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Fevereiro 2020 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Fevereiro 2020

Os livros que podem vir a ser censurados nesses tempos de hoje

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, BIZARRICE, Sem categoria

07 de Fevereiro de 2020

Pelo que se viu em Rondônia – o governo censurando mais de 40 livros por conter ‘viés ideológico’, entre as quais “Os Sertões” de Euclides da Cunha, “Macunaíma” de Mário de Andrade e até Machado de Assis – dá pra se prever o que vem por aí.  Lista dos livros que os censores devem estar selecionando (mesmo sem ter lido nenhum deles) e que podem ser recolhidos das bibliotecas e livrarias e a justificativa do pessoal da censura.

Tarzan – de Edgar Rice Bourroghs – por mostrar um personagem que impede que o agronegócio se desenvolva na floresta.

Alice no País das Maravilhas – de Lewis Carrol – por conta da menina que vive se lombrando e vendo coisas que não existe.

Os Lusíadas – de Camões – porque na capa do livro tem PT, que embora se refira ao País de origem do autor, na verdade, é mais um seguidor do Lula livre.

E Isso é Homem! – de Primo Levi – é uma biografia não autorizada de um dos filhos do nosso capitão…

Em busca do Tempo Perdido – de Marcel Proust – por instigar o povo a procurar o passado quando o PT governava o País.

O Estrangeiro – de Albert Camus – por ser uma biografia do Greenwald.

Ensaio sobre a Cegueira – de José Saramago – segundo os censores, por reportar-se aos eleitores de Bolsonaro.

Terra Sonâmbula – de Mia Couto – por descrever de forma deformada nossa Pátria Armada, Brasil.

Memória de Minhas Putas Tristes – de Gabriel Garcia Marquez – que se não bastasse o título, ele é admirador de Cuba de Fidel.

Sobre os Ossos dos Mortos  -= de Olga Tokarczuk- porque, segundo o “el capitán”, não existiu tortura em 1964.

A Revolução dos Bichos – de George Orwel – Na verdade, essa é um forma de querer enganar a censura do ano 2020. O autor queria dizer era das bichas.

Iracema – de José de Alencar – que mostra uma índia se engavidando com o “guerreiro branco” e tendo um filho Moacir, em desrespeito à campanha da ministra Damares para que todo jovem faça abstinência sexual.

A Sutil Arte de Ligar o Foda-se – Mark Manson – Tá na cara que é um livro contra nosso mito.

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A dor das mães que abandonam o filho recém-nascido

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de Fevereiro de 2020

A dor de alguém só é mensurada, só é medida, por quem a sofre. Eu não posso avaliar a sua dor, nem você a minha, porque é algo muito pessoal. Por isso, nunca não se deve aproveitar a tragédia que alguém convive e fazer prejulgamento.

Uma mãe que lança fora o filho recém-nascido, no mínimo no mínimo, deva estar passando por alguma situação que estamos longe de avaliar.

É comum, a gente apontar o dedo acusador; viborar uma praga contra a atitude desalmada. Mas poucos param para refletir: o que terá levado essa mulher a largar o fruto de uma relação.

Toda vez que surge um caso desses na imprensa, , eu me lembro da jovenzinha que trabalhava em casa de família; apaixonou-se por quem despertou nela a afeição e a relação avançou para a gravidez.

Do trabalho dela, dependia o sustento da mãe viúva, dos irmãos menores e a toda a despesa da casa. A madame, para quem ela prestava serviço, foi logo avisando que ela abortasse – desconhecendo não só as leis judiciais sobre esse tipo de crime, mas as consequências extrafísicas de quem comete esse equívoco.

A jovenzinha teve o filho, mas para evitar perder o emprego, colocou-o numa caixa de sapatos, deixou-o à porta de uma residência, sob a pressão ameaçadora da patroa.

Como esse, há casos de pais que ameaçam a filha que engravidou sem se casar. De mulheres cujos amantes ameaçam abandoná-las caso ela não aborte. De mães que, por questão financeira, doam os filhos e passam a viver o inferno desse ato, além das que são enxotadas de casa e vão se prostituir na rua para sobreviver.

Atire a primeira pedra, aquele que nunca passou por um drama qualquer.

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A Veneza que vira Fortaleza quando chove

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

05 de Fevereiro de 2020

Eita que foi um pau dágua que desabou na cidade, esta manhã. Pra variar, os problemas de sempre. Alagamentos, congestionamentos, dificuldade para se chegar aos locais de compromissos. Mas isso é bom; afinal, para quem já suportou 7 anos de estiagem, o cearense deve é louvar os céus pelas bênçãos do inverno. Problemas, eles existem para que utilizemos a nossa capacidade criativa e posamos superá-los. Que a cidade vive o drama das enxurradas, não é privilégio só de Fortaleza. Outras capitais, também. Aqui, a irreverência e o humor do cearense transforma tudo em piada.

Hoje, nas redes sociais alguém escreveu que Fortaleza é a capital mais internacional do País. Não é atoa que temos aqui a ponte dos ingleses; o jardim japonês; o parque americano, a Praça Portugal, um trânsito indiano – e, quando chove, como hoje – a cidade vira Veneza, tomada pelas águas copia a cidade italiana de Veneza.

Se o problema todo da cidade fosse esse, isso num seria nada. Terrível é conviver com uma Fortaleza que é violenta, onde por qualquer coisa se briga, se mata e, até entre os políticos, demonstram não ter respeito, ética e bom senso como no episódio da invasão da Câmara com um secretário de segurança municipal – que ninguém nem sabia que tinha isso – e faz ameaça a um colega.

Que chova muito e que as águas consigam levar para o esgoto do esquecimento esse tipo de gente que não tem polidez para respeitar o povo.

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A Veneza que vira Fortaleza quando chove

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

05 de Fevereiro de 2020

Eita que foi um pau dágua que desabou na cidade, esta manhã. Pra variar, os problemas de sempre. Alagamentos, congestionamentos, dificuldade para se chegar aos locais de compromissos. Mas isso é bom; afinal, para quem já suportou 7 anos de estiagem, o cearense deve é louvar os céus pelas bênçãos do inverno. Problemas, eles existem para que utilizemos a nossa capacidade criativa e posamos superá-los. Que a cidade vive o drama das enxurradas, não é privilégio só de Fortaleza. Outras capitais, também. Aqui, a irreverência e o humor do cearense transforma tudo em piada.

Hoje, nas redes sociais alguém escreveu que Fortaleza é a capital mais internacional do País. Não é atoa que temos aqui a ponte dos ingleses; o jardim japonês; o parque americano, a Praça Portugal, um trânsito indiano – e, quando chove, como hoje – a cidade vira Veneza, tomada pelas águas copia a cidade italiana de Veneza.

Se o problema todo da cidade fosse esse, isso num seria nada. Terrível é conviver com uma Fortaleza que é violenta, onde por qualquer coisa se briga, se mata e, até entre os políticos, demonstram não ter respeito, ética e bom senso como no episódio da invasão da Câmara com um secretário de segurança municipal – que ninguém nem sabia que tinha isso – e faz ameaça a um colega.

Que chova muito e que as águas consigam levar para o esgoto do esquecimento esse tipo de gente que não tem polidez para respeitar o povo.