agosto 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

agosto 2019

O lixo que se oculta no porão de nossas almas

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

30 de agosto de 2019

O mal que o mundo assiste é o lixo que a gente esconde no porão de nossas almas. Todo ser humano é composto por luz e sombra. Por atos e pensamentos bons e por atitudes ruins e lamentáveis. Temos um poço de ideias virtuosas em nosso interior; mas infelizmente damos mais oportunidades a que o lado sombrio de cada um se revele. Se desnude.

Seja numa ação de violência, em que acentuamos mais o nosso lado animal do que a face angélica que nos permite avançar no mundo.

Por isso, tantos se desentendem. Tantos se provocam. Há mais inveja e orgulho do que os sentimentos de humildade e bondade a exercitarem em nós os compromissos com o amadurecimento.

A lei do amor é a que mais é apregoada pelos sábios e líderes da humanidade. Nosso destino é o alto. A elevação. No entanto, a exemplo de vermes, fazemos questão de nos arrastar na miséria, na dor e no sofrimento, distanciando a iluminação a que todos nos destinamos.

Todos um dia iremos nos aperfeiçoar. Amanhã, daqui a um ano ou mais tempo – nosso futuro é tornar-se dono das riquezas que já estão em nós, como sementes. Preciso é que se trabalhe para que elas se multipliquem em frutos do bem na vida.

Pense nisso.

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Os meses têm cores: setembro é amarelo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

30 de agosto de 2019

Os meses têm cores. Essa ideia de associar uma “cor” a um mês mostrou ser uma boa ferramenta de marketing para conscientizar as pessoas em relação a problemas importantes de saúde.

Quem já não ouviu falar das campanhas do Outubro Rosa (contra o câncer de mama) e do Novembro Azul (contra o câncer de próstata)? Elas servem de alerta para que a pessoa crie uma maior responsabilidade em relação às doenças que mais acometem a humanidade.

Agosto, que está terminando amanhã, deu ênfase à cor laranja, para tratar da esclerose múltipla. Mais de 35 mil brasileiros sofrem dessa doença, quando as células de defesa do organismo atacam o sistema nervoso, causando fadiga, visão embaçada, perda de equilíbrio e outros problemas.

A partir de domingo, será a vez do Setembro Amarelo. Será o mês dedicado ao combate ao suicídio, considerado pela OMS um grave problema de saúde pública. No mundo, há mais de 800 mil suicídios todos os anos.

E esse tem sido o maior problema da sociedade humana, por conta de pessoas que se acham desalentadas e submetidas a um processo de depressão.

É quando perdem a esperança, desacreditam na mudança de expectativa e, movidas por um sentimento mórbido, só pensam em sair da vida.

Os centros de valorização da vida, as clínicas psiquiátricas e as unidades do CAPES – centro de apoio psicosocial – são os que mais recebem pacientes sob forte impacto depressivo.

Nessas ocasiões é preciso ter fé. Acreditar que, vivendo se consegue resolver qualquer problema. Saindo da vida, pelo contrário, amplia-se o drama, já que a vida da alma não se acaba com a morte do corpo. E ao invés de um problema, o suicida acaba acumulando outro. Ainda pior. Pense nisso.

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A faxina de todos nós para o fim-de-semana

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

16 de agosto de 2019

No itinerário comum da vida de todos nós, necessário é dar sempre um tempo para si. Cuidar um pouco do que há de mais essencial que é você mesmo.

Como anda a sua vida? Geralmente, diante de pergunta assim, a pessoa tende a dizer de forma autômata que vai bem, obrigado.

É que ninguém gosta de se desnudar, de se mostrar como é realmente – preocupado com a imagem que os outros possam fazer dele. Mas, verdadeiramente, por melhor que se esteja – na vida profissional, social e na sentimental – há sempre problemas que limitam o nosso dia-a-dia.

Não existe uma só criatura na Terra que viva isenta de problemas. Eles, os problemas, são peças propulsoras de nossa evolução.

Uma dica: aproveite o fim de semana que se aproxima e tire um tempo para uma faxina pessoal. Limpe dos arquivos de sua memória qualquer pensamento indigno, que por ventura queira dominar seu tempo.

Melhore a sua maneira de ver o mundo. Despeje do condomínio de sua mente qualquer ímpeto à violência. Dê uma espanada no que houver de sentimento de tristeza, melancolia, para que o domínio da depressão não venha a residir no condomínio de sua alma.

Faça alguma coisa em favor de outrem. Dedique um pouco do seu tempo para melhorar a relação que você tem com os seus. E saiba que tudo isso é importante para liberar dos arquivos da alma, toda forma insensata de ser, de ver e conviver no mundo.

O mundo pede. A vida exige. E só você é capaz de fazer a sua parte.

