17 de julho de 2015 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

17 de julho de 2015

Barra, 25 anos de espelho do cotidiano popular

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

17 de julho de 2015

Há 25 anos, o Barra se constitui na voz das criaturas oprimidas. Dos miseráveis que Victor Hugo sublinhou em sua obra prima, apontando um dedo para as injustiças sociais e um mea-culpa a uma sociedade que perdeu o senso de compaixão para com o outro. HÁ 25 anos somos o espelho revelador do nosso cotidiano; espelho esse, fatiado pelas agruras e pelos sofreres dessa multidão. Gente anônima, que escreve a sua própria história, carregada de sangue, suor e lágrimas.

Há 25 anos, o programa narra a pesada rotina de quem nunca está só, exatamente por ter ao seu lado o companheirismo da equipe do Barra, comprometido em ser voz de defesa ou de ataque, quando se faz necessária, mas sempre guardando o tom conciliador da esperança de um tempo melhor.

Há 25 anos, este programa é a cara do povo marginalizado, retratando o lado sombrio dos que, por ignorância, esquecem da sua luz interior,  e que na hora da raiva não conseguem segurar a barra.

Somos a caixa de ressonância de uma gente entregue à sua sorte e ao seu destino. Somos o grito solitário das comunidades desprezadas. Somos a voz da voz rouca das ruas; dos sem nomes, dos sem teto; dos sem rumo; dos milhares que nunca conheceram o verdadeiro sentido do amor.

Somos o choro aflito das mães, cujos filhos se largaram no oco do mundo e acabaram afogados num mar revolto de vícios, que os traga e nunca mais os devolvem ao convívio de sua familia e dos amigos.

Apesar dos pesares, há 25 anos, trabalhamos com a força do respeito a dignidade humana; de construir algo em meio a toda essa destruição; de conseguir de alguma forma irradiar luz em meio as sombras dos que perdem o rumo das coisas; dos que se alimentam de ódio e matam o corpo, pensando matar a essencia imortal das criaturas.

Há 25 anos, verdade seja dita, esperançamos um mundo melhor para que, até mesmo, o escopo desse programa alcance um degrau de elevação em favor do Bem. Que a vontade divina de sermos melhores do que somos, fraternos e amigos, possa derramar mais luzes sobre todos aqueles que fazem do Barra, um farol em defesa da vida, ainda que a matriz de suas reportagens se vincule à dor e ao sofrimentos humanos.

Somos o Barra. Somos vocês.

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Barra, 25 anos de espelho do cotidiano popular

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

17 de julho de 2015

Há 25 anos, o Barra se constitui na voz das criaturas oprimidas. Dos miseráveis que Victor Hugo sublinhou em sua obra prima, apontando um dedo para as injustiças sociais e um mea-culpa a uma sociedade que perdeu o senso de compaixão para com o outro. HÁ 25 anos somos o espelho revelador do nosso cotidiano; espelho esse, fatiado pelas agruras e pelos sofreres dessa multidão. Gente anônima, que escreve a sua própria história, carregada de sangue, suor e lágrimas.

Há 25 anos, o programa narra a pesada rotina de quem nunca está só, exatamente por ter ao seu lado o companheirismo da equipe do Barra, comprometido em ser voz de defesa ou de ataque, quando se faz necessária, mas sempre guardando o tom conciliador da esperança de um tempo melhor.

Há 25 anos, este programa é a cara do povo marginalizado, retratando o lado sombrio dos que, por ignorância, esquecem da sua luz interior,  e que na hora da raiva não conseguem segurar a barra.

Somos a caixa de ressonância de uma gente entregue à sua sorte e ao seu destino. Somos o grito solitário das comunidades desprezadas. Somos a voz da voz rouca das ruas; dos sem nomes, dos sem teto; dos sem rumo; dos milhares que nunca conheceram o verdadeiro sentido do amor.

Somos o choro aflito das mães, cujos filhos se largaram no oco do mundo e acabaram afogados num mar revolto de vícios, que os traga e nunca mais os devolvem ao convívio de sua familia e dos amigos.

Apesar dos pesares, há 25 anos, trabalhamos com a força do respeito a dignidade humana; de construir algo em meio a toda essa destruição; de conseguir de alguma forma irradiar luz em meio as sombras dos que perdem o rumo das coisas; dos que se alimentam de ódio e matam o corpo, pensando matar a essencia imortal das criaturas.

Há 25 anos, verdade seja dita, esperançamos um mundo melhor para que, até mesmo, o escopo desse programa alcance um degrau de elevação em favor do Bem. Que a vontade divina de sermos melhores do que somos, fraternos e amigos, possa derramar mais luzes sobre todos aqueles que fazem do Barra, um farol em defesa da vida, ainda que a matriz de suas reportagens se vincule à dor e ao sofrimentos humanos.

Somos o Barra. Somos vocês.