2 de agosto de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

2 de agosto de 2019

A releitura do velho oeste

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de agosto de 2019

É interessante como o tempo passa, o mundo e as coisas evoluem e ações de algumas pessoas continuam tão retrógadas, isto é, tão no passado mudando, às vezes, a forma e o conteúdo. Deixa eu explicar melhor: no velho oeste, os bandidos assaltavam bancos para com o lucro do roubo ampliarem seus negócios excusos. Hoje, os bancos continuam sendo alvo dos maus elementos que fazem desde a detonação de caixas eletrônicos até as famosas saidinhas bancárias.

Naquele tempo, os malfeitores – como eram chamados na época – tinham a mania desgraçada de roubar o meio de transporte das pessoas. E sabe o que eles mais roubavam e furtavam? Os cavalos. O roubo de cavalos era grande. E, muitas vezes, os assaltos se davam à luz do dia, em meio do caminho. Hoje, os bandidos assaltam as motos e carros – carros com não sei quantos cavalos no motor.

O tempo passa e os que promovem o mal continuam a imitar os seus celerados do passado. Se antes, para descobrir a autoria desses crimes, os xerifes se utilizavam de olheiros como testemunhas de acusação, hoje hoje em dia os responsáveis pela segurança pública – polícias civil e militar – contam os modernos olheiros que são as câmeras de segurança em todos os quadrantes das cidades.

O tempo passou. Quem é do mal continua sendo. Mas há bons resultados, a nos dar a esperança de que, assim como nos filmes de faroeste, o bem sempre há de vencer o mal. Mesmo que isso leve tempo. Demande esforço. Mas haverá um “the end” nessa história real, assim como na dos filmes.

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A releitura do velho oeste

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de agosto de 2019

É interessante como o tempo passa, o mundo e as coisas evoluem e ações de algumas pessoas continuam tão retrógadas, isto é, tão no passado mudando, às vezes, a forma e o conteúdo. Deixa eu explicar melhor: no velho oeste, os bandidos assaltavam bancos para com o lucro do roubo ampliarem seus negócios excusos. Hoje, os bancos continuam sendo alvo dos maus elementos que fazem desde a detonação de caixas eletrônicos até as famosas saidinhas bancárias.

Naquele tempo, os malfeitores – como eram chamados na época – tinham a mania desgraçada de roubar o meio de transporte das pessoas. E sabe o que eles mais roubavam e furtavam? Os cavalos. O roubo de cavalos era grande. E, muitas vezes, os assaltos se davam à luz do dia, em meio do caminho. Hoje, os bandidos assaltam as motos e carros – carros com não sei quantos cavalos no motor.

O tempo passa e os que promovem o mal continuam a imitar os seus celerados do passado. Se antes, para descobrir a autoria desses crimes, os xerifes se utilizavam de olheiros como testemunhas de acusação, hoje hoje em dia os responsáveis pela segurança pública – polícias civil e militar – contam os modernos olheiros que são as câmeras de segurança em todos os quadrantes das cidades.

O tempo passou. Quem é do mal continua sendo. Mas há bons resultados, a nos dar a esperança de que, assim como nos filmes de faroeste, o bem sempre há de vencer o mal. Mesmo que isso leve tempo. Demande esforço. Mas haverá um “the end” nessa história real, assim como na dos filmes.