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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

dezembro 2018

Uma receita para se dar bem na Vida

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de dezembro de 2018

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Todo mundo reclama da insegurança, da violência e da vida difícil que a sociedade humana atravessa. Resolvemos oferecer uma receita capaz de ajudar a melhorar o indivíduo e o mundo. Aconselha-se a cada pessoa a misturar em sua vida, uma porção de boas ações – aquelas que todo mundo possui e que podem surtir efeitos fundamentais na vida de qualquer um. Pois junte a essas ações uma considerável quantidade de idéias. Boas ideias, as que subliminam a Vida, através da substantiva forma da solidariedade.

Sempre que possível adicione palavras de ajuda, principalmente às pessoas necessitadas, aquelas com quem a gente convive no dia-a-dia e que, muitas vezes, se revelam tão depressivas e que vivem sempre a reclamar de tudo e de todos.

A receita pede pra você bater bem as idéias nocivas – as negativas – que são uma espécie de joio na conquista de sua felicidade. Bata bem até dissolvê-las da sua mente, deixando sim, espaço para a fermentação do trigo das boas virtudes.

Junte algumas miligranas de fé – eu diria melhor, pode adicionar fé à vontade – fé na vida, fé na esperança e crença de que você pode muito bem contribuir para a melhoria de um mundo melhor – qualquer que seja a atividade que você desempenhe.

Acrescente a essa receita, um sorriso constante. Várias fatias do bem chamado cortesia; não esquecendo de incorporar grãos de sinceridade, honestidade e respeito. Isso dá um gosto bom ao bolo da Vida e todos aqueles, com quem você divide fatias de sua amizade, vão simplesmente adorar, reconhecendo em você alguém com missão capaz de mudar esse momento dificil do mundo.

Após adicionar o azeite da humildade e do perdão, eleve a gradação do fogo do amor, esse um ingrediente indispensável para se conquistar a garantia de uma vida capaz de servir de exemplo a todos.

Essa é uma receita simples e acessível a todos os que desejam melhorar o bolo da vida, que deve ser servido indiscriminadamente a todos aqueles com quem a gente convive.

O resultado é surpreendente. Mãos na massa.

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OS QUE USAM RELIGIÃO EM BENEFÍCIO PRÓPRIO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de dezembro de 2018

O mundo passa por provações. Em todas as áreas. Todos os setores. A crise se alastra pela economia, pela política, pela educação, saúde e segurança. Até as religiões são alvo dessas transformações.

Em todo o mundo, as religiões são centros de formação onde fiéis buscam o aprimoramento da alma – quaisquer que sejam os cultos ou denominações. Toda religião tem o dever de pregar o bem. De melhorar o mundo, orientando seus fiéis a se portarem dentro de uma ética e de respeito para com todos; não apenas com os que seguem a sua pregação religiosa.

Num mundo em transformação, as doutrinas têm servido de espaço para que pseudo-líderes, revelem sua ganância pelo poder, atraindo a atenção dos fiéis mais para si do que para as orientações do divino.

Algumas até se fortaleceram a partir da teologia da prosperidade, confrontando o ensinamento de mestres como Cristo, Buda, Confúcio – de que a cada um segundo suas obras.

Em meio a essa crescente pregação de prosperidade, o lado humanístico vai cedendo lugar a pregações interessadas no lado mais mercantilista.
Pois quando deixam de atender aos ensinamentos do amor e aos compromissos com a caridade, perdem o verdadeiro sentido de grandeza e respeito que se deve a elas. Com isso, surgem dirigentes capazes de cometimentos delituosos, ligados a crimes ligados a sexualidade, como assédio, estupro, pedofilia – revelando a inferioridade moral de seus dirigentes.

É preciso condenar severamente os que cometem esses erros dentro de um ambiente religioso, para que a mensagem doutrinária permaneça intocável e não venha sofrer as consequências danosas.

É um evangelista do grupo de Jesus, São João, que nos alerta e nos põe em guarda contra esses “falsos profetas”, que segundo o próprio Cristo não passam de lobos travestidos em peles de cordeiro.

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Quem dera fossem dezembros, os meses do ano inteiro

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

11 de dezembro de 2018

Nada é mais importante do que ser solidário e prestar auxílio a quem necessita. Dezembro é um mês contagiante, que se presta a isso. Estimula as pessoas ao cometimento de boas ações. Uma energia do bem circunda o cotidiano de todos nós, ampliando a solidária bonomia; o desapego saudável e a facilidade de atos que creditam atitudes positivas.

É o mês do nascimento da criança que revolucionou o pensamento humano, com sua mensagem pacificadora, fazendo de cada um de nós um difusor de boas ações. Estimulado por esse sentimento crístico, renovamos os votos de boas festas às pessoas. Condicionamos presentear os amigos em segredo, mesmo aqueles com quem possamos ter tido diferenças ao longo do ano.

