MOUSE OU MENOS - por Nonato Albuquerque 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

O RÁDIO EM ‘HOME OFFICE’ PARA ESSE HISTÓRICO MOMENTO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de Março de 2020


Foi tão boa a repercussão da minha postagem no Facebook, sobre a montagem de um estúdio móvel da Tribuna Band News, em minha residência. É desse local que, a partir de segunda feira, passo a transmitir a minha participação no PRIMEIRA EDIÇÃO, ao lado de Karla Moura, também direto de casa, num trabalho que visa atender às exigências de isolamento social, mas sem jamais desligar-se do foco e da responsabilidade jornalística de informar. 

Em pouco mais de uma hora tivemos 259 acessos parabenizando a ideia do Sistema Jangadeiro em fazer com que os ouvintes não fiquem ausentes do nosso contato. 

Agradeço as seguintes referências: 

 

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AS VOZES PROFÉTICAS DO CORONAVÍRUS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de Março de 2020

“Atualmente, o maior risco de uma catástrofe global está em um vírus altamente infeccioso, não uma guerra. Se algo matar 10 milhões de pessoas nas próximas décadas, serão micróbios e não mísseis”. Parece uma frase da semana passada sobre o coronavírus, mas foi Bill Gates que disse isso em… 2015.

Há pessoas visionárias, capazes de prenunciar o futuro a partir da avaliação do presente. Bill Gates, o revolucionário da informática, tem essa visão. Quando indagado há 10 anos atrás, se ele temia uma guerra nuclear entre nações beligerantes, Gates mostrou que a sociedade humana descartaria uma ofensiva de mísseis e somente um vírus altamente infeccioso pararia o Planeta.

Assim como Bill Gates, outro gênio – e agora do Brasil, o cantor e compositor Raul Seixas, vaticinou na música “O Dia em que a Terra parou”, uma imagem que parece cair como uma luva nos dias de hoje.

Na música, ele narra um sonho que teve, onde as pessoas ficariam confinadas em casa e já não se veriam trabalhadores indo ao trabalho, donas de casa indo comprar pão, igrejas esvaziadas, salas de aula sem a presença de alunos… tudo numa visão que a gente pode considerar profética e que, infelizmente, estamos todos vivendo.

O que vai resultar dessa provação, certamente, pode servir de lição para que as pessoas sejam menos individualistas. Mais sensíveis a prevenção de doenças e, quem sabe, consiga freiar a ganância do homem materialista, que só pensa no lucro e esquece a solidária forma de servir uns aos outros.

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A sexta feira, 13 do coronavírus

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de Março de 2020

Em outros tempos, a sexta 13 era sinal de mau agouro. Superstição que os tempos modernos já afastaram. O mundo evoluiu; muito embora isso não queira dizer que não tenha ainda quem evite passar debaixo de uma escada, levantar-se com o pé direito, bater 3 vezes na madeira diante de qualquer superstição que evoque as mais antigas tradições.

Nesta sexta 13, o que predomina é o receio com essa pandemia do coronavírus que já afeta a rotina de muita gente. Asilos de mendicidade, como o Lar Torres de Melo, cancelou visitas de pessoas aos internos, porque os idosos são os mais sensíveis à expansão do vírus.

Fiéis de várias doutrinas estão se cercando de cuidados, como evitar os cumprimentos no final da missa. Algumas religiões, como a dos Mórmons, chegaram a cancelar os eventos – a partir de orientação da matriz nos EUA.

Viajar para o exterior, só se for doido. Por isso, agências de viagens estão refazendo os compromissos agendados para os próximos meses. Não é o medo que leva a tais circunstâncias; mas uma atitude pensada e repensada de que é preciso se prevenir.

Enquanto o coronavírus faz a gente repensar em atitudes assim, é preciso lembrar que outros bichos mais assustadores nos rondam como o sarampo – e hoje termina a vacinação para a faixa etária de 5 a 19 anos -, além de outras mazelas que nos cercam, convidando-nos a sermos mais cuidadosos. A vida pede. A vida exige.

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O cáctus e a lagarta

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

10 de Março de 2020

Você é uma daquelas pessoas que, na hora H, quando é mais preciso controle, você perde a paciência? Então, calma! A paciência é a ciência da paz.

Deixa eu lhe contar uma historinha que se aplica a isso:

Um homem viajou vários quilômetros até a uma aldeia onde morava um sábio mestre. Fora lá, tocado pela dúvida de que Deus se equivocara em lhe atender uma rogativa.

