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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

setembro 2019

JORNAIS COMETEM GAFES. E AÍ?

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

29 de setembro de 2019

Os jornais cometem gafes imperdoáveis. Somos humanos, dirão colegas, diante de alguns equívocos. Ninguém é perfeito, admitirão outros na tentativa de minimizar alguns desses erros. Resolvemos postar algumas manchetes que alguns jornais andaram cometendo. A maioria, curiosamente, da editoria policial.

 

 

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Cheque em branco de Fagner ganha moldura do presenteado

Por Nonato Albuquerque em ATUALIDADE, BIZARRICE, MUSICA

28 de setembro de 2019

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Um cheque em branco. Sem data. Apenas com a assinatura de Raimundo Fagner Cândido Lopes. Esse foi o presente que o cantor e compositor cearense deu ao promotor Everardo Silva, o Vevé, pelos seus trabalhos de divulgação de seus shows e discos.

Era um presente de aniversário para que ele preenchesse com a quantia que bem desejasse. Mas Vevé preferiu guardar o cheque. Como um troféu.

Há mais de 40 anos na atividade como divulgador, ele já foi da Odeon, EMI, Warner e outras gravadoras. Consciente no que faz e diz, ele confessa que nunca pensou em preencher o cheque do cantor de “Mucuripe”, por achar que um mimo desses é para ser preservado como troféu de um artista de alma generosa.

“Trabalhar com artistas como Fagner é sempre honroso e eu resolvi guardar o cheque como uma lembrança”, sustenta.

 Em sua sala de trabalho, localizada junto à residência da Alamedas dos Crisântemos, 221, na Cidade 2000, ele reina absoluto com centenas de CDs, long-plays, gravações originais que são privilégio de alguns poucos colecionadores, além de muitas fotografias com artistas diversos que formam o elenco de trabalho de sua atividade.

Vevé, além da bonomia e do conceito que detém entre o pessoal de mídia, é uma figura que preza muito o trabalho com a arte musical e que lhe tem gerado inúmeras satisfações e mimos de nomes famosos. O do Fagner ganhou até moldura, junto à foto do cantor, do produtor e sua esposa Tânia.

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Presídios ajudam a estimular o aperfeiçoamento em criminalidade

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

26 de setembro de 2019

Há mais ou menos duas décadas atrás, ninguém apostaria que bandidos pudessem se unir de forma tão organizada para o cometimento de ações criminosas ao longo do território brasileiro. A realidade atual parece identificar esse erro de prognóstico. As organizações do crime, surgidas no ambiente dos cárceres, provaram que a não separação de presos perigosos com outros de menor relevância, acabou gerando cursos de qualificação para o mal dentro do próprio sistema.

Até então, alguém falar do peso das facções no ambiente social era motivo para ser repreendido, considerando que elas se restrigiam apenas às favelas do Rio de Janeiro e aos assentamentos de países como a Colômbia e Panamá. Ao Paraguai cabia a pecha de nação onde mais se traficava armas e munições.

Pois quando se alertava para o perigo das facções mobilizarem sócios por todo o Brasil, alguns criticavam de que se estava vendo chifre em cabeça de cavalo.

O tempo provou o contrário. As facções dominam muitos Estados. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública listou a presença de 31 facções criminosas nos presídios.

A maior, PCC, nascida em São Paulo, teria cerca de 36 mil membros. A mais antiga delas, o Comando Vermelho, surgida no Rio, tem 20.500 faccionados entre os 53 mil presos do território fluminense.

No Ceará foi gerada a facção GDE – Guardiões do Estado, segundo as autoridades, a principal motivadora dos atuais ataques no Estado. Para combatê-la, a Segurança Pública está transferindo os possíveis líderes para presídios federais.

Pode não ser a solução; mas já é uma atitude que, se tivesse sido posta em prática há tempos atrás, provavelmente, não estaríamos sofrendo os efeitos dessa guerra não declarada – onde quem mais sofre é o cidadão comum.

