17 de dezembro de 2018 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

17 de dezembro de 2018

O balanço do 2018 na área de segurança

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de dezembro de 2018

Todo fim-de-ano é natural se fazer um balanço de como foram os dias do ano que se vai. Nele, costuma-se reunir o que foi bom e o que deixou a desejar. Mas sempre há um saldo de esperança de que as coisas vão melhorar no ano que vem.

Tem um item, porém, que já há algum tempo não tem dado nenhuma satisfação: é o da área da segurança. 2018 tem sido um ano dificil nesse setor.
Como se tem matado gente nessa terra! Como tem ocorrido roubos e furtos! Como o crime organizado mostrou-se ousado, diante do aparato repressivo levado a efeito pelo capital humano das polícias, militar e civil.

Uma projeção feita por um jornal da terra, aponta que o Ceará deve encerrar o ano com um total aproximado de 4.571 homicídios, se considerada a média de 381 mortes por mês, registrada de janeiro a novembro de 2018.

A gente sabe que já houve tempo pior: no ano passado foram 5.134 pessoas vítimas de Crimes Violentos Letais Intencionais.

Mas essa pequena redução não chega a ser tão significativa quanto se desejava. Interessante é que pudéssemos aplacar esse rio de sangue e esse mar de tormentos que famílias convivem com a perda de afeições queridas. Ninguém é louco de achar que isso vá acabar; mas tudo o que se fizer em favor da paz é necessário para conter o cenário de dor que nos cerca.

A Fortaleza-cidade que nos abriga está a merecer um pouco mais da responsabilidade de cada um, evitando que comportamentos errôneos – como envolver-se com o que não presta e com quem não presta – continue a infelicitar o balanço de fim-de-ano nas retrospectivas. Pelo menos, fica a torcida para que o milagre aconteça no ano que vai chegar.

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O balanço do 2018 na área de segurança

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de dezembro de 2018

Todo fim-de-ano é natural se fazer um balanço de como foram os dias do ano que se vai. Nele, costuma-se reunir o que foi bom e o que deixou a desejar. Mas sempre há um saldo de esperança de que as coisas vão melhorar no ano que vem.

Tem um item, porém, que já há algum tempo não tem dado nenhuma satisfação: é o da área da segurança. 2018 tem sido um ano dificil nesse setor.
Como se tem matado gente nessa terra! Como tem ocorrido roubos e furtos! Como o crime organizado mostrou-se ousado, diante do aparato repressivo levado a efeito pelo capital humano das polícias, militar e civil.

Uma projeção feita por um jornal da terra, aponta que o Ceará deve encerrar o ano com um total aproximado de 4.571 homicídios, se considerada a média de 381 mortes por mês, registrada de janeiro a novembro de 2018.

A gente sabe que já houve tempo pior: no ano passado foram 5.134 pessoas vítimas de Crimes Violentos Letais Intencionais.

Mas essa pequena redução não chega a ser tão significativa quanto se desejava. Interessante é que pudéssemos aplacar esse rio de sangue e esse mar de tormentos que famílias convivem com a perda de afeições queridas. Ninguém é louco de achar que isso vá acabar; mas tudo o que se fizer em favor da paz é necessário para conter o cenário de dor que nos cerca.

A Fortaleza-cidade que nos abriga está a merecer um pouco mais da responsabilidade de cada um, evitando que comportamentos errôneos – como envolver-se com o que não presta e com quem não presta – continue a infelicitar o balanço de fim-de-ano nas retrospectivas. Pelo menos, fica a torcida para que o milagre aconteça no ano que vai chegar.