O mestre foi prudente e disse: – Deus não erra, meu filho! O que foi que aconteceu?

O viajante explicou que, durante muitos dias, rezara ao Senhor fazendo dois pedidos: que lhe enviasse uma flor e uma borboleta. Era um presente simples que gostaria de ganhar dos céus.

Um dia, uma pessoa pediu para pernoitar em sua casa e, dia seguinte, como prova de gratidão pela hospitalidade, lhe deixara um cactus feioso e uma horrível lagarta.

“Ele garantia ser homem do Senhor e que apenas cumpria os designos de Deus”.

Ao ouvir aquilo, o sábio sorriu e chegou a essa conclusão:

“Paciência é o que deseja Deus exercitar em seu servo, premiando-lhe dessa forma. Volte para casa e verá que do bruto cáctus há de ter surgido a mais linda flor que a Terra já viu. E a horrível lagarta já se transmutou na mais linda borboleta já vista”.

Ao retornar a casa, o viajante confirmou tudo isso e concluiu que para tudo o que se deseja ter e ser, Deus só nos pede um pouco de paciência.

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O racional do irracional

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

06 de Março de 2020

O mundo anda tão revirado que, às vezes, se tem a impressão de estarmos caminhando em círculos. Por mais que avancemos no tempo, que adiantemos o nosso passo, mais parece que estamos voltando ao mesmo lugar.

Repare nas coisas que acontecem: todo mundo reclama de falcatruas, de corrupção, de politica rasteira, de representantes sem nenhum compromisso com o povo, de gente que é presa cometendo absurdos. Mas quanto mais se denuncia, quanto mais se prende, quanto mais se fala, mais tem gente fazendo coisa errada.

Ainda bem que eu sou um dos últimos otimistas do Planeta. Que acredito piamente que isso aqui ainda vai melhorar. Mas até chegar esse dia, como se tem maus exemplos da pessoa humana. Roubando, matando, mentindo, enganando, tirando a paciência de todos e pensando em se dar bem.

Talvez por isso, nas redes sociais hoje em dia, o que mais aparece são exemplos de animais – dando bom exemplo. Quer ver um? Um bezerro com pouco mais de um ano de idade, ajuda todo santo dia, um deficiente físico a se locomover. Não é brincadeira. Tem um vídeo mostrando um bezerro ajudando um deficiente a se deslocar.

Claro que existem pessoas boas, fazendo o bem, dignificando a raça humana. Mas esse vídeo vai para todas aquelas que fogem a essa regra. Enquanto não imitarem os ditos irracionais, promovendo algo em favor de outrem, a gente vai imaginar que a Terra não tem futuro. Mas tem.

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Uma delegacia especializada em investigar desaparecidos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de Março de 2020

Vocês já notaram como somem pessoas numa cidade como a nossa? São crianças que desaparecem e deixam os pais aflitos. Velhos que não souberam voltar para casa devido a problemas de memória. Pessoas sequestradas por facções e até, maridos que sairam pra comprar cigarros e nunca voltaram.

O que pouca gente sabe é que, em Fortaleza, há uma delegacia especializada no trato de desaparecidos. É a 12ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. Ela foi criada há um ano e 8 meses e investiga casos de pessoas desaparecidas.

Em casos de sumiço de pessoas, há um mito de que é necessário aguardar um tempo mínimo para comunicar a Polícia sobre o desaparecimento. Pois ela veio quebrar o paradigmas das 24 horas. Quanto mais rápido for acionada, maiores as chances de se localizar a pessoa.

Em um ano, a delegacia investigou 579 casos de desaparecimentos ocorridos em Fortaleza e Região Metropolitana de Fortaleza. Destes, 341 tratam de pessoas do sexo masculino, o que representa 58,9% das ocorrências.

Estudo mostra que a Sexta-feira é o dia que apresenta o maior número de registros. Em seguida, vem o sábado e a quinta-feira.
O dia com menor registro desse tipo de ocorrência é a terça-feira.

A maior parte dos desaparecimentos ocorre durante o dia, sendo a manhã – das 6 horas ao meio-dia – o horário de pico, com 213 registros, o que equivale a 36,8% dos casos.

A quem possa interessar, a delegacia funciona na Rua Juvenal de Carvalho, nº 1125, bairro de Fátima. E tem tido uma demanda surpreendente.

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Elegia ao senhor da razão: o tempo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de Março de 2020

O tempo é senhor da razão mesmo. A ele se deve o reconhecimento de que tudo na vida passa pela sua força: a força do tempo.