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Do homo sapiens ao homo deus

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

19 de setembro de 2019

A humanidade, lembra o autor israelense Yuval Noah Harari, em ‘Homo Deus’, sempre conviveu com três grandes flagelos: a peste, a fome e as guerras. Sempre tivemos doenças, amargamos situações difíceis de pobreza e miséria e, claro, se as guerras hoje diminuíram, mas a violência se pulverizou em ações criminosas que rondam o nosso quarteirão. Esse, o salto quântico do ‘homo sapiens’ aos dias atuais do ‘homo deus’.

Mas, apesar desse quadro apocalíptico, o mundo mudou muito. Melhorou, embora alguém possa dizer o contrário.

Avançamos no combate a doenças terríveis como a tuberculose, a hanseaníse e até o câncer já não é visto como a doença que não se conseguia dizer o nome.

A engenharia genética tem permitido ampliar a estimativa de vida. Se há 60 anos era comum viver-se só até 50, 60 anos – o quadro atual mostra que é possível se atingir 90 anos com possibilidade de vida saudável – dado às descobertas da Medicina.

No passado, as religiões orientavam as pessoas a fazerem o bem para ganhar o paraíso e evitar arder no fogo do inferno – como se pensava. Hoje, a visão humanista é de que precisamos alcançar a vida melhor AQUI NA TERRA.

O mundo muda. A vida melhora. Se ainda existe a dor, o sofrimento – é que almas distanciadas desse novo tempo, não avançaram. Não progrediram. E ainda vivem se enlameando no charco da desgraça, movidas por sentimentos pessimistas de ódio e de vingança.

Quem assim ainda vive são aqueles capazes de ainda conviver com os flagelos íntimos da peste, da fome e das suas guerras particulares.

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Um SUSto no agressor de mulher

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

18 de setembro de 2019

O Brasil é um país que precisa ser colocado num divã. Para ser analisado. Em todo canto, idoso merece respeito por uma questão natural; aqui, foi preciso criar um estatuto para definir as regras de trato com a terceira idade.

Em relação à violência doméstica, a própria consciência indica que ela é um ato errôneo, criminoso. Mas no Brasil foi preciso que alguém sofresse na carne a tormenta desse crime para surgir a Lei Maria da Penha.

E bastaria ela, caso houvesse respeito às leis para que os agressores retivessem o braço ou qualquer intenção de bater numa mulher. Mas não; no Brasil, é preciso atingir a forma mais sensível de nos educar: o bolso.

Agora, os agressores de vítimas de violência doméstica serão obrigados a pagar o tratamento dessas mulheres ao Sistema Público de Saúde (SUS).

Com o intuito de reforçar a Lei Maria da Penha, o projeto não deixa brechas para que o agressor saia ileso das consequências de seus atos.

Portanto, independente do ataque ser psicológico, emocional ou físico, o autor será obrigado a arcar com todas as despesas.

Nada disso era preciso, caso o bom senso, a razão e a lógica fossem imperativos do comando cerebral das pessoas. Mas ainda somos reticentes a aprender com o amor ao invés do que dizia Franscisco de Assis: a dor é irmã aliada para educar os que ignoram o sentimento maior da Vida.

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Corações samaritanos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de setembro de 2019

Benza Deus que o exemplo de solidariedade encontre eco em outros corações samaritanos. Que eles possam sair um pouco de si e desdobrar-se em favor de necessitados.

Não apenas os idosos; mas há crianças abandonadas em creches aguardando uma visita amiga. Deficientes físicos necessitando de auxílio para transitar nessa cidade. Desempregados convivendo a depressão da falta de trabalho e sem condições de dar o sustento à família. Mendigos desabrigados de teto, que acabam invisíveis em situação de rua. Jovens precisando ser encaminhados a um projeto que os transforme e evite que o caminho deles se cruze com os dos traficantes.

Ha tanta gente à espera de alguém que possa multiplicar gestos de ajuda. Às vezes, dentro da própria família. Os casais que sofrem com a síndrome do Ninho Vazio, quando filhos crescem, se casam, ganham o mundo e os pais ficam largados à sua solidão.

