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22 de Março de 2017 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

22 de Março de 2017

Ninguém é perfeito

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

22 de Março de 2017

Já notaram como há muita indiferença das pessoas em relação à desgraça alheia? A dor do outro é a dor alheia, pouco ou nada tem a ver conosco. É que somos uma população em sua maioria individualista, preocupada com o seu mundinho particular, sem dar muita trela ao sofrimento dos outros.

Diante de alguém que sofre de um vício, seja da bebida ou de outra droga qualquer, a maioria dificilmente utiliza os recursos da solidariedade para avaliar sobre o que leva alguém a sair do seu normal e utilizar-se de uma droga para sobreviver.

Diante de um desgraçado que age em desacordo da lei, somos levados a imitar o primeiro gesto de quem usa a violência para vingar-se dele. E elegemos o linchamento como forma de sanear o mundo.

Ninguém é perfeito; mas estamos sempre a exigir a correção dos outros, sem buscar colocar a cara no espelho e verificar que todos somos capazes de cometer os mesmos deslizes. Nessas horas, sempre lembramos da velha assertiva: quem não tiver erro, que atire a primeira pedra.

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Ninguém é perfeito

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

22 de Março de 2017

Já notaram como há muita indiferença das pessoas em relação à desgraça alheia? A dor do outro é a dor alheia, pouco ou nada tem a ver conosco. É que somos uma população em sua maioria individualista, preocupada com o seu mundinho particular, sem dar muita trela ao sofrimento dos outros.

Diante de alguém que sofre de um vício, seja da bebida ou de outra droga qualquer, a maioria dificilmente utiliza os recursos da solidariedade para avaliar sobre o que leva alguém a sair do seu normal e utilizar-se de uma droga para sobreviver.

Diante de um desgraçado que age em desacordo da lei, somos levados a imitar o primeiro gesto de quem usa a violência para vingar-se dele. E elegemos o linchamento como forma de sanear o mundo.

Ninguém é perfeito; mas estamos sempre a exigir a correção dos outros, sem buscar colocar a cara no espelho e verificar que todos somos capazes de cometer os mesmos deslizes. Nessas horas, sempre lembramos da velha assertiva: quem não tiver erro, que atire a primeira pedra.