O tempo gasto nas discussões para solução de uma crise, como a dos policiais rebelados, foi necessário para se chegar ao momento adequado de bom senso nas negociações.

O tempo é o melhor parâmetro para se medir como é possível transformar as coisas e as pessoas. As famílias vítimas de tragédias como a do edifício Andréia ganham com o tempo, a conformação.

Quem perde alguém na guerra não oficializada da violência urbana, no primeiro momento se desespera. Chega a culpar Deus pela tragédia que se abateu sobre a família. Mas é o tempo que, pacientemente, parece ajudar a dar-lhes o devido consolo.

O tempo é o senhor de tudo. Por ele atravessamos o caminho da vida. Com ele apressamos o futuro; da mesma forma como vamos nos distanciando do que é passado. Em tudo existe o tempo.

Como se lê no Eclesiastes: Há tempo de nascer, tempo de crescer, tempo de mudar, tempo de sorrir e chorar. Tempo de plantar e colher. Assim como o tempo de agradecer. O tempo, esse senhor da razão.

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Deu ‘end’ no motim

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de Março de 2020

Nunca um ‘the end’ foi tão esperado pelo cidadão. O motim acabou. Com o final, a tranquilidade vem sendo retomada. Treze dias depois do sufoco que o Estado viveu, com a paralisação do setor de segurança pública, tivemos – de um lado – gente se preocupando com a melhoria do ganho dos militares e a defesa do perdão para os amotinados; do outro, o governo fazendo malabarismo para atender às exigências dos rebelados, sem esquecer a parte mais prejudicada nessa história toda: a população.

Durante os 13 dias de paralisação, as pessoas respiraram o clima tenso que se abateu sobre a cidade. O movimento afetou o cidadão, pelo que testemunhamos numa enquete hoje na Tribuna Band News FM.

Gente com medo; temendo sair de casa para os seus compromissos. O risco de ser vítima da violência que alavancou os números de mortos e deixou todo mundo em pânico.

Por mais que transparecessem tranquilas, mas vê ruas tomadas por tropas do Exército e tanques de guerra, dava a impressão de que estavamos em cidades de países em conflito armado.

A paralisação afetou 9 milhões de cearenses, segundo as contas do governo.

Numa análise mais fria, sabe-se que os policiais merecem soldos mais justos, melhores condições de trabalho a fim de que possam dar conta da barra pesada que é esse tipo de serviço.

Mas não se pode esquecer que a lei está acima de tudo e de todos. E quando isso vem de encontro à segurança do cidadão, venhamos e convenhamos, a boa negociação da comissão formada pelo Executivo, Legislativo e Judiciário, vem premiar quem mais sofreu com tudo isso: o cidadão. E ele é quem paga governo e suas forças de atuação.

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FIM DA FOLIA, VOLTEMOS AO QUE SOMOS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

01 de Março de 2020

Passada a folia, é hora de cair na real. O carnaval, esse sonho vivenciado em meio ao grande delírio da alegria, de forma nenhuma existe para anestesiar a realidade. As cinzas dos católicos nos remetem à lembrança de que tudo que é matéria tem finitude, tem limite. No entanto, como diz a lenda da fênix, também renascemos das cinzas para o novo tempo de contemplação do que é real.

Costuma-se dizer que o ano no Brasil só começa mesmo depois da festa de Momo. Não do ponto de vista do povo, que trabalha de sol a sol, de janeiro a janeiro, enquanto uma parcela mais ou menos privilegiada, como a que atua nos poderes executivo, legislativo e judiciário, esses vivem no que mais parece ser uma ilha de fantasia, carnavalizando o tempo todo.

Para o cidadão comum, o carnaval passou. Serviu para extravasar as neuras do dia-a-dia. Este ano marcou história na avenida, com escolas transportando para as escolas de samba o beabá da nossa realidade social e cultural. É bom lembrar que teve enredo que significou com mais atualidade o evangelho da solidariedade cristã do que muitos que arrotam pregações que fogem ao verdadeiro sentido do cristianismo.

Que bom que o carnaval serviu para isso, também. Agora é hora de cair na real. Tirar a fantasia e assumir o batente, que ninguém é e ferro.