Há muitas ONGs aguardando mãos de ajuda. Palavras de conforto. Atitudes que reverenciem a Vida como a maior riqueza que o ser humano dispõe para acertar-se na vida como modelo. Como exemplo.

O tempo urge. A vida pede.

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E o destino fez do Super Homem um cadeirante

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

12 de setembro de 2019

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Este setembro amarelo é o mês que se busca conscientizar sobre a questão do suicídio.

Viver é algo fascinante. O ator Christopher Reeve, aquele do Super Homem, quando ficou paraplégico quis morrer. Pediu aos médicos para que fosse feita nele a eutanásia, caso ficasse aleijado.

A mulher do ator reagiu e disse: o quê? Você não se diz o super homem? Pois supere-se.

E aqui ficou latejando na mente dele. Virou mais um cadeirante.

O tempo passou. Christopher começou a patrocinar uma pesquisa sobre células troncos e ele se colocou como cobaia do projeto.

Mas ele dizia que, um dia, ia se levantar. E a um repórter chegou a dizer que data seria.

Pois no dia que ele sinalizou, foi convidado pela ONU para entregar um prêmio ao ministro da Itália e falar de como andavam as pesquisas. Quando terminou, o repórter pediu licença e disse: Mr. Reeve, o senhor sabe que diz é hoje? É a data que o senhor disse que iria se levantar dessa cadeira.

O biógrafo de Reeve conta que os olhos azuis daquele homem de mais de 2 metros de altura brilharam intensamente e dele se ouviu a resposta que poucos souberam avaliar naquele instante: “meu filho. Eu já me levantei DENTRO DE MIM”.

Para quem pensou em se matar, levantar-se desse abismo foi uma vitória.

E alguém já refletiu: o que queria Deus dizer com um super homem CADEIRANTE?

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O mal está com prazo de validade vencido

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

10 de setembro de 2019

O crime compensa?

Claro que a resposta correta é NÃO. Mas diante de tanta ignomínia, de tanta degradação moral, de gente que faz e fica por isso mesmo, há quem pense o contrário. Que roubar, matar, corromper e fazer todo ato indigno, seja o correto.

Como entender que pessoas que tenham cometido atos espúrios, como estupros, assassinatos ou crimes de corrupção, devidamente comprovados, possam ganhar liberdade, assim sem mais nem menos?

É uma questão que a Justiça pode até entender; mas num fica a impressão de que há algo estranho no ar, além dos aviões de carreira – como dizia o Barão de Itararé?

O que dizer de políticos, cobertos de denúncias de corrupção, que roubam o dinheiro do erário público, são descobertos, vão pra cadeia e daí a pouco saem, rindo como se tivessem feito algo notável?

Na verdade, gente, isso só acontece por conta de que a Lei, para alguns, parece uma moeda de duas faces: uma feita para uns poucos – apaniguados, beneficiados pelo poder – e outra, para um tantão assim de gente, que não tem nem onde cair morto.

Num mundo sério, justo, correto – todo erro é passível de cobrança. E a quem mais for dado, mais será cobrado. Pelo menos é o que dizem a lei e os profetas.

A verdade é uma só: está havendo uma higienização da casa chamada Terra, para que se possa identificar o que é joio e o que é trigo.

Por isso, quem for bom, continue fazendo o bem. O mal está com o prazo de validade vencido.

Só não crer quem é da banda podre da humanidade.

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A amarrotada bandeira do Brasil

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de setembro de 2019

O Brasil celebra os 197 anos da Independência.

É um registro importante que está vinculado ao fim do jugo português e deu início ao processo de nossa emancipação.

Comemorada tradicionalmente pelos setores militar e educacional, a data introduziu mais recentemente manifestações desvinculadas desse perfil, como o Grito dos Excluídos numa forma de dar visibilidade ao grosso da população.

Em todo o País, os símbolos marcantes da chamada Semana da Pátria eram estabelecidos pelas demonstrações de apreço aos nosso símbolos. Um deles, no entanto, parece ser desrespeitado na esquina das ruas Marcondes Pereira e Tibúrcio Cavalcante.

