4 de julho de 2015 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

4 de julho de 2015

150 anos de ‘Alice no País das Maravilhas’ que já reli tantas vezes

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de julho de 2015

Fã de “Alice no País das Maravilhas”, confesso que não vi na mídia brasileira nenhuma citação sobre a cq5dam.web.1280.1280obra que, neste 4 de julho, tem um referencial histórico importante. Foi num dia como esse, em 1862, que Charles Lutwidge Dodgson escreveu sob o pseudônimo de Lewis Carroll, a história da menina que cai através de um furo de árvore, seguindo um coelho até um país de maravilhas.

Alice, a heroína da fantasia épica, encolhe e cresce; atende a um delirante Lebre de Março e sobrevive à fúria de uma Rainha de Copas; ao Chapeleiro Louco; além de uma lagarta fumadora de narguilê.

A história acabou em um livro “O subterrâneo das aventu ras de Alice”, que ganhou o título famoso e cujos 150 anos de publicação são comemorados esta semana.

Eu li a primeira vez a obra de Carroll quando tinha uns 10 anos de idade. Dá pra se imaginar como mudou minha visão em torno da história nas muitas vezes que voltava ao texto, com uma relação muito mais ampla de vida. No cinema já vi (quase) todas as versões adaptadas do livro, desde a mais antiga, passando pelas produções Disney à mais recente com John Depp. Considero uma obra mágica e que a exemplo de ‘Demian’ de Hesse, ‘As Brumas de Avalon’, “100 anos de solidão’ e ‘Fernão Capelo Gaivota’, consegue até hoje fazer com que eu busque releituras.

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150 anos de ‘Alice no País das Maravilhas’ que já reli tantas vezes

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de julho de 2015

Fã de “Alice no País das Maravilhas”, confesso que não vi na mídia brasileira nenhuma citação sobre a cq5dam.web.1280.1280obra que, neste 4 de julho, tem um referencial histórico importante. Foi num dia como esse, em 1862, que Charles Lutwidge Dodgson escreveu sob o pseudônimo de Lewis Carroll, a história da menina que cai através de um furo de árvore, seguindo um coelho até um país de maravilhas.

Alice, a heroína da fantasia épica, encolhe e cresce; atende a um delirante Lebre de Março e sobrevive à fúria de uma Rainha de Copas; ao Chapeleiro Louco; além de uma lagarta fumadora de narguilê.

A história acabou em um livro “O subterrâneo das aventu ras de Alice”, que ganhou o título famoso e cujos 150 anos de publicação são comemorados esta semana.

Eu li a primeira vez a obra de Carroll quando tinha uns 10 anos de idade. Dá pra se imaginar como mudou minha visão em torno da história nas muitas vezes que voltava ao texto, com uma relação muito mais ampla de vida. No cinema já vi (quase) todas as versões adaptadas do livro, desde a mais antiga, passando pelas produções Disney à mais recente com John Depp. Considero uma obra mágica e que a exemplo de ‘Demian’ de Hesse, ‘As Brumas de Avalon’, “100 anos de solidão’ e ‘Fernão Capelo Gaivota’, consegue até hoje fazer com que eu busque releituras.