6 de dezembro de 2018 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

6 de dezembro de 2018

Esmola demais até o santo Google desconfia

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de dezembro de 2018

Costuma-se dizer que “quem procura, acha”. E é a pura verdade. Nessa onda de golpes que vêm sendo aplicados pelas redes sociais, só cai quem visa levar alguma vantagem. Esse agora chegou a enganar mais de 5 mil pessoas. Até prefeitos no interior acabaram enrolados.

Um grupo utiliza o software de troca de mensagens, ‘whatsapp’. Usa o nome de uma pessoa da família da vítima. Diz que ela mandou depositar certa quantia em uma conta bancária – e, custa crer, que alguém faça isso, deposite a grana, sem confirmar se realmente tem fundo de verdade. Tão fácil ligar para a pessoa citada e confirmar ou não.

A impressão que se tem é de que algumas pessoas adoram ser lesadas. Quantas não se deixaram enganar por golpes tolos que são aplicados a três por quatro. O do bolo de dinheiro que alguém deixa cair na rua. O golpe do bilhete premiado, porque o cara não sabe como receber e pede uma quantia em troca de milhões que ele iria receber.

Só cai, repito, quem deseja tirar vantagem.

Nas redes sociais tem golpe pra tudo. O do e-mail com logomarca da Receita, solicitando suposta atualização de dados cadastrais. Aí o besta cede todos as suas informações.

Tem o golpe do suposto emprego. Do sorteio de uma moto pela tv. Saque de valores para quem comprovasse vínculo de trabalho, entre 1998 e 2016.
O golpe do 14° salário; pegou muito besta.

É preciso cuidado com as ofertas feitas pelo Facebook ou WhatsApp. A pessoa pode ser direcionada a uma página fraudulenta. Desconfie sempre de promoções compartilhadas nas redes sociais e não clique em links recebidos por e-mail ou mensagem de texto.

Quando eu comprei o meu primeiro computador, há uns 30 anos atrás, recebi e-mail do rei da Namíbia. Dizia que ele não tinha sucessor e, como estava perto de bater as botas, estava distribuindo a riqueza dele entre nomes sorteados na internet. O meu tinha sido um. Olha que sorte a minha! Cliquei no link mandado no e-mail e – tchan, tchan, tchan – sabe o que ganhei? Um vírus que detonou todo o meu computador.
Bem feito. Só assim aprendi: quando a esmola é demais, até o santo Google desconfia.

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Esmola demais até o santo Google desconfia

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de dezembro de 2018

Costuma-se dizer que “quem procura, acha”. E é a pura verdade. Nessa onda de golpes que vêm sendo aplicados pelas redes sociais, só cai quem visa levar alguma vantagem. Esse agora chegou a enganar mais de 5 mil pessoas. Até prefeitos no interior acabaram enrolados.

Um grupo utiliza o software de troca de mensagens, ‘whatsapp’. Usa o nome de uma pessoa da família da vítima. Diz que ela mandou depositar certa quantia em uma conta bancária – e, custa crer, que alguém faça isso, deposite a grana, sem confirmar se realmente tem fundo de verdade. Tão fácil ligar para a pessoa citada e confirmar ou não.

A impressão que se tem é de que algumas pessoas adoram ser lesadas. Quantas não se deixaram enganar por golpes tolos que são aplicados a três por quatro. O do bolo de dinheiro que alguém deixa cair na rua. O golpe do bilhete premiado, porque o cara não sabe como receber e pede uma quantia em troca de milhões que ele iria receber.

Só cai, repito, quem deseja tirar vantagem.

Nas redes sociais tem golpe pra tudo. O do e-mail com logomarca da Receita, solicitando suposta atualização de dados cadastrais. Aí o besta cede todos as suas informações.

Tem o golpe do suposto emprego. Do sorteio de uma moto pela tv. Saque de valores para quem comprovasse vínculo de trabalho, entre 1998 e 2016.
O golpe do 14° salário; pegou muito besta.

É preciso cuidado com as ofertas feitas pelo Facebook ou WhatsApp. A pessoa pode ser direcionada a uma página fraudulenta. Desconfie sempre de promoções compartilhadas nas redes sociais e não clique em links recebidos por e-mail ou mensagem de texto.

Quando eu comprei o meu primeiro computador, há uns 30 anos atrás, recebi e-mail do rei da Namíbia. Dizia que ele não tinha sucessor e, como estava perto de bater as botas, estava distribuindo a riqueza dele entre nomes sorteados na internet. O meu tinha sido um. Olha que sorte a minha! Cliquei no link mandado no e-mail e – tchan, tchan, tchan – sabe o que ganhei? Um vírus que detonou todo o meu computador.
Bem feito. Só assim aprendi: quando a esmola é demais, até o santo Google desconfia.