1 de setembro de 2015 - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

1 de setembro de 2015

Fatos, fatos, fatos…

Por Nonato Albuquerque em COMPORTAMENTO

01 de setembro de 2015

Num mundo em constante transição, onde tudo acontece a todo instante, as informações chegam, são digeridas por todos e, tão rápido quanto surgiram, vão sendo atropeladas por outras informações. Faz parte desse jogo. Tudo muda a toda hora. O que era novidade ainda há pouco, pode rapidamente ser esquecido devido ao volume de informações que consumimos. Há, porém, alguns fatos emblemáticos da crônica policial, que da mesma forma que impactam quando surgem, desaparecem. Alguns exemplos: onde foi parar a maior parte do dinheiro do assalto milionário ao Banco Central? Ninguém nunca soube. O que aconteceu com os presidiários que comandaram ataques em sequência a coletivos na capital? Em que pé estão as investigações sobre os sucessivos ataques a bancos no interior? E quanto foi levado em dinheiro dessas ações que os bancos nunca divulgam a quantia levada pelos bandidos? Como é que está a investigação da pesada apreensão de drogas no circo do palhaço Motoca e que ninguém nunca mais tocou no assunto? Será que colocaram uma pedra em cima do caso da italiana Gaia Molinari, morta em Jeri? E o processo do sub-tenente do Exército, sobrevivente de uma tentativa de envenenamento, cujo filho de nove anos não resistiu? Atualmente, a população ainda comenta o crime da esposa e filha, mortas pelo gaúcho em Paracuru. Não se admire se daqui a pouco, um outro caso tão ou mais chocante, vier ocupar o espaço da crônica policial. E que vai sumir igualmente como tantos outros que ficam sem conclusão. Ainda bem que tem a mídia para fazer esse tipo de cobrança, mesmo porque a imprensa é o quarto poder a reivindicar dos responsáveis pelos esclarecimentos de tudo isso uma resposta. Faz parte do jogo.

leia tudo sobre

Publicidade

Fatos, fatos, fatos…

Por Nonato Albuquerque em COMPORTAMENTO

01 de setembro de 2015

Num mundo em constante transição, onde tudo acontece a todo instante, as informações chegam, são digeridas por todos e, tão rápido quanto surgiram, vão sendo atropeladas por outras informações. Faz parte desse jogo. Tudo muda a toda hora. O que era novidade ainda há pouco, pode rapidamente ser esquecido devido ao volume de informações que consumimos. Há, porém, alguns fatos emblemáticos da crônica policial, que da mesma forma que impactam quando surgem, desaparecem. Alguns exemplos: onde foi parar a maior parte do dinheiro do assalto milionário ao Banco Central? Ninguém nunca soube. O que aconteceu com os presidiários que comandaram ataques em sequência a coletivos na capital? Em que pé estão as investigações sobre os sucessivos ataques a bancos no interior? E quanto foi levado em dinheiro dessas ações que os bancos nunca divulgam a quantia levada pelos bandidos? Como é que está a investigação da pesada apreensão de drogas no circo do palhaço Motoca e que ninguém nunca mais tocou no assunto? Será que colocaram uma pedra em cima do caso da italiana Gaia Molinari, morta em Jeri? E o processo do sub-tenente do Exército, sobrevivente de uma tentativa de envenenamento, cujo filho de nove anos não resistiu? Atualmente, a população ainda comenta o crime da esposa e filha, mortas pelo gaúcho em Paracuru. Não se admire se daqui a pouco, um outro caso tão ou mais chocante, vier ocupar o espaço da crônica policial. E que vai sumir igualmente como tantos outros que ficam sem conclusão. Ainda bem que tem a mídia para fazer esse tipo de cobrança, mesmo porque a imprensa é o quarto poder a reivindicar dos responsáveis pelos esclarecimentos de tudo isso uma resposta. Faz parte do jogo.