exames sorológicos detectam a presença de anticorpos produzidos pelo organismo após exposição ao vírus.

A cobertura obrigatória se estende aos planos de saúde nos segmentos ambulatorial, hospitalar e referência. Para isto, o paciente deve estar apresentando ou ter apresentado uma síndrome gripal ou uma síndrome respiratória aguda grave; febre; apresente um sintomas como tosse, congestão nasal, etc; tenha chegado de viagem do exterior; esteve em área de contaminação local; fez contato com caso suspeito ou confirmado; está internado nos hospitais cujas cidades já possuem confirmações de infecção do vírus.

De acordo com o advogado, Bruno Vaz Carvalho, apesar da inclusão dos exames de diagnóstico para a COVID-19 no Rol de procedimentos da ANS, através da RN 453/2020 e 457/2020, a referida inclusão é meramente exemplificativa, não vinculando a negativa para os planos de saúde, que tem a obrigação de fornecer o diagnóstico nessas situações de emergência em saúde pública. “Portanto, para configurar o reembolso feito fora da rede credenciada deve haver indicação médica em situação de urgência e emergência”, afirma.

Está assegurado o tratamento para quem estiver infectado, no que diz respeito aos beneficiários dos planos hospitalares, correspondente à utilização dos serviços que se fizerem necessários, envolvendo todo o processo de internamento. Porém, se o usuário do plano de saúde estiver em regime de carência, o atendimento será limitado às primeiras 12 horas, de acordo com o parágrafo único do artigo 2º da Resolução CONSU 13 acima citada.

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A letargia das medidas adotadas pelo governo durante a pandemia é um dos temas do Boletim do Economista

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

01 de julho de 2020

A pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19) tem trazido grande impacto no setor econômico. Para avaliar a crise, bem como sugerir formas para sair dela, economistas filiados ao Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE) têm produzido artigos sobre o tema os quais são publicados no Boletim do Economista. As produções são trimestrais e a última edição já está disponível no link: https://bit.ly/2ZquxLY

Entre os temas abordados no Boletim estão “Letargia das primeiras medidas”, de autoria do economista Ricardo Coimbra; “Acesso ao Crédito durante a Pandemia”, de Darla Lopes; “Impactos e medidas de apoio às micro e pequenas empresas diante ao enfrentamento da covid-19”, de Desirée Mota; “Incentivos fiscais administrados pela SUDENE”, de autoria de Izabel Colares; “Desafios e perspectivas da economia criativa brasileira”, de Cláudia Leitão e Inflexão das Expectativas e retomada econômica”, escrito por Ricardo Eleutério.

“O boletim chama atenção para a letargia nas medidas de apoio do Governo Federal, sobretudo com relação do acesso ao crédito. Os economistas do Ceará reconhecem que em 2020 haverá uma profunda recessão, entretanto já começam a apontar para uma pitada de otimismo, no sentido de que o Ceará tem condições para a retomada da economia, a partir dos investimentos públicos que vão alavancar investimentos privados”,  destacou a vice-presidente do Corecon-Ceará, Silvana Parente.

Ainda segundo a especialista, “a partir da necessidade de empreender, seja por necessidade ou por oportunidade e do fomento à inovação, economia criativa, economia solidária , é possível que a gente consiga sair dessa crise e desta recessão que está em curso”, disse.

SOBRE O CORECON CEARÁ

O Conselho de Regional de Economia do Ceará tem por finalidade a fiscalização do exercício da profissão,  por meio de suas redes sociais, vem realizando uma série de lives com o objetivo de estreitar os laços entre o Conselho e a sociedade, especialmente nesse momento de crise econômica.

 

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Julho Verde: Campanha conscientiza sobre câncer de cabeça e pescoço

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

01 de julho de 2020

Julho se inicia e com ele vem a campanha para conscientizar sobre o câncer de cabeça e pescoço. Conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), tumores na cabeça e no pescoço representam o nono tipo de câncer mais comum no mundo. São, aproximadamente, 700 mil casos no mundo a cada ano. No início, a doença pode ser confundida com outras enfermidades, até mesmo com a gripe. A falta de informação atrelada à demora no diagnóstico são questões que preocupam os especialistas.

