Publicidade

Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

China

Exportações de cera de carnaúba cearense para a China têm alta de 194,6% no quadrimestre

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de Maio de 2019

Segmento tradicional e importante na pauta exportadora cearense, a indústria de ceras de carnaúba obteve um total de US$ 29,9 milhões em exportações no período de janeiro a abril de 2019 – um crescimento de 56,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre os Estados brasileiros, é o maior montante e corresponde a 70% do volume total exportado pelo Brasil. O Ceará não importa o produto, portanto obteve um saldo comercial superavitário. É o que mostra estudo realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Os Estados Unidos são o mercado que mais consome a cera de carnaúba e seus derivados produzidos no Ceará, com US$ 6,22 milhões, seguidos da Alemanha, que importou US$ 5,84 milhões, alcançando um aumento de 110,9% em relação ao ano anterior. Contudo, o maior aumento nas exportações fica por conta do mercado chinês, que em 2019 cresceu 194,6%, se comparado ao mesmo período do passado. O total importado pela China foi de US$ 5,2 milhões. Além desses três principais destinos, Japão e Holanda também avançaram nas compras da cera de carnaúba, totalizando US$ 3,1 milhões e US$ 1,9 milhões, respectivamente. Vale destacar o aumento no número de destinos da cera cearense. No primeiro quadrimestre de 2018, 27 países compravam o produto do Ceará, já no mesmo período desse ano, são 33.

Saiba mais

Centro Internacional de Negócios da FIEC auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

Publicidade

Diretores da Fort Tudo e equipe viajam à China em busca de novidades para o varejo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

06 de Maio de 2019

Referência em variedades, a loja Fort Tudo segue em busca de novidades para seus clientes. Em viagem à China, os diretores da marca, Evanielle Fonteles, Emanuelle Fontelles e Marcílio Fonteles visita a 125ª edição da Feira de Importação e Exportação da China, a Canton Fair. Considerada uma das maiores feiras do mundo, a Cantor Fair é realizada desde 1957 e conta com centenas de expositores dos mais diversos produtos. Evanielle Fonteles afirma que a feira é uma oportunidade de renovar o estoque da loja e trazer ainda mais novidades para os clientes.

Sobre a Fort Tudo

Consolidada no mercado de varejo e acatado, a Fort Tudo é sinônimo de qualidade no ramo de variedades. Com produtos que atendem os segmentos de presentes, bebês, utilidades, bijuterias, artigos para o lar, pesca, cosméticos, festas, decoração, maquiagem, entre outros, a loja se destaca como centro de compras e oferece aos clientes produtos diversos, com qualidade e preço justo. Em Fortaleza desde 1986, a Fort Tudo está presente nos bairros Centro e Messejana. A empresa tem milhares de itens para atender aos diversos tipos de público e uma equipe treinada em auxiliar na escolha dos produtos.

Publicidade

China é a principal origem das importações de confecções do Ceará 

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

14 de junho de 2018

As importações seguem em ritmo de crescimento, exibindo um aumento de 50,2% entre 2017 e 2018, passando de US$ 2,8 milhões para US$ 4,1 milhões. A China é a principal origem das importações do setor de confecções do Ceará, com US$ 3,2 milhões comprados no primeiro quadrimestre de 2018, cifra essa 61,8% maior do que a de 2017. Outro país que merece destaque como fornecedor de confecções para o Ceará é Bangladesh, que aumentou em 126,2% as vendas para o estado, principalmente de produtos como calças e bermudas.
Com relação às exportações, mais de um quarto das exportações cearenses de confecção tem como destino o Paraguai, que vem seguido de outros dois países da América Latina: Bolívia e Uruguai, com US$ 308 mil e US$ 145 mil respectivamente. Segundo maior exportador do Brasil de “sutiãs e bustiês”, o Ceará liderava essa lista em março, mas foi ultrapassado pelo Rio de Janeiro no último mês. O total vendido externamente pelo setor cearense contabilizou US$ 1,4 milhões no acumulado desse ano. Esse valor é 20,4% maior do que o do mesmo período de 2017.

leia tudo sobre

Publicidade

MERCADO CHINÊS SE ABRE E É OPORTUNIDADE PARA EMPRESÁRIOS BRASILEIROS

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

27 de Fevereiro de 2018

Desafio para exportar ao país asiático passa por barreiras culturais

Com seu mercado consumidor de mais de 1,3 bilhão de habitantes, a China terá demanda cada vez maior pelos produtos externos, graças às melhores condições de vida da população e ao aumento da renda per capita. Um filão de mercado que se abre cada vez mais aos demais países e configura uma oportunidade também para empresas brasileiras de segmentos variados.

