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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Responsabilidade social

Empregados da CSP realizam doações de plasma convalescente ao Hemoce para tratamentos da Covid-19

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

10 de julho de 2020

 

“Eu venci a Covid-19 e por isso estou aqui, doando plasma, para que outras pessoas possam vencer também essa doença”, contou João Jansen, técnico de instrumentação da Oficina Central da CSP

Os empregados da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) participam, até terça-feira (14/7), de uma campanha solidária para o reforço às doações de sangue e de plasma convalescente ao Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce). Profissionais do Hemoce estão na CSP desde 7 de julho, coletando as doações. Em três dias de mobilização, os empregados da CSP realizaram 25 doações de sangue – sendo 7 para a coleta de plasma convalescente, além de outros 10 cadastros para a doação de medula óssea. No mês de junho, o Hemoce recebeu, em suas unidades, 59 doações do chamado plasma convalescente, que já foi aplicado no tratamento de pacientes em hospitais de Fortaleza, Sobral e Juazeiro.
O plasma convalescente doado por pessoas recuperadas de Covid-19 é utilizado em terapia auxiliar para pacientes graves da doença. De acordo com a diretora de hemoterapia do hemocentro cearense, Denise Brunetta, a técnica já foi usada com sucesso em pessoas com coronavírus ou outras doenças virais. “O plasma de pacientes curados possui anticorpos contra o vírus e, ao ser transfundido em pacientes gravemente doentes, pode ajudar na recuperação”, explica.
Para a doação do plasma, o voluntário precisa atender a alguns critérios: ter se recuperado há mais de 30 dias da Covid-19 e não apresentar sintomas da doença, ser do sexo masculino, ter entre 18 e 60 anos de idade, pesar acima de 50 kg e ter o diagnóstico de Covid-19 confirmado previamente por PCR, sorologia ou teste rápido. Na CSP, os empregados já estão se mobilizando para ajudar.  O João Jansen é técnico de instrumentação e trabalha na Oficina Central da CSP. Ele soube da oportunidade de fazer a doação no próprio local de trabalho e se voluntariou. “Eu resolvi doar pra ajudar outras pessoas que estão enfrentando essa doença. Para quem ainda tem dúvida: é um procedimento muito básico, que não dói e é rápido. Eu venci a Covid e por isso estou aqui, doando plasma, para que outras pessoas possam também vencer essa doença”, contou.
O Mikael de Oliveira é técnico em elétrica na CSP e mora na Caucaia. “É a primeira vez que faço doação. Eu vim porque lembrei daqueles números de pessoas infectadas, daquelas pessoas que estão lutando pela vida, e desta forma eu sabia que eu poderia ajudar muita gente, então eu decidi vir e contribuir um pouco”, relatou. Já o José Carlos trabalha na empresa Gertáxi, prestando serviços à CSP há 6 anos. “Sou doador de sangue e acho um ato muito importante, além de ser bem tranquilo. Salvando vidas você já está fazendo um ato que agrada a Deus e também à pessoa que vai ser salva pelo sangue que foi doado. E é um procedimento bem simples e tranquilo – muito bom mesmo!”, recomendou.
As coletas de plasma são realizadas em cerca de 5 minutos cada, pela Ana Marilaque Nunes, técnica de enfermagem do Hemoce. Ela destaca que o procedimento é rápido e seguro. “A importância da doação de sangue é muito grande, porque você salva 4 vidas em uma única doação, principalmente agora com a utilização de plasma no tratamento de Covid-19”, compartilhou. Para a Samantha Alves, enfermeira coordenadora da coleta do Hemoce na CSP, “muitas pessoas serão beneficiadas com essas doações na CSP. Gostaria de enfatizar a importância do acolhimento das empresas com o Hemoce, com a instituição dessas doações de sangue, que beneficiarão várias pessoas que estarão nos hospitais precisando realmente”.
Na siderúrgica, os potenciais doadores já foram identificados por meio de testagem promovida pela CSP desde o mês de maio. Cerca de 1.800 empregados realizaram mais de 5 mil testes disponibilizados pela usina, para a identificação dos imunizados e para a assistência imediata ao diagnosticados com a Covid-19. Esse público é testado a cada dez dias. Atualmente, a medida preventiva contempla todo o efetivo da produção que está atuando presencialmente na CSP. Os demais empregados seguem atuando em home office.
O médico João Ramalho, que integra a equipe de Saúde e Qualidade de Vida da CSP, destaca que “essa campanha do Hemoce é uma excelente oportunidade de ajudarmos as pessoas gravemente doentes, em prol da vida”. Ele explica que a utilização do plasma convalescente rico em anticorpos contra o coronavírus permite um impulso no sistema imunológico, ajudando a acelerar a recuperação das pessoas que estão em tratamento. “Essa técnica é antiga e já foi utilizada como método terapêutico para vários tipos de infecção, como na pandemia de H1N1 em 2009. Estão em andamento os estudos que permitirão dizer o grau de eficiência dessa terapia na Covid-19. Vale lembrar que essa doação não prejudica a imunidade, nem a defesa do doador contra o coronavírus”, informou.

Saiba mais
           Para quem deseja realizar a doação em uma unidade do Hemoce, o processo de doação acontece em duas etapas. Primeiro, a pessoa passa por uma triagem clínica, na qual uma amostra de sangue é coletada para testes e avaliação de anticorpos da Covid-19. Após a análise, os candidatos retornam para uma consulta com o Hemoce.

Quem não está apto para doar o plasma convalescente é convidado a realizar a doação de sangue convencional. O sangue doado no Hemoce é distribuído para mais de 480 unidades de saúde no Ceará, ajudando a salvar vidas de pacientes que necessitam de transfusão de sangue.
O Hemoce disponibiliza para a população a opção de fazer o agendamento online (https://hemoce.reservio.com/) para ser atendido com hora marcada. O atendimento também pode ser marcado pelos números (85) 3101.2305 e (85) 3101.2296 (WhastApp). O agendamento é feito a princípio somente para as unidades de Fortaleza. As doações de plasma acontecem às segundas, quartas e sextas-feiras. O usuário pode escolher a melhor opção de dia, local e horário para realizar a avaliação inicial.

 

Para ser doador de sangue é preciso:
– Estar saudável;
– Estar bem alimentado (evitar alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação);
– Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);
– Pesar acima de 50kg;
– Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos;
– apresentar documento de identificação com foto, emitido por órgão oficial, sendo aceita fotocópia autenticada do documento, desde que as fotos e inscrições estejam legíveis e as imagens permitam a identificação do portador.