A bandeira nacional, bastante amarrotada, rasgada e desgastada, é uma demonstração de falta de apreço de alguma entidade que, infelizmente, desconhece as noções para hasteamento do pavilhão nacional.

Uma outra leitura desse desgaste da bandeira pode sugerir uma ligação com o momento desta Nação, em meio a várias crises, inclusive a econômica, que reflete principalmente o desemprego, o aumento da pobreza e no aprofundamento da miséria, quando mais de 13 milhões de brasileiros sem emprego, vivem ansiando por uma verdadeira independência.

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Do ladrão de galinhas do Cariri aos ladrões cariocas que depenaram os cofres públicos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de setembro de 2019

E a gente pensava que a expressão “ladrão de galinha” fosse coisa do passado. Que estivesse em desuso no Brasil. É que essa categoria de ladrão teria sido extinta com a chegada de políticos e grandes empresários no submundo do crime.

Porque, quem iria se ocupar, hoje em roubar algumas “penosas”, diante dos exemplos fartos de prisões de pessoas que preferem levar caixas eletrônicos ou limpar os cofres públicos.

Ladrão de galinha, então, seria coisa do passado. Mas qual o quê: aqui mesmo no Ceará ainda existe esse tipo de crime, como o ocorrido segunda feira em Juazeiro do Norte.

Um homem furtou seis galinhas e mobilizou a Guarda Civil Metropolitana da terra do Padre Cícero. (OT) Fico pensando no nome de uma operação desse tipo: Operação Penosa? Chicken Chicken? – já que adoram nomes estrangeiros.

Infelizmente, o roubo não mereceu uma denominação como tantas que ocorrem neste País.

As aves foram furtadas de um depósito de reciclagem no bairro Salesiano e o proprietário denunciou o caso.

À semelhança de sherlocks de chiqueiro, a guarda conseguiu apreender cinco das seis galinhas que foram levadas para a cadeia junto com o ladrão.

No mesmo dia, distante da meca do Cariri, na meca do carioca, dois ex-governadores do Rio voltaram a prisão, por terem depenado os cofres da governança do Estado. Hoje, já foram soltos.

Diferente do ladrão de galinha que continua no xadrêz e, também, o patrimônio do seu furto: galinhas que estão no aguardo de um “aves corpus” para que ela voltem a ciscar livremente, outra vez.

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Do ladrão de galinhas do Cariri aos ladrões cariocas que depenaram os cofres públicos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de setembro de 2019

E a gente pensava que a expressão “ladrão de galinha” fosse coisa do passado. Que estivesse em desuso no Brasil. É que essa categoria de ladrão teria sido extinta com a chegada de políticos e grandes empresários no submundo do crime.

Porque, quem iria se ocupar, hoje em roubar algumas “penosas”, diante dos exemplos fartos de prisões de pessoas que preferem levar caixas eletrônicos ou limpar os cofres públicos.

Ladrão de galinha, então, seria coisa do passado. Mas qual o quê: aqui mesmo no Ceará ainda existe esse tipo de crime, como o ocorrido segunda feira em Juazeiro do Norte.

Um homem furtou seis galinhas e mobilizou a Guarda Civil Metropolitana da terra do Padre Cícero. (OT) Fico pensando no nome de uma operação desse tipo: Operação Penosa? Chicken Chicken? – já que adoram nomes estrangeiros.

Infelizmente, o roubo não mereceu uma denominação como tantas que ocorrem neste País.

As aves foram furtadas de um depósito de reciclagem no bairro Salesiano e o proprietário denunciou o caso.

À semelhança de sherlocks de chiqueiro, a guarda conseguiu apreender cinco das seis galinhas que foram levadas para a cadeia junto com o ladrão.

No mesmo dia, distante da meca do Cariri, na meca do carioca, dois ex-governadores do Rio voltaram a prisão, por terem depenado os cofres da governança do Estado. Hoje, já foram soltos.

Diferente do ladrão de galinha que continua no xadrêz e, também, o patrimônio do seu furto: galinhas que estão no aguardo de um “aves corpus” para que ela voltem a ciscar livremente, outra vez.