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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Fecomércio

Fecomércio abre inscrições para Circuito Sesc de Corridas – etapa Sobral

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de agosto de 2019

O projeto contempla público geral com percurso de 05 e 10km, envolvendo cinco etapas realizadas nas unidades do Sesc.

O Sistema Fecomércio-CE abre nesta quinta-feira (15/8) inscrições para Circuito Sesc de Corridas – etapa Sobral.  O projeto contempla público geral com percurso de 05 e 10km.

A prova será realizada no dia 15 de setembro, com largada única às 6h. As inscrições podem ser realizadas através do site (http://www.sesc-ce.com.br/inscricoes/) e nas demais unidades.

Para participar, basta ter idade mínima de 18 anos e doar 2kg de alimentos não perecíveis mediante a entrega dos kits de participação que acontecerá no dia 14 de setembro na unidade Sesc Sobral conforme regulamento disponível no site do Sesc.

A prova será dividida em 03 categorias: geral (05 e 10 km), comerciários /dependentes (05 e 10 km) e cadeirantes (10km). Atletas que concluírem o percurso serão premiados com medalhas de participação, serão premiados com troféus os cinco primeiros colocados de cada categoria (geral e comerciário) e os três primeiros colocados da categoria cadeirante.

Após a cidade sobralense, a programação do circuito segue nos municípios de Crato (29/09), Iguatu (06/10), Juazeiro (20/10) e Fortaleza (24/11). Mais informações: (85) 3195.8726.

Sobre o Circuito de Corridas e Caminhada Sesc

Realizado há 35 anos, o Circuito Sesc de Corridas tem por objetivo incentivar a prática da atividade física, promovendo a melhoria da qualidade de vida por meio da corrida de rua. A atividade acontece pelas Unidades do Sesc em todo o Ceará.

Serviço:

Circuito Sesc de Corridas

Etapa Sobral

Inscrições

Período: 15/08 a 09/09 ou até esgotamento das vagas ofertadas.

Link: http://www.sesc-ce.com.br/inscricoes/ ou na Unidade Sobral do Sesc (Boulevard João Barbosa, 902), das 8h às 18h

Investimento: 02kg de alimentos não perecíveis

Prova

Data: 15 de setembro

Concentração: Unidade de Sobral

Largada: 6h

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Fecomércio divulga 1° pesquisa de Endividamento do ano

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de Janeiro de 2019

O estudo apontou que o tempo médio de atraso no pagamento das contas é de 66 dias

A Pesquisa do Endividamento do Consumidor de Fortaleza, realizada em janeiro de 2019, revela que a taxa de inadimplência potencial teve incremento de +1,6 pontos percentuais, passando de 6,0%, em dezembro, para 7,6%, o número de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos.

Com relação ao endividamento, 55,8% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O índice veio +7,4 pontos percentuais acima do indicador do último mês de dezembro (48,4%), mas abaixo da medição de janeiro do ano passado (64,5%).

A proporção de consumidores com contas ou dívidas em atraso aumentou +2,0 pontos percentuais, passando de 17,3% dos consumidores em dezembro, para 19,3% neste mês – exatamente o mesmo percentual de janeiro passado.

Diferença entre endividamento e inadimplência

Todo inadimplente está endividado, porém, nem todo endividado está inadimplente. Quando uma pessoa realiza um financiamento bancário ou tem contas no cartão de crédito, por exemplo, ela assume dívidas. No entanto, o que diferencia o endividado do inadimplente é o pagamento desta dívida. Quem tem contas parceladas e realiza o pagamento em dia, significa que está endividado. Porém, aquele que contrai uma dívida e não consegue realizar o pagamento em um prazo de 90 dias, este pode ser considerado inadimplente.

Perfil do Endividado

Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (20,4% dos entrevistados desse grupo afirmaram possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade acima entre 25 e 34 anos (22,9%) e do estrato com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (20,7%).

O tempo médio de atraso é de 66 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 54,6% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 34,8%, seguido da perda de prazo por esquecimento (8,3%).

Comprometimento da renda

Em Fortaleza, 55,8% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: cartões de crédito, citados por 75,5% dos entrevistados; financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 15,6%; carnês e crediários, com 7,7%; empréstimos pessoais, com 5,7%; e cheque especial, com 1,3%.