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AYO Fitness Club comemora 9 anos com campanha beneficente Movimento Faz o Bem

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

10 de julho de 2020

 

A AYO Fitness Club completa 9 anos e decidiu atribuir um novo significado às comemorações de aniversário, promovendo este ano a campanha beneficente Movimento Faz o Bem. Nela, sete equipes compostas por colaboradores e alunos vão ajudar uma instituição beneficente a receber doações em alimentos. Além disso, cada equipe vai ainda produzir uma série de vídeos para o Instagram @ayofitnessclub com temas dentro dos pilares de saúde e bem-estar da AYO.

“A preocupação com fazer o bem sempre esteve no DNA da AYO, presente em todas as edições do nosso aniversário. Esse ano deixaremos um pouco de lado a vibe incrível que nossas festas proporcionam, para suarmos a camisa a favor de transformar a vida daqueles que precisam”, destaca Sasha Reeves, diretora do Grupo AYO.

As instituições beneficiadas com o Movimento Faz o Bem são: Casa Sol Nascente, Associação Peter Pan, Abrigo São Lázaro, Auê Feira, Pequeno Cotolengo, Instituto Três Mares, Projeto Voluntário Francisco de Assis; cada uma representada por uma equipe diferente. Toda a programação e os links para doação podem ser acessados por meio do site ayotalk.ayofitnessclub.com.br/aniversario/

A AYO Fitness Club é conhecida por fazer comemorações de aniversário marcantes, sempre movimentando colaboradores, alunos e parceiros, atribuindo todos os anos à uma causa beneficente. “Com 9 anos de existência, a AYO Fitness Club sempre se mostrou uma marca criativa, que pensa fora da caixa, que valoriza sempre seus pilares de saúde e bem-estar, sem esquecer o lado social”, diz Júlio César, coordenador técnico da AYO Fitness Club e profissional de educação física.

Programação Movimento Faz o Bem
Equipe Azul – Casa Sol Nascente
Tema: Aulão ArrAYO
Horário: 19h

Equipe Roxa- Instituto Peter Pan
Tema: Lute pela qualidade de vida
Horário: 19h

Equipe Lilás – Abrigo São Lázaro
Tema: Os desafios da mobilidade de um paratleta
Horário: 19h

Equipe Verde – AUÊ Feira
Tema: Saúde e a importância do exercício físico
Horário: 18h

Equipe Turquesa – Pequeno Cotolengo
Tema: Estratégia de treino e dieta como resposta imunológica
Horário: 19h

Equipe Rosa – Instituto Três Mares
Tema: Aulão Calistenia e Shiatsu
Horário: 19h

Equipe Amarela – Projeto Voluntário Francisco de Assis
Tema: Comer intuitivo, Comer com atenção plena e  Nutrição comportamental
Horário: 18h30

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COVID-19: Em parceria com o Hospital Sírio-Libanês e Hospital das Clínicas da FMUSP, Ambev inova e produz equipamento médico em impressora 3D com custo 270 vezes menor do que os importados

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

10 de julho de 2020

Chamado de videolaringoscópio, o equipamento ajuda na introdução do tubo na traqueia de pacientes com a COVID-19 e insuficiência respiratória, minimizando a exposição dos profissionais de saúde ao vírus

Julho, 2020  – Utilizando sua fazenda de 30 impressoras 3D na sua cervejaria em Guarulhos (SP), a Ambev e Sírio-Libanês desenvolveram um equipamento médico chamado videolaringoscópio, que ajuda profissionais de saúde a intubar pacientes com problemas respiratórios, como os causados pela COVID-19. O equipamento é essencial para ajudar a proteger os médicos que, normalmente, precisam se aproximar muito dos pacientes para intubá-los e correm o risco de se expor ao vírus. Com o videolaringoscópio é possível realizar o procedimento a uma distância segura.

Outra inovação, além da produção na impressora 3D, foi em relação à captação de imagem do videolaringoscópio. Ao invés de ter uma tela acoplada, utilizou-se uma câmera que conecta com o celular ou computador e que serve como tela para reproduzir as imagens captadas pelo aparelho. Como a produção na impressora 3D é feita camada por camada, isso traz uma versatilidade e agilidade muito grande de adaptação.

Atualmente, nenhuma empresa brasileira produz o equipamento. O modelo nacional foi desenvolvido pela startup Forge, que faz parte do ecossistema de inovação da Ambev, e idealizado por um grupo de médicos residentes do Hospital Sírio-Libanês, coordenado pela Dra. Claudia Simões do Serviço Médico de Anestesia (SMA), além de outros médicos de grandes instituições como o Hospital das Clínicas e o Hospital Tacchini, de Bento Gonçalves, RS.

Graças à fabricação local, o custo do videolaringoscopio foi reduzido a R$ 40 por unidade. Como referência, os modelos importados custam cerca de US$ 2 mil. O time de inovação da Ambev conseguiu um produto 270 vezes mais barato e vai produzir duas mil unidades e doar para os hospitais do Brasil.

“Desde o início da pandemia no Brasil, dei um desafio claro para todo o time: usar nossa capacidade e recursos para ajudar o Brasil a enfrentar esse momento. O time buscou parceiros no nosso ecossistema e encontrou essa solução incrível que protege os médicos e médicas que estão na linha de frente”, diz Jean Jereissati, CEO da Ambev.

A iniciativa foi testada em manequins e começará a ser avaliada em estudo clínico no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) e no Instituto Central (ICHC), ambos Institutos do complexo hospitalar do Hospital das Clínicas de São Paulo.

 “Neste momento estamos em fase final dos testes, com aprovações em provas do INMETRO, aguardando aprovação da ANVISA e no processo de aprovação do projeto clínico pelo Comitê de Ética em pesquisa. Além do ICESP / ICHC que coordenarão o estudo clínico, estamos mapeando outras instituições públicas de saúde que podem beneficiar-se do equipamento”, afirma Dra. Claudia.

O projeto foi possível também graças à Forge, startup que faz parte do ecossistema de inovação da Ambev e que ajudou a aprimorar o projeto do videolaringoscópio. A parceria entre as empresas não é nova: as impressoras 3D, inclusive, fazem parte de um hub que a Ambev tem dentro da sua Cervejaria de Guarulhos para trabalhar com projetos de inovação em parceria com a Forge.

“Quando as notícias da pandemia começaram a chegar de outros países, principalmente sobre a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), nós sabíamos que a impressora 3D seria uma ferramenta muito valiosa para o combate da COVID-19. Isso tudo devido à versatilidade e rapidez da tecnologia, que permitiu fazermos testes e adaptações com agilidade e sem custo. Uma vez validado o projeto, em poucos minutos começamos a produção”, afirma Gabriel Domene, fundador da Forge.

Os videolaringoscopios da Ambev já foram testados em manequins no Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa e agora vão passar pela certificação da Anvisa.