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Os livros que podem vir a ser censurados nesses tempos de hoje

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, BIZARRICE, Sem categoria

07 de Fevereiro de 2020

Pelo que se viu em Rondônia – o governo censurando mais de 40 livros por conter ‘viés ideológico’, entre as quais “Os Sertões” de Euclides da Cunha, “Macunaíma” de Mário de Andrade e até Machado de Assis – dá pra se prever o que vem por aí.  Lista dos livros que os censores devem estar selecionando (mesmo sem ter lido nenhum deles) e que podem ser recolhidos das bibliotecas e livrarias e a justificativa do pessoal da censura.

Tarzan – de Edgar Rice Bourroghs – por mostrar um personagem que impede que o agronegócio se desenvolva na floresta.

Alice no País das Maravilhas – de Lewis Carrol – por conta da menina que vive se lombrando e vendo coisas que não existe.

Os Lusíadas – de Camões – porque na capa do livro tem PT, que embora se refira ao País de origem do autor, na verdade, é mais um seguidor do Lula livre.

E Isso é Homem! – de Primo Levi – é uma biografia não autorizada de um dos filhos do nosso capitão…

Em busca do Tempo Perdido – de Marcel Proust – por instigar o povo a procurar o passado quando o PT governava o País.

O Estrangeiro – de Albert Camus – por ser uma biografia do Greenwald.

Ensaio sobre a Cegueira – de José Saramago – segundo os censores, por reportar-se aos eleitores de Bolsonaro.

Terra Sonâmbula – de Mia Couto – por descrever de forma deformada nossa Pátria Armada, Brasil.

Memória de Minhas Putas Tristes – de Gabriel Garcia Marquez – que se não bastasse o título, ele é admirador de Cuba de Fidel.

Sobre os Ossos dos Mortos  -= de Olga Tokarczuk- porque, segundo o “el capitán”, não existiu tortura em 1964.

A Revolução dos Bichos – de George Orwel – Na verdade, essa é um forma de querer enganar a censura do ano 2020. O autor queria dizer era das bichas.

Iracema – de José de Alencar – que mostra uma índia se engavidando com o “guerreiro branco” e tendo um filho Moacir, em desrespeito à campanha da ministra Damares para que todo jovem faça abstinência sexual.

A Sutil Arte de Ligar o Foda-se – Mark Manson – Tá na cara que é um livro contra nosso mito.

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Os livros que podem vir a ser censurados nesses tempos de hoje

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, BIZARRICE, Sem categoria

07 de Fevereiro de 2020

Pelo que se viu em Rondônia – o governo censurando mais de 40 livros por conter ‘viés ideológico’, entre as quais “Os Sertões” de Euclides da Cunha, “Macunaíma” de Mário de Andrade e até Machado de Assis – dá pra se prever o que vem por aí.  Lista dos livros que os censores devem estar selecionando (mesmo sem ter lido nenhum deles) e que podem ser recolhidos das bibliotecas e livrarias e a justificativa do pessoal da censura.

Tarzan – de Edgar Rice Bourroghs – por mostrar um personagem que impede que o agronegócio se desenvolva na floresta.

Alice no País das Maravilhas – de Lewis Carrol – por conta da menina que vive se lombrando e vendo coisas que não existe.

Os Lusíadas – de Camões – porque na capa do livro tem PT, que embora se refira ao País de origem do autor, na verdade, é mais um seguidor do Lula livre.

E Isso é Homem! – de Primo Levi – é uma biografia não autorizada de um dos filhos do nosso capitão…

Em busca do Tempo Perdido – de Marcel Proust – por instigar o povo a procurar o passado quando o PT governava o País.

O Estrangeiro – de Albert Camus – por ser uma biografia do Greenwald.

Ensaio sobre a Cegueira – de José Saramago – segundo os censores, por reportar-se aos eleitores de Bolsonaro.

Terra Sonâmbula – de Mia Couto – por descrever de forma deformada nossa Pátria Armada, Brasil.

Memória de Minhas Putas Tristes – de Gabriel Garcia Marquez – que se não bastasse o título, ele é admirador de Cuba de Fidel.

Sobre os Ossos dos Mortos  -= de Olga Tokarczuk- porque, segundo o “el capitán”, não existiu tortura em 1964.

A Revolução dos Bichos – de George Orwel – Na verdade, essa é um forma de querer enganar a censura do ano 2020. O autor queria dizer era das bichas.

Iracema – de José de Alencar – que mostra uma índia se engavidando com o “guerreiro branco” e tendo um filho Moacir, em desrespeito à campanha da ministra Damares para que todo jovem faça abstinência sexual.

A Sutil Arte de Ligar o Foda-se – Mark Manson – Tá na cara que é um livro contra nosso mito.