O consumidor utilizou o crédito para:

• Consumo de itens de alimentação (47,7% das respostas);

• Compra de artigos de vestuário (38,2%);

• Aquisição de eletroeletrônicos (36,4%); e

• Realização de despesas de educação e saúde (29,1%).

O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.402, com prazo médio de sete meses, comprometendo 33,6% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também revela que 78,1% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. Dos entrevistados, 12,5% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 9,4% informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se:

• A falta de orçamento e controle dos gastos, com 55,0%;

• O aumento dos gastos considerados essenciais, com 20,4%;

• As compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 20,4%;

• Redução dos rendimentos, com 12,4%;

• Gastos imprevistos, com 11,6%.

• Desemprego, com 11,0%; e

• Compras antecipadas, com 6,2%;

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC) da Fecomércio-CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

A pesquisa de Endividamento é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

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Entidades cearenses protestam contra medida da Sefaz-CE que atribui corresponsabilidade tributária a sócios e administradores por débitos fiscais de suas empresas

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

18 de dezembro de 2018

Sindilojas Fortaleza e Fecomércio entraram com ação judicial contra a medida

Uma medida imposta pela Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz) vem causando desconforto entre empresários e entidades cearenses. Se não bastasse a enorme dificuldade e esforço exigido para recuperação fiscal das empresas, a Procuradoria Geral do Estado do Ceará (PGE/CE), vem cobrando os sócios (pessoa física) pelos débitos fiscais contraídos nas atividades empresariais da pessoa jurídica. Contra esta decisão que, de acordo com setor jurídico de entidades – como o Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas Fortaleza) – é ilegal, foi dado entrada em processo de mandato de segurança coletivo, no Fórum Clóvis Beviláqua, por este sindicato. Outra entidade que, também, está estudando medida judicial para apoiar os empresários, seja de forma coletiva seja de forma individual, é a Fecomércio. “O que não se pode compreender é o redirecionamento da cobrança de um suposto débito tributário sem observância do que determina o artigo 135 do código tributário Nacional”, afirma o jurídico da Fecomércio.

Para que ocorra a atribuição de corresponsabilidade dos sócios pelos débitos fiscais da empresa, é necessário que ocorra uma prévia apuração das hipóteses autorizadoras previstas no art. 135 do Código Tributário Nacional (CTN) e do Código de Defesa do Contribuinte do Estado do Ceará (LC 130/2014). Porém, o próprio Contencioso Administrativo Fiscal da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará (Conat Sefaz/CE) admite que não apura a responsabilidade dos sócios no curso do processo administrativo fiscal que precede a execução fiscal, em sua resolução 552/2013.

De acordo com o advogado Gustavo Beviláqua, que está analisando o caso, o ilegal expediente adotado pelo Estado do Ceará causa diversos prejuízos aos sócios das empresas, tais como: impossibilidade de emitir CND em nome próprio e inscrição no Cadine; possibilidade de constrição do patrimônio pessoal e de bloqueio de contas e impossibilidade de transferir imóveis, contratar financiamentos etc.

“Ao atribuir corresponsabilidade aos sócios de forma unilateral, sem qualquer comprovação prévia da ocorrência dos requisitos legais previstos pelo Art. 135 do CTN, o Estado do Ceará, por meio de sua Procuradoria, tem contrariado a legislação tributária e a jurisprudência pacífica dos tribunais”, ressalta.

“O simples inadimplemento não se trata de infração à lei, contrato social e estatuto. O Governo gera crise e, em razão dessa crise, os contribuintes ficam inadimplentes e eles querem transferir a responsabilidade para os sócios-diretores. A Fecomércio já está estudando, junto a outros sindicatos, medidas individuais de proteção, para cada situação específica e, eventual medida coletiva. O Estado está querendo criminalizar a simples inadimplência, o que não é justo”, ressalta o consultor tributário da Fecomércio, Hamilton Sobreira.

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Fecomércio prepara Ações Coletivas contra Lei dos Alvarás

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

09 de julho de 2018

O presidente do Sistema Fecomércio-CE, Maurício Filizola, recebeu a imprensa na manhã desta segunda-feira, 09, na sede da Instituição. A coletiva informou sobre as ações que a Federação está tomando para reverter os prejuízos causados ao comércio de Fortaleza pela Lei Complementar 241, da Prefeitura de Fortaleza, que alterou o modelo de cobrança dos alvarás e licenciamentos. Segundo Filizola, estão preparando ações coletivas e o setor jurídico da Federação está à disposição dos empresários que queiram entrar com ações individuais.

