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ARTIGO Archives - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

ARTIGO

TUDO MUDA

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

31 de julho de 2020

Não olhe agora, mas tem algo mudando aí perto de você. Até na leitura desse texto. Tudo na vida muda. Tudo está em evolução.

Do começo dessa conversa nossa até aqui, o tempo mudou. Se você olhar lá fora, as nuvens já mudaram de lugar. Ganharam outras formas.

A vida é essa multiplicidade de mudanças. Da criança que engatinha ao homem amadurecido, estamos constantemente mudando.

A Natureza é a maior prova de que tudo está em transformação. Nada é estático. Tudo cresce. Tudo vibra. Tudo caminha. Tudo volta.

No indivíduo humano, mudança é o convite para a renovação. Há períodos de reciclagem, mesmo quando achamos que a vida parou.

Você já notou como tem mudado seu rosto, nos últimos tempos? Como você aprendeu mais coisas lendo, ouvindo, estudando?

Então, inclua-se no rol das mudanças. Adapte-se ao tempo novo. Quem fica parado é poste. Água que não corre, se pantaniza. Trânsito que não anda, congestiona. Mente que não trabalha, adoece.

Tudo muda, todo tempo. De quando nascemos até o dia em que mudamos para uma nova e esperançada dimensão.

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Assim como no baralho, as cartas não mentem jamais

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

27 de Abril de 2020

Encontraram uma garrafa com uma carta na beira de uma praia semi-deserta por conta da pandemia.

O teor dela:

“Planeta Terra, abril do ano da desgraça do corona

Quem tomar conhecimento dessa missiva, se cuide. Uma pandemia grassa na Terra; pouca gente notou que ela é a anunciada Terceira Guerra.

O inimigo é invisível. Ele nos forçou a um toque de recolher.

As fábricas, o comércio, as escolas e até as igrejas, NADA FUNCIONA. Nem o comércio ambulante.

Nossas casas foram transformadas em trincheiras.

A estratégia de guerra, não coube serem traçadas pelas forças militares, mas a médicos, paramédicos, enfermeiros – o verdadeiro exército da Salvação desse tempo

Pelas contas do noticiário, a guerra matou muitos. Velhos, jovens e até crianças.

Mas como todas as tragédias, essa nos  acordou para o exercício da solidariedade. Nossos corações multiplicaram ajuda as mais necessitadis,

Os que teimaram em sair de suas trincheiras, acabaram infectados. E inflacionando os números da morte.

Eram inúmeras as valas. Algumas lembravam o cenário dantesco da Alemanha nazista enterrando os corpos das vítimas do holocausto. E como na II GUERRA, haviam artistas como MARLENE DIETRICH que faziam apresentações ao vivo.

Eu tenho a impressão de que os que sobreviverem a essa pandemia serão novos homens e mulheres, dispostos a se integrarem às lutas contra todo tipo de mal; abnegando-se à prática do BEM.

O mundo, eu sinto, não sera o mesmo depois da Covid-19.

Mas para que isso aconteça, almejo que é preciso cada um tomar consciência de sua responsabilidade. É preciso deixar que o sol DO NOVO TEMPO, surja primeiro nos corações dos que madrugam a esperança do futuro. Um tempo que deva ser plural. De igualdade para todos. Onde não vai haver religiões dividindo as pessoas. Partidos, fomentando a intolerância.

TUDO vai depender dos que tiverem respeito à vida. A sua e a dos outros.

Assinado: uma vítima do coronavírus em alto mar (que sobreviveu)

Eu li e me lembrei de que, como no baralho, as cartas não mentem jamais!

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Retrato falado de um homem chamado Jesus

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

09 de Abril de 2020

Um excluído, cidadão de uns 33 anos, é preso, torturado e executado de forma arbitrária. Seu julgamento durou menos de 24 horas, entre a prisão e a morte, assistida por dezenas de pessoas. O crime pelo qual foi condenado não ficou bem definido.  Há suspeitas de que ele vivia à margem da lei. Que pregou uma nova ordem social, na qual as pessoas deveriam viver no Bem, na Esperança e na Caridade.”

Ousado, ele chegou a incitar as multidões a abandonarem os vícios e as maldades do ódio e da violência. Seus algozes o acusaram de andar em

bando, com uma espécie de gangue que chegara a danificar um templo religioso, expulsando os comerciantes que, segundo ele, assaltavam o consumidor no peso e no no preço.

