5 de Fevereiro de 2014 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

5 de Fevereiro de 2014

Vencer a violência: responsabilidade de cada um

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

05 de Fevereiro de 2014

pareviolenciaTodo santo dia, falamos da violência que assola Fortaleza, a ponto de a cidade ser ranqueada como a sétima mais violenta do mundo. Bem que se poderia estar disputando lugar de melhor paraíso turístico do Nordeste; capital das praias mais limpas; cidade mais hospitaleira, mas não. Pegamos a má fama de segunda cidade do Nordeste a ter maior número de execuções de jovens e vamos ampliando ainda mais essa desgraça. Queixa-se da falta de segurança e esquecemos que todos temos responsabilidades.

O que é que se tem feito para melhorar esse perfil tão indigesto?

Na política, vemos uma disputa acirrada pela sucessão estadual. Nos bastidores, aliados um dia, de repente, viram inimigos ferrenhos. Tudo pelo poder.

No legislativo, a discussão de grandes problemas são deixados em segundo plano, porque há projetos que pouco (ou nada) dizem respeito ao bem estar da população – tipo esse de um deputado cearense que deseja criar o Dia do Colunista Social. Ora, me compre um bode! Em Brasília, um outro político quer legalizar a maconha.

Mesmo sem me aprofundar muito na discussão, a impressão que fica é que políticos não estão nem aí para o grande problema social que afeta a nossa juventude. Sem norte, sem futuro, sem nada. Despreocupada com o valor da Vida e, por isso mesmo, se lixando para as questões de matar ou morrer.

Você consegue ficar tranquilo com tudo isso?

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Vencer a violência: responsabilidade de cada um

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

05 de Fevereiro de 2014

pareviolenciaTodo santo dia, falamos da violência que assola Fortaleza, a ponto de a cidade ser ranqueada como a sétima mais violenta do mundo. Bem que se poderia estar disputando lugar de melhor paraíso turístico do Nordeste; capital das praias mais limpas; cidade mais hospitaleira, mas não. Pegamos a má fama de segunda cidade do Nordeste a ter maior número de execuções de jovens e vamos ampliando ainda mais essa desgraça. Queixa-se da falta de segurança e esquecemos que todos temos responsabilidades.

O que é que se tem feito para melhorar esse perfil tão indigesto?

Na política, vemos uma disputa acirrada pela sucessão estadual. Nos bastidores, aliados um dia, de repente, viram inimigos ferrenhos. Tudo pelo poder.

No legislativo, a discussão de grandes problemas são deixados em segundo plano, porque há projetos que pouco (ou nada) dizem respeito ao bem estar da população – tipo esse de um deputado cearense que deseja criar o Dia do Colunista Social. Ora, me compre um bode! Em Brasília, um outro político quer legalizar a maconha.

Mesmo sem me aprofundar muito na discussão, a impressão que fica é que políticos não estão nem aí para o grande problema social que afeta a nossa juventude. Sem norte, sem futuro, sem nada. Despreocupada com o valor da Vida e, por isso mesmo, se lixando para as questões de matar ou morrer.

Você consegue ficar tranquilo com tudo isso?