“A Fecomércio, como instituição representativa do comércio de bens, serviços turismo, não poderia ficar parada diante dessa situação”, observou o presidente. Filizola lamentou a falta de debate antes da votação da matéria, que foi aprovada, pela Câmara Municipal de Fortaleza, no final do ano passado, entendendo que esse assunto merecia diálogo com todos os empresários da Capital.

Para o presidente, o aumento provocado pela nova lei, assim também como a exigência de pagamento anual do alvará de funcionamento, é insustentável. “Fazendo uma comparação, é como se uma criança precisasse ter seu registro de nascimento feito todos os anos, isso não faz sentido”, lamentou. De acordo com Filizola, além do mandado de segurança coletivo, a Fecomércio também pretende entrar com uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), em nível nacional.

Interferência na economia
Segundo o consultor tributário da Fecomércio-CE, Hamilton Sobreira, dentre os princípios constitucionais que a Lei Complementar 241 fere estão o da proporcionalidade e da razoabilidade, proibição ao confisco, propriedade privada, liberdade econômica e livre iniciativa. Ele informa que o aumento no alvará foi de quase 800%, o que inevitavelmente será repassado ao consumidor, mas que resultará também no fechamento de muitas empresas ou na migração delas para outras cidades.

O consultor pontua ainda que as novas regras afetarão bastante as micro e pequenas empresas, que também podem fechar suas portas. “Uma micro e pequena empresa não é medida pelo tamanho de sua área. Empresas de eventos por exemplo, que funcionam oito vezes por mês, ou campos de futebol, que não possuem um faturamento que alcance esse valor, não suportam essa carga tributária”, comentou.
Hamilton Sobreira destacou que antes dessa mudança o alvará não era cobrado de forma anual, mas somente uma vez, quando da instalação da empresa, ou em caso de alteração da área do imóvel, modificação do endereço, razão social ou mesmo da atividade econômica. “Imagine para um comerciante que, antes pagava uma única vez, algo em torno de 1.700 reais e que agora precisará pagar até 15 mil reais por ano?”, questionou.

Mão de obra
Ananias Magalhães, presidente do Sindicato das Empresas de Lavanderias do Estado do Ceará (Sindelace), lembrou que além dos alvarás, há ainda a taxa de licenciamento ambiental, que de acordo com ele, custa em média 2.500 reais e deve ser paga a cada três meses. “Os comerciantes de lavanderia, por exemplo, estão sendo forçados a tirar suas usinas de Fortaleza. Estamos todos correndo para as cidades periféricas para que possamos subsistir”.
Ananias chamou atenção também para o fato da geração de emprego que está sendo ameaçada gravemente pela Lei. No caso das lavanderias industriais, segundo ele, a mão de obra empregada é desqualificada, pessoas que dificilmente garantem espaço no mercado de trabalho. “Essas alterações modificam nossa capacidade de gerar empregos”, reforçou.

Cartão do Empresário
O departamento jurídico da Fecomércio-CE está à disposição dos empresários que desejam entrar com mandado de segurança individual, além de oferecer orientação e esclarecimentos de todas as dúvidas. Aos que possuem o Cartão do Empresário, as condições são especiais. Para informações mais detalhadas sobre as mudanças provocadas pela Lei Complementar 241 acesse: http://www.fecomercio-ce.org.br/noticias/aumento-no-alvara-de-funcionamento-como-essa-conta-mexe-no-seu-bolso/

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Consumidores e empresários estão mais otimistas para o futuro

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

20 de junho de 2018

A partir de pesquisa de junho, os entrevistados demonstraram confiança na situação financeira e geração de empregos nos próximos meses

 

 

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), divulga nesta quarta-feira, (13) o resultado daspesquisas: Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) e o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC).

