Warning: Use of undefined constant S3_URL - assumed 'S3_URL' (this will throw an Error in a future version of PHP) in /home/tribu/public_html/blogs/wp-content/themes/2016_tribuna_blogs/functions.php on line 11
27 de julho de 2015 - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

27 de julho de 2015

Violência em pleno cartão postal

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, SEGURANÇA

27 de julho de 2015

Que Fortaleza é uma cidade acolhedora, todos sabemos. Turistas de toda parte do Brasil e do mundo, elegem a capital cearense para suas férias e saem daqui levando as melhores impressões. Do mar de águas verdes e do sol temperado, passando pelas delícias da gastronomia, tudo ressalta um estado de gente criativa e que se impõe pelo rico artesanato, pela forma expressiva de viver o humor, marca registrada de seus grupos artísticos. Mas o Ceará vem ganhando uma fama de violento, como nunca se viu.

Ontem, foi um turista norte-americano que em plena tarde, em meio a muitas pessoas, se viu acossado por um grupo de marginais. Na companhia da esposa e do filho, ele tentou reagir a um assalto e acabou sendo espancado de forma mais brutal e infeliz. Não é o primeiro caso e, por isso mesmo, a cidade está a exigir um sistema de policiamento que ofereça maior eficácia; que iniba os criminosos aos pontos de acesso de sua gente, como a Beira Mar, onde a criminalidade se faz presente e chegou a agredir um ministro do Supremo.

Sabe-se do esforço governamental na tentativa de implementar programas de reação à violência; no entanto, ainda têm sido insuficientes para dar ao nosso povo e aos visitantes, um freio nessa terrível onda de violência. Ela degrada a todos nós, principalmente, quando evidenciada em pleno cartão postal da cidade que é a Beira Mar.

O governo convive um momento de boas relações com o seu efetivo policial. Oferece-lhe promoções; anuncia reforço nos soldos e revela uma melhoria na auto-estima de toda a corporação. O que falta então para que a segurança funcione? Essa é a pergunta que todos fazem. As respostas virão com o tempo, dirão. Se quem espera sempre alcança, a demora para se ajustar essa questão já está cansando não só a beleza da cidade. Mas a de sua gente, também.

leia tudo sobre

Publicidade

Violência em pleno cartão postal

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, SEGURANÇA

27 de julho de 2015

Que Fortaleza é uma cidade acolhedora, todos sabemos. Turistas de toda parte do Brasil e do mundo, elegem a capital cearense para suas férias e saem daqui levando as melhores impressões. Do mar de águas verdes e do sol temperado, passando pelas delícias da gastronomia, tudo ressalta um estado de gente criativa e que se impõe pelo rico artesanato, pela forma expressiva de viver o humor, marca registrada de seus grupos artísticos. Mas o Ceará vem ganhando uma fama de violento, como nunca se viu.

Ontem, foi um turista norte-americano que em plena tarde, em meio a muitas pessoas, se viu acossado por um grupo de marginais. Na companhia da esposa e do filho, ele tentou reagir a um assalto e acabou sendo espancado de forma mais brutal e infeliz. Não é o primeiro caso e, por isso mesmo, a cidade está a exigir um sistema de policiamento que ofereça maior eficácia; que iniba os criminosos aos pontos de acesso de sua gente, como a Beira Mar, onde a criminalidade se faz presente e chegou a agredir um ministro do Supremo.

Sabe-se do esforço governamental na tentativa de implementar programas de reação à violência; no entanto, ainda têm sido insuficientes para dar ao nosso povo e aos visitantes, um freio nessa terrível onda de violência. Ela degrada a todos nós, principalmente, quando evidenciada em pleno cartão postal da cidade que é a Beira Mar.

O governo convive um momento de boas relações com o seu efetivo policial. Oferece-lhe promoções; anuncia reforço nos soldos e revela uma melhoria na auto-estima de toda a corporação. O que falta então para que a segurança funcione? Essa é a pergunta que todos fazem. As respostas virão com o tempo, dirão. Se quem espera sempre alcança, a demora para se ajustar essa questão já está cansando não só a beleza da cidade. Mas a de sua gente, também.