Warning: Use of undefined constant S3_URL - assumed 'S3_URL' (this will throw an Error in a future version of PHP) in /home/tribu/public_html/blogs/wp-content/themes/2016_tribuna_blogs/functions.php on line 11
13 de Março de 2017 - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

13 de Março de 2017

Todo mundo gostaria de ser…

Por Nonato Albuquerque em LITERATURA, POESIA

13 de Março de 2017

Tão harmonioso quanto Bach
Tão bondoso quanto Chico
Tão inteligente quanto Einstein
Tão perfeito quanto Jesus
Tão pacífico quanto Gandhi
Tão justo quanto Salomão
Tão santo quanto Francisco
Tão caridoso quanto Tereza de Calcutá
Tão belo como David de Michelângelo
Tão habilidoso quanto Dumont
Tão eficiente quanto Sabin
Tão paciente quanto Jó
Tão engraçado quanto Chaplin
Tão inspirado quanto Wagner
Tão poeta quanto Neruda
Tão sentimental quanto Romeu
Tão amorosa quanto Julieta
Tão forte quanto Sansão
Mas tão simples quanto Tolstoi
Tão musical quanto Jobim
Tão bom quanto Drummond
Tão virtuose quanto Mozart
Tão desbravador quanto Rondon
Tão famoso quanto Lennon
Tão bonito quanto Pitt
Tão sincero quanto Galileu
Tão grande quanto Alexandre
Tão sólido quanto Zé Alencar
Tão fiel quanto Abrão
Tão sábio quanto Hawkins
Tão ativa quanto Madame Curie
Tão gente como qualquer um.

Nem é preciso tanto esforço,
Basta Ser, antes de querer Ter.

(Texto de Nonato Albuquerque)

leia tudo sobre

Publicidade

Furto ao Banco Central: o crime não como pensas

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de Março de 2017

Decisão da Justiça não se questiona; tem que ser cumprida. Mas, por mais que alguém se atenha a essa regra não consegue ficar calado ao comentar algumas ações da Justiça que surpreendem. Surpreendem e muito.

Como entender o benefício concedido a quem comete um crime que surpreendeu o mundo e, mesmo que condenados a décadas de prisão, seus autores ganhem a extinção das penas? Estamos falando do furto ao Banco Central de Fortaleza em 2005. Acontece o seguinte: o Tribunal Regional Federal, da quinta região, sediado em Recife, extinguiu a pena por lavagem de dinheiro. Nada mais nada menos que 14 condenados estão de certa formam, juridicamente perdoados, o que já tinha sido feito em relação a Antonio Jussivan Alves dos Santos, o Alemão, considerado o cabeça do furto ocorrido em 2005. Esse Alemão foi sentenciado a 80 anos de prisão, mas já teve a pena comutada, isto é, mudada.

Sem querer entrar no mérito da discussão jurídica, diante de decisões como essa, o cidadão comum, desses que frequentam as rodas de conversa da praça do Ferreira, devem considerar que a Justiça tarda – e falha, quando age em favor de condenados -, além de quebrar uma outra regra que aprendemos desde criança. A de que o crime não compensa. Por decisões como essa, a impressão que se tem é de que a coisa compensa. Ou será melhor dizer: o crime não como pensas.

leia tudo sobre

Publicidade

Furto ao Banco Central: o crime não como pensas

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de Março de 2017

Decisão da Justiça não se questiona; tem que ser cumprida. Mas, por mais que alguém se atenha a essa regra não consegue ficar calado ao comentar algumas ações da Justiça que surpreendem. Surpreendem e muito.

Como entender o benefício concedido a quem comete um crime que surpreendeu o mundo e, mesmo que condenados a décadas de prisão, seus autores ganhem a extinção das penas? Estamos falando do furto ao Banco Central de Fortaleza em 2005. Acontece o seguinte: o Tribunal Regional Federal, da quinta região, sediado em Recife, extinguiu a pena por lavagem de dinheiro. Nada mais nada menos que 14 condenados estão de certa formam, juridicamente perdoados, o que já tinha sido feito em relação a Antonio Jussivan Alves dos Santos, o Alemão, considerado o cabeça do furto ocorrido em 2005. Esse Alemão foi sentenciado a 80 anos de prisão, mas já teve a pena comutada, isto é, mudada.

Sem querer entrar no mérito da discussão jurídica, diante de decisões como essa, o cidadão comum, desses que frequentam as rodas de conversa da praça do Ferreira, devem considerar que a Justiça tarda – e falha, quando age em favor de condenados -, além de quebrar uma outra regra que aprendemos desde criança. A de que o crime não compensa. Por decisões como essa, a impressão que se tem é de que a coisa compensa. Ou será melhor dizer: o crime não como pensas.