 

ICC

O resultado do ICC foi influenciado pela expansão dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente, que teve evolução de +0,7%, passando de 94,9 pontos para 95,5 pontos no período analisado e o Índice de Situação Futura, que cresceu +5,8%, atingindo o patamar de 113,6 pontos, como pode ser visto na tabela a seguir:

Tabela 1–ICC, Síntese dos resultados

Índice Valor mensal – em pontos Média do Trimestre
Abr Mai Jun
ICC 103,7 102,4 106,4 104,2
ISP 97,3 94,9 95,5 95,9
IEF 108,0 107,4 113,6 109,7

Fonte: Pesquisa Direta IPDC

 

Expectativa dos consumidores

Embora o cenário econômico e político brasileiro apresentem incertezas, com 52,8% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo, em junho, a pesquisa revela que as expectativas dos consumidores para o futuro se mostram mais otimistas: 82,9% acreditam que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual. Destes entrevistados, 58,3% já consideram sua situação financeira atual melhor ou muito melhor do que há um ano – taxa superior à verificada em maio (57,9%).

Com relação à disposição para compra, 40,4% dos entrevistados mostram estar propensos à compra de bens duráveis. Dentre aqueles que demonstram maior otimismo, destacam-se os consumidores do gênero masculino (41,7% dos entrevistados afirmam que junho é um bom momento para compra de bens de consumo duráveis), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (43,5%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (53,9%).

Pretensão de compra

A taxa de pretensão de compras teve aumento de +0,5 pontos percentuais, passando de 40,1%, em maio, para 40,6% neste mês e com a taxa se situando acima da observada no mesmo mês do ano passado (37,1%). O crescimento da pretensão de compras poderá animar o varejo, principalmente nos segmentos de bens de consumo semiduráveis e duráveis, conforme sugere a lista de produtos mais procurados.

O valor médio das compras é estimado em R$ 599,41 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do gênero masculino (44,7%), mais vigorosa para o grupo com idade entre 18 a 24 anos (58,3%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (41,9%).

Sobre a pesquisa

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC) da Fecomércio-CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC. O estudo tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

ICEC

Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC do bimestre maio/junho teve leve crescimento de +0,2% no sentimento geral de confiança dos empresários, com o índice passando de 104,7 pontos, no bimestre março/abril, para 104,9 pontos na medição atual.

Com esse resultado, o indicador permanece no campo que indica otimismo (acima dos 100 pontos), mesmo com a queda nos Índices de Situação Presente (-1,5%) e Situação Futura (-1,7%), sugerindo que os resultados da tão esperada retomada da economia ainda não foram suficientes para a confiança empresarial.  O fator determinante para a melhora no índice geral foi o crescimento no Índice de Investimentos das Empresas, que teve alta de +4,8% no bimestre, alcançando 105,1 pontos.

O componente Índice de Situação Presente – ISP teve redução de -1,5%, saindo de 67,3 pontos no bimestre março/abril para 66,3 pontos neste período. O índice permanece no campo que indica pessimismo (abaixo dos 100 pontos), influenciado pelas péssimas condições da economia nacional no último ano, apesar dos empresários afirmarem que percebem melhoras em suas empresas, ou seja, a recuperação está em curso.

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Situação Futura – ISF, caíram -1,7%, com o índice passando de 136,0 pontos no bimestre anterior para 133,6 pontos nesta medição. Os empresários acreditam na melhoria das condições de suas empresas, com 93,5% dos entrevistados esperando momentos melhores nos próximos seis meses e 95,0% antevendo crescimento das vendas.

 

 

Sobre a pesquisa

O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresariais do setor do ponto de vista do empresário. Ele pode ser dividido em três indicadores; Índice de Situação Presente (ISP), Índice das Expectativas Futuras (IEF) e Índice Geral (ICEC).

Índice atual: diz respeito às condições atuais da economia brasileira, setor de atividade e da empresa em um prazo de até́ trinta dias.

Índice Futuro: calculado com base na opinião dos empresários no que concerne às expectativas em relação ao setor de atividade e da empresa em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias).

Índice Geral: é o indicador antecedente das variações na demanda agregada da economia. É um valor ponderado entre o Índice Atual e o Índice Futuro.

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Dia das Mães movimentará R$ 257 milhões no comércio de Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de Maio de 2018

Em relação ao ano passado, o estudo revela crescimento de 4,9% 

sobre o potencial de consumo.

A pesquisa sobre o Potencial de Consumo do Fortalezense para o Dia das Mães, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará, revela que os consumidores de Fortaleza irão movimentar cerca de R$ 257 milhões no comércio local com a compra de presentes, valor 4,9% superior ao de 2017, quando o impacto estimado foi de R$ 245 milhões.