Preso pelas milícias oficiais, depois de várias tentativas frustradas, esse homem quase foi linchado pela multidão, a qual ele assistiu durante três sucessivos anos, ensinando regras de comportamento ético e de uma vida saudável para o corpo e para o espírito.

Foi a ajuda de um integrante de seu grupo, por meio do expediente da delação, que deu à polícia a chance de localizá-lo. Sua prisão não obedeceu a nenhum critério da lei ou respeito aos direitos humanos.

Sua identidade é bastante conhecida, mas há em torno dele um grande mistério. Partidários e até inimigos são unânimes em garantir que ele sempre se portou em favor dos pobres, doentes, assassinos, prostitutas e miseráveis, tendo anunciado a Justiça em defesa dos oprimidos.

Esse homem, sem residência fixa e cujo destino todos ignoravam, costumava atrair multidões às praças e aos logradouros onde pregava lições que jamais foram ouvidas da boca de alguém: o dever de amar os inimigos; esquecer pai e mãe para segui-lo; a promessa de um lugar no paraíso para os pobres de espírito; a igualdade dos povos e a sua filiação divina; a crença de que todos somos deuses, além de buscar fazer pelo outro aquilo que desejaríamos que nos fizessem.

Preso, torturado e executado em via pública, num local denominado Morro da Caveira, esse homem mereceu o registro maior de todas as violências.

Seu nome: Jesus.
Seu crime: ter amado a humanidade.

 

Texto de Nonato Albuquerque

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O RÁDIO EM ‘HOME OFFICE’ PARA ESSE HISTÓRICO MOMENTO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de Março de 2020


Foi tão boa a repercussão da minha postagem no Facebook, sobre a montagem de um estúdio móvel da Tribuna Band News, em minha residência. É desse local que, a partir de segunda feira, passo a transmitir a minha participação no PRIMEIRA EDIÇÃO, ao lado de Karla Moura, também direto de casa, num trabalho que visa atender às exigências de isolamento social, mas sem jamais desligar-se do foco e da responsabilidade jornalística de informar. 

Em pouco mais de uma hora tivemos 259 acessos parabenizando a ideia do Sistema Jangadeiro em fazer com que os ouvintes não fiquem ausentes do nosso contato. 

Agradeço as seguintes referências: 

 

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AS VOZES PROFÉTICAS DO CORONAVÍRUS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de Março de 2020

“Atualmente, o maior risco de uma catástrofe global está em um vírus altamente infeccioso, não uma guerra. Se algo matar 10 milhões de pessoas nas próximas décadas, serão micróbios e não mísseis”. Parece uma frase da semana passada sobre o coronavírus, mas foi Bill Gates que disse isso em… 2015.

Há pessoas visionárias, capazes de prenunciar o futuro a partir da avaliação do presente. Bill Gates, o revolucionário da informática, tem essa visão. Quando indagado há 10 anos atrás, se ele temia uma guerra nuclear entre nações beligerantes, Gates mostrou que a sociedade humana descartaria uma ofensiva de mísseis e somente um vírus altamente infeccioso pararia o Planeta.

Assim como Bill Gates, outro gênio – e agora do Brasil, o cantor e compositor Raul Seixas, vaticinou na música “O Dia em que a Terra parou”, uma imagem que parece cair como uma luva nos dias de hoje.

Na música, ele narra um sonho que teve, onde as pessoas ficariam confinadas em casa e já não se veriam trabalhadores indo ao trabalho, donas de casa indo comprar pão, igrejas esvaziadas, salas de aula sem a presença de alunos… tudo numa visão que a gente pode considerar profética e que, infelizmente, estamos todos vivendo.

O que vai resultar dessa provação, certamente, pode servir de lição para que as pessoas sejam menos individualistas. Mais sensíveis a prevenção de doenças e, quem sabe, consiga freiar a ganância do homem materialista, que só pensa no lucro e esquece a solidária forma de servir uns aos outros.

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A sexta feira, 13 do coronavírus

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de Março de 2020

Em outros tempos, a sexta 13 era sinal de mau agouro. Superstição que os tempos modernos já afastaram. O mundo evoluiu; muito embora isso não queira dizer que não tenha ainda quem evite passar debaixo de uma escada, levantar-se com o pé direito, bater 3 vezes na madeira diante de qualquer superstição que evoque as mais antigas tradições.

