Deu 'end' no motim - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Deu ‘end’ no motim

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de Março de 2020

Nunca um ‘the end’ foi tão esperado pelo cidadão. O motim acabou. Com o final, a tranquilidade vem sendo retomada. Treze dias depois do sufoco que o Estado viveu, com a paralisação do setor de segurança pública, tivemos – de um lado – gente se preocupando com a melhoria do ganho dos militares e a defesa do perdão para os amotinados; do outro, o governo fazendo malabarismo para atender às exigências dos rebelados, sem esquecer a parte mais prejudicada nessa história toda: a população.

Durante os 13 dias de paralisação, as pessoas respiraram o clima tenso que se abateu sobre a cidade. O movimento afetou o cidadão, pelo que testemunhamos numa enquete hoje na Tribuna Band News FM.

Gente com medo; temendo sair de casa para os seus compromissos. O risco de ser vítima da violência que alavancou os números de mortos e deixou todo mundo em pânico.

Por mais que transparecessem tranquilas, mas vê ruas tomadas por tropas do Exército e tanques de guerra, dava a impressão de que estavamos em cidades de países em conflito armado.

A paralisação afetou 9 milhões de cearenses, segundo as contas do governo.

Numa análise mais fria, sabe-se que os policiais merecem soldos mais justos, melhores condições de trabalho a fim de que possam dar conta da barra pesada que é esse tipo de serviço.

Mas não se pode esquecer que a lei está acima de tudo e de todos. E quando isso vem de encontro à segurança do cidadão, venhamos e convenhamos, a boa negociação da comissão formada pelo Executivo, Legislativo e Judiciário, vem premiar quem mais sofreu com tudo isso: o cidadão. E ele é quem paga governo e suas forças de atuação.

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Deu ‘end’ no motim

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de Março de 2020

Nunca um ‘the end’ foi tão esperado pelo cidadão. O motim acabou. Com o final, a tranquilidade vem sendo retomada. Treze dias depois do sufoco que o Estado viveu, com a paralisação do setor de segurança pública, tivemos – de um lado – gente se preocupando com a melhoria do ganho dos militares e a defesa do perdão para os amotinados; do outro, o governo fazendo malabarismo para atender às exigências dos rebelados, sem esquecer a parte mais prejudicada nessa história toda: a população.

Durante os 13 dias de paralisação, as pessoas respiraram o clima tenso que se abateu sobre a cidade. O movimento afetou o cidadão, pelo que testemunhamos numa enquete hoje na Tribuna Band News FM.

Gente com medo; temendo sair de casa para os seus compromissos. O risco de ser vítima da violência que alavancou os números de mortos e deixou todo mundo em pânico.

Por mais que transparecessem tranquilas, mas vê ruas tomadas por tropas do Exército e tanques de guerra, dava a impressão de que estavamos em cidades de países em conflito armado.

A paralisação afetou 9 milhões de cearenses, segundo as contas do governo.

Numa análise mais fria, sabe-se que os policiais merecem soldos mais justos, melhores condições de trabalho a fim de que possam dar conta da barra pesada que é esse tipo de serviço.

Mas não se pode esquecer que a lei está acima de tudo e de todos. E quando isso vem de encontro à segurança do cidadão, venhamos e convenhamos, a boa negociação da comissão formada pelo Executivo, Legislativo e Judiciário, vem premiar quem mais sofreu com tudo isso: o cidadão. E ele é quem paga governo e suas forças de atuação.