Dando prioridade aos artigos de vestuário, perfumaria, calçados e bolsas, flores, utensílios domésticos e joias e bijuterias, a maioria dos consumidores irá às compras – 61,8% dos entrevistados confirmaram essa intenção.

Vestuário lidera preferência do consumidor

A preferência dos consumidores mostra-se concentrada em seis produtos principais que, juntos, respondem por 90,6% das intenções de compra, com preponderância dos bens de uso pessoal:

 

Artigos de vestuário: citados por 36,2% dos entrevistados lideram em todos os estratos analisados pela pesquisa, sendo mais relevante para as mulheres (38,4% de intenção de compra), do grupo etário com idade até 20 anos (42,4%) e de renda familiar superior a seis salários mínimos (39,9%);

 

Itens de perfumaria: com 25,7% de intenção de compra, é preferido pelas mulheres (29,1%), dos consumidores com idade entre 21 e 35 anos (31,3%) e do grupo com renda familiar entre três e seis salários mínimos (26,8%);

Sapatos, cintos e bolsas: com 10,4% de intenção de compra, serão mais procurados por consumidores do sexo masculino (13,1%), do grupo com idade de até 20 anos (11,3%) e renda familiar mensal acima de seis salários mínimos (17,1%);

Flores: com 6,7% de intenção de compra, igualmente distribuído entre consumidores homens e mulheres (6,8% de intenção de compra para os homens e 6,6% para as mulheres), com preponderância do grupo com idade acima dos 36 anos (11,0%) e renda familiar de até três salários mínimos;

Utensílios domésticos: com 6,0% de intenção de compra, possui preferência destacada entre o público masculino (6,8%), do estrato com idade até 20 anos (7,8%) e renda média familiar superior a seis salários mínimos (8,5%); e

Joias e bijuterias: com 5,6% de intenção de compra, com maior demanda pelas mulheres (5,8%), do grupo com idade acima dos 36 anos (7,9%) e renda familiar entre três e seis salários mínimos (9,0%).

 

Compra de presentes movimentará R$ 257 milhões

O faturamento previsto com a compra de presentes para o dia das mães é de R$ 257 milhões, reforçando a importância econômica dessa data comemorativa, que anima importantes segmentos do comércio varejista. O dispêndio médio com a compra de presentes é estimado em R$ 236. Como alguns consumidores compram mais de um presente, o gasto por presente será de R$ 174.

 

Compras se concentrarão nos finais de semana

Com grande parte da população com cada vez menos tempo disponível, o consumidor irá privilegiar a comodidade em suas compras, preferindo o sábado como dia mais provável para realizar a compra dos presentes (32,0%).

Os shopping centers deverão ter movimento intenso de consumidores, tendo sido citados por 41,1% dos consumidores como locais preferenciais para as compras. O Centro da cidade e os principais corredores comerciais também mantêm sua importância, com 23,4% e 19,2% das respostas, respectivamente.

* A lista completa inclui o Natal, em primeiro lugar, seguido do Dia das Mães, Dia das Crianças, Dia dos Namorados e Dia dos Pais

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Cai o número de consumidores de Fortaleza com dívidas em atraso

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

22 de Março de 2018

Em março, a proporção de consumidores com contas ou dívidas em atraso reduziu -4,8 pontos percentuais, passando de 25,4% dos consumidores em fevereiro, para 20,6% neste mês. É o que aponta a Pesquisa do Endividamento do Consumidor de Fortaleza, divulgada pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE).

No entanto, o levantamento também revela que 71,7% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. Neste mês, o índice veio +1,2 pontos percentuais acima do indicador do último mês de fevereiro (70,5%), sendo o mais elevado desde junho de 2016, quando alcançou a taxa de 73,8%.

O tempo médio de atraso é de 67 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro, ou seja, a diferença entre a renda e os gastos correntes, citado por 54,7% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 40,3%, seguido da contestação das dívidas (9,3%).

 

Comprometimento da renda

De acordo com a pesquisa, os consumidores utilizaram crédito para: consumo de itens de alimentação (56,5% das respostas); realização de despesas de educação e saúde (40,2%); compra de artigos de vestuário (36,2%); e aquisição de eletroeletrônicos (33,9%).

