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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

setembro 2019

Não basta o servidor ser honesto; ele também precisa parecer honesto

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de setembro de 2019

A natureza humana é muito inconsequente. Contraditória mesmo. Por exemplo: a pessoa faz concurso público para ser agente defensor dos princípios morais e, depois que assume o cargo, revela um comportamento inadequado. Seja cometendo arbítrio no trato da função; seja nivelando-se aos piores marginais, contrariando toda uma filosofia de trabalho.

O caso de policiais flagrados exibindo-se num vídeo com armas e cantando funk, só demonstra uma atitude que se confronta com a imagem que se espera de um agente de segurança.

Ocupantes de cargos públicos têm obrigação indiscutível de saber que eles devem se comportar como a “mulher de César” a quem não basta ser honesta; ela também precisa parecer honesta.

Por isso, diante de fatos que comprometem a honradez de quem fez votos de cumprimento do dever, necessário é que o comando puna a fim de separar o joio do trigo.

Em qualquer órgão público, onde muitos vivem e praticam o dever, aquele que destoa com seu comportamento irregular não pode ter o mesmo tratamento dos que são exemplos de firmeza e honestidade///.

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A violência tem outros rostos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, SEGURANÇA

02 de setembro de 2019

Fala-se muito da violência da cidade e, nela, inclui-se quase sempre perfis de pessoas com algum tipo de agressividade. Jovens tomado pelas drogas, arruaceiros de fim-de-semana, bêbados ao volante, indivíduos com antecedentes criminais – um misto de gente sem caráter com nenhuma dose de confiança. Mas a violência tem outros rostos.

O do marido ou namorado que destrata a pessoa amada, com palavras e violência física, é tão ou mais irresponsável quanto aquele famigerado que agride pessoas para tirar-lhes um celular.

O jovem torcedor de futebol que atrai para si o ódio do adversário – só porque torce outro time – propõe, com sua atitude, um potencial de agressividade a somar violência no fim das contas.

Quem usa as redes sociais para destilar raiva contra oponentes, só porque têm pensamentos divergentes do seu, nada mais é que um estimulador da miséria que acelera os números da violência.

Nem sempre, o bandido contumaz, o assassino deliberado e o desgraçado malfeitor são isoladamente os fomentadores da violência. No ambiente doméstico, o vírus desse mal está inserido na relação dos membros da família.

No trânsito caótico há sempre alguém significando risco enquanto se desloca no seu veículo. E até naquele que destrata o seu semelhante, por se achar melhor do que ele, todos são parte desse câncer chamado violência. E que só a Educação do EU, detém a melhor forma de medicação para o seu melhor combate.

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A violência tem outros rostos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, SEGURANÇA

02 de setembro de 2019

Fala-se muito da violência da cidade e, nela, inclui-se quase sempre perfis de pessoas com algum tipo de agressividade. Jovens tomado pelas drogas, arruaceiros de fim-de-semana, bêbados ao volante, indivíduos com antecedentes criminais – um misto de gente sem caráter com nenhuma dose de confiança. Mas a violência tem outros rostos.

O do marido ou namorado que destrata a pessoa amada, com palavras e violência física, é tão ou mais irresponsável quanto aquele famigerado que agride pessoas para tirar-lhes um celular.

O jovem torcedor de futebol que atrai para si o ódio do adversário – só porque torce outro time – propõe, com sua atitude, um potencial de agressividade a somar violência no fim das contas.

Quem usa as redes sociais para destilar raiva contra oponentes, só porque têm pensamentos divergentes do seu, nada mais é que um estimulador da miséria que acelera os números da violência.

Nem sempre, o bandido contumaz, o assassino deliberado e o desgraçado malfeitor são isoladamente os fomentadores da violência. No ambiente doméstico, o vírus desse mal está inserido na relação dos membros da família.

No trânsito caótico há sempre alguém significando risco enquanto se desloca no seu veículo. E até naquele que destrata o seu semelhante, por se achar melhor do que ele, todos são parte desse câncer chamado violência. E que só a Educação do EU, detém a melhor forma de medicação para o seu melhor combate.