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9 de Março de 2017 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

9 de Março de 2017

O escândalo do líder religioso

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

09 de Março de 2017

A prisão de um líder religioso católico, suspeito de crime de estupro contra pelo menos cinco seguidoras da comunidade Família em Missão, pode ter surpreendido a muitos; principalmente por envolver uma figura responsável por orientação religiosa de jovens entre 18 e 20 anos. Na verdade, não é coisa de fim de mundo como possam imaginar alguns. É só a confirmação de que, como seres humanos, somos indivíduos bastante vulneráveis às tentações. E que é preciso sim, orientar nossos jovens sobre os riscos e os perigos da vida, que muitas vezes se ocultam em figuras que a gente nem imagina.

Não é a aparência que indica o comprometimento moral de uma pessoa. Até nos círculos religiosos, onde se devia primar pela moral e pela postura correta, também se convive com a possibilidade do erro. No próprio texto do Evangelho cristão está escrito essa passagem bíblica: “ai do mundo por causa dos escândalos; porque é necessário que venham escândalos. Mas ai de quem os cometa”. Com isso, Cristo discernia que o planeta ainda convive numa escala inferior dos mundos e que situações lamentáveis ainda teriam que ocorrer até para servir de alerta. Ai de quem cometer escândalo, significa que terá que responder pelas consequências. Mas, antes de se lançar pedras ao autor do escândalo, é preciso lembrar que é o erro que deve ser combatido e não o errado. O errado sim, terá que responder na Justiça pelo seu crime. A nós compete refletir sobre o fato e evitá-lo.

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O escândalo do líder religioso

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

09 de Março de 2017

A prisão de um líder religioso católico, suspeito de crime de estupro contra pelo menos cinco seguidoras da comunidade Família em Missão, pode ter surpreendido a muitos; principalmente por envolver uma figura responsável por orientação religiosa de jovens entre 18 e 20 anos. Na verdade, não é coisa de fim de mundo como possam imaginar alguns. É só a confirmação de que, como seres humanos, somos indivíduos bastante vulneráveis às tentações. E que é preciso sim, orientar nossos jovens sobre os riscos e os perigos da vida, que muitas vezes se ocultam em figuras que a gente nem imagina.

Não é a aparência que indica o comprometimento moral de uma pessoa. Até nos círculos religiosos, onde se devia primar pela moral e pela postura correta, também se convive com a possibilidade do erro. No próprio texto do Evangelho cristão está escrito essa passagem bíblica: “ai do mundo por causa dos escândalos; porque é necessário que venham escândalos. Mas ai de quem os cometa”. Com isso, Cristo discernia que o planeta ainda convive numa escala inferior dos mundos e que situações lamentáveis ainda teriam que ocorrer até para servir de alerta. Ai de quem cometer escândalo, significa que terá que responder pelas consequências. Mas, antes de se lançar pedras ao autor do escândalo, é preciso lembrar que é o erro que deve ser combatido e não o errado. O errado sim, terá que responder na Justiça pelo seu crime. A nós compete refletir sobre o fato e evitá-lo.