 

Já o valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.420, com prazo médio de sete meses, comprometendo 36,2% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

 

Inadimplência potencial

Em relação à taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos, caiu -2,1 pontos percentuais, passando de 10,1%, em fevereiro, para 8,0% neste mês.

 

O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo feminino (inadimplência potencial de 8,1%), com idade acima de 35 anos (10,3%) e renda familiar inferior a cinco salários mínimos (9,1%).

 

 

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também mostra que 73,9% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. Dos entrevistados, 12,9% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 13,2% informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

 

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se: a falta de orçamento e controle dos gastos, com 39,5%; o aumento dos gastos considerados essenciais (25,5%); as compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário (21,2%); compras antecipadas (20,9%); redução dos rendimentos (18,8%); e facilidade de acesso ao crédito (13,2%).

 

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC) da Fecomércio-CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

 

A pesquisa de Endividamento é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento

 

Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

 

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Fecomércio divulga pesquisas de Confiança do Consumidor e Empresário

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

12 de dezembro de 2017

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), divulga nesta terça-feira (12) o resultado daspesquisas: Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) e o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC).

ICC

Com a proximidade das festas de fim de ano o consumidor de Fortaleza finalmente se anima para ir às compras, elevando em +7,9 pontos percentuais a intenção de compras, que passou de 39,2%, em novembro, para 47,1% neste mês. Este é o melhor resultado do ano, e, ainda que esteja abaixo do indicador verificado no mesmo mês do ano passado (54,6%), anima o comércio varejista no final do ano.

O valor médio das compras é estimado em R$ 289,94 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino (51,2%), no grupo com idade entre 18 e 24 anos (59,4%) e com renda familiar acima de dez salários mínimos (85,7%).

                     Os produtos mais procurados são:

         Artigos de vestuário, citados por 47,9% dos entrevistados;

         Calçados (32,6%);

         Televisores (12,9%);

         Aparelhos de telefonia celular (11,7%);

         Geladeiras e refrigeradores (11,1%); e

         Móveis e artigos de decoração (7,5%).

 

O Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) apresentou queda de -3,9%, passando de 99,1 pontos, em novembro, para 95,3 pontos neste mês.O ICC foi influenciado pela redução dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente teve piora de -0,7%, passando de 92,5 pontos para 91,9 pontos no período analisado; e o Índice de Situação Futura teve redução de -5,8%, atingindo o patamar de 97,5 pontos, como pode ser visto na tabela a seguir:

Tabela 1 – ICC, Síntese dos resultados

Índice

Valor mensal – em pontos

Média do Trimestre

Out

Nov

Dez

ICC

95,3

99,1

95,3

96,6

ISP

89,4

92,5

91,9

91,2

IEF

99,2

103,5

97,5

100,1

 

Fonte: Pesquisa Direta Fecomércio/IPDC

 

Expectativa dos consumidores

Dentre aqueles que demonstram maior otimismo, destacam-se os consumidores do gênero masculino (44,9% dos entrevistados afirmam que dezembro bom momento para compra de bens de consumo duráveis), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (48,2%) e com renda familiar acima de dez salários mínimos (62,3%).

A pesquisa também revela que 52,2% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 64,7% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual. O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com o ambiente econômico nacional, com 65,6% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo. Esse sentimento recebe influências da percepção das restrições na oferta de crédito e, principalmente, da estagnação do mercado de trabalho.

ICEC

Já o Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC do bimestre novembro/dezembro mostra aumento de +4,0% no sentimento geral de confiança dos empresários, com o índice passando de 98,7 pontos, no bimestre setembro/outubro, para 102,7 pontos na medição atual.

O componente Índice de Situação Presente – ISP teve crescimento de +14,5%, saindo de 48,8 pontos no bimestre setembro/outubro para 55,9 pontos neste período. O índice permanece no campo que indica pessimismo (abaixo dos 100 pontos), influenciado pelo sentimento de gravidade da crise, com 64,6% dos entrevistados reconhecendo a piora do ambiente econômico nos últimos doze meses e 96,3% afirmando que as condições gerais das suas empresas pioraram nos últimos seis meses.

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Situação Futura – ISF, melhoraram +1,4%, com o índice passando de 128,2 pontos no bimestre anterior para 130,0 pontos nesta medição. Os empresários acreditam na melhoria das condições de suas empresas, com 96,0% dos entrevistados esperando momentos melhores nos próximos seis meses e 96,8% com previsão de crescimento das vendas.