O desafio para o empreendedor está em se fazer ver e tornar seus produtos reconhecidos lá fora, assim como sugere o ministro Song Yang, encarregado de Negócios da embaixada chinesa no Brasil. “Queremos importar muito mais. Queremos importar produtos tecnológicos de alta qualidade, mas sem conhecer o produto brasileiro, o chinês não pode comprar mais”, disse Yang em entrevista recente, ao falar da 1ª Exposição Internacional de Importação da China, a ser realizada em novembro deste ano.

Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) mostram que os asiáticos desbancaram os Estados Unidos e passaram a ser o maior importador do Brasil, absorvendo 25% do que é enviado ao mercado externo. Em 2017, o país exportou US$ 47,48 bilhões para a China e importou US$ 27,32 bilhões, tendo um superávit de US$ 20,16 bilhões. Um aumento significativo de US$ 8,4 bilhões em relação a 2016.

Trabalhando na China desde 2015, quando o Grupo Serpa passou a ser representado na Ásia pela Serpa China, Samara Reis, diretora da filial, reitera a importância de se preparar antes de ir ao país, principalmente quando o objetivo é fechar negócios. Quem quer entrar nesse mercado e se beneficiar das boas oportunidades comerciais, deve estar aberto a mudanças. “Temos clientes que fizeram viagens antes à China e voltaram sem concretizar os resultados esperados. Além das dificuldades com a língua, eles alegam ter problemas na hora de conseguir a confiança dos chineses ao fechar os negócios e isso está muito atrelado às diferenças culturais”, conta Samara.

Prova disso foi o fechamento em 2011 de todas as lojas da americana Best Buy, em terras chinesas, cinco anos após entrar no país. Além de questões como a precificação, um dos principais motivos levantados para explicar o fracasso foi a maneira como a gigante dos eletrônicos abordou o público local, sem considerar particularidades como o hábito de negociar, a preferência por mercados próximos de casa e o impacto visual da marca, baseado no mesmo modelo utilizado nos Estados Unidos.​ Além do mais, a pronúncia de Best Buy em mandarim significa “pense 100 vezes antes de comprar”, um deslize cultural para lá de significativo.​

Com escritórios em Xangai e Ningbo, de onde opera transações comerciais para empresas no Brasil que importam produtos chineses e as que querem passar a exportar ou estabelecerem joint ventures com companhias de lá, a Serpa China mantém as características culturais no foco de suas operações. “Muitos empresários e investidores chegam ao território chinês acostumados com facilidades que não encontram aqui. Por isso, sempre orientamos que eles vejam por meio da lente certa: a que considera as diferenças e sabe lidar com esse mercado tão peculiar que é o chinês”, finaliza.

leia tudo sobre

Publicidade

Governo do Ceará participa na China de eventos com investidores asiáticos

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

15 de setembro de 2017

 

O Governo do Ceará participa de uma série de eventos com investidores no continente asiático, nesta e na próxima semana. Nesta sexta-feira, o governador Camilo Santana viaja para a China para participar de uma reunião com o banco de desenvolvimento chinês para a assinatura de compromisso financeiro para o investimento de construção da refinaria, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém ( CIPP).

 

Para apresentar as potencialidades do CIPP aos investidores asiáticos, a Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE) e a Cearáportos já estão participando da Missão Ásia – Investimentos em Portos Brasileiros, a convite da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), do Governo Federal, na China (Xangai e Hong Kong) e em Singapura, de 12 a 19 de setembro.

 

Já a Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE-CE) participa da 21ª edição da China International Fair for Investment & Trade (CIFIT), evento que acontece de 18 a 21 de setembro, em Xiamen, também na China, para promoção de investimento internacional chinês destinado a facilitar o investimento bilateral. A ZPE Ceará participará, pelo segundo ano consecutivo, dos quatro dias da feira com um stand de 73 m². Na feira, participarão zonas de livre comércio do mundo todo e a ZPE Ceará será o único stand brasileiro presente ao encontro.

 

O titular da SDE, Cesar Ribeiro, e o presidente da Cearáportos, Danilo Serpa, apresentam o Ceará e o Porto do Pecém aos investidores asiáticos. O objetivo da missão da Apex Brasil é promover oportunidades de investimentos em portos brasileiros, especificamente atração de recursos para projetos e apresentar a empresas asiáticas alguns portos brasileiros. Além do Porto do Pecém, participam da missão o Porto do Itaqui (MA), Porto do Açu (RJ), Porto Central (ES), Porto de Belém (PA), Porto de Paranaguá (PR), Porto de Santana (AP) e Porto de Santos (SP) e Porto de São Sebastião(SP). Apenas dois desses portos brasileiros foram convidados a apresentar individualmente suas potencialidades e participar de reuniões privativas com empresas locais, entre eles o do Pecém.