Sobre a Cervejaria Ambev

Unir as pessoas por um mundo melhor. Esse é o sonho da Ambev, empresa brasileira, com sede em São Paulo, e presente em 18 países. No Brasil, somos mais de 30 mil pessoas que dividem a mesma paixão por produzir cerveja e trabalhamos juntos para garantir momentos de celebração e diversão. A Ambev é uma cervejaria inovadora e temos o consumidor no centro de nossas decisões e iniciativas. Nosso portfólio conta com cervejas, refrigerantes, chás, isotônicos, energéticos, sucos e água, de marcas reconhecidas como Skol, Brahma, Antarctica, Budweiser, Stella Artois, Wäls, Colorado, Guaraná Antarctica, Fusion, do bem e AMA, a água mineral que destina 100% de seu lucro para projetos que levam acesso à água potável para famílias do semiárido brasileiro. Somente nos últimos cinco anos, investimos R$ 17,5 bilhões no país e deixamos um legado além dos investimentos com nossa ampla plataforma de sustentabilidade socioambiental.

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ONG faz campanha para arrecadar 10 toneladas de ração

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

10 de julho de 2020

O Instituto André Araújo quer distribuir o total arrecadado entre abrigos de Fortaleza

Diante da situação cada vez mais dramática dos abrigos para animais de Fortaleza, que estão trabalhando sem estoque de ração e, em alguns casos, com falta de insumos para a alimentação mais imediata, o Instituto André Araújo, ONG dedicada a causas sociais e em defesa dos animais e do meio ambiente, iniciou uma campanha de arrecadação cuja meta é chegar a 10 toneladas de alimentos para cães e gatos que estão nas entidades protetoras.

A ação partiu do apoio recebido pelo Instituto da empresa R7 Informática, que fez a doação de uma tonelada de ração como forma de estímulo. Além disso, a empresa se comprometeu a patrocinar a confecção de mil adesivos da campanha “Eu freio para vidas”, mantida pelo Instituto André Araújo e que dissemina a importância do cuidado com todas as vidas, humanas ou animais, no trânsito. Os adesivos serão distribuídos entre os doadores.

“Essa iniciativa da R7 Informática é importante porque mostra como a sociedade, tanto  pessoas quanto empresas, pode se engajar nas nossas campanhas. Principalmente agora, em que vivemos uma situação de emergência com a queda das doações por causa da pandemia”, afirma André Araújo, idealizador do Instituto. Ele ressalta que a meta é usar o poder das redes sociais para fazer com que as pessoas não só façam sua doação, mas compartilhem e ideia e marquem os amigos, para aumentar o contingente.

Para quem quiser doar, o Instituto André Araújo mantém uma equipe disponível para receber os mantimentos e levar até o protetor ou a entidade escolhida pelo doador. Um dos principais objetivos é atender locais com grande demanda na cidade, como Abrigo São Lázaro, Lar Tintin e Lar São Francisco, mas qualquer instituição que os doadores indicarem receberá as rações. Basta fazer contato através do número (85) 98212-6515 (telefone e WhatsApp) ou via mensagem direta para a página @institutoandrearaujo no Instagram.

Sobre o Instituto André Araújo
O Instituto André Araújo é uma ONG que realiza ações sociais, ambientais e em prol de animais domésticos (Projeto Amor Animal) e silvestres (Projeto Jovens com Propósito) em cidades de toda a Região Metropolitana de Fortaleza. A entidade mantém atividades regulares que atendem pessoas em situação de rua e animais abandonados ou vítimas de maus tratos. Além disso, realiza atividades como limpeza de praias e campanhas de conscientização pela causa ambiental, como a diminuição do uso de copos e canudos descartáveis.

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Homem do Sapato enaltece destinos brasileiros em nova campanha nas redes sociais

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

10 de julho de 2020

 

Referência em calçados masculinos, a Homem do Sapato lançou a campanha HS Ama o Brasil, nova ação nas redes sociais que enaltece pontos turísticos brasileiros para conhecer após a pandemia. A campanha já trouxe curiosidades sobre grandes destinos como o Instituto Ricardo Brennand, em Recife (PE), instituição cultural brasileira sem fins lucrativos que abriga um dos maiores acervos de armas brancas do mundo; e Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, em  Barreirinhas (MA), área conhecida pela sua imensidão de paisagens desérticas de dunas de areia branca e pelas lagoas temporárias de água da chuva. Você pode acompanhar as atualizações da Homem do Sapato em @homemdosapato.

 

Sobre Homem do Sapato

Com seis anos de atuação, a Homem do Sapato nasceu do desejo de empreender de Jhonatan Rêgo e Renata Braga. Através do carisma, o jovem empresário conquistou um público fiel e se tornou referência na hora do calçar. Elegância, estilo e sofisticação são as palavras chaves para definir os calçados da Homem do Sapato. A marca tem matriz em Fortaleza e franquias em João Pessoa, Salvador e Teresina.

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BTG Pactual digital, Cyrela e MRV se unem para doação à ONG Amigos do Bem

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

09 de julho de 2020

Em ação de solidariedade conjunta, empresas também incentivam clientes a doarem; veja como colaborar

 

Recentemente, o BTG Pactual digital transmitiu em seu canal no Youtube uma live com o tema Solidariedade Pós-COVID-19, com a participação de Alcione Albanesi (empresária e fundadora do Amigos do Bem), Elie Horn (filantropo e ex-presidente do grupo Cyrela), Roberto Sallouti (CEO do BTG Pactual) e Rubens Menin (co-fundador, Chairman e CEO da MRV).

Durante a live, os participantes lançaram um desafio de incentivo à solidariedade, firmando um compromisso de ajudar milhares de famílias carentes, atendidas pela ONG Amigos do Bem. No dia 6 de julho, as três empresas anunciaram um grande passo desta iniciativa. Juntas, BTG Pactual digital, Cyrela e MRV estão realizando uma doação em nome de seus clientes destinada à ONG Amigos do Bem.

Aqueles que também quiserem contribuir, podem realizar doações entre os dias 06/07 e 12/07. Para também fazer parte desta corrente do bem, mais detalhes e dados da conta corrente para doação estão disponíveis neste link.

“BTG Pactual, Cyrela e MRV são empresas que assumiram a responsabilidade de ajudar centenas de milhares de brasileiros em um momento tão desafiador. Com este movimento, esperamos inspirar e incentivar mais doações para aqueles que mais precisam”, afirma Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.  Esta parceria é mais uma ação do BTG Pactual em meio à pandemia. Em abril, o banco e seus sócios anunciaram a doação de R$ 50 milhões para apoiar diversas iniciativas solidárias e de negócios de combate à Covid-19, que podem ser acompanhadas pela campanha #NumerosQueImportam.