A pesquisa ainda mostra que o avanço no índice geral de confiança afeta intenção de investimentos, com o Índice de Investimentos das Empresas tendo ampliação de +3,6% no bimestre, atingindo 113,0 pontos. O otimismo poderá aquecer o mercado de trabalho, já que 95,2% dos entrevistados esperam crescimento nas contratações de empregados.

Sobre a pesquisa

O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresariais do setor do ponto de vista do empresário. Ele pode ser dividido em três indicadores; Índice de Situação Presente (ISP) Presente, Índice das Expectativas Futuras (IEF) e Índice Geral (ICEC).

Índice atual: diz respeito às condições atuais da economia brasileira, setor de atividade e da empresa em um prazo de até́ trinta dias.

Índice Futuro: calculado com base na opinião dos empresários no que concerne as expectativas em relação ao setor de atividade e da empresa em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias). Índice Geral: é o indicador antecedente das variações na demanda agregada da economia. É um valor ponderado entre o Índice Atual e o Índice Futuro.

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FIEC, Governo do Estado e Fecomércio realizam seminário sobre incentivos fiscais

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

21 de novembro de 2017

Na próxima segunda-feira (27), às 18h30, a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), a Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará (Fecomércio) e o Governo do Estado do Ceará promovem seminário para discutir incentivos fiscais com empresas cearenses.

Por meio dessa política econômica, o poder público abre mão de uma parte dos recursos que receberia com o Imposto de Renda das empresas, para fomentar a execução de iniciativas sociais, culturais, educacionais, de saúde e esportivas. A destinação é feita pela própria empresa, que pode escolher os projetos e causas que desejar investir e potencializar.

Com o seminário, o Governo do Ceará pretende estimular o investimento em projetos localizados em território cearense, uma vez que muitas deduções de IR são destinadas a projetos em outros Estados. A ação é liderada pelo Conselho Temático de Responsabilidade Social da FIEC (CORES), que na ocasião lançará a cartilha “Incentivos Fiscais – Agregue valor à sua empesa e contribua com o desenvolvimento social”, formulada em parceria com a Fundação Beto Studart.

O evento é destinado exclusivamente a empresas com tributação do Imposto de Renda no Lucro Real e para empresas com ICMS tributado sem Substituição Tributária. Em pauta, estarão o Ato  Normativo CEDIN 01/2016 que obriga as empresas com Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI) a aplicarem recursos em projetos no território do Estado do Ceará que sejam contemplados pelas leis de incentivo, sob pena de revogação do benefício concedido pelo Conselho Estadual de Desenvolvimento Industrial – Cedin. Nesse horizonte, enquadram-se a Lei Rouanet, Lei do Esporte, Lei da Criança e do Adolescente, Lei do Idoso, Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD) e Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON). Também será discutida a Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Lei do Mecenato, que permite a dedução de 2% do ICMS das empresas investidoras.

Participam do seminário o Secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), César Ribeiro, que falará do Ato Normativo CEDIN 01/2016; o auditor de Fiscalização da Receita Federal, Wilmar Teixeira, que esclarecerá os empresários sobre a dedução fiscal destinada aos projetos; o Secretário de Cultura do Estado do Ceará, Fabiano Piúba, que abordará a Lei Estadual de Incentivo à Cultura; e o Secretário da Fazenda do Estado do Ceará, Mauro Filho, que tirará dúvidas técnicas sobre a dedução do ICMS.


Serviço:
Incentivos Fiscais – Estado e empresas investindo no desenvolvimento social e cultural do Ceará
Data:  27 de novembro
Horário: às 18h30
Local: FIEC (Av. Barão de Studart, 1980)

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Fecomércio denuncia Governo do Estado por descumprir contratos com empresas de locação de mão-de-obra

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de outubro de 2017

Montante da dívida ultrapassa 35 milhões de reais e prejudica em torno de 20 mil trabalhadores

 

 

A Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará) apresenta nesta terça-feira, dia 17, denúncia, junto ao Tribunal de Contas, contra o Governo do Estado e as autarquias estaduais e empresas públicas, porque várias empresas representadas pelo Sindicato de Segurança Privada do Estado do Ceará (SINDESP) e pelo Sindicato de Asseio e Conservação do Estado do Ceará (SEACEC), que prestam serviços ao Governo, disponibilizando mão-de-obra terceirizada para as diversas entidades Governamentais, vêm tendo descumprido sistematicamente seus contratos. Contratos administrativos, regularmente firmados entre as partes, e que cumprem as regras previstas na Lei 8.666/93.