Nesta sexta 13, o que predomina é o receio com essa pandemia do coronavírus que já afeta a rotina de muita gente. Asilos de mendicidade, como o Lar Torres de Melo, cancelou visitas de pessoas aos internos, porque os idosos são os mais sensíveis à expansão do vírus.

Fiéis de várias doutrinas estão se cercando de cuidados, como evitar os cumprimentos no final da missa. Algumas religiões, como a dos Mórmons, chegaram a cancelar os eventos – a partir de orientação da matriz nos EUA.

Viajar para o exterior, só se for doido. Por isso, agências de viagens estão refazendo os compromissos agendados para os próximos meses. Não é o medo que leva a tais circunstâncias; mas uma atitude pensada e repensada de que é preciso se prevenir.

Enquanto o coronavírus faz a gente repensar em atitudes assim, é preciso lembrar que outros bichos mais assustadores nos rondam como o sarampo – e hoje termina a vacinação para a faixa etária de 5 a 19 anos -, além de outras mazelas que nos cercam, convidando-nos a sermos mais cuidadosos. A vida pede. A vida exige.

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O cáctus e a lagarta

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

10 de Março de 2020

Você é uma daquelas pessoas que, na hora H, quando é mais preciso controle, você perde a paciência? Então, calma! A paciência é a ciência da paz.

Deixa eu lhe contar uma historinha que se aplica a isso:

Um homem viajou vários quilômetros até a uma aldeia onde morava um sábio mestre. Fora lá, tocado pela dúvida de que Deus se equivocara em lhe atender uma rogativa.

O mestre foi prudente e disse: – Deus não erra, meu filho! O que foi que aconteceu?

O viajante explicou que, durante muitos dias, rezara ao Senhor fazendo dois pedidos: que lhe enviasse uma flor e uma borboleta. Era um presente simples que gostaria de ganhar dos céus.

Um dia, uma pessoa pediu para pernoitar em sua casa e, dia seguinte, como prova de gratidão pela hospitalidade, lhe deixara um cactus feioso e uma horrível lagarta.

“Ele garantia ser homem do Senhor e que apenas cumpria os designos de Deus”.

Ao ouvir aquilo, o sábio sorriu e chegou a essa conclusão:

“Paciência é o que deseja Deus exercitar em seu servo, premiando-lhe dessa forma. Volte para casa e verá que do bruto cáctus há de ter surgido a mais linda flor que a Terra já viu. E a horrível lagarta já se transmutou na mais linda borboleta já vista”.

Ao retornar a casa, o viajante confirmou tudo isso e concluiu que para tudo o que se deseja ter e ser, Deus só nos pede um pouco de paciência.

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Uma delegacia especializada em investigar desaparecidos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de Março de 2020

Vocês já notaram como somem pessoas numa cidade como a nossa? São crianças que desaparecem e deixam os pais aflitos. Velhos que não souberam voltar para casa devido a problemas de memória. Pessoas sequestradas por facções e até, maridos que sairam pra comprar cigarros e nunca voltaram.

O que pouca gente sabe é que, em Fortaleza, há uma delegacia especializada no trato de desaparecidos. É a 12ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. Ela foi criada há um ano e 8 meses e investiga casos de pessoas desaparecidas.

Em casos de sumiço de pessoas, há um mito de que é necessário aguardar um tempo mínimo para comunicar a Polícia sobre o desaparecimento. Pois ela veio quebrar o paradigmas das 24 horas. Quanto mais rápido for acionada, maiores as chances de se localizar a pessoa.

Em um ano, a delegacia investigou 579 casos de desaparecimentos ocorridos em Fortaleza e Região Metropolitana de Fortaleza. Destes, 341 tratam de pessoas do sexo masculino, o que representa 58,9% das ocorrências.

Estudo mostra que a Sexta-feira é o dia que apresenta o maior número de registros. Em seguida, vem o sábado e a quinta-feira.
O dia com menor registro desse tipo de ocorrência é a terça-feira.

A maior parte dos desaparecimentos ocorre durante o dia, sendo a manhã – das 6 horas ao meio-dia – o horário de pico, com 213 registros, o que equivale a 36,8% dos casos.

A quem possa interessar, a delegacia funciona na Rua Juvenal de Carvalho, nº 1125, bairro de Fátima. E tem tido uma demanda surpreendente.

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Elegia ao senhor da razão: o tempo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de Março de 2020

O tempo é senhor da razão mesmo. A ele se deve o reconhecimento de que tudo na vida passa pela sua força: a força do tempo.