Para Elie Horn, fundador da Cyrela e único brasileiro a fazer parte do The Giving Pledge, é fundamental somar esforços neste período tão sensível. “É um momento de muita reflexão e principalmente de união. É uma fase que precisamos pensar muito mais no coletivo, a rever nossas atitudes, e principalmente a fazer o bem. A indústria tem se unido, cada qual dentro de sua perspectiva, contribuindo com doações e iniciativas que possam ajudar as pessoas com alta vulnerabilidade social. Esta parceria junta empresas que fazem o bem, que querem contribuir mais com a sociedade, e principalmente estimular cada um de nós a pensar no próximo – dessa forma, o que começa pequeno se torna gigante”.

“Este é o momento em que as empresas e as lideranças precisam se unir em prol da sociedade. Desde o início da crise, já fizemos diversas doações, como a compra de respiradores, reforma e compra de equipamentos para hospitais, doação de cestas básicas que somaram mais de R$ 27 milhões, mas entendemos que é necessário ir muito mais além. Esperamos que esta campanha tenha o engajamento de nossos clientes, que terão a oportunidade de fazer o bem a milhares de famílias carentes junto conosco.”, ressalta Rubens Menin, co-fundador, Chairman e CEO da MRV.

Sobre os Amigos do Bem

Desde 1993, os Amigos do Bem trabalham para transformar vidas no sertão nordestino, a região mais carente do nosso país. Todos os meses, mais de 75 mil pessoas são atendidas com projetos de educação, trabalho e renda, água, moradia e saúde.

Sobre o BTG Pactual

O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina e atua nos mercados de Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading, Wealth Management e Asset Management. Desde sua criação, em 1983, o BTG Pactual tem sido administrado com base na cultura meritocrática de partnership, com foco no cliente, excelência e visão de longo prazo. A instituição se consolidou como uma das mais inovadoras do setor, tendo conquistado diversos prêmios nacionais e internacionais. Atualmente, conta com quase 3 mil colaboradores em escritórios espalhados pelo Brasil, Chile, Argentina, Colômbia, Peru, México, Estados Unidos, Portugal e Inglaterra. Para mais informações, acesse www.btgpactual.com

Sobre a Cyrela

 

Nós somos a Cyrela, e queremos estar sempre perto de quem pensa longe

Nosso grupo é feito por pessoas e para pessoas. Somos 3.000 colaboradores dedicados a construir projetos e relações. Todos os dias, e a cada entrega, garantimos engenharia de alto padrão e transparência. Hoje, são mais de 200 mil famílias vivendo em lares que construímos. E este número cresce junto com todos que acreditam e investem em nossa empresa. Isso porque, há 55 anos, trabalhamos com ética, responsabilidade e coragem. Assim, mais do que solidez financeira, entregamos resultados. Mais do que empreendimentos, entregamos constante inovação.

Sobre a MRV

Ao longo de 40 anos de história transformando a vida de milhares de pessoas por meio da casa própria, a MRV, maior construtora da América Latina, se tornou uma plataforma de soluções habitacionais capaz de fornecer a opção de moradia que melhor se adapte ao momento na vida dos brasileiros, seja  com a aquisição de apartamentos prontos ou na planta, pela compra de um terreno em loteamentos completamente urbanizados pela Urba, ou mesmo alugando imóveis especialmente pensados, com inúmeros serviços, pela sua startup Luggo, totalmente digital e sem burocracia.

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CDL Jovem de Fortaleza lança campanha de arrecadação para projeto solidário

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

09 de julho de 2020

 

A Obra Lumen de Evangelização, que atende especialmente famílias em situação de rua, em 18 casas de acolhimento, será a primeira a ser beneficiada com a campanha

Para apoiar instituições sociais que precisam de suporte durante a pandemia do novo coronavírus, a CDL Jovem de Fortaleza lançou, no mês de julho, a campanha “Diga Sim Solidário”. O projeto da entidade visa arrecadar doações on-line a partir do site da campanha (www.cdljovemfor/digasim).

De acordo com o presidente da CDL Jovem, Cabral Neto, o “Diga Sim Solidário” tem por objetivo incentivar o engajamento de jovens lideranças em causas sociais, campanhas solidárias e ações junto à comunidade. A primeira ação será em prol da Obra Lumen de Evangelização.

“A ideia dessa campanha começou a partir de uma doação que fizemos, em nome da CDL Jovem, para a instituição custear as despesas de uma das casas de acolhimento. Foi uma casa aberta especialmente para o atendimento na quarentena provocada pelo coronavírus”, explica Cabral Neto.

Os interessados em ajudar podem acessar o site da campanha e escolher um valor para doar. São três opções: R$ 40, R$ 80 ou R$ 120. O pagamento pode ser realizado com cartão de crédito ou boleto bancário através do PagSeguro.

As empresas que quiseram doar e divulgar a campanha devem enviar o comprovante e os dados para o e-mail cdljovem@cdlfor.com.br. Logo após a confirmação, a CDL Jovem de Fortaleza enviará selo “Empresa Solidária”, que pode ser usado no site e outras mídias sociais.

Obra Lumen

A Obra Lumen de Evangelização foi fundada em 1989 e, no ano 2000, diversos projetos sociais foram iniciados, atendendo milhares de crianças, adolescentes e jovens em vulnerabilidade social de vinte comunidades carentes de Fortaleza e de outras cidades. São oferecidas, gratuitamente, atividades esportivas, educativas, culturais, profissionalizantes, de evangelização e atendimento médico e odontológico. São 18 casas de acolhimento para homens, mulheres e mães com crianças em situação de rua.

A partir do agravamento da pandemia da covid-19, a Obra Lumen se consolidou como uma das instituições mais solidárias e estruturadas no amparo aos pobres, expandindo o atendimento nestes tempos de crise.

Através das doações das empresas comprometidas e dos participantes do cadastro Ser Feliz, a Obra Lumen já conseguiu distribuir mais de 5.500 cestas básicas e mais de 47 mil marmitas. Impressiona também a quantidade de acolhimento à população mais vulnerável. Foram mais de 300 pessoas em situação de rua que a Obra Lumen deu teto, alugando novas casas e provendo alimentação e orientação. O número total de acolhidos, no Brasil, através do encontro Com Deus Tem Jeito!, organizado pela Obra Lumen, já chega a 1.800.

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Mulheres Cordelistas se Unem Contra o Machismo

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

07 de julho de 2020

 Apoiadores estão levantando a hastag #cordelsemmachismo em suas redes sociais

 

Mulheres cordelistas de diversos Estados estão unidas numa mobilização contra o machismo que também se manifesta no universo do Cordel.

A Nota de Repúdio que abre a mobilização é assinada por dezenas de coletivos literários, em decorrência dos ataques nas redes sociais sofridos pela cordelista sergipana Izabel Nascimento, após o dia 27 de junho, quando ministrou uma palestra no III Encontro de Cordelistas da Paraíba e pontuou os fortes traços do machismo existentes no Cordel.

Como forma de responder às críticas de um grupo de homens poetas, as Mulheres Cordelistas se uniram e, acompanhadas da hastag #cordelsemmachismo, resolveram lutar.