 

As cláusulas que preveem os termos de reajuste do preço pactuado nos contratos, incluem o reajuste salarial dos empregados terceirizados e devem obedecer ao que for determinado na Convenção Coletiva de Trabalho de cada categoria respectiva. Nesse caso, os Sindicatos alegam que a Convenção Coletiva de Trabalho de 2017, trouxe reajuste salarial das categoriais por eles representadas de 6,58%, sobre o piso salarial do ano de 2016, e que após a inclusão dos encargos sociais ultrapassa o percentual de 7% (sete por cento).

 

“Apesar de haver previsão contratual expressa acerca do repasse dos contratantes, quanto ao reajuste salarial dos funcionários, isso não vem sendo respeitado, infringindo os termos das Convenções Coletivas vigentes e dos contratos estabelecidos”, declara Luiz Gastão Bittencourt, presidente da Fecomércio. “Esse cenário agrava, e muito, a situação econômica das empresas já que o reajuste previsto nas Convenções Coletivas não pode ser descumprido. Então, essa diferença está sendo arcada por cada empresa contratada, trazendo desequilíbrio contratual e prejuízo, em última análise, para toda a sociedade cearense”, afirma Gastão.

 Aviso de Pauta

A Fecomércio irá esclarecer melhor os fatos e informar dados e desdobramentos da ação durante coletiva à imprensa

nesta terça-feira, dia 17, às 14h, na Sede da Fecomércio.

Endereço Fecomércio:

Rua Pereira Filgueiras, 1070

Piso L

Horário: 14 horas

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Fecomércio denuncia Governo do Estado por descumprir contratos com empresas de locação de mão-de-obra

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de outubro de 2017

Montante da dívida ultrapassa 35 milhões de reais e prejudica em torno de 20 mil trabalhadores

 

 

A Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará) apresenta nesta terça-feira, dia 17, denúncia, junto ao Tribunal de Contas, contra o Governo do Estado e as autarquias estaduais e empresas públicas, porque várias empresas representadas pelo Sindicato de Segurança Privada do Estado do Ceará (SINDESP) e pelo Sindicato de Asseio e Conservação do Estado do Ceará (SEACEC), que prestam serviços ao Governo, disponibilizando mão-de-obra terceirizada para as diversas entidades Governamentais, vêm tendo descumprido sistematicamente seus contratos. Contratos administrativos, regularmente firmados entre as partes, e que cumprem as regras previstas na Lei 8.666/93.

 

As cláusulas que preveem os termos de reajuste do preço pactuado nos contratos, incluem o reajuste salarial dos empregados terceirizados e devem obedecer ao que for determinado na Convenção Coletiva de Trabalho de cada categoria respectiva. Nesse caso, os Sindicatos alegam que a Convenção Coletiva de Trabalho de 2017, trouxe reajuste salarial das categoriais por eles representadas de 6,58%, sobre o piso salarial do ano de 2016, e que após a inclusão dos encargos sociais ultrapassa o percentual de 7% (sete por cento).

 

“Apesar de haver previsão contratual expressa acerca do repasse dos contratantes, quanto ao reajuste salarial dos funcionários, isso não vem sendo respeitado, infringindo os termos das Convenções Coletivas vigentes e dos contratos estabelecidos”, declara Luiz Gastão Bittencourt, presidente da Fecomércio. “Esse cenário agrava, e muito, a situação econômica das empresas já que o reajuste previsto nas Convenções Coletivas não pode ser descumprido. Então, essa diferença está sendo arcada por cada empresa contratada, trazendo desequilíbrio contratual e prejuízo, em última análise, para toda a sociedade cearense”, afirma Gastão.

 Aviso de Pauta

A Fecomércio irá esclarecer melhor os fatos e informar dados e desdobramentos da ação durante coletiva à imprensa

nesta terça-feira, dia 17, às 14h, na Sede da Fecomércio.

Endereço Fecomércio:

Rua Pereira Filgueiras, 1070

Piso L

Horário: 14 horas