O médico cirurgião de cabeça e pescoço Bomfim Júnior, membro do Grupo OTO, destaca que o fator de risco mais reconhecido e relacionado a este câncer é o tabagismo. Segundo ele, o tabagismo em suas diversas formas, seja no cigarro tradicional, charuto, narguilé, mascar fumo, aumenta o risco no aparecimento deste tipo de câncer, porque o tabaco tem substâncias na sua composição capazes de promover alteração celular a níveis de DNA, irreversíveis, quando ocorrem.

“Entre outros fatores de risco, o álcool, sozinho, não é relacionado ao câncer de cabeça e pescoço, porém, quando relacionado ao tabagismo, ele pode levar a uma piora na agressão. É importante evitar estes hábitos de fumar e beber, porque eles podem aumentar em 25 vezes o risco de dano celular. Existe também a contaminação pelo vírus HPV, ele pode causar câncer de garganta, ainda mesmo em pacientes mais jovens, que não têm hábito do tabagismo e etilismo”, conforme Bomfim Júnior.

O médico chama atenção para os sinais e sintomas mais frequentes da doença. Segundo ele, alterações na capacidade de falar, como rouquidão frequente, dificuldade para engolir alimentos duros, úlceras e lesões orais que não melhoram e doem são exemplos. Além de evitar fumar e ingerir bebidas alcoólicas com frequência há vitaminas que, quando ingeridas, podem estar relacionadas à proteção do câncer de cabeça e pescoço, são elas as vitaminas A, C e D.

“Daí a importância de se alimentar com frutas e verduras. Boa parte dos pacientes que aparecem com câncer de cabeça e pescoço têm histórico de alimentação pobre em vegetais. Quando se tem diagnóstico da doença é muito importante que o paciente se alimente bem, porque ele corre risco de desnutrição, perda rápida de peso. O acompanhamento nutricional é importante para que, inclusive, este paciente se recupere bem”, pontuou o cirurgião.

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Julho Verde: Campanha conscientiza sobre câncer de cabeça e pescoço

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

01 de julho de 2020

Julho se inicia e com ele vem a campanha para conscientizar sobre o câncer de cabeça e pescoço. Conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), tumores na cabeça e no pescoço representam o nono tipo de câncer mais comum no mundo. São, aproximadamente, 700 mil casos no mundo a cada ano. No início, a doença pode ser confundida com outras enfermidades, até mesmo com a gripe. A falta de informação atrelada à demora no diagnóstico são questões que preocupam os especialistas.

O médico cirurgião de cabeça e pescoço Bomfim Júnior, membro do Grupo OTO, destaca que o fator de risco mais reconhecido e relacionado a este câncer é o tabagismo. Segundo ele, o tabagismo em suas diversas formas, seja no cigarro tradicional, charuto, narguilé, mascar fumo, aumenta o risco no aparecimento deste tipo de câncer, porque o tabaco tem substâncias na sua composição capazes de promover alteração celular a níveis de DNA, irreversíveis, quando ocorrem.

“Entre outros fatores de risco, o álcool, sozinho, não é relacionado ao câncer de cabeça e pescoço, porém, quando relacionado ao tabagismo, ele pode levar a uma piora na agressão. É importante evitar estes hábitos de fumar e beber, porque eles podem aumentar em 25 vezes o risco de dano celular. Existe também a contaminação pelo vírus HPV, ele pode causar câncer de garganta, ainda mesmo em pacientes mais jovens, que não têm hábito do tabagismo e etilismo”, conforme Bomfim Júnior.

O médico chama atenção para os sinais e sintomas mais frequentes da doença. Segundo ele, alterações na capacidade de falar, como rouquidão frequente, dificuldade para engolir alimentos duros, úlceras e lesões orais que não melhoram e doem são exemplos. Além de evitar fumar e ingerir bebidas alcoólicas com frequência há vitaminas que, quando ingeridas, podem estar relacionadas à proteção do câncer de cabeça e pescoço, são elas as vitaminas A, C e D.

“Daí a importância de se alimentar com frutas e verduras. Boa parte dos pacientes que aparecem com câncer de cabeça e pescoço têm histórico de alimentação pobre em vegetais. Quando se tem diagnóstico da doença é muito importante que o paciente se alimente bem, porque ele corre risco de desnutrição, perda rápida de peso. O acompanhamento nutricional é importante para que, inclusive, este paciente se recupere bem”, pontuou o cirurgião.