 

Além de seminário, o evento contempla reuniões de negócios e visitas a portos de referência. O secretário do Desenvolvimento Econômico, Cesar Ribeiro, destaca que essas apresentações individuais a investidores asiáticos  demonstram a importância do CIPP. Segundo ele, só em Xangai, onde acontece a primeira rodada, sete reuniões estão agendadas com investidores querendo saber sobre a operação do Porto do Pecém.

 

Para Danilo Serpa, presidente da Cearáportos, a participação na missão é estratégica para novos negócios. “O CIPP possui diferencias e potencialidades, como a primeira freezone (ZPE) do Brasil em operação, que podem proporcionar grandes negócios ao mercado asiático. A oportunidade de apresentar pessoalmente tudo isso aos investidores faz toda a diferença”, pontua.

 

Após a missão da Apex, os gestores se dividem de forma estratégica em atividades importantes para a economia do estado. O titular da SDE se junta à comitiva do governador Camilo Santana em viagem à China, enquanto o presidente da Cearáportos apresenta o Porto do Pecém em uma feira mundial sobre ZPEs.

 

Porto do Pecém 

 

O Terminal Portuário do Pecém é um elo na cadeia logística do transporte marítimo e tem como um de seus objetivos viabilizar a operação de atividades portuárias e industriais integradas, imprescindíveis ao desenvolvimento de um Complexo Industrial do Pecém, assumindo por isso as características de Porto Industrial. Ele é constituído de 03 (três) Piers marítimos.

 

Por se tratar de um terminal “off shore”, os Piers de atracação estão protegidos da ação das ondas e correntes por um quebra-mar de berma, na forma de “L” com 2.770 m de extensão. Os piers são ligados ao continente por uma ponte rodoviária que interliga o Pátio de Armazenagem às instalações de atracação de navios.

 

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

Filiados ao Sindiverde/CE vão à feira na China

Por Oswaldo Scaliotti em Negócios

04 de agosto de 2015

O Sindicato das Empresas de Reciclagem e Resíduos Domiciliares e Industriais do Ceará (Sindiverde), filiado à Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) vai conduzir uma missão empresarial à Guangzhou, na China, no próximo mês de outubro. A ida aquele país asiático tem como principal objetivo a visita a feira Canton Fair. A Feira de Importação e Exportação da China, também conhecida como Feira de Cantão, fundada na primavera de 1957, acontece todos os anos na primavera (abril e maio) e no outono (outubro e novembro) há 53 anos.

A Canton Fair é no momento a maior feira comercial, a de mais alto nível e com o melhor resultado em operações na China, sendo de importância internacional com tradição e caráter multifuncional. A zona de exportação da Feira de Cantão é composta por 48 delegações de comércio, incluindo mais de vinte mil companhias de comércio externo, fábricas, instituições de investigação científica, companhias com investimento externo, companhias com investimento completamente externo / companhias de investimento único, companhias privadas de boa credibilidade e solidez financeira.

Do Ceará, além do Sindiverde, participarão empresários filiados ao Simec, Sindiquimica, Sindicalf e ao CIC. A missão é organizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC.

* postado por Oswaldo Scaliotti

Publicidade

Filiados ao Sindiverde/CE vão à feira na China

Por Oswaldo Scaliotti em Negócios

04 de agosto de 2015

O Sindicato das Empresas de Reciclagem e Resíduos Domiciliares e Industriais do Ceará (Sindiverde), filiado à Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) vai conduzir uma missão empresarial à Guangzhou, na China, no próximo mês de outubro. A ida aquele país asiático tem como principal objetivo a visita a feira Canton Fair. A Feira de Importação e Exportação da China, também conhecida como Feira de Cantão, fundada na primavera de 1957, acontece todos os anos na primavera (abril e maio) e no outono (outubro e novembro) há 53 anos.

A Canton Fair é no momento a maior feira comercial, a de mais alto nível e com o melhor resultado em operações na China, sendo de importância internacional com tradição e caráter multifuncional. A zona de exportação da Feira de Cantão é composta por 48 delegações de comércio, incluindo mais de vinte mil companhias de comércio externo, fábricas, instituições de investigação científica, companhias com investimento externo, companhias com investimento completamente externo / companhias de investimento único, companhias privadas de boa credibilidade e solidez financeira.

Do Ceará, além do Sindiverde, participarão empresários filiados ao Simec, Sindiquimica, Sindicalf e ao CIC. A missão é organizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC.

* postado por Oswaldo Scaliotti