5 de dezembro de 2018 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

5 de dezembro de 2018

Para que serve a rotina

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

05 de dezembro de 2018

Todo dia é a mesma rotina. A pressa para o trabalho. O trânsito nervoso. Engarrafamento quilométrico. Calor insuportável. Carro demais nas ruas. Buzinas. Sirenes de ambulância. Gritos de ambulantes. Furto no sinal que fechou. Mais um corpo ensanguentando as manchetes.

É a roda viva do batente. A clientela exigente. O pouco caso com quem a gente cruza no caminho. Um acidente. Mais uma vítima no chão. Dor e sofrimento acumulados. Mortes. Cenas que se repetem. Insistentemente.

Todo dia parece ser a mesma coisa. A mesma rotina. O mesmo barato que sai caro. Mas é preciso bom senso. Nada de se inquietar com tudo isso. É a vida. Tudo acontece como uma ação motivadora pra gente crescer. Que exige de nós empenho, sacrifício.

Viver é uma arte repleta de desafios. Todo mundo sabe disso. Mas teima em apenas reclamar, esquecendo-se que se fosse diferente, não haveria progresso. Ação. Motivação.

Ao invés de reclamar, de se esgolear, achando que nada muda, devemos é agradecer. Pela maneira com que tudo vem. E tudo passa. Pelo exercício diário de que se propõe o existir, em favor do crescimento. Da melhoria de tudo. E de todos.

A vida é como um barco sobre ondas num mar agitado de preocupações. O bom e velho marinheiro, já cantava Paulinho da Viola – o velho marinheiro sabe levar o barco durante o nevoeiro. O faz com capricho. Devagar. Vencendo o temporal.

Vença os seus temporais. Suas ondas gigantes. Seus problemas. Suas inquietações. Sabe como? Vivendo. Tenha apreço à Vida. E agradeça todo santo instante de poder aprender. Porque se não fosse assim, estaríamos parados no tempo. E perdidos no espaço.

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Para que serve a rotina

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

05 de dezembro de 2018

Todo dia é a mesma rotina. A pressa para o trabalho. O trânsito nervoso. Engarrafamento quilométrico. Calor insuportável. Carro demais nas ruas. Buzinas. Sirenes de ambulância. Gritos de ambulantes. Furto no sinal que fechou. Mais um corpo ensanguentando as manchetes.

É a roda viva do batente. A clientela exigente. O pouco caso com quem a gente cruza no caminho. Um acidente. Mais uma vítima no chão. Dor e sofrimento acumulados. Mortes. Cenas que se repetem. Insistentemente.

Todo dia parece ser a mesma coisa. A mesma rotina. O mesmo barato que sai caro. Mas é preciso bom senso. Nada de se inquietar com tudo isso. É a vida. Tudo acontece como uma ação motivadora pra gente crescer. Que exige de nós empenho, sacrifício.

Viver é uma arte repleta de desafios. Todo mundo sabe disso. Mas teima em apenas reclamar, esquecendo-se que se fosse diferente, não haveria progresso. Ação. Motivação.

Ao invés de reclamar, de se esgolear, achando que nada muda, devemos é agradecer. Pela maneira com que tudo vem. E tudo passa. Pelo exercício diário de que se propõe o existir, em favor do crescimento. Da melhoria de tudo. E de todos.

A vida é como um barco sobre ondas num mar agitado de preocupações. O bom e velho marinheiro, já cantava Paulinho da Viola – o velho marinheiro sabe levar o barco durante o nevoeiro. O faz com capricho. Devagar. Vencendo o temporal.

Vença os seus temporais. Suas ondas gigantes. Seus problemas. Suas inquietações. Sabe como? Vivendo. Tenha apreço à Vida. E agradeça todo santo instante de poder aprender. Porque se não fosse assim, estaríamos parados no tempo. E perdidos no espaço.