Maranguapense Douglas Paz aborda a seca e a chuva em seus poemas - News Maranguape 
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News Maranguape

por Dadynha Saturnino

Maranguapense Douglas Paz aborda a seca e a chuva em seus poemas

Por Dadynha Saturnino em Cultura

19 de Fevereiro de 2013

O leitor Danilo Barrocas indicou os poemas de Douglas Paz para serem publicados no Blog News Maranguape by Dadynha Saturnino. O maranguapense, de apenas 16 anos, faz o curso de Técnico em Enfermagem na Escola Profissionalizante Santa Rita em tempo integral e nos finais de semana ajuda o amigo Danilo em suas entregas de alface.

Douglas Paz. Arquivo Pessoal

Douglas Paz. Arquivo Pessoal

Seus textos poéticos falam sobre tristeza que sente por causa da seca, do período de estiagem que maltrata o homem do campo na Região Nordeste, principalmente no nosso Ceará e a sua felicidade em ver as chuvas caindo.

Confiram:

Poesia feita em 13 de fevereiro de 2013

Orgulho de Ser Nordestino

Paixão pelo meu Ceará

Um dia já pensei em estudar

Pra ser Doutor e daqui desabar

Mas pensei melhor

E me toquei

Que aqui é meu lugar

Lá fora ninguém vai me amar

Pois aqui é que é meu lar

Isso sem falar que

Como lá fora eu ia viver?

Sem minhas “proza do gado” e meu “forró a cantar”?

Sem minhas belas praias a me banhar

O meu lindo mar

Que a maioria do meu povo

Com tua fartura se faz sustentar

Seja na pescaria ou no turismo

Que os viajantes faz encantar

Eu sei que agora pode tá tudo seco

Sem nenhuma planta brotar

O gado morre sem parar

Mas eu tenho a fé

Que isso a de “miorá”

Peço a todo nordestino

Que a Deus pelo menos uma vez ao dia

Vamos implorar

De joelhos no chão suplicar

E sem sobra de duvida

Meu pai vai nos escutar

Avante meu povo

Pro nosso forrozão

A gente feliz

Poder voltar a cantar sem parar

E viva meu Ceará

E o Nordeste sem falar

 

Poesia feita em 15 de fevereiro de 2013

É

Parece que Deus ouviu minhas preces

E resolveu me abençoar

Mandando muita chuva pro meu Ceará

E é por isso minha gente, que de felicidade eu vou cantar

Há muito tempo sertanejo vinha a chorar

Com a seca que nos faz castigar

Mas agora há de “miorar”

Porque a fé nos ajudou a “se” salvar

E foi de joelhos no chão a implorar

Que hoje chove no meu Ceará

Mas,

Não se contente

Porque não é em todo lugar

Do Cariri ao Quixadá

Tem muita gente a se lamentar

Solução é cair de joelhos no chão

E pedir perdão

Pra ver se o nosso “Pai” nos ajuda a escapar

E fé em Deus

Meu Ceará

Que só a fé pode nos ajudar

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Maranguapense Douglas Paz aborda a seca e a chuva em seus poemas

Por Dadynha Saturnino em Cultura

19 de Fevereiro de 2013

O leitor Danilo Barrocas indicou os poemas de Douglas Paz para serem publicados no Blog News Maranguape by Dadynha Saturnino. O maranguapense, de apenas 16 anos, faz o curso de Técnico em Enfermagem na Escola Profissionalizante Santa Rita em tempo integral e nos finais de semana ajuda o amigo Danilo em suas entregas de alface.

Douglas Paz. Arquivo Pessoal

Douglas Paz. Arquivo Pessoal

Seus textos poéticos falam sobre tristeza que sente por causa da seca, do período de estiagem que maltrata o homem do campo na Região Nordeste, principalmente no nosso Ceará e a sua felicidade em ver as chuvas caindo.

Confiram:

Poesia feita em 13 de fevereiro de 2013

Orgulho de Ser Nordestino

Paixão pelo meu Ceará

Um dia já pensei em estudar

Pra ser Doutor e daqui desabar

Mas pensei melhor

E me toquei

Que aqui é meu lugar

Lá fora ninguém vai me amar

Pois aqui é que é meu lar

Isso sem falar que

Como lá fora eu ia viver?

Sem minhas “proza do gado” e meu “forró a cantar”?

Sem minhas belas praias a me banhar

O meu lindo mar

Que a maioria do meu povo

Com tua fartura se faz sustentar

Seja na pescaria ou no turismo

Que os viajantes faz encantar

Eu sei que agora pode tá tudo seco

Sem nenhuma planta brotar

O gado morre sem parar

Mas eu tenho a fé

Que isso a de “miorá”

Peço a todo nordestino

Que a Deus pelo menos uma vez ao dia

Vamos implorar

De joelhos no chão suplicar

E sem sobra de duvida

Meu pai vai nos escutar

Avante meu povo

Pro nosso forrozão

A gente feliz

Poder voltar a cantar sem parar

E viva meu Ceará

E o Nordeste sem falar

 

Poesia feita em 15 de fevereiro de 2013

É

Parece que Deus ouviu minhas preces

E resolveu me abençoar

Mandando muita chuva pro meu Ceará

E é por isso minha gente, que de felicidade eu vou cantar

Há muito tempo sertanejo vinha a chorar

Com a seca que nos faz castigar

Mas agora há de “miorar”

Porque a fé nos ajudou a “se” salvar

E foi de joelhos no chão a implorar

Que hoje chove no meu Ceará

Mas,

Não se contente

Porque não é em todo lugar

Do Cariri ao Quixadá

Tem muita gente a se lamentar

Solução é cair de joelhos no chão

E pedir perdão

Pra ver se o nosso “Pai” nos ajuda a escapar

E fé em Deus

Meu Ceará

Que só a fé pode nos ajudar