Dezembro é significativo pelas formas diversas com que a humanidade sintoniza a estação ambientada de mensagens de paz. Pela nobreza com que os corações se revestem. Pela manifesta forma de sermos gentis, mesmo que no resto do ano tenhamos infringido com a intolerância de nossos pensamentos. Este ano, principalmente, esses sentimentos se revelaram durante o período da campanha eleitoral.

Que bom seria se o ano todo fosse Dezembro. Que o ar respirável de afetuosidade não se desperdiçasse tão logo atravessemos a fronteira do novo ano, quando geralmente reingressamos na inquietante forma de sermos iguais no restante dos meses.

Quem dera que esse clima dezembrino ambientasse mais tempo em nossos corações transfigurados em luz, onde muitos fazem questão de transformá-los em abençoadas manjedouras a aguardar o renovo de paz do menino chamado Jesus que renasce no mundo. Ele que é uma prova confirmada de que o amor esteve entre nós há algum tempo atrás. E se foi por nossa indolência e maldade.

A saudade dele é tão grande que, todo dezembro, a gente se reveste de esperança para que, ao menos, a sua mensagem renovadora impere em nosso íntimo no restante dos dias que virão.

Quem dera fossem dezembros, os meses do ano inteiro.

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Milagres: uma tragédia a exigir explicações

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

10 de dezembro de 2018

A tragédia de Milagres repercute. Ganha as manchetes da imprensa do Brasil e do mundo. O ‘New York Times’, dos EUA, destacou a morte de dois menores entre os reféns. O inglês The Guardian, lembou aos leitores que o Ceará é um dos estados mais violentos do País, “que lidera rotineiramente o número absoluto de homicídios no mundo”. A revista americana Newsweek também citou os altos índices de criminalidade do Estado, afirmando que o Ceará tornou-se entreposto do tráfico de drogas para a Europa. O argentino Clarín destacou não estar muito claro ainda se os reféns foram mortos pelos criminosos ou por balas perdidas partidas pela Polícia. E é esse ponto que mais tem suscitado críticas, com a maioria exigindo explicações.

Especialistas locais apontam que uma ação coordenada entre as forças de segurança e até o recuo da intervenção policial poderiam ter evitado a tragédia.

O coronel do Exército Brasileiro, Valmir Medeiros, considerou que houve falhas em quatro vertentes da ação policial: no planejamento, na coordenação, no comando e no controle da atuação da força policial sobre o caso.

O advogado criminalista Leandro Vasques atribui as mortes a um erro da Coordenadoria de Inteligência, que teria ordenado a ação dos policiais.

O delegado Dernival Eloy, de Sergipe, ouvido pela Tribuna Band News FM, diz que a Polícia sergipana teria repassado o número das placas dos veículos utilizados pelo bando na ocorrência da última sexta, mas por aqui a Polícia cearense nega ter recebido. Isso, ajudaria a Polícia a se precaver para evitar ataques aos veículos dos reféns.

Já o futuro secretário nacional de segurança pública, General Theóphilo, aponta a possível ausência no planejamento da polícia no enfrentamento deste caso.

Depois de declarações intempestivas, até do próprio governo cearense, agora tem-se conhecimento de que o Ministério Público, a Corregedoria e a OAB de Sergipe vão constituir uma comissão para investigar, com toda isenção, o episódio que marcou a vida de Milagres, cuja população tenta retomar a normalidade, mas que tão cedo não tem como esquecer.

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Esmola demais até o santo Google desconfia

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de dezembro de 2018

Costuma-se dizer que “quem procura, acha”. E é a pura verdade. Nessa onda de golpes que vêm sendo aplicados pelas redes sociais, só cai quem visa levar alguma vantagem. Esse agora chegou a enganar mais de 5 mil pessoas. Até prefeitos no interior acabaram enrolados.

Um grupo utiliza o software de troca de mensagens, ‘whatsapp’. Usa o nome de uma pessoa da família da vítima. Diz que ela mandou depositar certa quantia em uma conta bancária – e, custa crer, que alguém faça isso, deposite a grana, sem confirmar se realmente tem fundo de verdade. Tão fácil ligar para a pessoa citada e confirmar ou não.

A impressão que se tem é de que algumas pessoas adoram ser lesadas. Quantas não se deixaram enganar por golpes tolos que são aplicados a três por quatro. O do bolo de dinheiro que alguém deixa cair na rua. O golpe do bilhete premiado, porque o cara não sabe como receber e pede uma quantia em troca de milhões que ele iria receber.

Só cai, repito, quem deseja tirar vantagem.

Nas redes sociais tem golpe pra tudo. O do e-mail com logomarca da Receita, solicitando suposta atualização de dados cadastrais. Aí o besta cede todos as suas informações.