Para Daniela Bento, do Coletivo Poetas de Resistência, de Poço Redondo (SE), “enquanto o machismo prevalecer no meio cordelístico e negar a importância dos feminismos, nenhum verso poderá falar de igualdade”.

Dessa maneira também pensa Julie Oliveira, cordelista cearense, fundadora do Coletivo Cordel de Mulher, quando afirma “é preciso abrir espaço de escuta ativa para as mulheres, pois, ao contrário do clichê de que ‘é preciso dar voz’, penso que é necessário uma escuta atenta e respeitosa, porque voz todas nós temos”. Ressalta ainda que “este movimento não é separatista, o que nos divide, e há tempos, é o que não se diz, são as violências várias, é o que acontece em bastidores com muitas mulheres e nunca se fala a respeito. Sabemos que o machismo não é exclusividade do cordel, óbvio, mas neste momento, estamos falando do lugar que estamos, e precisamos que nossa fala seja respeitada”.

Ana Ferraz, editora de cordéis há 30 anos, em Recife na Coqueiros, corrobora com o grupo ao dizer “todas as mulheres tem uma história de machismo vivenciada pra contar, infelizmente. É inadmissível que essas histórias sejam silenciadas, pois, só podemos evoluir enquanto sociedade abrindo caminho para este diálogo.”

“Quando uma mulher cordelista com 30 anos de história denuncia os traços do machismo no cordel e é atacada nas redes sociais, o recado está claro: o espaço ainda está restrito aos homens. Não sou a primeira mulher a sofrer com uma atitude machista por parte de um cordelista, as minhas dores são as dores de todas estas mulheres que estão de levantando num movimento que está dizendo basta!”, denuncia Izabel Nascimento.

Izabel Nascimento é presidente da Academia Sergipana de Cordel (ASC) e atua há mais de 30 anos como cordelista. A poeta protagoniza uma cena importante da representação e da resistência feminina no universo literário, mais especificamente no cordel.

Para aderir ao movimento, basta postar a hastag #cordelsemmachismo em suas redes sociais e assinar a nota disponível no link: http://chng.it/mhZDGqq7tg.

 

CONFIRA A NOTA DE REPÚDIO CONTRA O MACHISMO NO CORDEL

Os Coletivos Literários que assinam esta nota manifestam o seu repúdio em decorrência dos ataques realizados nas redes sociais contra a cordelista sergipana Izabel Nascimento.

A poeta que atua há mais de 30 anos no cordel brasileiro e protagoniza uma cena importante em representação à escrita feminina neste gênero literário, está sendo atacada nas redes sociais, desde o último sábado, dia 27 de junho, quando em palestra no III Encontro Paraibano de Cordelistas denunciou os traços do machismo que também ocorre no universo da Literatura de Cordel.

As ofensivas estão ocorrendo nas redes sociais de poetas cordelistas, em publicação no Facebook, em grupos de WhatsApp, e reverberando em espaços virtuais onde alguns poetas cordelistas de Sergipe também atuam numa investida que argui a atuação de Izabel Nascimento no cordel sergipano enquanto Presidente da Academia Sergipana de Cordel (ASC).

Para nós, o protagonismo da mulher como objetivo principal das ações que Izabel Nascimento promove, causa forte insatisfação em um grupo de poetas cordelistas que não compreende a importância da igualdade de gênero que as mulheres reivindicam, não tolera os rumos de fortalecimento que o cordel feminino está construindo com participação ativa de Izabel e busca detê-la, afim de manter a visibilidade poética restrita ao espaço masculino privilegiado ao qual pertencem.

O Brasil é o 5º país no ranking mundial de violência contra mulheres. Quando a voz de uma mulher denuncia o machismo, não o faz de maneira isolada. É por este motivo que assinamos a presente nota que vem repudiar ações apontadas contra a Cordelista sergipana Izabel Nascimento, a quem afirmamos apoio irrestrito e nos somamos à sua caminhada nas lutas do universo literário em prol da atuação feminina

Registramos através desta nota que estamos atentas às expressões e atitudes desta natureza e que não toleraremos em nenhuma hipótese tais práticas.

Somos contra o machismo e todas as formas de opressão!

#cordelsemmachismo

 

Assinam esta nota:

ABarca Cultural – Campina Grande (PB)

Academia de Letras de Aracaju (SE)

Academia Gloriense de Letras-AGL – Nossa Senhora da Glória (SE)

Academia Sergipana de Cordel – ASC (SE)

Acervo Altino Alagoano de Mulheres Cordelistas – Casa das Trovadoras – Lisboa-Portugal

Articulação Semiárido – ASA (SE)

Associação Rendeiras da Vila (PB)

Bloco Marx, Que Delícia – São Paulo (SP)

Café Poético Sergipano – Aracaju (SE)

Canal Estilo & Literatura – São Paulo (SP)

Caravana do Cordel Carioca – Rio de Janeiro (RJ)

Casa do Cordel Mulheres Cordelistas – Petrolina (PE)

Centro Dom José Brandão de Castro – CDJBC (SE)

Cia. Drómos de Teatro (SP)

Coletivo Cordel de Mulher – Fortaleza (CE)

Correio Cultural Paraíba (PB)

Correio Cultural Roraima (RR)

Correio Cultural Sergipe (SE)

Clube de Leitura Floriterárias – Recife (PE)

Clube de Leitura Kasa de Alice -Salvador (BA)

Clube de Leitura Leia Mulheres – Campina Grande (PB)

Clube do Cordel – São José do Egito (PE)

Coletivo Intempestivas – Belo Horizonte (MG)

Coletivo Ler Mulher – São Paulo (SP)

Cordel das Rosas (PB/RN)

Clube de Leitura Leia Mulheres – Itabaiana (SE)

Clube de Leitura Leia Mulheres – Nossa Senhora da Glória (SE)

Coletivo de Artistas Socialistas – CAS – São Paulo (SP)

Coletivo de Mulheres As Letradas – Umbaúba (SE)

Coletivo de Mulheres do Sindicato dos Engenheiros de Sergipe (SE)

Coletivos Poetas da Resistência – Poço Redondo (SE)

Editora A Casa Verde – Porto Alegre (RS)

Editora Areia Dourada – São Paulo (SP)

Editora e Cordelaria Castro – Petrolina (PE)

Editora Coqueiro – Recife (PE)

Editora Luzeiro – São Paulo (SP)

Estação do Cordel – Natal (RN)

Feira Literária de Campina Grande (FLIC) – Campina Grande (PB)

FLIBO – Festa Literária de Boqueirão (PB)

FLIG – Festa Literária de Glória – Nossa Senhora da Glória (SE)

FLIMA – Mãe D’água (PB)

Flipocinhos – Festa Literária de Pocinhos(PB)

