29 de outubro de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

29 de outubro de 2019

O HOMEM PERDEU O ENDEREÇO DE DEUS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

29 de outubro de 2019

Um velho sacerdote, desses que ainda usam batina e inclui em seus sermões a necessidade de colocar em prática os dois primeiros mandamentos, afirmou recentemente que o homem perdeu o endereço de Deus.

Que apesar de termos desenvolvido os recursos da mais moderna tecnologia; de termos prolongado a estimativa de vida; criado máquinas velozes que encurtam as distâncias – apesar disso, não avançamos um milímetro em busca de ajudar alguém necessitado.

Nos dizemos cristãos, mas ainda ambientamos em nós os germes do orgulho, da vaidade, do egoísmo e do ciúme – capazes de acender em nós o fogo da discórdia até mesmo contra nossas melhores afeições. Por isso, as discussões banais que nos levam ao crime; o mau uso dos inventos, a ponto de transformá-los em armas de morte, como o carro e a moto quando mau dirigidos.

Pois apesar de todo o avanço, o homem perdeu o endereço de Deus, como dizia o sábio sacerdote. Dizemos que amamos, que temos Deus no coração, mas basta alguém dizer algo que nos desagrade para acordar em nós a fera ferida que não concebe nunca perdoar o outro, como expressa a lei divina.

O velho religioso está coberto de razão. Vivemos num mundo, melhor do que há algum tempo atrás, mas só buscamos Deus quando a doença incurável nos bate a porta ou quando as tragédias se acercam de nós e sentimos a proximidade dessa velha inimiga chamada morte.

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O HOMEM PERDEU O ENDEREÇO DE DEUS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

29 de outubro de 2019

Um velho sacerdote, desses que ainda usam batina e inclui em seus sermões a necessidade de colocar em prática os dois primeiros mandamentos, afirmou recentemente que o homem perdeu o endereço de Deus.

Que apesar de termos desenvolvido os recursos da mais moderna tecnologia; de termos prolongado a estimativa de vida; criado máquinas velozes que encurtam as distâncias – apesar disso, não avançamos um milímetro em busca de ajudar alguém necessitado.

Nos dizemos cristãos, mas ainda ambientamos em nós os germes do orgulho, da vaidade, do egoísmo e do ciúme – capazes de acender em nós o fogo da discórdia até mesmo contra nossas melhores afeições. Por isso, as discussões banais que nos levam ao crime; o mau uso dos inventos, a ponto de transformá-los em armas de morte, como o carro e a moto quando mau dirigidos.

Pois apesar de todo o avanço, o homem perdeu o endereço de Deus, como dizia o sábio sacerdote. Dizemos que amamos, que temos Deus no coração, mas basta alguém dizer algo que nos desagrade para acordar em nós a fera ferida que não concebe nunca perdoar o outro, como expressa a lei divina.

O velho religioso está coberto de razão. Vivemos num mundo, melhor do que há algum tempo atrás, mas só buscamos Deus quando a doença incurável nos bate a porta ou quando as tragédias se acercam de nós e sentimos a proximidade dessa velha inimiga chamada morte.