4 de outubro de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

4 de outubro de 2019

É tempo de humanizar bichos e homens

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de outubro de 2019

Houve um tempo em que homens e bichos não se davam muito bem. Embora precisasse deles – para alimentar-se, vestir-se e fazer companhia -, a maioria dos humanos sempre teve vocação para caçá-los, aprisioná-los ou matá-los pelo simples prazer de matar. Os animais mais ferozes sempre viveram sob a mira de armas. Era uma guerra interminpável. Por espaço, por defesa e até por uma simples vocação de matar para se sentir poderoso.

Quantas vezes não se fez safáris no velho continente africano, apenas para sentir o prazer de matar manadas de elefantes, fazer uma foto ao lado de um leão abatido ou mesmo o velho hábito de criança e de jovens que, pelos sertões deste País, promoviam caçadas a aves para mante-las em cativeiro.

Esse tempo, pouco a pouco, vem mudando. As gaiolas de passarinhos são abolidas das residências. Mantê-los em cativeiro é probido. Caça predatória é crime. Matar elefantes para negociar o marfim, tudo isso parece coisa do passado.

Hoje, buscamos nos domesticar ao lado de animais de estimação, como cães e gatos, que subiram na cotação de apreço de muitas famílias. Atualmente, eles são mais protegidos e detém mais cuidados nos petshops do que muita criança por aí.

Não se está condenando essa atitude dos homens para com os animais. Neste 4 de outubro, dia dos animais, a gente certifica que esses seres, ditos irracionais, ganham cada vez mais defensores para que eles possam desfrutar também de condições de liberdade e apreço.

Francisco de Assis, o mais popular santo, venerado neste 4 de outubro, foi o mensageiro maior dessa defesa da vida. E se avançamos em termos de melhor convivência com os animais, falta agora apenas o bicho homem cuidar melhor de si – já que, hoje em dia, ele passou a caçar seres humanos, da mesma espécie, enquanto os animais cada vez mais se humanizam.

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É tempo de humanizar bichos e homens

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de outubro de 2019

Houve um tempo em que homens e bichos não se davam muito bem. Embora precisasse deles – para alimentar-se, vestir-se e fazer companhia -, a maioria dos humanos sempre teve vocação para caçá-los, aprisioná-los ou matá-los pelo simples prazer de matar. Os animais mais ferozes sempre viveram sob a mira de armas. Era uma guerra interminpável. Por espaço, por defesa e até por uma simples vocação de matar para se sentir poderoso.

Quantas vezes não se fez safáris no velho continente africano, apenas para sentir o prazer de matar manadas de elefantes, fazer uma foto ao lado de um leão abatido ou mesmo o velho hábito de criança e de jovens que, pelos sertões deste País, promoviam caçadas a aves para mante-las em cativeiro.

Esse tempo, pouco a pouco, vem mudando. As gaiolas de passarinhos são abolidas das residências. Mantê-los em cativeiro é probido. Caça predatória é crime. Matar elefantes para negociar o marfim, tudo isso parece coisa do passado.

Hoje, buscamos nos domesticar ao lado de animais de estimação, como cães e gatos, que subiram na cotação de apreço de muitas famílias. Atualmente, eles são mais protegidos e detém mais cuidados nos petshops do que muita criança por aí.

Não se está condenando essa atitude dos homens para com os animais. Neste 4 de outubro, dia dos animais, a gente certifica que esses seres, ditos irracionais, ganham cada vez mais defensores para que eles possam desfrutar também de condições de liberdade e apreço.

Francisco de Assis, o mais popular santo, venerado neste 4 de outubro, foi o mensageiro maior dessa defesa da vida. E se avançamos em termos de melhor convivência com os animais, falta agora apenas o bicho homem cuidar melhor de si – já que, hoje em dia, ele passou a caçar seres humanos, da mesma espécie, enquanto os animais cada vez mais se humanizam.