8 de Janeiro de 2015 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

8 de Janeiro de 2015

A intolerância e o fanatismo são germes de toda alma doentia

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

08 de Janeiro de 2015

charlie

Intolerância. Nada é mais desprezível numa sociedade plural do que indivíduos que hostilizam a maneira de ser de outrem, seja qual for o aspecto. Há vários tipos de intolerâncias. A religiosa é mais abjeta, porque germe da alma doentia.

Como entender alguém que, em nome da religião e de Deus, procure banir do seu meio os que pensam diferente? O atentado de ontem contra um jornal na França, abre uma discussão sobre os que atentam contra a liberdade de expressão, achando que correto é o seu pensar religiosom, a sua ideologia.

Isso acontece muito na relação de pessoas que se fanatizam por qualquer motivo. No futebol mesmo, encontramos péssimos exemplos de pessoas que não se toleram e vivem às turras, dominadas pelo germe da violência, impondo as regras que elas acham serem as corretas. Todo mundo tem direito a pensar e agir da forma que lhe convier, desde que não fuja às regras de comportamento ou prejudique o direito do outro.

A violência do mundo, por incrível que pareça, tem como componente maior fatores ligados a esse tipo de deformação. A pessoa não aceitar o outro porque não pertence a sua denominação religiosa ou porquê pensa diferente politicamente. E assim, a humanidade impôs guerras religiosas, a ponto de matar os “infiéis”, expurgando os que pensavam diferente ou acendendo fogueiras inquisitoriais em nome da fé.

O atentado da França é apenas uma extensão do germe da intolerância que convive em cada um daqueles que não sabem conviver pacifica e ordeiramente com os que pensam diferente. Aqui mesmo no Brasil, há aqueles que desejam impor a lei da mordaça, na tentativa de sufocar a imprensa livre, único canal onde o povo encontra eco para denunciar outros tipos de intolerância.

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A intolerância e o fanatismo são germes de toda alma doentia

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

08 de Janeiro de 2015

charlie

Intolerância. Nada é mais desprezível numa sociedade plural do que indivíduos que hostilizam a maneira de ser de outrem, seja qual for o aspecto. Há vários tipos de intolerâncias. A religiosa é mais abjeta, porque germe da alma doentia.

Como entender alguém que, em nome da religião e de Deus, procure banir do seu meio os que pensam diferente? O atentado de ontem contra um jornal na França, abre uma discussão sobre os que atentam contra a liberdade de expressão, achando que correto é o seu pensar religiosom, a sua ideologia.

Isso acontece muito na relação de pessoas que se fanatizam por qualquer motivo. No futebol mesmo, encontramos péssimos exemplos de pessoas que não se toleram e vivem às turras, dominadas pelo germe da violência, impondo as regras que elas acham serem as corretas. Todo mundo tem direito a pensar e agir da forma que lhe convier, desde que não fuja às regras de comportamento ou prejudique o direito do outro.

A violência do mundo, por incrível que pareça, tem como componente maior fatores ligados a esse tipo de deformação. A pessoa não aceitar o outro porque não pertence a sua denominação religiosa ou porquê pensa diferente politicamente. E assim, a humanidade impôs guerras religiosas, a ponto de matar os “infiéis”, expurgando os que pensavam diferente ou acendendo fogueiras inquisitoriais em nome da fé.

O atentado da França é apenas uma extensão do germe da intolerância que convive em cada um daqueles que não sabem conviver pacifica e ordeiramente com os que pensam diferente. Aqui mesmo no Brasil, há aqueles que desejam impor a lei da mordaça, na tentativa de sufocar a imprensa livre, único canal onde o povo encontra eco para denunciar outros tipos de intolerância.