Fevereiro 2014 - Página 2 de 2 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Fevereiro 2014

Do lado sombrio do ser

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

06 de Fevereiro de 2014

As estatísticas da Polícia aludem que houve diminuição no número de assaltos em Fortaleza. Que bom! Melhor se, ao lado dessas conquistas, os assassinatos também houvessem regredido; que as mortes no trânsito diminuíssem à metade; que as disputas de gangues não acontecessem mais e que os vândalos tomassem juízo deixando de destruir o que é patrimônio público.

Na verdade, ninguém é ingênuo ao ponto de querer achar que as coisas vão mudar da noite pro dia. A natureza não dá saltos. Principalmente, quando se sabe que vivemos num planeta de pessoas com enorme atraso moral e que são capazes de tudo. Como esse caso do empresário paraibano, morto no dia 20 de julho de 2012 e que foi vítima de um crime planejado pela própria esposa e o amante dela. Pontos para a Polícia que conseguiu desvendar tudo e prender os algozes do empresário.

O ser humano é capaz de maldades sem limites. Quem poderia esperar que uma professora universitária fosse a mentora do incêndio do prédio da Prefeitura de Fortaleza? Todo mundo pensando que fosse ação de um vândalo qualquer.

É por isso que eu costumo dizer: nada do que é humano me estranha. As pessoas são capazes de tudo para alimentar o ego. Para satisfazer ao seu lado sombrio. Afinal, para muitos, TER vale mais do que SER.

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Vencer a violência: responsabilidade de cada um

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

05 de Fevereiro de 2014

pareviolenciaTodo santo dia, falamos da violência que assola Fortaleza, a ponto de a cidade ser ranqueada como a sétima mais violenta do mundo. Bem que se poderia estar disputando lugar de melhor paraíso turístico do Nordeste; capital das praias mais limpas; cidade mais hospitaleira, mas não. Pegamos a má fama de segunda cidade do Nordeste a ter maior número de execuções de jovens e vamos ampliando ainda mais essa desgraça. Queixa-se da falta de segurança e esquecemos que todos temos responsabilidades.

O que é que se tem feito para melhorar esse perfil tão indigesto?

Na política, vemos uma disputa acirrada pela sucessão estadual. Nos bastidores, aliados um dia, de repente, viram inimigos ferrenhos. Tudo pelo poder.

No legislativo, a discussão de grandes problemas são deixados em segundo plano, porque há projetos que pouco (ou nada) dizem respeito ao bem estar da população – tipo esse de um deputado cearense que deseja criar o Dia do Colunista Social. Ora, me compre um bode! Em Brasília, um outro político quer legalizar a maconha.

Mesmo sem me aprofundar muito na discussão, a impressão que fica é que políticos não estão nem aí para o grande problema social que afeta a nossa juventude. Sem norte, sem futuro, sem nada. Despreocupada com o valor da Vida e, por isso mesmo, se lixando para as questões de matar ou morrer.

Você consegue ficar tranquilo com tudo isso?

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Vencer a violência: responsabilidade de cada um

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

05 de Fevereiro de 2014

pareviolenciaTodo santo dia, falamos da violência que assola Fortaleza, a ponto de a cidade ser ranqueada como a sétima mais violenta do mundo. Bem que se poderia estar disputando lugar de melhor paraíso turístico do Nordeste; capital das praias mais limpas; cidade mais hospitaleira, mas não. Pegamos a má fama de segunda cidade do Nordeste a ter maior número de execuções de jovens e vamos ampliando ainda mais essa desgraça. Queixa-se da falta de segurança e esquecemos que todos temos responsabilidades.

O que é que se tem feito para melhorar esse perfil tão indigesto?

Na política, vemos uma disputa acirrada pela sucessão estadual. Nos bastidores, aliados um dia, de repente, viram inimigos ferrenhos. Tudo pelo poder.

No legislativo, a discussão de grandes problemas são deixados em segundo plano, porque há projetos que pouco (ou nada) dizem respeito ao bem estar da população – tipo esse de um deputado cearense que deseja criar o Dia do Colunista Social. Ora, me compre um bode! Em Brasília, um outro político quer legalizar a maconha.

Mesmo sem me aprofundar muito na discussão, a impressão que fica é que políticos não estão nem aí para o grande problema social que afeta a nossa juventude. Sem norte, sem futuro, sem nada. Despreocupada com o valor da Vida e, por isso mesmo, se lixando para as questões de matar ou morrer.

Você consegue ficar tranquilo com tudo isso?