Fórum das Festas Literárias da Paraíba (PB)

Ganesha Produções – Fortaleza (CE)

Grupo Capoeira Luanda (PB)

Grupo Cultural Baque Virado da Borborema (PB)

Grupo de Teatro Raízes Nordestinas – Poço Redondo (SE)

Grupo Mulheres Resistentes – Caicó (RN)

Grupo Vocal Vivace – Aracaju (SE)

Grupo de Estudos dos Brinquedos Culturais Populares – Campina Grande (PB)

Iniciativa das Religiões Unidas – URI – Círculo de Cooperação Borborema Campina Grande (PB)

Livro Livre Curió (CE)

Movimento Literário Afrologia Tucuju – Macapá (AP)

Movimento Mulheres em Luta – Nacional (PB)

Movimento Vamos Juntas – Campina Grande (PB)

Mulherio das Letras Nacional – Natal (RN)

Mulherio das Letras (RS)

Mulherio das Letras Zila Mamede – Natal (RN)

Museu Casa do Sertão da UEFS – Feira de Santana (BA)

MMM/CG – Marcha Mundial das Mulheres / Núcleo: Maria do Céu – Campina Grande (PB)

Organização Mulheres no Cárcere – Campina Grande (PB)

Projeto Cidade Poema – Porto Alegre (RS)

Projeto Ser Tão Poeta – Petrolina (PE)

Projeto Trovadoras Itinerantes – Brasil-Europa

Revista Kuruma’tá – Rio de Janeiro (RJ)

Roda de Cordel – São Paulo (SP)

Rede Mnemosine de Mulheres Cordelistas, Cantadoras e Repentistas do Brasil e de Portugal – Fortaleza e Lisboa

Sarau das Minas (RS)

Sarau de Rua – Patos (PB)

Sarau do Coreto – Monte Alegre de Sergipe (SE)

Sarau das Minas – Porto Alegre (RS)

Sebo Letra N’ativa – Currais Novos (RN)

Ser Tão Mulher – Patos (PB)

Sociedade de Apoio Sócio Ambientalista e Cultural – SASAC (SE)

Tupynanquim Editora – Fortaleza (CE)

 

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Ivo Brown faz entrega de doações arrecadadas em live ao Hospital Gonzaguinha da Messejana

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

07 de julho de 2020

O cantor e compositor Ivo Brown realizou nesta terça-feira (7) a entrega de algumas doações para o Hospital Gonzaguinha da Messejana. As arrecadações foram realizadas durante a transmissão do primeiro show virtual, realizado no dia 25 de abril. Ao todo, o artista chegou a doar cerca de 500 pares de luvas, 360 litros de água sanitária, máscaras e álcool em gel. Além dessa doação, Ivo também realizou a entrega de mais de 8 toneladas de alimentos para trabalhadores do mercado de eventos, além de 200 quentinhas para 2 projetos que trabalham com moradores de rua. “Fui informado do pedido da diretora do Gonzaguinha no meio da Live e respondi na mesma hora q seria um enorme prazer ajudar o hospital num momento como esse”, ressalta o cantor. Nesta sexta-feira (10), o cantor participa de nova live show, Circuito Lives, apresentando grandes sucessos no repertório, a partir das 20h30, com transmissão do seu Youtube oficial e do Portal Cnews.

Sobre Ivo Brown

Acreano radicado no Ceará, o cantor e compositor Ivo Brown é sinônimo de agito por onde passa. O artista, que traz um estilo marcado pela irreverência e interação com o público, é presença marcante nos principais eventos de Fortaleza com um repertório repleto de hits! Ivo começou a carreira aos 12 anos de idade em apresentações na escola e continuou com apresentações amadoras até o período da faculdade, onde ficou sendo o “artista” do grupo de amigos. Atualmente, com 15 anos consolidados no mercado da música, sendo 7 deles em carreira solo,  o cantor é um dos mais requisitados para festas de grande público e corporativas a exemplo do Fortal, um dos maiores eventos de música do Brasil; e Bloquinho de Verão, um dos maiores pré-carnavais do Brasil

Ivo Brown Na WEB

Facebook: https://www.facebook.com/Ivo-brown-320706024625855/

Instagram: https://www.instagram.com/ivobrown/?hl=pt-br

Sua Música: https://www.suamusica.com.br/ivobrown

Youtube: https://bit.ly/2T4klYB

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EM 3 MESES, EXTRA E PÃO DE AÇÚCAR IMPLANTARAM MAIS DE 60 PROTOCOLOS SANITÁRIOS EM LOJAS PARA PREVENÇÃO À COVID-19

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

07 de julho de 2020

Em vigor há mais de 100 dias no CE, quarentena fez os supermercados se adaptarem em meio à luz dos acontecimentos. Agora, os estabelecimentos apontam os caminhos sanitários necessários para a reabertura econômica

 

 Uma das atividades mais habituais no dia a dia da população, a ida ao supermercado mudou completamente desde o início da quarentena decretada como forma de prevenção à covid-19 – no Estado do Ceará, a medida entrou vigor no dia 19 de março e completou mais de 100 dias.  Nas lojas do Extra e Pão de Açúcar, mais de 60 protocolos sanitários foram implementados e milhões de insumos foram comprados ao longo do período para garantir um ambiente de consumo seguro para clientes e colaboradores.

Para se ter uma ideia da dimensão das medidas adotadas, nos últimos três meses as redes adquiriram, juntas, mais de 3 milhões de máscaras de proteção facial para distribuição a seus funcionários (e também a clientes, quando necessário). Seria o suficiente para distribuir a toda a população dos Estados do Acre, Amapá e Roraima somados, por exemplo, e ainda sobraria quase um milhão de unidades. Já o volume comprado de álcool em gel, considerando apenas a quantidade destinada às operações internas (como a reposição dos dispositivos instalados nas lojas), foi superior a 350 mil litros.

De adesivos sinalizadores do distanciamento social no piso das lojas à medição da temperatura de funcionários durante o horário de entrada e saída do expediente, as medidas abrangem todos os pontos de operação do varejo alimentar. E apontam agora para o que deverá se tornar o novo padrão em um momento de reabertura econômica.

“As lojas do Extra e do Pão de Açúcar estão em constante evolução para se tornarem um ambiente a cada dia mais seguro e protegido para todos, a consumidores e funcionários. Para isso, temos atuado com reforços constantes das medidas preventivas de combate ao novo coronavírus e monitoramos o seu andamento para que possam ser aperfeiçoadas ou repensadas, quando necessário, sempre em linha com as recomendações das autoridades de saúde nacionais e internacionais. Como uma atividade essencial à vida em sociedade, os supermercados nunca fecharam e, por isso, precisaram se adaptar à luz dos acontecimentos, apontando os caminhos do que deverá se tornar o padrão neste momento em que se debate como seguir a vida em um cenário pós-pandemia”, analisa Luiz Costa, Diretor de Operações do varejo alimentar do GPA – grupo que controla as bandeiras Extra e Pão de Açúcar.