O tempo gasto nas discussões para solução de uma crise, como a dos policiais rebelados, foi necessário para se chegar ao momento adequado de bom senso nas negociações.

O tempo é o melhor parâmetro para se medir como é possível transformar as coisas e as pessoas. As famílias vítimas de tragédias como a do edifício Andréia ganham com o tempo, a conformação.

Quem perde alguém na guerra não oficializada da violência urbana, no primeiro momento se desespera. Chega a culpar Deus pela tragédia que se abateu sobre a família. Mas é o tempo que, pacientemente, parece ajudar a dar-lhes o devido consolo.

O tempo é o senhor de tudo. Por ele atravessamos o caminho da vida. Com ele apressamos o futuro; da mesma forma como vamos nos distanciando do que é passado. Em tudo existe o tempo.

Como se lê no Eclesiastes: Há tempo de nascer, tempo de crescer, tempo de mudar, tempo de sorrir e chorar. Tempo de plantar e colher. Assim como o tempo de agradecer. O tempo, esse senhor da razão.

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Deu ‘end’ no motim

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de Março de 2020

Nunca um ‘the end’ foi tão esperado pelo cidadão. O motim acabou. Com o final, a tranquilidade vem sendo retomada. Treze dias depois do sufoco que o Estado viveu, com a paralisação do setor de segurança pública, tivemos – de um lado – gente se preocupando com a melhoria do ganho dos militares e a defesa do perdão para os amotinados; do outro, o governo fazendo malabarismo para atender às exigências dos rebelados, sem esquecer a parte mais prejudicada nessa história toda: a população.

Durante os 13 dias de paralisação, as pessoas respiraram o clima tenso que se abateu sobre a cidade. O movimento afetou o cidadão, pelo que testemunhamos numa enquete hoje na Tribuna Band News FM.

Gente com medo; temendo sair de casa para os seus compromissos. O risco de ser vítima da violência que alavancou os números de mortos e deixou todo mundo em pânico.

Por mais que transparecessem tranquilas, mas vê ruas tomadas por tropas do Exército e tanques de guerra, dava a impressão de que estavamos em cidades de países em conflito armado.

A paralisação afetou 9 milhões de cearenses, segundo as contas do governo.

Numa análise mais fria, sabe-se que os policiais merecem soldos mais justos, melhores condições de trabalho a fim de que possam dar conta da barra pesada que é esse tipo de serviço.

Mas não se pode esquecer que a lei está acima de tudo e de todos. E quando isso vem de encontro à segurança do cidadão, venhamos e convenhamos, a boa negociação da comissão formada pelo Executivo, Legislativo e Judiciário, vem premiar quem mais sofreu com tudo isso: o cidadão. E ele é quem paga governo e suas forças de atuação.

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Deu ‘end’ no motim

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de Março de 2020

Nunca um ‘the end’ foi tão esperado pelo cidadão. O motim acabou. Com o final, a tranquilidade vem sendo retomada. Treze dias depois do sufoco que o Estado viveu, com a paralisação do setor de segurança pública, tivemos – de um lado – gente se preocupando com a melhoria do ganho dos militares e a defesa do perdão para os amotinados; do outro, o governo fazendo malabarismo para atender às exigências dos rebelados, sem esquecer a parte mais prejudicada nessa história toda: a população.

Durante os 13 dias de paralisação, as pessoas respiraram o clima tenso que se abateu sobre a cidade. O movimento afetou o cidadão, pelo que testemunhamos numa enquete hoje na Tribuna Band News FM.

Gente com medo; temendo sair de casa para os seus compromissos. O risco de ser vítima da violência que alavancou os números de mortos e deixou todo mundo em pânico.

Por mais que transparecessem tranquilas, mas vê ruas tomadas por tropas do Exército e tanques de guerra, dava a impressão de que estavamos em cidades de países em conflito armado.

A paralisação afetou 9 milhões de cearenses, segundo as contas do governo.

Numa análise mais fria, sabe-se que os policiais merecem soldos mais justos, melhores condições de trabalho a fim de que possam dar conta da barra pesada que é esse tipo de serviço.

Mas não se pode esquecer que a lei está acima de tudo e de todos. E quando isso vem de encontro à segurança do cidadão, venhamos e convenhamos, a boa negociação da comissão formada pelo Executivo, Legislativo e Judiciário, vem premiar quem mais sofreu com tudo isso: o cidadão. E ele é quem paga governo e suas forças de atuação.