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É de esperança que a vida se move

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

14 de agosto de 2019

Ontem, encontrei num projeto que a Associação Peter Pan realiza todas as terças feiras, para interagir com os pais de crianças que estão ali em tratamento, uma senhora que diz ter sido salva da depressão por conta do editorial do Barra Pesada, que apresento na tv.

Ela havia contraído a doença e não tinha mais coragem de viver. Não tinha vontade de sair, de participar de nada – pensou até em se matar. A depressão é doença terrível que, se não for tratada, leva qualquer um a extremos de indiferença.

Pois a senhorinha, que tem uma filha em tratamento de câncer lá na clínica, contou que uma palavra dita aqui, nesse espaço, ajudou-a a modificar a linha de pensamento. A acreditar na vida. A ter esperança de que ela tinha consigo forças para superar a situação. E conseguiu.

A fé é algo mágico que consegue alterar o padrão vibratório de qualquer um, que se conscientize de que somos herdeiros do universo. Temos a capacidade de fazer coisas que imaginamos impossíveis.

Por isso, a história dessa telespectadora pode servir de inspiração a outras pessoas que estejam em momentos difíceis a se levantarem. A vida exige. O mundo pede. Toda criatura nasceu para a luz.

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Futebol já foi esporte proibido pelo Colégio Militar de Fortaleza

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de agosto de 2019

No Ceará, o futebol já foi coisa de segunda categoria. Que o diga o registro do Colégio Militar de Fortaleza que, em 1924, publicou um ofício da direção da escol

a ‘proibindo terminantemente’ os seus alunos da prática desse esporte.

“No Collegio Militar do Ceará os alumnos cultivam vários sports: voley-nall, basket-ball, criquet, natação, equitação, lançamento de disco, lançamento de dardo, corridas a pé, saltos, etc… O ‘foot-ball’ é terminantemente proibido, devido aos inconvenientes que como a prática demonstrou, trazia ao aproveitamento nos estudos” (Álbum, 1924, p.71)

“Naquela época, o aluno era proibido de jogar futebol (…) era um horror um rapaz do Colégio Militar jogar futebol (…) futebol era coisa de segunda classe.” (general Torres de Melo, entrevista… 2006).

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Segurança, o combustível maior das manchetes

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

12 de agosto de 2019

Os assuntos da área da segurança – ou a falta dela – são atualmente o combustível maior das manchetes. O noticiário geral da mídia passou a destacar bem mais fatos dessa, do que de outras áreas. O porquê, todo mundo sabe.

Cresceram os números da violência. Ninguém pode fechar mais os olhos a essa realidade. E querer disfarçá-los seria tapar o sol com a peneira. A violência domina o mundo.

Se a gente pegar como exemplo, o Nordeste, nos sete estados com as maiores taxas de homicídios, as cidades vizinhas às capitais passaram a liderar os rankings estaduais de violência. Por isso, Maracanaú está no topo nacional.

O número de gente que se aliou ao tráfico de drogas é absurdamente grande. A suposta ideia de que é possível se ganhar dinheiro nesse campo criminoso, tem levado centenas de jovens sem nenhum ideal de futuro, a se tornarem escravos de chefes de tráfico. E passaram a assinar um contrato de horror com o caos, desafiando a própria morte.

Por isso, multiplicam-se as manchetes com o registro de suas infelicidades.E se fazemos é, também, uma tentativa de a mídia alertar as autoridades para esse descaminho de tanta gente para a seara da criminalidade. É um grito de socorro a quem é responsável para evitar que, outras vítimas, se aliem a essa terrível miséria social.

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Nada é mais fora de moda que um soneto

Por Nonato Albuquerque em POESIA

10 de agosto de 2019

Nada é mais fora de moda que um soneto.
Eu, de teimoso, insisto sempre em tê-lo.
É que de tudo o que na vida eu prometo
acabo por descumprir a esse meu apelo.

Um soneto é algo antiquado, como amuleto
do ontem que o hoje quer prescrevê-lo,
Mas convive em mim como se fosse um dueto
que imagino apenas só eu consiga lê-lo.

Nessa disputa entre eu e não sei quantos
vou ganhando tempo e sonetos carregando
até que um dia a modernidade me reclame.

Eu sou de eras outras onde poemas e cantos
eram arte de uma arte que irá durar até quando
houver alguém que a faça e alguém que a ame.

®nonato albuquerque

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Meu pai não cabe apenas num verso

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

10 de agosto de 2019

De Meu pai, lembrAnças tenho

que um veRso meu só, não sabe

por Isso mesmo, hoje eu venho

dizer quanto O amo, Deus sabe.

 

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COMO NÃO ME ACHAR RICO?

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, LITERATURA

09 de agosto de 2019

Como não me achar rico?

Se um fio de cabelo meu é capaz de guardar a integralidade do DNA de toda a minha ascendência?.

