28 de setembro de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

28 de setembro de 2019

Cheque em branco de Fagner ganha moldura do presenteado

Por Nonato Albuquerque em ATUALIDADE, BIZARRICE, MUSICA

28 de setembro de 2019

https://twitter.com/..

Um cheque em branco. Sem data. Apenas com a assinatura de Raimundo Fagner Cândido Lopes. Esse foi o presente que o cantor e compositor cearense deu ao promotor Everardo Silva, o Vevé, pelos seus trabalhos de divulgação de seus shows e discos.

Era um presente de aniversário para que ele preenchesse com a quantia que bem desejasse. Mas Vevé preferiu guardar o cheque. Como um troféu.

Há mais de 40 anos na atividade como divulgador, ele já foi da Odeon, EMI, Warner e outras gravadoras. Consciente no que faz e diz, ele confessa que nunca pensou em preencher o cheque do cantor de “Mucuripe”, por achar que um mimo desses é para ser preservado como troféu de um artista de alma generosa.

“Trabalhar com artistas como Fagner é sempre honroso e eu resolvi guardar o cheque como uma lembrança”, sustenta.

 Em sua sala de trabalho, localizada junto à residência da Alamedas dos Crisântemos, 221, na Cidade 2000, ele reina absoluto com centenas de CDs, long-plays, gravações originais que são privilégio de alguns poucos colecionadores, além de muitas fotografias com artistas diversos que formam o elenco de trabalho de sua atividade.

Vevé, além da bonomia e do conceito que detém entre o pessoal de mídia, é uma figura que preza muito o trabalho com a arte musical e que lhe tem gerado inúmeras satisfações e mimos de nomes famosos. O do Fagner ganhou até moldura, junto à foto do cantor, do produtor e sua esposa Tânia.

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Cheque em branco de Fagner ganha moldura do presenteado

Por Nonato Albuquerque em ATUALIDADE, BIZARRICE, MUSICA

28 de setembro de 2019

https://twitter.com/..

Um cheque em branco. Sem data. Apenas com a assinatura de Raimundo Fagner Cândido Lopes. Esse foi o presente que o cantor e compositor cearense deu ao promotor Everardo Silva, o Vevé, pelos seus trabalhos de divulgação de seus shows e discos.

Era um presente de aniversário para que ele preenchesse com a quantia que bem desejasse. Mas Vevé preferiu guardar o cheque. Como um troféu.

Há mais de 40 anos na atividade como divulgador, ele já foi da Odeon, EMI, Warner e outras gravadoras. Consciente no que faz e diz, ele confessa que nunca pensou em preencher o cheque do cantor de “Mucuripe”, por achar que um mimo desses é para ser preservado como troféu de um artista de alma generosa.

“Trabalhar com artistas como Fagner é sempre honroso e eu resolvi guardar o cheque como uma lembrança”, sustenta.

 Em sua sala de trabalho, localizada junto à residência da Alamedas dos Crisântemos, 221, na Cidade 2000, ele reina absoluto com centenas de CDs, long-plays, gravações originais que são privilégio de alguns poucos colecionadores, além de muitas fotografias com artistas diversos que formam o elenco de trabalho de sua atividade.

Vevé, além da bonomia e do conceito que detém entre o pessoal de mídia, é uma figura que preza muito o trabalho com a arte musical e que lhe tem gerado inúmeras satisfações e mimos de nomes famosos. O do Fagner ganhou até moldura, junto à foto do cantor, do produtor e sua esposa Tânia.