No campo social, por meio do Instituto GPA, as bandeiras realizaram, ainda, a doação de mais de 2 toneladas de alimentos e produtos de higienes para 350 instituições sociais parceiras, com alcance estimado de mais de 130 mil famílias. O Extra e o Pão de Açucar, junto com as demais bandeiras do GPA, se uniram, também, à iniciativa do Instituto Avon no enfrentamento à violência contra as mulheres.

Desde o final de junho, os aplicativos Pão de Açúcar Mais e Clube Extra passaram a contar com um banner que direciona as mulheres que estão sofrendo violência para uma página online onde poderão entrar em contato com uma assistente virtual via WhatsApp, que as ajudará a entender se estão passando por violência, informará sobre os serviços públicos disponíveis na rede de proteção e indicará quais recursos elas podem acessar.

Medidas preventivas

As medidas preventivas começaram a ser implantadas no Extra e Pão de Açúcar antes mesmo do decreto oficial que promulgou o isolamento social no Estado, com os primeiros protocolos sanitários adotados ainda na primeira quinzena de março. O primeiro estabeleceu um padrão ainda mais rígido para a higienização das lojas, com colaboradores dedicados para a desinfecção de cestos e carrinhos de compras, além de equipes reforçadas para a limpeza das unidades e demais pontos de contatos nas unidades. O segundo foi o afastamento imediato, temporário e remunerado de todos os funcionários em grupos de risco. Na sequência, um grande processo seletivo foi aberto para a contratação de cinco mil novos colaboradores temporários que tiveram a função de apoiar as operações.

Na semana do dia 16 de março, as redes chegaram a limitar a quantidade de compra de itens básicos de mercearia e primeiras necessidades como forma de estimular o consumo consciente junto com os consumidores e permitir que todas as famílias pudessem se manter abastecidas – a medida foi suspensa poucos dias depois com a normalização do consumo. Em paralelo, as redes veicularam filmes em redes nacionais de televisão para reafirmar o compromisso de não repassarem reajuste de preços aos consumidores.

No dia 18 de março, o Pão de Açúcar instituiu o horário de atendimento exclusivo para clientes idosos e em grupos de risco em suas lojas de todo o país, tornando-se a primeira grande rede do varejo a adotar a medida. O Extra viria a implementar a mesma medida nas semanas seguintes. Ainda no mesmo mês, as lojas tiveram sua configuração completamente redesenhada. Inicialmente, receberam adesivos e placas de acrílico para sinalizar e reforçar o espaço necessário ao distanciamento social entre as pessoas. Os materiais foram instalados em todos os pontos de atendimento das unidades, como os caixas e demais balcões de serviços. Os adesivos tiveram a função de ser uma referência para a organização de filas e demais espaçamentos necessários, enquanto as placas de acrílico contribuíram para reduzir o risco de contágio, uma vez que constituíram barreira sanitária para evitar o contato direto. No total, foram 8700 placas de acrílico instaladas em todas as lojas do país. Além desses materiais, foram instalados dispositivos de álcool em gel também em todos os pontos de atendimento e em locais estratégicos, como próximos a saídas de elevadores e nos subsolos de estacionamento para carros. Em paralelo, os pontos sociais das lojas, como os Espaços Café, e a promoção de fornecedores com degustações de alimentos ou bebidas, foram todos suspensos – os espaços foram reaproveitados como locais de vendas de produtos sazonais ou especiais.

Nos meses seguintes, conforme mais informações foram obtidas sobre a pandemia de covid-19, o Extra e o Pão de Açúcar continuaram a implantar mais protocolos sanitários. A obrigatoriedade da utilização de máscaras de proteção facial foi implantada nas lojas a partir do final de abril. E quando a medida se tornou obrigatória em Fortaleza, por meio de decreto estadual promulgado em 5 de maio, materiais de comunicação visual reforçaram e esclareceram a medida e unidades descartáveis foram adquiridas pelas redes para serem distribuídas a clientes.

Para manter uma distância segura entre todas as pessoas, as lojas adotaram o controle de acesso para limitar a quantidade de consumidores dentro de uma mesma unidade – colaboradores foram designados especificamente para esta função, realizando a checagem de clientes nos espaços internos e externos, e também auxiliando que as pessoas em eventuais filas do lado de fora mantivessem a distância necessária entre todos. Os colaboradores também passaram a ter a sua temperatura corporal aferida todos os dias durante os horários de entrada e saída do expediente. Em caso de qualquer alteração ou suspeita de infecção, o funcionário deveria ser temporariamente afastado e encaminhado para o atendimento médico.

O desenho das lojas também seguiu em constante evolução, com o recebimento de novos acessórios para auxiliar nas medidas preventivas. Totens de álcool em gel acionados por pedais foram instalados nas unidades, assim como o reforço de comunicações visuais com informações sobre como aumentar o nível de proteção, como os cartazes que orientam os consumidores a evitar que toquem nos produtos antes de terem a certeza se levarão o item para a casa. “Além de todas as medidas que já foram implantadas, seguimos também com um monitoramento constante das legislações municipais e estaduais em todas as regiões onde temos lojas. Com isso, conseguimos executar quaisquer adequações que se façam necessárias em um curto prazo de tempo, reforçando as medidas preventivas à covid-19 e aumentando a segurança de clientes e colaboradores em conjunto com os poderes públicos de cada região”, finaliza Costa.

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EM 3 MESES, EXTRA E PÃO DE AÇÚCAR IMPLANTARAM MAIS DE 60 PROTOCOLOS SANITÁRIOS EM LOJAS PARA PREVENÇÃO À COVID-19

Por Oswaldo Scaliotti em Responsabilidade social

07 de julho de 2020

Em vigor há mais de 100 dias no CE, quarentena fez os supermercados se adaptarem em meio à luz dos acontecimentos. Agora, os estabelecimentos apontam os caminhos sanitários necessários para a reabertura econômica

 

 Uma das atividades mais habituais no dia a dia da população, a ida ao supermercado mudou completamente desde o início da quarentena decretada como forma de prevenção à covid-19 – no Estado do Ceará, a medida entrou vigor no dia 19 de março e completou mais de 100 dias.  Nas lojas do Extra e Pão de Açúcar, mais de 60 protocolos sanitários foram implementados e milhões de insumos foram comprados ao longo do período para garantir um ambiente de consumo seguro para clientes e colaboradores.