Se a íris dos meus olhos revela a um bom médico o funcionamento interior de todo meu organismo?

Se as linhas de minhas mãos arquivam o meu passado mais remoto e consegue, de forma quiromântica, revelar meu secreto futuro?

Como não me achar rico, se as células que trabalham em mim funcionam de forma autônoma e harmônica, desde que assim eu busque proceder?

Se minha voz é capaz de nutrir centenas de ouvidos com a inspirada música de meu íntimo?

Eu só não; somos afortunados pelas bênçãos da criação e se insistimos em imitar os anjos decaídos é que não aprendemos a conjugar o verbo ansiado por Deus: amar.

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Maracanaú na trilha do desastre da insegurança

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de agosto de 2019


Uma cidade como Maracanaú, ser considerada a máquina que puxa os vagões das cidades mais violentas do País, é algo considerável terrível para a história do município. Principalmente, porque as causas que levam esse trem a acelerar os números da morte correm por trilhos assentados em uma região fértil, em termos econômicos e que poderia reverter esses benefícios em favor de sua população.

É em Maracanaú que está situado o maior parque das indústrias do Estado, o Distrito Industrial. Isso deveria significar progresso, estendendo-se a sua população que, segundo avalia o Atlas da Violência, é formada por pessoas que ganham menos, cujas moradias são precárias e onde a proporção de jovens, entre 15 e 24 anos, é de quem não estuda e nem trabalha, sendo facilmente recrutados pelas facções criminosas.

Se você fizer uma pesquisa vai descobrir que, desde o surgimento dessas gangues em nosso Estado, as autoridades policiais empreenderam todo o esforço possível para deter a sua escalada. Quem não se lembra dos bailes funks que eram vetados pelo aparelho policial e acabaram migrando para as torcidas uniformizadas.

Mas o trabalho da PM não tem sido suficiente. Afinal, a questão não se resume apenas a identificar e prender os integrantes das facções. É preciso ter um programa de reintegração deles na sociedade. A passagem pelas cadeias e presídios, não muda em nada o comportamento equivocado deles.

Há muito tempo se sabe que o sistema penitenciário brasileiro está falido. Há uma ausência completa de preocupação das autoridades com quem erra. “Errou? Prende. Pronto”. E quando acabar o tempo de cadeia? Eles voltam. Dou um doce a quem disser que um só dessa enorme população carcerária volta com tendências maléficas completamente revertidas.

É preciso um projeto, um planejamento. E, pelo que se vê até aqui, não há luz no fim do túnel dos presídios. E se nada for feito para o controle da falta de segurança, esse trambolho que Maracanaú carrega à frente d=o que é ruim no Brasil – esse pode acabar saindo completamente dos trilhos.

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Maracanaú na trilha do desastre da insegurança

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de agosto de 2019


Uma cidade como Maracanaú, ser considerada a máquina que puxa os vagões das cidades mais violentas do País, é algo considerável terrível para a história do município. Principalmente, porque as causas que levam esse trem a acelerar os números da morte correm por trilhos assentados em uma região fértil, em termos econômicos e que poderia reverter esses benefícios em favor de sua população.

É em Maracanaú que está situado o maior parque das indústrias do Estado, o Distrito Industrial. Isso deveria significar progresso, estendendo-se a sua população que, segundo avalia o Atlas da Violência, é formada por pessoas que ganham menos, cujas moradias são precárias e onde a proporção de jovens, entre 15 e 24 anos, é de quem não estuda e nem trabalha, sendo facilmente recrutados pelas facções criminosas.

Se você fizer uma pesquisa vai descobrir que, desde o surgimento dessas gangues em nosso Estado, as autoridades policiais empreenderam todo o esforço possível para deter a sua escalada. Quem não se lembra dos bailes funks que eram vetados pelo aparelho policial e acabaram migrando para as torcidas uniformizadas.

Mas o trabalho da PM não tem sido suficiente. Afinal, a questão não se resume apenas a identificar e prender os integrantes das facções. É preciso ter um programa de reintegração deles na sociedade. A passagem pelas cadeias e presídios, não muda em nada o comportamento equivocado deles.

Há muito tempo se sabe que o sistema penitenciário brasileiro está falido. Há uma ausência completa de preocupação das autoridades com quem erra. “Errou? Prende. Pronto”. E quando acabar o tempo de cadeia? Eles voltam. Dou um doce a quem disser que um só dessa enorme população carcerária volta com tendências maléficas completamente revertidas.

É preciso um projeto, um planejamento. E, pelo que se vê até aqui, não há luz no fim do túnel dos presídios. E se nada for feito para o controle da falta de segurança, esse trambolho que Maracanaú carrega à frente d=o que é ruim no Brasil – esse pode acabar saindo completamente dos trilhos.