Tem o golpe do suposto emprego. Do sorteio de uma moto pela tv. Saque de valores para quem comprovasse vínculo de trabalho, entre 1998 e 2016.
O golpe do 14° salário; pegou muito besta.

É preciso cuidado com as ofertas feitas pelo Facebook ou WhatsApp. A pessoa pode ser direcionada a uma página fraudulenta. Desconfie sempre de promoções compartilhadas nas redes sociais e não clique em links recebidos por e-mail ou mensagem de texto.

Quando eu comprei o meu primeiro computador, há uns 30 anos atrás, recebi e-mail do rei da Namíbia. Dizia que ele não tinha sucessor e, como estava perto de bater as botas, estava distribuindo a riqueza dele entre nomes sorteados na internet. O meu tinha sido um. Olha que sorte a minha! Cliquei no link mandado no e-mail e – tchan, tchan, tchan – sabe o que ganhei? Um vírus que detonou todo o meu computador.
Bem feito. Só assim aprendi: quando a esmola é demais, até o santo Google desconfia.

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Para que serve a rotina

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

05 de dezembro de 2018

Todo dia é a mesma rotina. A pressa para o trabalho. O trânsito nervoso. Engarrafamento quilométrico. Calor insuportável. Carro demais nas ruas. Buzinas. Sirenes de ambulância. Gritos de ambulantes. Furto no sinal que fechou. Mais um corpo ensanguentando as manchetes.

É a roda viva do batente. A clientela exigente. O pouco caso com quem a gente cruza no caminho. Um acidente. Mais uma vítima no chão. Dor e sofrimento acumulados. Mortes. Cenas que se repetem. Insistentemente.

Todo dia parece ser a mesma coisa. A mesma rotina. O mesmo barato que sai caro. Mas é preciso bom senso. Nada de se inquietar com tudo isso. É a vida. Tudo acontece como uma ação motivadora pra gente crescer. Que exige de nós empenho, sacrifício.

Viver é uma arte repleta de desafios. Todo mundo sabe disso. Mas teima em apenas reclamar, esquecendo-se que se fosse diferente, não haveria progresso. Ação. Motivação.

Ao invés de reclamar, de se esgolear, achando que nada muda, devemos é agradecer. Pela maneira com que tudo vem. E tudo passa. Pelo exercício diário de que se propõe o existir, em favor do crescimento. Da melhoria de tudo. E de todos.

A vida é como um barco sobre ondas num mar agitado de preocupações. O bom e velho marinheiro, já cantava Paulinho da Viola – o velho marinheiro sabe levar o barco durante o nevoeiro. O faz com capricho. Devagar. Vencendo o temporal.

Vença os seus temporais. Suas ondas gigantes. Seus problemas. Suas inquietações. Sabe como? Vivendo. Tenha apreço à Vida. E agradeça todo santo instante de poder aprender. Porque se não fosse assim, estaríamos parados no tempo. E perdidos no espaço.

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Para que serve a rotina

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

05 de dezembro de 2018

Todo dia é a mesma rotina. A pressa para o trabalho. O trânsito nervoso. Engarrafamento quilométrico. Calor insuportável. Carro demais nas ruas. Buzinas. Sirenes de ambulância. Gritos de ambulantes. Furto no sinal que fechou. Mais um corpo ensanguentando as manchetes.

É a roda viva do batente. A clientela exigente. O pouco caso com quem a gente cruza no caminho. Um acidente. Mais uma vítima no chão. Dor e sofrimento acumulados. Mortes. Cenas que se repetem. Insistentemente.

Todo dia parece ser a mesma coisa. A mesma rotina. O mesmo barato que sai caro. Mas é preciso bom senso. Nada de se inquietar com tudo isso. É a vida. Tudo acontece como uma ação motivadora pra gente crescer. Que exige de nós empenho, sacrifício.

Viver é uma arte repleta de desafios. Todo mundo sabe disso. Mas teima em apenas reclamar, esquecendo-se que se fosse diferente, não haveria progresso. Ação. Motivação.

Ao invés de reclamar, de se esgolear, achando que nada muda, devemos é agradecer. Pela maneira com que tudo vem. E tudo passa. Pelo exercício diário de que se propõe o existir, em favor do crescimento. Da melhoria de tudo. E de todos.

A vida é como um barco sobre ondas num mar agitado de preocupações. O bom e velho marinheiro, já cantava Paulinho da Viola – o velho marinheiro sabe levar o barco durante o nevoeiro. O faz com capricho. Devagar. Vencendo o temporal.

Vença os seus temporais. Suas ondas gigantes. Seus problemas. Suas inquietações. Sabe como? Vivendo. Tenha apreço à Vida. E agradeça todo santo instante de poder aprender. Porque se não fosse assim, estaríamos parados no tempo. E perdidos no espaço.