3 de setembro de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

3 de setembro de 2019

Não basta o servidor ser honesto; ele também precisa parecer honesto

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de setembro de 2019

A natureza humana é muito inconsequente. Contraditória mesmo. Por exemplo: a pessoa faz concurso público para ser agente defensor dos princípios morais e, depois que assume o cargo, revela um comportamento inadequado. Seja cometendo arbítrio no trato da função; seja nivelando-se aos piores marginais, contrariando toda uma filosofia de trabalho.

O caso de policiais flagrados exibindo-se num vídeo com armas e cantando funk, só demonstra uma atitude que se confronta com a imagem que se espera de um agente de segurança.

Ocupantes de cargos públicos têm obrigação indiscutível de saber que eles devem se comportar como a “mulher de César” a quem não basta ser honesta; ela também precisa parecer honesta.

Por isso, diante de fatos que comprometem a honradez de quem fez votos de cumprimento do dever, necessário é que o comando puna a fim de separar o joio do trigo.

Em qualquer órgão público, onde muitos vivem e praticam o dever, aquele que destoa com seu comportamento irregular não pode ter o mesmo tratamento dos que são exemplos de firmeza e honestidade///.

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Não basta o servidor ser honesto; ele também precisa parecer honesto

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de setembro de 2019

A natureza humana é muito inconsequente. Contraditória mesmo. Por exemplo: a pessoa faz concurso público para ser agente defensor dos princípios morais e, depois que assume o cargo, revela um comportamento inadequado. Seja cometendo arbítrio no trato da função; seja nivelando-se aos piores marginais, contrariando toda uma filosofia de trabalho.

O caso de policiais flagrados exibindo-se num vídeo com armas e cantando funk, só demonstra uma atitude que se confronta com a imagem que se espera de um agente de segurança.

Ocupantes de cargos públicos têm obrigação indiscutível de saber que eles devem se comportar como a “mulher de César” a quem não basta ser honesta; ela também precisa parecer honesta.

Por isso, diante de fatos que comprometem a honradez de quem fez votos de cumprimento do dever, necessário é que o comando puna a fim de separar o joio do trigo.

Em qualquer órgão público, onde muitos vivem e praticam o dever, aquele que destoa com seu comportamento irregular não pode ter o mesmo tratamento dos que são exemplos de firmeza e honestidade///.