Para se ter uma ideia da dimensão das medidas adotadas, nos últimos três meses as redes adquiriram, juntas, mais de 3 milhões de máscaras de proteção facial para distribuição a seus funcionários (e também a clientes, quando necessário). Seria o suficiente para distribuir a toda a população dos Estados do Acre, Amapá e Roraima somados, por exemplo, e ainda sobraria quase um milhão de unidades. Já o volume comprado de álcool em gel, considerando apenas a quantidade destinada às operações internas (como a reposição dos dispositivos instalados nas lojas), foi superior a 350 mil litros.

De adesivos sinalizadores do distanciamento social no piso das lojas à medição da temperatura de funcionários durante o horário de entrada e saída do expediente, as medidas abrangem todos os pontos de operação do varejo alimentar. E apontam agora para o que deverá se tornar o novo padrão em um momento de reabertura econômica.

“As lojas do Extra e do Pão de Açúcar estão em constante evolução para se tornarem um ambiente a cada dia mais seguro e protegido para todos, a consumidores e funcionários. Para isso, temos atuado com reforços constantes das medidas preventivas de combate ao novo coronavírus e monitoramos o seu andamento para que possam ser aperfeiçoadas ou repensadas, quando necessário, sempre em linha com as recomendações das autoridades de saúde nacionais e internacionais. Como uma atividade essencial à vida em sociedade, os supermercados nunca fecharam e, por isso, precisaram se adaptar à luz dos acontecimentos, apontando os caminhos do que deverá se tornar o padrão neste momento em que se debate como seguir a vida em um cenário pós-pandemia”, analisa Luiz Costa, Diretor de Operações do varejo alimentar do GPA – grupo que controla as bandeiras Extra e Pão de Açúcar.

No campo social, por meio do Instituto GPA, as bandeiras realizaram, ainda, a doação de mais de 2 toneladas de alimentos e produtos de higienes para 350 instituições sociais parceiras, com alcance estimado de mais de 130 mil famílias. O Extra e o Pão de Açucar, junto com as demais bandeiras do GPA, se uniram, também, à iniciativa do Instituto Avon no enfrentamento à violência contra as mulheres.

Desde o final de junho, os aplicativos Pão de Açúcar Mais e Clube Extra passaram a contar com um banner que direciona as mulheres que estão sofrendo violência para uma página online onde poderão entrar em contato com uma assistente virtual via WhatsApp, que as ajudará a entender se estão passando por violência, informará sobre os serviços públicos disponíveis na rede de proteção e indicará quais recursos elas podem acessar.

Medidas preventivas

As medidas preventivas começaram a ser implantadas no Extra e Pão de Açúcar antes mesmo do decreto oficial que promulgou o isolamento social no Estado, com os primeiros protocolos sanitários adotados ainda na primeira quinzena de março. O primeiro estabeleceu um padrão ainda mais rígido para a higienização das lojas, com colaboradores dedicados para a desinfecção de cestos e carrinhos de compras, além de equipes reforçadas para a limpeza das unidades e demais pontos de contatos nas unidades. O segundo foi o afastamento imediato, temporário e remunerado de todos os funcionários em grupos de risco. Na sequência, um grande processo seletivo foi aberto para a contratação de cinco mil novos colaboradores temporários que tiveram a função de apoiar as operações.

Na semana do dia 16 de março, as redes chegaram a limitar a quantidade de compra de itens básicos de mercearia e primeiras necessidades como forma de estimular o consumo consciente junto com os consumidores e permitir que todas as famílias pudessem se manter abastecidas – a medida foi suspensa poucos dias depois com a normalização do consumo. Em paralelo, as redes veicularam filmes em redes nacionais de televisão para reafirmar o compromisso de não repassarem reajuste de preços aos consumidores.

No dia 18 de março, o Pão de Açúcar instituiu o horário de atendimento exclusivo para clientes idosos e em grupos de risco em suas lojas de todo o país, tornando-se a primeira grande rede do varejo a adotar a medida. O Extra viria a implementar a mesma medida nas semanas seguintes. Ainda no mesmo mês, as lojas tiveram sua configuração completamente redesenhada. Inicialmente, receberam adesivos e placas de acrílico para sinalizar e reforçar o espaço necessário ao distanciamento social entre as pessoas. Os materiais foram instalados em todos os pontos de atendimento das unidades, como os caixas e demais balcões de serviços. Os adesivos tiveram a função de ser uma referência para a organização de filas e demais espaçamentos necessários, enquanto as placas de acrílico contribuíram para reduzir o risco de contágio, uma vez que constituíram barreira sanitária para evitar o contato direto. No total, foram 8700 placas de acrílico instaladas em todas as lojas do país. Além desses materiais, foram instalados dispositivos de álcool em gel também em todos os pontos de atendimento e em locais estratégicos, como próximos a saídas de elevadores e nos subsolos de estacionamento para carros. Em paralelo, os pontos sociais das lojas, como os Espaços Café, e a promoção de fornecedores com degustações de alimentos ou bebidas, foram todos suspensos – os espaços foram reaproveitados como locais de vendas de produtos sazonais ou especiais.

Nos meses seguintes, conforme mais informações foram obtidas sobre a pandemia de covid-19, o Extra e o Pão de Açúcar continuaram a implantar mais protocolos sanitários. A obrigatoriedade da utilização de máscaras de proteção facial foi implantada nas lojas a partir do final de abril. E quando a medida se tornou obrigatória em Fortaleza, por meio de decreto estadual promulgado em 5 de maio, materiais de comunicação visual reforçaram e esclareceram a medida e unidades descartáveis foram adquiridas pelas redes para serem distribuídas a clientes.

Para manter uma distância segura entre todas as pessoas, as lojas adotaram o controle de acesso para limitar a quantidade de consumidores dentro de uma mesma unidade – colaboradores foram designados especificamente para esta função, realizando a checagem de clientes nos espaços internos e externos, e também auxiliando que as pessoas em eventuais filas do lado de fora mantivessem a distância necessária entre todos. Os colaboradores também passaram a ter a sua temperatura corporal aferida todos os dias durante os horários de entrada e saída do expediente. Em caso de qualquer alteração ou suspeita de infecção, o funcionário deveria ser temporariamente afastado e encaminhado para o atendimento médico.

O desenho das lojas também seguiu em constante evolução, com o recebimento de novos acessórios para auxiliar nas medidas preventivas. Totens de álcool em gel acionados por pedais foram instalados nas unidades, assim como o reforço de comunicações visuais com informações sobre como aumentar o nível de proteção, como os cartazes que orientam os consumidores a evitar que toquem nos produtos antes de terem a certeza se levarão o item para a casa. “Além de todas as medidas que já foram implantadas, seguimos também com um monitoramento constante das legislações municipais e estaduais em todas as regiões onde temos lojas. Com isso, conseguimos executar quaisquer adequações que se façam necessárias em um curto prazo de tempo, reforçando as medidas preventivas à covid-19 e aumentando a segurança de clientes e colaboradores em conjunto com os poderes públicos de cada região”, finaliza Costa.